severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (PP, PATRIOTA, UNIÃO) e anos distintos (2016, 2020, 2024), sem coligação comum declarada. A transação final de ANA MARIA URQUIZA CASAGRANDE para RICARDO ONO é uma despesa de R$ 11.000,00, uma ordem de grandeza acima das demais (R$ 100 e R$ 150), e fecha o loop de volta ao doador inicial. Isso não é típico de repasse partidário ou ressarcimento simples e merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PATRIOTA, PP) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de coordenação imediata. Porém, a transação de maior valor (R$ 11.000) é uma despesa de ANA MARIA URQUIZA CASAGRANDE para RICARDO ONO em 2024, enquanto as demais são de valores baixos (R$ 100 a R$ 150) e de 2020, sugerindo possível mistura de contextos eleitorais. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação), mas a combinação de partidos distintos e a diferença temporal torna a explicação simples menos óbvia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 150 e R$ 100) e um valor maior (R$ 11.000) pago como despesa de campanha, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e entre partidos distintos (PP, PATRIOTA, UNIÃO), sem coligação comum evidente. A cadeia não é um ciclo fechado no mesmo pleito, o que enfraquece a leitura de 'loop' imediato. Não há elemento concreto que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PRD, MDB, PP) em Mato Grosso, o que à primeira vista dificulta a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 200 a R$ 500) exceto por uma despesa de R$ 11.000 de ANA MARIA para RICARDO ONO, e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), podendo ser movimentações normais de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PP, PRD, UNIÃO) em Mato Grosso, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2020 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 11.000 de Ana Maria para Ricardo Ono como despesa) é de ordem de grandeza superior às demais, mas pode ser pagamento de serviço ou ressarcimento. Não há um fato isolado que destoe claramente de um padrão rotineiro de campanha, nem elementos que confirmem coincidência inofensiva.
severidade média5 nósR$ 10.150,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em municípios/anos diferentes, com valores modestos (R$ 17,5 mil no total) e transações de naturezas distintas (doações e despesas). Ana Maria (UNIÃO) e Edilson (MDB) são de partidos diferentes, mas ambos de MT e com histórico eleitoral nos mesmos anos, o que pode indicar atuação na mesma região. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo do fornecedor ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo), nem uma explicação simples e clara como mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, REPUBLICANOS, PATRIOTA) e valores pequenos (R$ 13.250 no total), com transações espalhadas entre 2020 e 2024. Não há um fato concreto que destoe, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço. A movimentação pode ser explicada por doações e despesas rotineiras entre campanhas da mesma região, sem elementos que justifiquem priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.697,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PRD, MDB) em Mato Grosso, mas os valores são modestos (R$ 11,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As doações e despesas podem ser explicadas por relações políticas locais rotineiras, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elemento que justifique priorização manual clara.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.715,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PRD, MDB), mas os valores são pequenos (R$ 11.715,51 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações individuais são de baixo valor e podem ser explicadas por doações entre candidatos da mesma região ou ressarcimentos de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósR$ 10.150,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.552,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, UNIÃO) e valores modestos (R$ 21,5 mil no total), com transações espalhadas entre 2020 e 2024. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que é comum em prestações de contas, mas a ausência de vínculo partidário claro entre os elos e a diferença de grafia de nomes (ANTONIO LENNO SOUZA MELLO vs ANTONIO LENNON SOUZA MELLO) impedem tanto explicar como rotineiro quanto afirmar que é bizarro. Faltam dados sobre coligações e natureza dos serviços para uma triagem mais segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.960,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PL, UNIÃO) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 13.960 no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados locais ou ressarcimentos de despesas de campanha, sem um fato concreto que destoe. Não há indício de empresa fachada, valor muito acima do mercado ou ciclo fechado entre pessoas sem qualquer vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.603,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas são identificadas como candidatos de partidos diferentes (REPUBLICANOS e PODE), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 17,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), com tipos variados (doações e despesas), o que dificulta caracterizar um loop intencional e fechado. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valores discrepantes. Os fatos não são suficientes para afirmar que é rotineiro nem para apontar um fato concreto que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 20.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e PODE) e em anos distintos (2018 e 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação. O valor que fecha o loop (R$ 12.000 pagos por LOUISMAR a JOSÉ JEOVÁ) é uma ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia (R$ 2.000 a R$ 3.800), o que chama atenção. A soma de doações e despesas entre os mesmos atores em sentidos opostos sugere um possível acerto de contas, mas o desenho fechado e a diferença de magnitude justificam checagem humana.
