severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.040,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas do mesmo partido (PC do B) em Santa Catarina, o que é um padrão comum de alianças e repasses internos. Os valores são modestos (R$ 13 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos, sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do esperado para campanhas do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar os vínculos e motivos de cada movimentação.
severidade média4 nósR$ 10.811,00
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 10.910,67
IA · deepseek-flash Todas as quatro entidades são do mesmo partido (PC do B/PCDOB) em Santa Catarina, o que é um padrão comum e legítimo para doações e despesas entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 10,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024, 2026), sem ciclo curto e fechado. Não há indício de fornecedor fora do ramo ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.140,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas do mesmo partido (PC do B/PCDOB) em Santa Catarina, o que é um padrão comum de movimentação dentro de uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 2.640 a R$ 5.800) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do esperado para doações e despesas entre aliados partidários, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.520,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são candidatos do PT em Santa Catarina, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária ou reembolsos dentro do mesmo grupo. Os valores são modestos (R$ 11.520 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), sem um padrão claro de devolução imediata. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentações entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 207.257,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, o que é um padrão comum de repasses internos partidários. Os valores são modestos (R$ 2.575,53 de despesa de Valmor ao diretório, R$ 6.000 de despesa de Pedro a Nadir, R$ 1.000 de doação de Nadir a Valmor) e a maior quantia é a doação de R$ 200.000 do diretório estadual a Pedro, compatível com financiamento partidário de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.823,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT de Santa Catarina, com valores baixos (R$ 15,8 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre correligionários, repasses da direção estadual a candidatos e despesas de campanha. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por reembolsos, devoluções de sobra ou circulação normal de recursos dentro do mesmo partido. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.003,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, com valores baixos (R$ 12 mil no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2024. As movimentações são compatíveis com doações entre correligionários, repasses da direção partidária a candidatos e despesas de campanha, sem indício de empresa privada ou fornecedor estranho ao meio político. O intervalo temporal longo e a coincidência de partido/coligação tornam o loop explicável por articulação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.257,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT de Santa Catarina, com valores baixos (R$ 12,2 mil no total) e transações espaçadas entre 2020 e 2022. Doações entre correligionários do mesmo partido e repasses da direção estadual a candidatos são padrões comuns e legítimos. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem empresa devolvendo montante expressivo, o que torna o loop explicável por articulação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.851,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Santa Catarina (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos. Os valores são modestos (R$ 14,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. A direção estadual aparece como doadora e recebedora, o que é típico de repasses partidários e ressarcimentos. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.623,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, com valores baixos (R$ 13,6 mil no total) e transações típicas de repasses partidários e doações entre aliados. A direção estadual do partido aparece como origem de doações a candidatos, padrão comum e legítimo. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.257,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Santa Catarina — candidatos do mesmo partido e a direção estadual —, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 6.000 por transação) e distribuídos em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem concentração temporal ou montante anômalo. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.257,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, com valores baixos (R$ 11.257,53 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. As movimentações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses/ressarcimentos à direção estadual, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou empresa privada recebendo de volta montante relevante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 70.257,53
