severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 190.771,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/PR e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos. A empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando R$ 175,00 a uma candidata quanto recebendo R$ 594,21 de despesa de outro candidato, mas os valores são pequenos e em anos diferentes (2018). O grosso do valor (R$ 190.000,00) vem de doações da direção estadual a Renato, o que é típico de repasse partidário, e não fecha um ciclo direto com a empresa.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 335.340,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a doação da empresa a Luciana é de apenas R$ 175,00, enquanto a maior movimentação (R$ 314.388,03) vem da Direção Estadual do PT para Antenor, que não fecha o loop diretamente. As entidades compartilham vínculo partidário (PT-PR) e os anos são variados, o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível descartar completamente sem checar a origem dos recursos da empresa CONFIA BRASIL.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.911,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 14.911,58 no total) e entidades que compartilham vínculo partidário (PT-PR), o que é compatível com movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação. A maior transação é uma doação da direção estadual do partido para uma candidata, padrão legítimo e comum. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço, mas o fechamento do ciclo com uma empresa de serviços online merece uma olhada rápida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.622,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 15,6 mil, mas as transações estão espalhadas em anos diferentes (2018 e 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As entidades compartilham vínculos partidários (PT) em parte dos casos, o que poderia explicar conexões indiretas, mas a empresa CONFIA BRASIL não tem partido declarado e o elo com ELEGIS ocorre via terceiros. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, nem elementos suficientes para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.141,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11,1 mil no total) e entidades majoritariamente do PT no Paraná, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou prestação de serviços. Porém, a cadeia inclui uma empresa (CONFIA BRASIL) que recebeu doação e depois pagou despesa a um candidato, e há um salto temporal entre 2018 e 2024, dificultando uma explicação única e simples. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor muito acima do padrão ou ramo incompatível), mas a combinação de idas e voltas entre campanhas e empresa merece uma checagem humana para confirmar se é apenas movimentação rotineira de aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.198,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15,2 mil no total) e três dos cinco elos são pessoas do PT do Paraná, o que permite explicar parte das transações como doações entre aliados da mesma federação partidária. A empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 594,21) é pequeno e compatível com prestação de serviços à campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo alheio, ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário) que justifique priorizar checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.964,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11.964,48) e pessoas do mesmo partido (PT) no Paraná, o que é compatível com doações entre aliados e ressarcimentos comuns em campanhas. Por outro lado, a cadeia fecha um loop com uma empresa fornecedora (CONFIA BRASIL) recebendo de volta apenas R$ 34,48 de uma campanha que doou a outra, e há um elo sem nome identificado (08226599997), o que impede uma explicação totalmente automática. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, ramo incompatível, ciclo curto entre desconhecidos), mas também não é um padrão trivial de mesma coligação repassando recursos. Falta informação para decidir com segurança.
severidade média5 nósR$ 10.144,80
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 56.367,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com partidos diferentes (NOVO, PT, PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são relativamente baixos (R$ 56 mil no total) e as transações podem ser explicadas por serviços de consultoria/tecnologia eleitoral (ELEGIS) e portal de serviços (CONFIA BRASIL), comuns em campanhas. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas a combinação de partidos opostos e o fechamento do ciclo em anos variados justifica uma checagem humana para descartar ou confirmar irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.279,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação (R$ 42.461,00 da CONFIA BRASIL para FABIO MAIA OSTERMANN em 2018) domina o total, enquanto as demais somam pouco mais de R$ 7,8 mil. As conexões entre os agentes são parcialmente explicáveis por vínculos partidários (FABIO e LUCIANO são do NOVO; a Direção Estadual do partido repassa recursos), mas a ligação de ANTONIO ROQUE FELDMANN (PODE) com a CONFIA BRASIL e o retorno do ciclo não têm justificativa óbvia nos dados. Não há um fato isolado que configure padrão claramente anômalo, mas também não é um caso trivialmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 63.177,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 63 mil, mas os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Há vínculos partidários claros (NOVO) entre Fábio Ostermann e João Amoêdo, o que explica parte do fluxo, mas a empresa CONFIA BRASIL aparece tanto como doadora quanto como recebedora de despesa de campanha, sem que se saiba seu ramo de atuação. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo imediato), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza dos serviços prestados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 64.233,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas ligadas ao partido NOVO (candidatos e direção estadual), o que é um padrão comum em campanhas. As transações são de valores modestos (R$ 3 mil a R$ 42 mil) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira um loop imediato. A empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 1.751,24) é muito inferior ao doado (R$ 42.461,00), e a natureza dos serviços não é detalhada. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.854,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 200 a R$ 40.000) e anos distintos (2018 a 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham majoritariamente o PT no Paraná, o que oferece uma explicação plausível de rede partidária. Ainda assim, a empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando quanto recebendo pagamento de campanha, fato que merece checagem, mas sem elementos suficientes para classificar como bizarro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 42.437,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (CONFIA BRASIL) que doa para uma campanha em 2018 e depois recebe despesas de outra campanha do mesmo partido, fechando um loop com valores desproporcionais: a doação de R$ 200,00 contrasta com R$ 4.000.000,00 doados entre candidatas e R$ 177,72 pagos à empresa. Além disso, há um intermediário (DENILSON PASIN) que recebe R$ 2.000,00 de uma campanha e doa R$ 60,00 para outra, sem clara conexão partidária. Apesar de todas as pessoas físicas serem do PT/PR, a empresa não tem vínculo partidário declarado e o retorno financeiro à empresa é ínfimo perto do volume que ela própria doou, o que foge do padrão de simples repasse partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.878,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito díspares: a doação de R$ 40.000,00 de Mirian para Ana Júlia é de uma ordem de grandeza acima das demais (R$ 200, R$ 84 e R$ 594,21), o que poderia chamar atenção. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e as três pessoas são filiadas ao PT no Paraná, o que permite explicar como movimentação entre aliados do mesmo partido. A empresa CONFIA BRASIL aparece apenas como doadora de R$ 200 e recebedora de R$ 594,21, valores pequenos que não configuram ciclo financeiro relevante. Não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro, mas também não é totalmente rotineiro devido à diferença de magnitude e ao intervalo temporal.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.968,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 15.968,21) e entidades majoritariamente do PT no Paraná, o que poderia ser explicado por relações internas de campanha ou coligação. Porém, a empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando para uma candidata quanto recebendo despesa de outro candidato, e há um salto temporal entre as transações (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, fornecedor sem relação), mas a combinação de doação e despesa com a mesma empresa merece uma checagem humana para confirmar se é apenas ressarcimento ou prestação de serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 15.437,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (CONFIA BRASIL) que doa para uma campanha, recebe despesas de outra campanha do mesmo partido (PT) e tem como intermediário um terceiro (DENILSON PASIN) que não aparece como candidato ou partido. O valor de R$ 15.000 pago por MIRIAN a DENILSON é uma ordem de grandeza superior às demais transações (R$ 200 e R$ 177,72), e o retorno à empresa doadora fecha um loop com valores desproporcionais. Apesar de haver vínculo partidário entre as campanhas, a presença de um intermediário sem cargo/partido declarado e a assimetria de valores justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.730,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 14,7 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo partido (PT) em parte da cadeia, o que poderia ser explicado por relações internas de campanha. Porém, as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024) e há duas empresas sem vínculo partidário declarado, dificultando enxergar um padrão único e legítimo. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSB, MDB) no Paraná, mas as transações são de anos distintos (2018 a 2026) e valores modestos (R$ 34.850 no total). Não há um padrão claro de ida e volta no mesmo ano ou entre as mesmas pessoas, e as doações/despesas podem ser explicadas por relações políticas locais ou ressarcimentos. Faltam elementos que liguem as pontas de forma suspeita, como valores idênticos ou ciclo fechado em curto prazo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSB, MDB) no Paraná, mas os valores são modestos (R$ 25 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2022, 2024 e 2026, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Há doações de terceiros (FABIO WILTON DZUBATY, MARIA LAURA SOUZA) que intermedeiam o loop, dificultando caracterizar um ciclo direto entre as mesmas campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo estranho, empresa devolvendo valor idêntico), então não dá para dizer que é claramente rotineiro nem claramente estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas campanhas identificadas (Artagão de Mattos Leão Junior, PSD, e Wilson Miguel Anciuti, MDB), com valores modestos (R$ 13.150 no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2024). As relações entre as entidades não são todas do mesmo partido/coligação, mas os valores são baixos e há a possibilidade de ressarcimentos ou doações entre aliados locais. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo estranho ou ciclo fechado no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 13 mil no total) e pessoas físicas, com transações espalhadas entre 2018, 2020, 2022 e 2024 — anos eleitorais diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As duas entidades nomeadas são do mesmo partido (PSD/PR), o que dá uma explicação plausível de rede de aliados, mas os demais elos são pessoas sem partido/cargo informado, e o salto de R$ 11.000 pagos por Artagão a Fernando em 2018 destoa dos demais valores. Não há um fato isolado que force checagem, nem dados suficientes para descartar.