severidade média5 nósR$ 10.511,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.791,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (NOVO/SP e PRTB/DF), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Porém, as transações são de naturezas distintas (doação de empresa a candidato, despesa de campanha com Facebook, doação de empresa financeira) e os valores são modestos (R$ 13,8 mil no total), compatíveis com movimentações rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.719,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 22 mil de doação concentrada vs. R$ 6,95 e R$ 500 em transações isoladas) e entidades de partidos diferentes (PSDB e PSL), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Por outro lado, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e podem refletir relações pessoais ou ressarcimentos pontuais, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato único que destoe de forma gritante, mas a combinação de partidos distintos e a assimetria de valores impede descartar o sinal como rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.012,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas do PSDB de MS (Onevan José de Matos e Rafael Amancio Volpato), mas as outras duas não têm partido/cargo informado. Os valores são modestos (R$ 25 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, empresa devolvendo milhões), mas também não dá para afirmar que é apenas repasse partidário rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 757.310,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos de partidos diferentes (UNIÃO, PSDB e PP) e um quarto elo sem partido identificado, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. A transação de maior valor (R$ 750.000,00) sai de EDUARDO CORREA RIEDEL para ALESSANDRE VIEIRA, que é justamente quem fecha o loop doando para EDNEI MARCELO MIGLIOLI, mas essa ponta inicial aparece com valores irrisórios (R$ 10,33) em 2018. A assimetria de valores e a mistura de anos e cargos distintos dificultam uma leitura de simples ressarcimento ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 757.260,33
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre pessoas de partidos diferentes (UNIÃO, PTB, PP) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 750.000,00 de Eduardo Riedel para Alessandre Vieira é cerca de 1.300 vezes maior que a doação inicial de R$ 10,33, e o elo de retorno não tem partido/cargo identificado. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 757.310,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos de partidos diferentes (UNIÃO, PSDB e PP) e um quarto elo sem partido identificado, o que dificulta explicar como articulação partidária rotineira. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: uma despesa de R$ 750.000,00 de Eduardo Riedel para Alessandre Vieira contrasta com doações de R$ 10,33 e R$ 5.800,00 no restante da cadeia. O conjunto fecha um loop de R$ 757.310,33 entre pessoas sem coligação comum declarada, merecendo checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 757.310,33
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas, mas as duas entidades identificadas são de partidos diferentes (UNIÃO e PP), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O ponto mais chamativo é a despesa de R$ 750.000,00 paga por EDUARDO CORREA RIEDEL a ALESSANDRE VIEIRA, cerca de 500 vezes maior que a despesa de R$ 1.500,00 de EDNEI MARCELO MIGLIOLI a PAULO CESAR JANEIRO YADOMI e muito acima das demais transações da cadeia. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desse pagamento e a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 597.310,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PSDB, PP) em Mato Grosso do Sul, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2022, 2026) e os valores são muito díspares. A maior transação (R$ 150 mil de Eduardo Riedel para Reinaldo Azambuja em 2018) é uma doação entre políticos do mesmo estado, o que é comum. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem que torne o caso claramente bizarro — o loop pode ser coincidência de rede de aliados estaduais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 597.310,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PSDB, PP) em Mato Grosso do Sul, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026), sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado no mesmo pleito. A maior transação (R$ 150 mil de Eduardo Riedel para Reinaldo Azambuja em 2018) pode ser doação entre aliados políticos, e as demais são de baixo valor ou despesas de campanha, não permitindo afirmar que há um padrão anômalo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 597.310,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PP) e inclui uma doação de R$ 150.000,00 de Eduardo Riedel (PP) para Reinaldo Azambuja (PL) em 2018, seguida de despesas de Reinaldo para Alessandre Vieira e deste para Ednei Miglioli, que por sua vez pagou despesa a Paulo Yadomi, que doou a Riedel em 2022. A presença de partidos distintos e a existência de um elo de R$ 150 mil sem explicação simples (mesma coligação ou conta partidária) justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 761.124,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PL, PTB, PP) e cargos distintos, sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por aliança partidária rotineira. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação (R$ 750.000,00 pagos por Eduardo Riedel a Alessandre Vieira) é cerca de 300 vezes maior que as demais, e o retorno ao ponto de partida (Reinaldo Azambuja) se dá por uma doação de apenas R$ 2.824,21, que não fecha o montante movimentado. Esses dois fatos — ausência de vínculo partidário claro e salto de ordem de grandeza — justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 761.924,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PP, PATRIOTA) e anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O ponto mais chamativo é a despesa de R$ 750.000,00 paga por EDUARDO CORREA RIEDEL a ALESSANDRE VIEIRA, uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 2.824,21, R$ 5.800,00 e R$ 3.300,00). Além disso, o ciclo fecha de volta em REINALDO AZAMBUJA SILVA, que também aparece como doador de LUZIO DA SILVA RIBEIRO, sugerindo uma cadeia de recursos que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 160.830,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, PP, PATRIOTA) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são modestos e as transações são poucas e espaçadas no tempo, sem um elo que se destaque como anômalo. Não há um fato concreto que force uma checagem manual imediata, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 759.624,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e uma delas, ALESSANDRE VIEIRA, não aparece como candidato na lista de entidades, mas recebe R$ 750.000,00 em despesas de Eduardo Riedel e doa R$ 2.824,21 a Reinaldo Azambuja. O valor de R$ 750.000,00 é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 2.824,21, R$ 5.800,00 e R$ 1.000,00), o que chama atenção. Além disso, o ciclo fecha entre pessoas sem partido/coligação comum declarada, o que dificulta uma explicação simples por aliança partidária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 759.924,21
IA · deepseek-flash O loop envolve duas campanhas de partidos diferentes (PL e PP) e valores com ordens de grandeza muito distintas: a despesa de R$ 750.000,00 de Eduardo Riedel para Alessandre Vieira é cerca de 265 vezes maior que a doação de R$ 2.824,21 de Alessandre Vieira a Reinaldo Azambuja. Além disso, o ciclo fecha entre pessoas físicas sem coligação/partido comum declarado, o que dificulta a explicação por mera coincidência de mesma chapa. O valor elevado pago a um doador que depois aparece doando a outro político merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 762.924,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 762,9 mil, mas o elo mais chamativo é a despesa de R$ 750.000,00 (75 milhões de centavos) paga por EDUARDO CORREA RIEDEL a ALESSANDRE VIEIRA, valor cerca de 130 vezes maior que as demais transações da cadeia. Além disso, o loop conecta campanhas de partidos diferentes (PL e PP) e anos distintos (2018, 2022, 2026), sem que os fatos mostrem coligação ou vínculo comum que explique naturalmente o retorno do dinheiro à origem. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desse pagamento e a relação entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 159.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e valores muito díspares: R$ 150.000 de Eduardo Riedel para Reinaldo Azambuja em 2018, R$ 580.000 de Marcia Schio para Riedel em 2022, R$ 2.000 de Samuel Telles para Marcia Schio em 2020 e R$ 1.300 de despesa de Azambuja para Samuel Telles em 2018. As transações ocorrem em anos distintos e não há indício de coordenação entre elas, mas o fato de fecharem um ciclo nominal com partidos distintos impede descartar coincidência ou explicar por um padrão único. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação), por isso não se justifica classificar como bizarro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 761.924,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e o elo de maior valor é uma despesa de R$ 750.000,00 paga por Eduardo Riedel (PP) a Alessandre Vieira, que por sua vez doou a Reinaldo Azambuja (PL). Esse valor é cerca de 2,6 vezes o total das demais transações somadas e não há indicação de lote, contrato ou serviço que justifique a quantia. A mistura de partidos e a assimetria de valores dificultam explicar o loop como simples coincidência de coligação ou repasse partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 762.924,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e anos distintos (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, as transações são de tipos variados (doações e despesas) e valores díspares, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato único e concreto que destoe de forma evidente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 160.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas de campanha. Não há um encadeamento claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem dentro de um mesmo pleito, e as conexões partidárias (PP e PL) são comuns em coligações. Os fatos não permitem afirmar se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem mais detalhada.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 761.924,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que as duas entidades nomeadas são de partidos diferentes (PL e PP) e anos distintos (2018 e 2022/2026), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O valor pago por Eduardo Riedel a Alessandre Vieira (R$ 750.000,00) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 2.824,21, R$ 5.800,00 e R$ 3.300,00), sem que os fatos indiquem lote ou serviço que justifique. Além disso, o ciclo fecha exatamente entre as mesmas quatro pessoas, com valores que retornam à origem, o que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 40.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em transações cruzadas de doação e despesa, com valores que não batem entre si (R$ 3.000, R$ 23.500, R$ 10.000 e R$ 3.500), fechando um loop entre 2020 e 2024. Embora Marcony e Gleydson sejam ambos do MDB do Maranhão, os outros dois elos (Raimundo Luiz Nogueira Filho e Lucas Ferreira Fontinele) não têm partido/cargo informado, e a cadeia mistura anos e tipos de transação sem explicação simples. O fato que mais chama atenção é a doação de R$ 23.500 de Lucas para Gleydson em 2024, enquanto no mesmo ano Marcony paga R$ 10.000 a Lucas e Gleydson paga R$ 3.500 a Raimundo — valores desproporcionais entre si e sem vínculo declarado que justifique o retorno do dinheiro à cadeia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.964,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (UNIÃO e PP) no mesmo município/UF em 2020, o que à primeira vista dificulta a explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e as transações incluem doações e despesas comuns de campanha, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro nem para destacar um indício forte.