severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 396.847,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PSB, PL, PSDB) e uma empresa, mas os valores e anos não formam um loop fechado e coerente: a maior parte do fluxo (R$ 200 mil de Alckmin para Vander Masson em 2018 e R$ 184 mil de Bolsonaro para Aixmobil em 2018) não retorna diretamente ao ponto de origem, e a doação de R$ 10 de Romário a Bolsonaro em 2022 é irrisória. As conexões entre entidades sem partido/coligação comum e a mistura de anos dificultam uma explicação simples, mas também não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço).
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 2.052.021,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas da mesma coligação em 2018 (PSDB/PSB em MG e nacional), com valores muito desiguais: a maior transação é um repasse de R$ 2 milhões de Alckmin para a campanha de Anastasia em MG, típico de transferência entre aliados. As demais pontas são pequenas (R$ 1.795 de doação da AIXMOBIL a Alckmin e R$ 226 de despesa da campanha de Marcus Vinícius com a AIXMOBIL), compatíveis com ressarcimentos ou serviços miúdos. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ao ponto de origem, e a diferença de ordem de grandeza entre as transações enfraquece a hipótese de ciclo fechado para lavagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 241.148,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PSB, PL, REPUBLICANOS) e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são muito díspares: R$ 1.795,00 de doação da AIXMOBIL a Alckmin, R$ 50.000,00 de despesa de Alckmin a Eduardo Leite, R$ 1,00 de doação de Righetto a Bolsonaro e R$ 184.352,21 de despesa de Bolsonaro à AIXMOBIL. Não há um encadeamento claro de retorno do mesmo valor ou de ciclo fechado no mesmo período, e as conexões partidárias não são evidentes. Faltam elementos para afirmar que é um padrão rotineiro ou que há um fato concreto que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 52.869,44
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo central é uma despesa de R$ 50.000 da campanha de Alckmin (PSB, vice-presidente) para Eduardo Figueiredo Cavalheiro Leite, que não aparece como entidade nomeada no loop e não tem partido/cargo informado. As demais pontas são valores muito menores (R$ 1.000, R$ 1.795 e R$ 74,44), o que faz a transação de R$ 50.000 destoar em duas ordens de grandeza do resto da cadeia. Além disso, a empresa AIXMOBIL doa para Alckmin e recebe despesa de Mariela (PSDB/RS), sem vínculo partidário/coligação explícito entre as campanhas. Isso não prova irregularidade, mas o salto de valor e o elo não explicado justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 241.148,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos distintos (PSDB, PSB, PL) e uma empresa, mas os valores são muito desiguais: a maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são de R$ 5.000, R$ 1.795 e R$ 1,00. Não há um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem, e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Os fatos não permitem afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 56.842,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores muito díspares: uma despesa de R$ 50.000 de Alckmin a Eduardo Leite, uma doação de R$ 5.000 de Eduardo Leite a Ricardo Santos Gomes, uma despesa de R$ 47,78 de Ricardo Gomes à AIXMOBIL e uma doação de R$ 1.795 da AIXMOBIL a Alckmin. Não há um fato agudo que destoe (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não há vínculo partidário/coligação explícito entre todos os elos que explique o ciclo de forma banal. O caso fica no meio: pode ser coincidência entre campanhas de 2018, mas merece uma olhada humana para entender a relação entre as entidades.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 436.879,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações não formam um loop fechado claro: a maior parte do valor (R$ 430.000,00) sai de Alckmin para João Paulo Papa, e não há retorno desse valor a Alckmin. As demais transações são de valores muito menores (R$ 1.795,00, R$ 5.000,00 e R$ 84,88) e podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma coligação (PSB/PSDB) em 2018. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores equivalentes ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 85.626,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas conhecidas (Facebook e Rinobox) e dois candidatos de partidos e estados diferentes, mas as transações são de naturezas distintas: doações de empresas a campanhas e despesas de campanhas com serviços. O valor total é modesto (R$ 85,6 mil) e a maior transação é um gasto de R$ 79,5 mil da campanha de Luana com o Facebook, valor compatível com impulsionamento de conteúdo. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou que as mesmas partes estejam em conluio; o loop parece ser um artefato de como os dados foram encadeados.