IA · deepseek-flash Todas as entidades nomeadas são do PT de Santa Catarina (Pedro Francisco Uczai, Fabiana Paula Merigo e Valmor de Paula), e o elo central é a Direção Estadual/Distrital do partido, que repassou R$ 60.000 a Fabiana em 2024. O ciclo envolve valores modestos (R$ 70.257,53 no total), com doações e despesas entre candidatos da mesma sigla e a conta partidária estadual, padrão comum de repasse interno e ressarcimento. Não há fornecedor de ramo alheio, valor fora de ordem de grandeza, nem empresa doando e recebendo de volta quantia equivalente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 212.231,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT em Santa Catarina, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação (R$ 200 mil de Pedro Francisco Uczai para a direção estadual do PT) é uma contribuição de candidato ao partido, prática comum. As demais movimentações são de baixo valor e dentro do mesmo grupo político, sem indício de fornecedor estranho ou preço fora de mercado.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 202.830,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas filiados e a direção estadual do PT em Santa Catarina, com valores modestos (R$ 210 a R$ 2.000) entre pessoas físicas e repasses da direção estadual para candidata do partido. A transação de maior valor (R$ 200.000) é uma despesa de Pedro Francisco Uczai para a direção estadual, compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária, e não um retorno do dinheiro a ele. O conjunto é explicável por movimentação interna de partido/coligação, sem fornecedor externo ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 289.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e entidades do mesmo campo político (PT/PSB) em Santa Catarina, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação é uma despesa de R$ 200 mil de Pedro Francisco Uczai para a Direção Estadual do PT, o que é típico de contribuição partidária ou repasse de sobra de campanha. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 287.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PT/PSB) em Santa Catarina, com repasses da direção estadual do PT a candidatos e despesas de campanha a fornecedores/militantes. As transações são de anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e valores compatíveis com doações partidárias e pagamentos de serviços, sem um elo claramente anômalo. O fechamento do loop parece mais um artefato de agregação de dados do que um fluxo circular intencional.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 202.770,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PT em Santa Catarina, com valores modestos (R$ 150 a R$ 2.000) em doações entre candidatos da mesma sigla. A transação de maior valor (R$ 200.000) é uma despesa de Pedro Francisco Uczai para a direção estadual do partido, o que é compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária. O retorno do dinheiro a Uczai via Ivan José Canci ocorre em ano eleitoral diferente (2022), quebrando a ideia de ciclo fechado e imediato.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 206.488,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT de Santa Catarina, o que é um padrão comum de repasses internos partidários. A maior transação é uma despesa de R$ 200.000,00 de Pedro Francisco Uczai para a Direção Estadual/Distrital, compatível com contribuição estatutária ou repasse de campanha, e não com um retorno disfarçado. As demais movimentações são de valores baixos e dentro da mesma rede partidária, sem fornecedor estranho ou salto de ordem de grandeza que justifique alerta.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 203.246,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT de Santa Catarina, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 2.446) e o único valor alto (R$ 200.000) é uma despesa de Pedro Francisco Uczai para a direção estadual do partido, compatível com contribuição partidária ou repasse estatutário. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza fora do padrão que justifique alerta.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 202.770,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, o que é um padrão comum de repasses internos partidários. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos, exceto a despesa de R$ 200 mil de Pedro Francisco Uczai para a direção estadual, que pode ser contribuição estatutária ou repasse partidário. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o serviço, e o fluxo é compatível com movimentação financeira regular de campanhas do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 358.062,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PT em SC, o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentações partidárias.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 206.751,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT de Santa Catarina, o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um encadeamento rápido e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O maior valor (R$ 200 mil) é uma despesa de Pedro Uczai para a direção estadual, padrão comum de contribuição partidária, e não um retorno direto a ele.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 213.925,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT em Santa Catarina, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação (R$ 200 mil de Pedro Uczai para a direção estadual do PT) é uma contribuição típica de candidato ao partido, e as demais somas são pequenas. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 206.242,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Santa Catarina (Pedro Francisco Uczai, Valdecir de Lara, Gilberto Afonso Schneider e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 200.000,00 de Pedro Uczai para a direção estadual do PT, compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária, e não com um retorno disfarçado. Os demais valores são de pequeno porte (R$ 200 a R$ 3.000) e podem ser explicados por doações entre aliados e reembolsos de campanha. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza atípica que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 367.946,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PT em Santa Catarina, o que é compatível com movimentação interna de uma mesma coligação partidária. Os valores são modestos e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um encadeamento curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão esperado, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 212.252,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT em Santa Catarina (candidatos e diretórios do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e devoluções de sobra. Os valores são modestos (R$ 3 mil a R$ 200 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem concentração temporal suspeita. A maior transação (R$ 200 mil) é uma despesa de Pedro Uczai para a direção estadual, compatível com contribuição partidária ou repasse de campanha. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósR$ 10.854,50
severidade média4 nósR$ 10.269,22
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 64.190,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, com valores modestos (R$ 64 mil no total) e transações que podem ser doações internas entre aliados ou repasses partidários. A maior parte do fluxo (R$ 33 mil) é uma doação da direção estadual do PT a Leonardo Pavanello Junior em 2024, fora do ciclo de 2018, e as demais transações são de baixo valor ou compatíveis com devolução/ressarcimento. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 173.125,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (candidato a vereador em SC, direção estadual do PT-SC, candidato a presidente e um doador intermediário), o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira triangulação. A maior transação é uma despesa de campanha presidencial para a direção estadual, padrão comum de repasse a diretórios. Não há indício de empresa privada devolvendo valor ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.623.459,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT), o que poderia explicar transferências entre campanhas aliadas, mas a cadeia inclui uma pessoa física (LUIS ALBERTO DE MENDONÇA SABANAY) que não é candidato e aparece tanto recebendo despesa de ELENIRA quanto doando para LULA, sem clara conexão partidária. Os valores são díspares (R$ 2.500 a R$ 1,6 milhão) e as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024), dificultando caracterizar um loop fechado e coordenado. Não há um fato isolado que destoe gritantemente, mas também não é um padrão rotineiro óbvio; seria útil checar a relação de SABANAY com as campanhas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 58.254,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT de SP (José Américo e Alexandre Padilha) e uma empresa de tecnologia, mas as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos. A doação de R$ 31.671 da BG Studios a Padilha em 2018 e a despesa de R$ 183 de José Américo à mesma empresa no mesmo ano não configuram um loop claro, pois o retorno a José Américo se dá via doação de outra campanha em 2022. Sem mais contexto sobre a relação entre as entidades, não há um fato que destoe de padrões comuns de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.621.273,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e campanhas do PT (José Américo, Humberto Costa, Lula e a campanha de Fernando Haddad), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 8 mil, R$ 10 mil, R$ 3 mil, R$ 1,6 milhão) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A maior transação é uma despesa de campanha presidencial para uma campanha estadual do mesmo campo político, padrão comum de transferência de recursos. Não há fornecedor com ramo incompatível nem valor uma ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.701,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 32,7 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSD e DC), mas o elo central é a direção municipal do PSD de Guarulhos, que recebeu despesa de um candidato do próprio PSD e doou para um vereador do DC. As transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito, e os valores são compatíveis com repasses partidários rotineiros. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não há explicação simples e completa para o encadeamento exato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.346,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (Republicanos, PSL, MDB) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de uma única coligação ou conta partidária comum. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 24 mil no total) e há transações de tipos variados (doações e despesas), o que pode refletir relações pessoais ou prestação de serviços entre pessoas físicas. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas a combinação de partidos e anos diferentes impede uma explicação simples e automática.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 16.