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12.550 no total) e transações de anos diferentes (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades centrais são de partidos distintos (PSB e PSC), mas os valores são pequenos e compatíveis com despesas de campanha de baixa monta, como ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação eleitoral miúda, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.554,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas do mesmo partido (PODE/RS) e uma direção municipal do PTB, o que é compatível com repasses internos de coligação ou devoluções. Os valores são modestos (R$ 45,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há um fato concreto — como fornecedor fora do ramo, valor de ordem de grandeza superior ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário — que justifique priorizar checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 100.391,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 100 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há conexões partidárias parciais (PODE, PTB) e a direção municipal do PTB aparece como intermediária, o que pode ser repasse partidário rotineiro. Não há um fato único e concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 100.391,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 100 mil, mas as transações listadas mostram valores pequenos e dispersos (R$ 1.000 a R$ 57 mil) e anos diferentes (2018 e 2020), sem um encadeamento claro que feche o loop no mesmo período. Há vínculos partidários parciais (PTB entre Cláudia e Eliane; Giovane é PODE, mas doou ao diretório do PTB), o que pode indicar aliança local ou repasse partidário, mas não explica todo o ciclo. Faltam dados sobre a origem do valor de R$ 57 mil e sobre a identidade de 'sem nome' para avaliar se há algo além de coincidência entre campanhas da mesma região.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 52.847,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 52,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam partidos distintos (PODE, PTB) e uma direção municipal do PTB. Há um repasse de direção partidária para um candidato (R$ 34,5 mil), o que é um padrão legítimo, e as demais transações são de valores baixos e podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato único e gritante que fuja do razoável, mas a combinação de elos partidários cruzados e o fechamento do ciclo em anos distintos impede uma explicação simples e imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.485,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do mesmo partido (PODE) no Rio Grande do Sul, além do diretório metropolitano do PTB, o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 27,4 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018, 2020 e 2022, sem concentração temporal ou montante atípico. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza superior ao restante da cadeia. O loop pode ser explicado por movimentação rotineira de campanhas da mesma base política.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 84.359,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do mesmo partido (PODE) no RS, o que torna plausível que sejam repasses internos ou ressarcimentos entre campanhas aliadas. O diretório metropolitano do PTB aparece como entidade, mas não há transação direta dele no JSON, e os valores são modestos (R$ 84 mil no total). Não há um fato concreto que destoe (fornecedor sem relação, valor muito acima do padrão, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário) que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 79.109,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PODE-RS) e o diretório municipal do PTB de Porto Alegre, o que mistura legendas diferentes. As transações são de 2020 e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 55.319), compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação), mas a presença de partidos distintos no mesmo ciclo impede descartar de imediato como coincidência de coligação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 79.267,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e o diretório municipal do PTB em Porto Alegre, com valores modestos (R$ 79 mil no total) e transações típicas de repasses partidários e despesas de campanha. As entidades compartilham o mesmo partido (PODE) ou o diretório municipal, o que é um padrão comum em coligações e repasses internos. Não há indício de empresa privada devolvendo valores milionários ou fornecedor fora do ramo; os montantes são compatíveis com movimentação de campanha de vereador/deputado estadual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.485,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26,4 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há conexões partidárias parciais (PODE, MDB, PTB) e a maioria das movimentações parece ser de direções partidárias para candidatos ou despesas de campanha, padrão comum. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.985,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo partido (PODE/RS) e inclui repasses de direção partidária a candidatos, padrão comum e legítimo. Os valores são modestos (R$ 25,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do esperado para movimentações dentro de uma mesma estrutura partidária.