severidade média4 nósR$ 10.438,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.350,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15.350 no total) e pessoas físicas, não empresas ou fornecedores. As duas entidades nomeadas são do mesmo partido (MDB-SP), o que oferece uma explicação simples para o fluxo (rede de aliados/coligação). Os anos das transações são dispersos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um ciclo curto e fechado, mas não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro ou estranho.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do MDB-SP (Renata Lemes e Flávio Augusto) e pessoas físicas com sobrenomes coincidentes (Lemes de Paiva Fernandes), sugerindo possível vínculo familiar, mas o fluxo é cruzado e em anos diferentes: Renata paga R$ 6.500 a Lívia Fernandes Rabelo em 2020, e Flávio recebe R$ 1.350 de Lívia em 2022; Flávio paga R$ 3.500 a Angela Aparecida Lemes de Paiva Fernandes em 2022, e Renata recebe R$ 500 de Angela A. Lemes de P. Fernandes em 2020. O fechamento do loop depende de identificar se Lívia e Angela são as mesmas pessoas ou elos da mesma família, o que não está claro nos dados. A coincidência de sobrenomes e o cruzamento entre campanhas do mesmo partido justificam checagem humana para descartar ou confirmar relação de parentesco e possível circularidade indevida.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 63.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 1.000 a R$ 60.000) e entidades de partidos diferentes (PSB, UNIÃO e PDT), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. A maior transação é uma despesa de R$ 60.000 de Rodrigo Sobral Rollemberg para a direção estadual/distrital, compatível com repasse partidário ou contribuição regular. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas e partidos, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.200,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha. Não há um fato concreto, como mesma coligação ou fornecedor sem relação com o serviço, que permita classificar como bizarro ou claramente plausível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em transações de ida e volta (doações e despesas) que somam R$ 12.200,00, valor baixo para campanhas eleitorais. As entidades identificadas são de partidos diferentes (PRB e PSD) e cargos distintos, mas todas no Tocantins em 2018, o que pode indicar relação local ou de coligação. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não há explicação óbvia e documentada para o fechamento do ciclo. Fica no meio-termo: não é claramente rotineiro nem claramente bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas de partidos diferentes (UNIÃO, PP, REPUBLICANOS) em Mato Grosso do Sul, mas os valores são baixos (R$ 11 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2020, 2022 e 2024, não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Há doações e despesas mútuas entre os mesmos atores, o que pode ser ressarcimento ou apoio entre candidatos da mesma região, mas sem um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, etc.). Não há elemento suficiente para afirmar que é bizarro, nem para descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (REPUBLICANOS, PDT, PODE) no Tocantins, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 3,6 mil a R$ 9,2 mil) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.725,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 12.725 entre quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro: há doações de pessoas físicas para campanhas e despesas de campanhas para pessoas físicas, em anos e valores diferentes. Os partidos envolvidos (PROS e MDB) não são os mesmos, mas os valores são baixos e podem refletir relações locais ou ressarcimentos. Sem mais contexto sobre a conexão entre os nomes, não há um fato concreto que destaque o caso como bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, mas duas delas (Rodrigo Calazans e Rosana Fontes) são do mesmo partido (PP) na Bahia, o que oferece uma explicação plausível de coordenação de campanha ou repasses internos. As transações têm valores modestos (R$ 500 a R$ 7.000) e ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), sem um padrão claro de devolução imediata ou de valores desproporcionais. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.110,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e UFs distintos (PSB/RO, PL/MG, UNIÃO/MG) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse interno de mesma chapa. Além disso, o fluxo fecha um loop entre pessoas físicas com valores expressivos (R$ 4.800,00 de LUIZ FERNANDO para JULIO OLIVAR e R$ 5.100,00 de ANDERSON para LUIZ FERNANDO), sugerindo possível triangulação que merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o padrão circular entre campanhas sem relação clara é um fato concreto que chama atenção.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 27.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSB-RO, PL-MG, UNIÃO-MG) e anos distintos (2020 e 2024), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma transação de R$ 20.000,00 paga por ANDERSON DA COSTA a ANTONIO BATISTA DE AZEVEDO, valor de uma ordem de grandeza acima das demais (R$ 150 a R$ 3.100), sem que o ramo do fornecedor ou a justificativa do pagamento estejam claros. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana mais detalhada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.110,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos e estados diferentes (PSB-RO, PL-MG, UNIÃO-MG), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 14.110 no total), as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024) e há um intervalo de quatro anos entre a doação de Anderson a Julio e a doação de Marilia a Anderson, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Sem mais contexto sobre vínculos pessoais ou empresariais entre os envolvidos, não há um fato concreto que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 16 mil e quatro pessoas, com valores pequenos e em anos eleitorais diferentes (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras entre aliados políticos de Rondônia, sem que haja um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício de empresa fachada, valor fora de escala ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de Rondônia, sendo que duas delas (JOSE RIBAMAR e ALMIRO DIAS) são do mesmo partido (PSD), o que poderia explicar parte da movimentação como repasse interno partidário. Porém, JOAO BATISTA é de outro partido (UNIÃO) e aparece tanto recebendo doação de LEANDRO quanto pagando despesa a ALMIRO, sem que os fatos esclareçam a relação entre eles. Os valores são modestos (R$ 15 mil no total) e distribuídos em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, mas também não há explicação simples e completa para a cadeia inteira.