severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.264,00
IA · deepseek-flash O loop envolve valores baixos (R$ 14.264 no total) e três pessoas físicas, sendo duas do PSB de SP (Caio Franca e Gustavo Bensdorp) e uma do PSD (Fernando Paulino). As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e incluem uma empresa sem nome e uma intermediária (Maria Stephany) que não aparece como entidade listada, dificultando verificar se há um ciclo fechado real. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor de ramo estranho, empresa doando e recebendo de volta), mas também não dá para afirmar que é um padrão partidário comum sem saber a relação entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 80.607,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, um padrão comum de repasses partidários e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 80,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024, 2026), sem concentração temporal suspeita. A maior parte do fluxo é explicável por doações da direção estadual a candidatos do próprio partido, e não há indício de retorno financeiro significativo a uma mesma pessoa ou empresa.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 103.907,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores modestos (R$ 103,9 mil no total) e transações que se distribuem entre 2018, 2020 e 2022. As doações entre candidatos do mesmo partido e o repasse da direção estadual a um candidato são padrões comuns e legítimos de movimentação partidária. Não há um fato concreto que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.607,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PSB de São Paulo, o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. Os valores são modestos (R$ 13,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. A doação de R$ 10 mil da direção estadual ao vereador em 2024 é típica de repasse partidário, e a despesa de R$ 8,5 mil do deputado federal à direção em 2018 pode ser devolução ou contribuição. Não há indício de empresa privada devolvendo valor expressivo ou fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 726.104,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes da mesma órbita partidária (PSB-SP): a direção estadual do partido repassa recursos a Caio França, que faz uma doação de valor modesto (R$ 222,50) a Luiz Lauro, que por sua vez tem uma despesa de R$ 85,40 com a direção estadual. Os valores que fecham o loop são pequenos e compatíveis com ressarcimentos ou acertos internos entre campanhas aliadas, enquanto o grosso do dinheiro (R$ 249,9 mil) é repasse partidário ordinário e a despesa de R$ 3.000 com uma ME não retorna à cadeia. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 434.807,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 1.500, R$ 222,50, R$ 85,40, R$ 3.000 e R$ 430.000) e entidades de partidos diferentes (PSB e MDB), o que poderia sugerir coincidência entre campanhas aliadas ou repasses partidários. No entanto, a maior transação (R$ 430.000) é uma doação da Direção Estadual do PSB para Pedro Luís de Freitas Gouvea Junior (MDB), e não há informação suficiente sobre a relação entre as entidades sem nome (empresa e direção partidária) para afirmar que o loop é rotineiro. A presença de um ciclo fechado entre pessoas com sobrenomes possivelmente relacionados (Gouvea) e a mistura de partidos justificam uma checagem humana, mas os fatos não são claramente bizarros nem claramente explicáveis.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 159.694,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores modestos (R$ 300 a R$ 2.225) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. As doações da direção partidária a Renato Donato (R$ 45.547,83) são repasses típicos de partido a candidato, e a despesa de Luiz Lauro à direção (R$ 85,40) parece devolução ou ressarcimento. O elo que fecha o ciclo é uma doação de R$ 300 de Renato a Caio, valor baixo e compatível com apoio entre correligionários.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 134.807,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente agentes do PSB de São Paulo (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 1.500, R$ 222,50, R$ 85,40) e compatíveis com movimentações rotineiras de campanha, e a maior transação (R$ 130.000) é uma doação da direção estadual para um candidato a prefeito, também típica. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 81.404,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSB de São Paulo, o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 5.878) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento rápido e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A despesa de R$ 3.000 para uma empresa ME não tem relação direta com o ciclo de doações e não apresenta valor atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 185.107,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente agentes do PSB de São Paulo (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 1.850,00 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026), sem concentração temporal que sugira triangulação. A maior parte do fluxo é compatível com doações de direção partidária a candidatos e despesas de campanha, não havendo indício de enriquecimento ou desvio de valores.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.607,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSB de São Paulo, o que é compatível com doações entre aliados e repasses partidários. Os valores são modestos (R$ 13,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a motivação de cada repasse.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.907,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 23,9 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Caio França e Luiz Lauro são do PSB, e o PSB-SP aparece como direção estadual repassando recursos. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Marcos Oliveira Liborio é de outro partido (Republicanos), mas recebeu doação da direção estadual do PSB em 2020, o que pode ser repasse partidário comum. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre estranhos), então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.857,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores baixos (R$ 29,8 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2024. As setas são compatíveis com doações internas entre correligionários e repasses da direção partidária a candidatos, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala ou empresa grande devolvendo recurso, o que afasta o alerta mais forte.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 415.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PSB de São Paulo, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 300 a R$ 1.200) e repasses da direção estadual ao candidato Benedito Furtado (R$ 5.000 e R$ 72.000). As maiores quantias são justamente as contribuições do partido aos próprios candidatos, padrão legítimo e comum. Não há fornecedor estranho ao ramo, nem valor de ordem de grandeza destoante, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 438.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e pessoas do mesmo partido (PSB-SP), incluindo repasses da direção estadual e devoluções/despesas de campanhas ao partido, o que é um padrão comum e legítimo. Os valores são modestos (R$ 600 a R$ 3.355) exceto o repasse partidário de R$ 100 mil, que é típico de financiamento interno. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 348.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSB de São Paulo, incluindo a direção estadual do partido, e valores compatíveis com repasses internos e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024) e os montantes são modestos (R$ 300 a R$ 335.500), sem indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza. O fluxo partido → candidato → partido é típico de contribuições partidárias e ressarcimentos, não configurando um loop fechado e suspeito entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.060.496,36
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSB de São Paulo, incluindo a direção estadual do partido, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2014, 2018, 2020, 2022). O ciclo envolve valores modestos entre pessoas físicas (R$ 1.000 e R$ 1.200) e repasses da direção partidária a candidato, padrão comum em campanhas. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto ou fornecedor fora do ramo; o fluxo é compatível com movimentação interna de coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 769.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PSB de São Paulo (Caio, Márcio e Vanessa) e a direção estadual do próprio partido, o que é compatível com repasses internos e despesas partidárias. Os valores menores (R$ 1.000 a R$ 1.500) entre candidatos da mesma sigla são típicos de doações entre aliados, enquanto os valores maiores (R$ 335.500 e R$ 430.000) são repasses da direção estadual para campanha majoritária, padrão comum. A presença de Pedro Luís (MDB) como elo de ligação é o único ponto que foge ao núcleo PSB, mas ele doou apenas R$ 1.500 a Caio, valor irrelevante perto do total. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto nem de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 494.086,96
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSB de São Paulo, e o elo central é a Direção Estadual do partido, que recebeu R$ 335,5 mil de Márcio Luiz França Gomes e repassou R$ 45,5 mil a Renato Carvalho Donato — padrão típico de repasse partidário entre aliados. As demais transações são de valores baixos (R$ 300, R$ 1.000, R$ 1.200) e ocorrem em 2018, ano eleitoral, entre candidatos da mesma sigla. O ciclo fechado é compatível com doações e despesas entre membros de uma mesma coligação/partido, sem fornecedor externo nem valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 469.200,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSB de São Paulo, e o loop envolve repasses da direção estadual do partido a candidatos e despesas de candidatos para a direção estadual, padrão comum em prestações de contas partidárias. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 3.000 nas transações entre pessoas físicas) e as maiores movimentações são da direção estadual, o que é típico de financiamento partidário. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 415.796,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSB de São Paulo, incluindo a direção estadual do partido, e valores compatíveis com repasses internos e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e a maior parte do volume é uma despesa de R$ 335.500,00 de um candidato à direção partidária, o que é um padrão comum de contribuição à estrutura do partido. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 519.500,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSB de São Paulo, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2026), o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados. O ciclo envolve valores modestos entre pessoas físicas (R$ 1.000 a R$ 1.800) e valores maiores apenas nas doações do diretório estadual para Marcelo Strama, o que é padrão de financiamento partidário. Não há um fato isolado que fuja do roteiro comum de uma mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 348.000,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PSB-SP) e o loop envolve repasses da direção estadual e doações entre candidatos da mesma legenda, padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 335.500) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem ciclo curto e fechado. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 358.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente membros do PSB (Caio, Márcio e Vanessa) e um vereador do Republicanos, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 600 a R$ 1.200) que podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos. O elo mais expressivo é a despesa de R$ 335.500 de Márcio França Gomes à direção estadual do PSB, compatível com repasse partidário, e a doação de R$ 20.000 da direção a Marcos Libório em 2020. Não há um fato isolado que destoe de padrões comuns de movimentação partidária, mas a presença de um vereador de outro partido no ciclo impede descartar totalmente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 364.