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 16.550,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e entre partidos distintos (PP, PL, PTB), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O valor de R$ 15.000,00 doado por Paulo Rogério Bianelli a Thiago de Azevedo Lopes Fonseca é uma ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia (R$ 50, R$ 500 e R$ 1.000), o que chama atenção. A soma das saídas de Gladys (R$ 500) e Thiago (R$ 1.000) não fecha o valor que retorna à cadeia via Marisvaldo (R$ 50), indicando que pode haver mais elos não capturados ou inconsistência nos dados. Esses fatores justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.549,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, PTB, PP) e anos distintos (2020 e 2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. Por outro lado, os valores são relativamente baixos (R$ 27,5 mil no total) e as transações podem ser doações entre candidatos ou ressarcimentos de campanha, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Não há elemento claro que justifique priorização manual imediata, mas também não é possível descartar como rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 107.371,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as transações ocorrem dentro do mesmo partido (PDT) e da mesma cidade (Guarulhos-SP), com valores que não destoam entre si. A maior transação (R$ 103.440,00) é uma despesa de Sandra Maria dos Santos para a direção municipal do PDT, o que pode ser repasse partidário ou ressarcimento, e as demais são doações e despesas de campanha de valores modestos. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária local, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 13.093,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e misturam partidos distintos (PODE e PSB), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação ou conta partidária. Além disso, há pagamentos de despesas de campanhas a pessoas físicas que também aparecem como doadoras na cadeia (ex.: PEDRO MASSAMI KIKUDOME pagando R$ 4.000 a VICTOR KENDY KAMIA em 2018, e LAURA HIROMI KAMIA pagando R$ 5.393,69 a PAULO KENJI OGATA em 2024), sem que se saiba a natureza desses serviços. O conjunto fecha um loop com valores e anos que não se encaixam num padrão rotineiro óbvio, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas sem que os dados mostrem coligação ou partido comum entre todas elas, e os valores são próximos (R$ 3.000, R$ 2.800, R$ 4.000 e R$ 5.000), o que dificulta explicar como simples repasse partidário. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), mas o encadeamento Pedro -> Victor -> Ushitaro -> Denis -> Pedro sugere um circuito fechado que merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, apenas um fato concreto que foge do padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.793,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11,8 mil, mas o que chama atenção é o desenho: PEDRO MASSAMI KIKUDOME (PODE) paga R$ 4.000 a MARCELO SEITI TABA em 2018, e TABA doa R$ 1.500 a USHITARO KAMIA (PODE) em 2020; USHITARO doa R$ 300 a LAURA HIROMI KAMIA (PSB) em 2022, e LAURA paga R$ 5.393 a PAULO KENJI OGATA em 2024, que havia doado R$ 600 a PEDRO em 2018. Há um retorno de dinheiro entre pessoas ligadas por partido (PODE) e por sobrenome (KAMIA), com valores que não fecham entre si e atravessam anos e cargos diferentes, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas físicas, sendo que apenas duas têm cargo/partido identificado (ambas do PODE-SP), e as outras duas aparecem sem nome ou partido. As transações são de baixo valor (R$ 3.000 a R$ 5.000) e ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há elemento concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre pessoas físicas de um mesmo grupo político, mas também não há informação suficiente para descartar coincidência ou explicar plenamente o encadeamento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.940,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 19.940 e quatro pessoas físicas, com transações espalhadas por 2018, 2020, 2022 e 2024, sem concentração temporal que sugira um loop imediato. As entidades identificadas são de partidos diferentes (PP e UNIÃO), mas ambas de Goiás, e os valores são modestos e compatíveis com despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e pagamentos entre agentes políticos da mesma região, nem um elo claramente inexplicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.510,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 26.510 no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades são de partidos diferentes (PP e UNIÃO), mas ambas de Goiás, e há nomes que sugerem possível vínculo familiar (Felisberto Rodrigues Tavares e Francilene Rodrigues da Silva), o que poderia explicar movimentações cruzadas. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de despesas e doações entre campanhas da mesma região.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos diferentes (2018 a 2024) e valores modestos (R$ 13 mil no total), sem que se identifique um mesmo partido ou coligação conectando todas as pontas. As transações são de naturezas distintas (doação e despesa) e separadas por anos, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto — como valores idênticos devolvidos em curto prazo ou fornecedor fora do ramo — que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PODE, PSDB, PT) em Goiás, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 20.000) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.605,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco pessoas de partidos diferentes (PODE, PSDB, PT) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de uma mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são modestos (R$ 100 a R$ 20.000) e as transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade, mas também não há elemento que permita descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas de partidos diferentes (PODE, PSDB, MDB) em Goiás, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 20.000) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como empresa doando e recebendo de volta ou fornecedor fora do ramo.