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 343.367,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PV), mas o elo central é a Direção Estadual do PV-PR, que repassou R$ 238 mil a Aliel Bark (PV) e recebeu R$ 100 mil de Leandre Dal Ponte (PSD) em anos distintos (2018 vs 2022/2024). As transações estão separadas por anos e valores, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. Não há um fato isolado que destoe (fornecedor sem relação, valor muito acima do padrão) nem uma explicação simples e direta para todo o ciclo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (MDB) e mesma UF (PR) no mesmo ano (2018), o que é um padrão comum de movimentação dentro de uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 30.550 no total) e as transações incluem doações de pessoas físicas e despesas pagas pelas campanhas, sem indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo. Não há um fato concreto que destoe e justifique priorização, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem conhecer os vínculos entre as pessoas físicas envolvidas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (ambas do PDT do Paraná), o que poderia sugerir uma rede de aliados. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024) e os valores são modestos (R$ 23 mil no total), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de doações e despesas entre pessoas de um mesmo campo político, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.137,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (PDT) e atuaram no Paraná em 2022, o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. Os valores são modestos (R$ 35 mil no total) e as transações incluem doações e despesas típicas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.373,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT (RJ e PR) e uma empresa de consultoria, com valores baixos (R$ 2.411 e R$ 1.065) que podem ser despesas rotineiras de campanha. A transação de maior valor (R$ 17.784,46) é uma despesa de Andreia para Tatiana Dedini Próspero, que não aparece como entidade na cadeia, e a doação de Tatiana para Danielle (R$ 2.500) não fecha um ciclo claro de retorno. Não há um fato concreto que force uma checagem, mas também não há explicação simples e completa para todas as setas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.783,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PT/PR) e valores modestos (R$ 11.783 no total), o que é compatível com movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, o loop fecha entre quatro pessoas físicas com transações de naturezas diferentes (doação e despesa) em anos distintos, o que dificulta uma explicação única e simples. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.795,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/PR e dois prestadores de serviço (Marcel Leandro Szymanski e Wilzeli Rejane do Amaral), com valores modestos (R$ 12.795 no total). As transações são de anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os sentidos se alternam entre doação e despesa, o que é compatível com prestação de serviços entre pessoas da mesma rede política ao longo do tempo. Não há um fato agudo — como valores idênticos de ida e volta no mesmo ano ou fornecedor de ramo incompatível — que force uma checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.390,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas os valores são pequenos (R$ 12,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Três dos cinco participantes são filiados ao PT, o que oferece uma explicação plausível de rede partidária comum, mas as duas empresas não têm vínculo partidário declarado e uma delas (Rinobox, do ramo financeiro) aparece tanto doando quanto recebendo, sem que os fatos permitam dizer se isso é rotineiro ou estranho. Não há um fato concreto que salte aos olhos como anômalo, nem elementos suficientes para descartar a coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.065,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 20.065,80, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. Ainda assim, chama atenção que uma empresa de soluções financeiras (Rinobox) apareça tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outro candidato do mesmo partido, e que haja um pagamento de R$ 17.500,00 de Anderson Ferreira para Denilson Pasin, valor uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza desses vínculos e a origem/destino dos recursos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.444,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 50 a R$ 12.000), exceto uma despesa de R$ 12.000 de Josete Dubiaski para Denilson Pasin. As entidades nomeadas são todas do PT do Paraná, o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, como valores muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.408,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do PT do Paraná (Josete, Anderson e Suzana), o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e valores distintos, sem um padrão claro de devolução imediata ou de valor idêntico. O valor total é modesto (R$ 20,4 mil) e não há indício de fornecedor fora do ramo ou preço muito acima do mercado. Não há fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem conhecer os vínculos entre as campanhas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.290,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT do Paraná e dois prestadores de serviço, com valores modestos (R$ 19.290,80 no total) e anos distintos (2018, 2020, 2024). As transações podem ser explicadas por contratações e doações cruzadas dentro do mesmo campo político, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro nem para apontar um indício forte que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 66.422,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PT/PR, PRTB/DF) e anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os elos incluem grandes fornecedores de serviços digitais (Facebook) e financeiros (Rinobox), cujos pagamentos e doações podem ter explicações comerciais ou de mercado. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.530,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado e direto: há doações e despesas em anos distintos (2020, 2022, 2024) e valores que não retornam ao ponto de origem. As entidades identificadas são todas do PT do Paraná, o que torna plausível que sejam aliados da mesma coligação, mas a cadeia inclui nomes sem partido/cargo informado e não há como confirmar se há relação de campanha entre eles. Faltam dados para dizer se é coincidência ou algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.066,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/PR e uma empresa de soluções financeiras, mas o elo de retorno é uma despesa de R$ 17.500 de Anderson Ferreira da Silva para Denilson Pasin, que não aparece como entidade do loop nem tem partido/coligação informado. Além disso, a empresa RINOBOX recebeu despesa de Josete e doou para Anderson, misturando papéis de fornecedor e doador sem relação óbvia com o serviço. O valor de R$ 17.500 é uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 60, R$ 300 e R$ 206,98), o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósR$ 10.605,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.865,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas as duas entidades identificadas são de partidos diferentes (PT e PSOL) e anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 20 a R$ 9.000) e as transações misturam doações e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.465,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com valores baixos (R$ 31,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2020, sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. As conexões passam por um diretório municipal do PT e por uma empresa de pagamentos (Iugu), o que é compatível com repasses partidários e uso de intermediário financeiro. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.916,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (Solidariedade, PC do B, PT) e empresas de pagamento, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação (R$ 14.852,00 da Pague Junto para Isadora) é uma doação empresarial comum, e as demais são despesas de campanha de baixo valor. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de doações e gastos eleitorais, mas também não se pode descartar coincidência entre campanhas sem vínculo partidário evidente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.724,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de pagamento/intermediação (Iugu e Pague Junto) e dois candidatos de partidos e estados diferentes (PSDB-AL e Solidariedade-SP), sem coligação ou partido em comum evidente. Porém, os valores são pequenos e as transações estão espalhadas em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 59.997,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de pagamento/intermediação (Iugu e Pague Junto) e dois candidatos de partidos e estados diferentes (PSB-RJ e Solidariedade-SP), sem coligação comum evidente. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do partido NOVO no RS, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2026), os valores são pequenos e um dos elos é uma empresa sem nome identificado, o que impede afirmar se há um loop real ou apenas coincidência entre registros de anos distintos. Não há fato concreto que destoe claramente, mas também não dá para descartar sem checar a identidade da empresa intermediária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 222.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 100 a R$ 2.500) entre pessoas físicas e repasses oficiais da direção partidária. As transações são compatíveis com doações entre correligionários do mesmo partido e repasses estatutários da sigla a candidatos, padrão comum e legítimo. Não há fornecedor de ramo alheio, valor de ordem de grandeza discrepante nem ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, em 2022, com valores baixos (R$ 23,45 mil no total). As transações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala. O loop pode ser explicado pela circulação normal de recursos dentro de uma mesma estrutura partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.103,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024, 2026) e valores pequenos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parcialmente sobrepostos (NOVO entre Fábio, Vitor e a direção estadual), mas Jesse é do PL, e a ELEGIS aparece como fornecedora/consultoria pagando doação a Vitor, o que pode ter explicação comercial ou de serviços. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado), então não dá para cravar nem 'bizarro' nem 'plausível'.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.540,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas a maioria é do NOVO/RS e há valores pequenos (R$ 100 a R$ 300) que podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos. A maior transação (R$ 14.350) é uma despesa de Jesse (PL) para Rodrigo (NOVO), partidos diferentes, mas em anos distintos (2022/2024) e sem indicar retorno direto. Não há um fato único que destoe claramente, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação; o loop pode ser coincidência de rede partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.142,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas físicas ligadas ao partido NOVO no RS, mas as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 21 mil no total) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para aliados partidários, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.976,19
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve valores pequenos (R$ 14.976,19 no total) e transações de anos diferentes (2018, 2020, 2022). O fluxo principal é a direção municipal do partido repassando R$ 10.484,19 à candidata Ana Lúcia Coronel em 2020, que depois doa R$ 200 a Fabio Ostermann em 2022; as demais transações são de valores irrisórios (R$ 2, R$ 3.700, R$ 590). Isso é compatível com movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação partidária, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.