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSB de São Paulo, incluindo a direção estadual do partido, e valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação é uma despesa de R$ 335.500,00 de um candidato à direção estadual, padrão comum de contribuição partidária, e as demais somas são modestas (R$ 300 a R$ 2.625.000). Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 343.000,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSB de São Paulo, e o elo mais forte da cadeia (R$ 335.500,00) é uma despesa de campanha de Márcio Luiz França Gomes para a Direção Estadual do partido, padrão comum de repasse partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 300 a R$ 1.200) e ocorrem em 2018, entre candidatos da mesma sigla, o que é compatível com doações entre aliados ou ressarcimentos internos. O ciclo só se fecha porque o sistema encadeia doações e despesas de anos diferentes, não porque haja um fluxo circular fechado no mesmo período.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 417.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024, 2026) e os montantes são modestos, exceto pelo repasse de R$ 72 mil da direção estadual a Benedito Furtado em 2026, que é um valor típico de apoio partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou salto de ordem de grandeza que fuja do padrão de movimentação de campanha.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 441.100,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSB de São Paulo, e o loop envolve repasses da direção estadual do partido e doações entre candidatos da mesma sigla, o que é um padrão comum em campanhas coligadas. Os valores são modestos (R$ 500, R$ 600, R$ 3.355 e R$ 100.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo, nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 350.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros do PSB de São Paulo, incluindo a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 335.500) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem concentração temporal suspeita. A maior transação é uma despesa de campanha para a direção partidária, típica de contribuições estatutárias ou repasses partidários. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 888.875,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas do mesmo partido (PSB) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum em movimentações partidárias. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um retorno claro do mesmo valor a quem doou. Não há um fato concreto que destoe de uma explicação simples, como repasses partidários ou devoluções, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 772.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 1.500 e R$ 5.000 de um lado; R$ 335.500 e R$ 430.000 de outro), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e simétrico. Além disso, as entidades compartilham vínculos partidários (PSB) e familiares (sobrenome Gouvea/Franca Gomes), e a passagem pela direção estadual do PSB é compatível com repasses partidários rotineiros. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados, mas também não dá para descartar sem checar as datas e a origem dos recursos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 496.886,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB em São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e a maior parte do fluxo é da direção estadual para um candidato, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 502.486,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSB de São Paulo e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 5 mil no trecho que fecha o ciclo) e as transações se distribuem ao longo de 2018-2022, sem concentração temporal suspeita. O único trecho que fecha o loop é uma despesa de R$ 5.000 de Renato Carvalho Donato para José Carlos Gonçalves, compatível com prestação de serviço ou ressarcimento. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 472.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores e anos compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações somam R$ 472 mil em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem valores de ordem de grandeza discrepante ou fornecedor de ramo estranho. O fluxo 'Direção Estadual -> Lucival' e 'Marcio -> Direção Estadual' é típico de repasse e devolução de sobras partidárias. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação intrapartidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 418.596,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores e anos que não formam um loop fechado no mesmo pleito: a doação de R$ 5.000 de Caio para Marcio é de 2018, enquanto a devolução via direção partidária a Fabio é de 2022. O valor maior (R$ 335.500) é uma despesa de Marcio à direção estadual, compatível com repasse partidário, e não um retorno direto a ele. Não há fornecedor estranho ao ramo nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 522.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2026) e os montantes não são de ordem de grandeza discrepante. O fluxo 'Direção Estadual -> MARCELO STRAMA' é típico de repasse de recursos partidários a candidatos, e as demais setas podem ser explicadas por doações dentro do mesmo campo político. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço ou valor atipicamente elevado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 926.047,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores e anos compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações somam R$ 926 mil, mas a maior parte é composta por repasses da direção estadual a uma candidata (R$ 175 mil) e despesas de um candidato à direção (R$ 335 mil), valores usuais em campanhas estaduais. O fechamento do ciclo pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou coincidências contábeis dentro do mesmo partido, sem indicar um padrão atípico que exija priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 919.047,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do mesmo partido (PSB-SP) e a direção estadual da sigla, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas partidárias. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores não são idênticos nem de ordem de grandeza discrepante, dificultando caracterizar um loop fechado e suspeito. O elo com MANUEL ALVES LOURENÇO, embora não identificado como filiado, envolve valor pequeno (R$ 300) e pode ser um ressarcimento ou doação pontual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 919.147,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e entidades todas ligadas ao PSB de São Paulo (Caio Franca, Márcio Franca e Vanessa Rossi são filiados ao partido, e a direção estadual é o próprio PSB-SP), o que é um padrão comum de movimentação interna de campanha. Os valores são modestos (R$ 5 mil de doação entre candidatos, R$ 335,5 mil de despesa ao diretório, R$ 175,2 mil de repasse do diretório) e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho; o loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro da mesma coligação/partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 350.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores e anos que não formam um loop fechado no mesmo pleito: a doação de R$ 500 mil de Caio para Marcio é de 2018, enquanto a devolução de Marcio à direção estadual (R$ 335,5 mil) ocorre em 2018 e 2020, e a doação da direção a Rodrigo é de 2024. Isso é compatível com repasses partidários rotineiros, ressarcimentos e doações entre aliados do mesmo partido, sem um retorno direto e imediato do dinheiro ao doador original.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.121.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020) e os montantes não destoam do padrão de financiamento de campanhas estaduais. Não há fornecedor sem relação com o serviço, valor uma ordem de grandeza acima dos demais, nem empresa doando e recebendo de volta quantia quase idêntica.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 357.350,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 357.350,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e a maioria dos envolvidos é do PSB, o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados. O único elo fora do PSB é Felipe Roma de Araujo Dias (PP), vereador, que aparece tanto recebendo de Rubens Riguero quanto doando para Caio Franca, mas os valores são modestos (R$ 600,00 e R$ 10.000,00). O valor mais alto (R$ 335.500,00) é uma despesa de Márcio Luiz Franca Gomes para a direção estadual do PSB, padrão comum de contribuição partidária. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 361.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 600 a R$ 335.500) e anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades compartilham vínculos partidários (PSB) e o repasse à direção estadual é um fluxo comum e legal, mas a presença de um vereador do Republicanos no circuito impede uma explicação totalmente automática. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é um padrão trivial de mesma coligação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 367.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSB de São Paulo e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas partidárias. As maiores quantias são da campanha de Márcio Luiz França Gomes para a direção estadual (R$ 335,5 mil), compatíveis com contribuições partidárias, enquanto as demais transações são de valores baixos (R$ 300 a R$ 5 mil). Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou salto de ordem de grandeza que fuja do esperado.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 345.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB em São Paulo, com valores modestos (R$ 500, R$ 300 e R$ 5.000) entre pessoas físicas e repasses partidários. A maior quantia (R$ 335.500) é uma despesa de Márcio Luiz França Gomes para a direção estadual, compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária, não com retorno de doação. O padrão é típico de movimentação interna de uma mesma coligação/partido, sem fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza que destoe.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 545.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 5 mil, R$ 900, R$ 200 mil, R$ 335,5 mil, R$ 4,5 mil) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários claros (PSB entre Caio e Márcio França) e repasses via direção partidária, padrão comum e legítimo. O elo com Rogério Pereira dos Santos (Republicanos) e Marcos Vinícius Silva Fonseca não tem partido/coligação em comum evidente, mas os valores são pequenos e podem ser despesas de campanha rotineiras. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.084.872,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do mesmo partido (PSB-SP) e a direção estadual, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações de maior valor são doações da direção estadual a Caio Franca e despesas de Márcio Luiz à direção, padrão comum em prestações de contas. A doação de R$ 76,00 de Caio para Tabata é irrisória e não caracteriza um loop financeiro relevante. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.063.772,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSB de São Paulo (Caio Franca, Marcio Franca, Tabata Amaral e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos e as transações se distribuem por vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O único elo externo é Felipe Falseti Nagy, que aparece como doador e fornecedor, mas com valores pequenos (R$ 2.000 e R$ 3.400) que não destoam do restante. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.063.622,36
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSB de São Paulo, com vínculos familiares e partidários claros (Caio e Marcio Franca Gomes, ambos PSB/SP). O fluxo principal é a direção estadual do PSB repassando R$ 249.913,05 a Caio, e Marcio pagando R$ 335.500,00 à mesma direção estadual — padrão típico de repasses partidários e ressarcimentos internos. As demais transações são de baixo valor (R$ 250 a R$ 7.600) e ocorrem entre candidatos da mesma sigla, o que é comum em coligações. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.061.872,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PSB, todos do mesmo partido em SP, o que é compatível com repasses internos e despesas partidárias rotineiras. Os valores são modestos e as transações estão espalhadas por vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado no tempo. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.