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, REPUBLICANOS, MDB, UNIÃO) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. A transação final de ANA MARIA URQUIZA CASAGRANDE para RICARDO ONO é de R$ 11.000,00, uma ordem de grandeza acima das demais (R$ 30 a R$ 500), e fecha o loop de volta ao ponto de partida. Embora valores pequenos possam ser ressarcimentos, o salto de valor e a diversidade partidária justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, REPUBLICANOS, PATRIOTA, PP) em Mato Grosso, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 13 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), com tipos variados (doação e despesa), o que pode indicar relações pessoais ou prestação de serviços entre candidatos de uma mesma região. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro e legítimo sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PP) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 150 e R$ 100) e a transação principal (R$ 11.000) é uma despesa de campanha de prefeito para vice-prefeito, o que pode ter explicação legítima (ex.: pagamento de serviços). Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, MDB, REPUBLICANOS, PP) e valores muito díspares: a maior transação é uma despesa de R$ 11.000 de ANA MARIA URQUIZA CASAGRANDE para RICARDO ONO, enquanto as demais são doações de R$ 50 a R$ 500. O fato de o dinheiro sair de uma campanha e, após passar por pessoas de partidos distintos, retornar à mesma cadeia em um ciclo fechado, com uma transação de ordem de grandeza muito superior às outras, dificulta a explicação por mera coincidência de coligação ou ressarcimento rotineiro. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PATRIOTA, UNIÃO, PP) em Mato Grosso, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação (R$ 11.000 de ANA MARIA para RICARDO ONO em 2024) pode ser despesa de campanha ou repasse, mas não há detalhamento do serviço/produto. Sem mais contexto sobre vínculos partidários ou contratuais, não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, MDB, UNIÃO) em Mato Grosso, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. A maior transação (R$ 11.000 de ANA MARIA para RICARDO ONO) é uma despesa de campanha, não uma doação, e pode ser pagamento por serviço ou repasse interno. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas da mesma região, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza do gasto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 150 e R$ 100) e um valor maior (R$ 11.000) pago por Ana Maria a Ricardo Ono, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e entre partidos distintos (UNIÃO, PATRIOTA, PP). Não há evidência de coordenação ou de que o dinheiro tenha retornado de fato à origem, pois a cadeia não fecha com os mesmos valores. A ausência de vínculo partidário comum e a defasagem temporal tornam o caso ambíguo, sem um fato concreto que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PATRIOTA, PP) e anos distintos (2016, 2020, 2024), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são modestos (R$ 13.150 no total) e as transações podem ser ressarcimentos ou doações entre aliados locais, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência óbvia, então o caso fica no meio-termo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PRD, MDB, PP) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. A transação final de ANA MARIA URQUIZA CASAGRANDE para RICARDO ONO, de R$ 11.000, é uma ordem de grandeza maior que todas as demais do loop (R$ 200 a R$ 500), concentrando o valor justamente no fechamento do ciclo. Além disso, há um elo intermediário sem nome identificado (78170605091) e um doador externo (CLEVERSON EDUARDO ALLIEVI) que recebe despesa de KLAYTON, sugerindo que a cadeia real pode ser mais complexa do que o resumo apresenta.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PRD, PP) em Mato Grosso, mas os valores são modestos (R$ 11.450 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 11.000 de ANA MARIA para RICARDO ONO) é uma despesa de campanha, não uma doação, e pode ser um pagamento legítimo por serviços ou ressarcimento. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentação entre campanhas da mesma região, mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dessas despesas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, REPUBLICANOS, MDB, PP) em Mato Grosso, mas os valores são pequenos (R$ 50 a R$ 11.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 11.000 de ANA MARIA para RICARDO ONO) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e pode ser um pagamento normal por serviço ou bem. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas da mesma região, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, UNIÃO, MDB) em Mato Grosso, mas os valores são pequenos (R$ 50 a R$ 11.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 11.000 de ANA MARIA para RICARDO ONO) é uma despesa de campanha, não uma doação, e pode ser um pagamento legítimo por serviço ou bem. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas da mesma região, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PP, MDB), mas os valores são pequenos (R$ 30 a R$ 500) exceto uma despesa de R$ 11.000 de ANA MARIA para RICARDO ONO, que fecha o loop. As transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo coordenado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação), mas a combinação de partidos distintos e a direção do fluxo (doação de um candidato a outro de partido diferente) merece uma olhada, embora possa ser explicada por alianças locais ou ressarcimentos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, MDB, PRD, PP) em Mato Grosso, o que à primeira vista dificulta a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 50 a R$ 500) e um deles é uma despesa de R$ 11.000 paga por uma campanha a um vice-prefeito, o que pode ser ressarcimento ou repasse lícito. Sem saber se há coligação ou relação contratual entre eles, não há fato concreto que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, MDB, UNIÃO), mas os valores são pequenos e há sobreposição temporal em 2024, o que poderia indicar repasses dentro de uma mesma coligação ou ressarcimentos. A transação de maior valor (R$ 11.000) é uma despesa de Ana Maria para Ricardo Ono, ambos de 2024, mas sem contexto adicional não é possível afirmar que fuja do padrão. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades de partidos diferentes (PRD, UNIÃO, MDB, PP) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. A transação de R$ 11.000 de ANA MARIA URQUIZA CASAGRANDE para RICARDO ONO é de ordem de grandeza muito superior às demais (R$ 300 a R$ 500), destoando do restante da cadeia. O retorno do dinheiro ao ponto de origem após passar por quatro campanhas distintas merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (UNIÃO, MDB, PP) em Mato Grosso, o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas os valores são pequenos e há um intermediário (CLEVERSON EDUARDO ALLIEVI) que recebe uma despesa de R$ 50 e depois doa R$ 300, sugerindo possível ressarcimento ou fluxo operacional. A transação de maior valor (R$ 11.000 de ANA MARIA para RICARDO ONO) é uma despesa, não uma doação, e pode ser pagamento por serviço ou repasse, sem indício claro de anormalidade. Não há um fato concreto que destoe de forma evidente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não há explicação simples e completa para o ciclo fechado entre partidos distintos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PP, MDB) em Mato Grosso, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 11.000 de Ana Maria para Ricardo Ono) é classificada como despesa, não doação, e pode ser um pagamento legítimo de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (UNIÃO, MDB, REPUBLICANOS, PP) em Mato Grosso, o que enfraquece a explicação por coligação única, mas os valores são pequenos e compatíveis com doações entre candidatos da mesma base local. A maior transação (R$ 11.000 de ANA MARIA para RICARDO ONO) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e pode ser pagamento por serviço ou cessão de estrutura. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (PRD, UNIÃO, PP) e cargos distintos, sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. A transação final, de ANA MARIA URQUIZA CASAGRANDE para RICARDO ONO, é de R$ 11.000,00 — uma ordem de grandeza acima das demais (R$ 100 a R$ 200), o que destoa do restante do loop. Embora valores pequenos possam ser doações rotineiras, o salto de valor e a ausência de vínculo partidário claro justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PRD, UNIÃO, MDB, PP) e cargos distintos, sem coligação comum declarada que explique a cadeia. A transação final de ANA MARIA URQUIZA CASAGRANDE para RICARDO ONO é de R$ 11.000,00, uma ordem de grandeza acima das demais (R$ 200 a R$ 500), e fecha o loop de volta ao ponto de partida. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desse pagamento e a relação entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PATRIOTA, UNIÃO, PP) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 150 e R$ 100) nas pontas e a maior transação (R$ 11.000) é uma despesa de campanha a prefeito, compatível com pagamento a fornecedor ou serviço. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PATRIOTA, PP) e anos distintos (2016, 2020, 2024), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou ressarcimento. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação (R$ 11.000,00) é uma despesa de ANA MARIA URQUIZA CASAGRANDE para RICARDO ONO, enquanto as demais somam apenas R$ 400,00, sugerindo que o loop pode ser apenas um artefato de agregação de dados de anos diferentes. Ainda assim, a combinação de partidos distintos e a diferença de ordem de grandeza justificam uma checagem humana para descartar coincidência ou erro de registro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PP, PATRIOTA, UNIÃO) e anos distintos (2016, 2020, 2024), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação (R$ 11.000,00 de Ana Maria para Ricardo Ono) é cerca de 73 vezes maior que as demais, que giram em torno de R$ 100 a R$ 150. Essa combinação de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum e valor de ordem de grandeza muito superior justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 150 e R$ 100) em anos diferentes (2020 e 2024) e partidos distintos (PP, PATRIOTA, UNIÃO), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A transação de maior valor (R$ 11.000) é uma despesa de campanha de ANA MARIA para RICARDO ONO em 2024, sem relação direta com as demais. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações e despesas entre campanhas, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro agentes de partidos diferentes (UNIÃO, PRD, MDB, PP), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma assimetria enorme: a maior transação é uma despesa de R$ 11.000 de ANA MARIA URQUIZA CASAGRANDE para RICARDO ONO, enquanto todas as demais somam R$ 1.050. Esse salto de ordem de grandeza dentro de um ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PRD, PP) em Mato Grosso, mas os valores são pequenos e há transações de anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação (R$ 11.000 de ANA MARIA para RICARDO ONO) é uma despesa de campanha, não uma doação, e pode ser pagamento por serviço ou ressarcimento. Sem mais contexto sobre a natureza dessas despesas e vínculos entre as pessoas, não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro.