severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 12.310 no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2024), o que é compatível com doações entre correligionários e repasses partidários rotineiros. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza discrepante. O fechamento do ciclo parece mais um artefato de agregação de transações de um mesmo grupo político do que um fluxo circular suspeito.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.270,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (FABIO MAIA OSTERMANN e JUAN CESAR BUHLER SAVEDRA) são do mesmo partido (NOVO/RS), o que oferece uma explicação plausível de coordenação de campanha ou repasses internos. Porém, as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os valores não são idênticos, dificultando caracterizar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.598,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de doações e repasses internos entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 12.598,50 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), compatíveis com movimentações rotineiras de campanha. A empresa sem nome no meio da cadeia não tem ramo ou valor que destoe, e não há indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. Não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.000,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas, mas 4 delas são do mesmo partido (NOVO) no RS, o que torna plausível que sejam aliados políticos e que as doações entre eles sejam normais. As transações são de valores baixos (R$ 200 a R$ 270) e ocorrem em anos eleitorais diferentes (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A única transação de valor alto (R$ 22.180,90) é uma despesa de Juan Savedra para Djonathan Chiarel, que não faz parte do ciclo principal e não tem partido informado. Não há um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.220,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2026), o que é compatível com doações entre correligionários e repasses da direção estadual. Os valores são modestos (R$ 200 a R$ 2.500) e a maior transação é um repasse oficial do partido para um candidato, padrão legítimo. O ciclo fechado pode ser coincidência de uma rede pequena de doadores do mesmo partido, sem indícios de anormalidade.
severidade média5 nósR$ 10.210,55
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.531,75
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que explica doações e despesas entre campanhas aliadas como prática comum de apoio mútuo. Os valores são modestos (R$ 200, R$ 250, R$ 100) e o montante maior (R$ 25.722,75) é uma doação de FABIO MAIA OSTERMANN para JUAN CESAR BUHLER SAVEDRA, compatível com repasse de recursos de campanha a candidato do mesmo partido. A empresa sem nome no ciclo pode ser apenas um fornecedor de serviços de campanha, sem indício de irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.884,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são filiadas ao partido NOVO no RS, o que torna plausível que sejam aliados políticos da mesma coligação. Os valores são relativamente baixos (R$ 25.884,75 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), o que pode indicar apoios mútuos entre candidatos do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para doações entre correligionários, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.776,46
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas da cadeia são filiadas ao partido NOVO no RS, e as transações ocorrem em 2020 e 2022, período eleitoral em que doações entre correligionários e repasses internos de campanha são comuns. O valor total é baixo (R$ 21,7 mil) e as quantias individuais são pequenas, compatíveis com apoio mútuo entre candidatos do mesmo partido. A presença de uma empresa sem nome no ciclo não é suficiente para caracterizar algo anômalo, dado o contexto partidário unificado.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 27.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (NOVO-RS), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e a conta partidária. Os valores são modestos (R$ 200 a R$ 25.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026), sem concentração temporal que sugira triangulação. O único valor maior (R$ 25.000) é uma doação da direção estadual ao candidato Fábio Ostermann, compatível com apoio partidário regular.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 223.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 100 a R$ 250) e repasses da direção partidária a candidatos, que é um padrão legítimo e comum. O grosso do valor (R$ 199.500) é uma doação da direção estadual a Felipe Zortea Camozzato, não um retorno de dinheiro entre campanhas. Não há indício de que o dinheiro saia e volte enriquecendo alguém; o loop parece ser apenas o fechamento contábil de doações cruzadas dentro do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.850,00
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e a direção estadual do partido aparece como intermediária repassando recursos a candidatos. O ciclo envolve valores pequenos (R$ 200 a R$ 21.350) e transações de doação/despesa entre membros do mesmo partido, padrão comum em campanhas proporcionais e majoritárias. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou empresa privada recebendo de volta o que doou.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 27.100,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e a cadeia envolve doações entre candidatos da mesma legenda e repasses da direção estadual do partido. Os valores são modestos (R$ 200 a R$ 25.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2026), o que é compatível com apoio mútuo entre correligionários e repasses partidários rotineiros. O ciclo fechado é mais um artefato de como os dados foram encadeados do que um fluxo circular suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 222.700,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e a maior parte do fluxo passa pela direção estadual do partido, que é exatamente o canal legítimo de repasse de recursos a candidatos. Os valores entre pessoas físicas são pequenos (R$ 100 a R$ 400) e compatíveis com doações entre aliados, enquanto o valor alto (R$ 199.500) é repasse oficial da direção estadual a um candidato. O ciclo fechado é explicável por uma cadeia de doações e despesas dentro da mesma estrutura partidária, sem fornecedor externo nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 200 a R$ 21.350) e transações em anos eleitorais distintos (2020 e 2022). O trecho mais relevante é a direção estadual repassando R$ 21.350 a Marcelo Pinheiro Slaviero, padrão comum de repasse partidário a candidatos. As demais setas são doações de baixo valor entre filiados do mesmo partido, compatíveis com articulação interna de campanha, sem indicar ciclo fechado suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.595,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve valores modestos entre candidatos e a direção estadual. As transações são compatíveis com doações internas entre correligionários e repasses da conta partidária a candidatos, padrão comum em campanhas. O valor mais alto (R$ 25.000) é justamente a doação da direção estadual para um candidato, o que é rotineiro. Não há indício de fornecedor sem relação, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.507,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do partido NOVO no Rio Grande do Sul em 2022, com valores modestos (R$ 11,5 mil no total) e transações que podem ser doações entre aliados, ressarcimentos ou pagamentos de despesas compartilhadas. O maior valor (R$ 8.044,00) é uma despesa de Fábio Ostermann para a campanha de Felipe Zortea Camozzato, ambos do mesmo partido, o que é comum em coligações. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa sem relação com o serviço; o loop parece refletir a movimentação financeira típica de campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.697,05
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em 2022, ano eleitoral. O fluxo envolve doações entre candidatos da mesma sigla e despesas de campanha, incluindo repasses para a campanha de Felipe Zortea Camozzato, que aparece como elo da cadeia. O valor total (R$ 15.697,05) é baixo e compatível com movimentações rotineiras de campanha, como ressarcimentos ou apoio mútuo entre aliados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.295,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul em 2022, com valores modestos (R$ 12,3 mil no total) e transações que podem ser doações entre aliados da mesma legenda ou ressarcimentos de campanha. O maior valor (R$ 8.044,00) é uma despesa de Fábio Ostermann para a campanha de Felipe Zortea Camozzato, ambos do NOVO/RS, o que é compatível com apoio interno partidário. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem valores fora de escala, nem fornecedor de ramo estranho.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.895,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do mesmo partido (NOVO/RS) no mesmo ano eleitoral (2022), o que é um padrão comum de repasses e despesas entre aliados. Os valores são modestos (R$ 11.895,50 no total) e as transações incluem doações e despesas típicas de campanha, como pagamento a fornecedores. Não há indício de empresa de ramo estranho ou valor muito acima do mercado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 37.018,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul em 2022, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 37 mil no total) e as transações incluem tanto doações quanto despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.252,25
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em 2022, ano eleitoral. O ciclo envolve doações e despesas entre campanhas do mesmo partido, valores modestos (R$ 14 mil no total) e pode ser explicado por repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos da mesma sigla. Não há indício de empresa sem relação partidária ou valores discrepantes que fujam do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.371,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, todos no mesmo ciclo eleitoral de 2022, o que é compatível com repasses internos entre campanhas aliadas ou devoluções de sobras. Os valores são modestos (R$ 31,3 mil no total) e as transações ocorrem em ambos os sentidos, sem um retorno desproporcional a uma única entidade. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.262,96
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em 2022, ano eleitoral. O fluxo envolve doações entre candidatos da mesma sigla e despesas de campanha, padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 27 mil no total) e compatíveis com repasses internos e ressarcimentos. Não há indício de empresa sem relação com o serviço ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 37.544,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (NOVO-RS), com valores modestos (R$ 37,5 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção partidária a candidato, despesas de candidato a candidato e repasses internos. O padrão é compatível com repasses legítimos dentro de uma mesma estrutura partidária, sem fornecedor externo nem valor fora de escala. Não há fato concreto que destoe do funcionamento normal de uma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.214,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 14.214 no total) e transações típicas de repasses internos entre candidatos e o partido. As doações e despesas ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e podem refletir apoio mútuo, ressarcimentos ou devoluções de sobras dentro da mesma legenda. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.924,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro da mesma estrutura partidária (direção estadual repassando a candidatos, candidatos pagando despesas à direção). Os valores são modestos (R$ 10 a R$ 8.044) e compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos. O ciclo envolve a direção estadual e candidatos do mesmo partido, o que é um padrão legítimo e comum. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ausência de vínculo partidário que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 233.144,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e candidatos devolvendo/transferindo valores entre si. O padrão é compatível com repasses partidários, ressarcimentos e doações entre aliados da mesma legenda, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há fornecedor sem relação com o serviço nem empresa externa recebendo de volta valor milionário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 33.994,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado pertencem ao NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são de 2022, ano eleitoral. O fluxo envolve doações da direção estadual do partido a candidatos e despesas de campanha, padrão comum em contas partidárias. Os valores são modestos (R$ 33.994 no total) e as quantidades de transações são pequenas, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.544,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 39,5 mil no total) e transações de anos diferentes (2022 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As conexões passam por estruturas partidárias (Direção Estadual do NOVO) e por uma campanha de outro candidato (Felipe Zortea Camozzato), o que pode ser explicado por repasses partidários e despesas de campanha em um mesmo campo político. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.214,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16.214,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e a maioria das entidades compartilha o partido NOVO ou atuação no RS, o que pode indicar repasses partidários rotineiros. A única entidade de partido diferente (NILMAR PIVA BORTOLOTTO, UNIÃO) recebeu R$ 5.000 de uma campanha do NOVO e repassou R$ 1.500 à direção estadual, valores pequenos e sem ciclo fechado evidente. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.924,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15.924 no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político no RS (NOVO e UNIÃO), com transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço. A mistura de anos (2022 e 2024) e a presença de uma entidade sem nome dificultam uma conclusão firme, mas nada aponta para algo claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 235.144,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do partido NOVO no RS (Fábio Ostermann, Felipe Camozzato e a direção estadual), o que é um padrão comum de repasses internos de campanha. A maior parte do valor (R$ 199.500,00) é uma doação da direção estadual do NOVO para Felipe Camozzato em 2026, compatível com repasse partidário. A presença de Nilmar Piva Bortolotto (UNIÃO) e de uma empresa sem nome não é suficiente para caracterizar um loop fechado suspeito, dado que os valores menores podem ser ressarcimentos ou despesas de campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.994,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 35.994,00, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2022, ano eleitoral. Há conexões partidárias claras: FABIO MAIA OSTERMANN e MARCELO PINHEIRO SLAVIERO são ambos do NOVO/RS, e o PARTIDO NOVO RS aparece como direção estadual; NILMAR PIVA BORTOLOTTO é de outro partido (UNIÃO), mas pode ter relação de coligação ou aliança local. As transações incluem doações entre candidatos e repasses partidários, padrão comum em campanhas, e não há indício de valores atípicos ou fornecedores fora do ramo. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem conhecer os vínculos políticos locais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.354,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 15.354,00, mas as transações são de anos diferentes (2022 e 2024) e valores modestos, típicos de repasses partidários e doações entre candidatos. Há vínculos partidários claros: Fábio Ostermann e Vitor Santos são do NOVO, e o diretório estadual do NOVO aparece no ciclo, o que pode explicar a circulação como repasses internos. A Nilmar Piva Bortolotto é de outro partido (UNIÃO), mas recebeu doação de campanha de Felipe Zortea (NOVO?), o que não fecha um ciclo direto com os demais. Sem valores atípicos ou fornecedores fora de contexto, não há um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 45.544,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (NOVO-RS), com valores modestos (R$ 45,5 mil no total) e transações que se distribuem entre 2022 e 2026. As setas são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre correligionários e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas partidárias. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa externa ao partido recebendo de volta montante equivalente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.214,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, em 2022, com valores modestos (R$ 22,2 mil no total). As transações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre candidatos da mesma legenda e despesas com a direção partidária. Não há fornecedor externo, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.924,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve repasses internos entre candidatos e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum em campanhas eleitorais. Os valores são relativamente baixos (R$ 21.924 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024), sem indícios de desvio de finalidade. A presença de uma entidade sem nome (CNPJ 47323123000127) não é suficiente para tornar o caso bizarro, pois pode ser um fornecedor ou prestador de serviço da campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 241.144,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 2.411,44 no total) e transações típicas de campanha: doações da direção partidária a candidatos, repasses entre candidatos da mesma sigla e despesas de campanha. O maior valor (R$ 199.500,00) é uma doação da direção estadual ao candidato Felipe Zortea Camozzato em 2026, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 41.994,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades e transações estão ligadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, no mesmo ano eleitoral de 2022. O fluxo envolve doações da direção estadual para candidatos e repasses entre campanhas do mesmo partido, o que é um padrão comum em coligações partidárias. Os valores são relativamente baixos e compatíveis com movimentações típicas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio. O ciclo fechado pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos da mesma sigla.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.354,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 21.354 no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos da mesma sigla, repasses da direção estadual e despesas de campanha. O fluxo FABIO MAIA OSTERMANN -> comitê de FELIPE ZORTEA CAMOZZATO (R$ 8.044) é compatível com transferência de recursos entre campanhas do mesmo partido, e o retorno via JOHN CASSIEL e VITOR ROBERTO é de valor irrisório (R$ 100). Não há fornecedor externo, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique alerta.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 21.744,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e pessoas do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, em 2022, o que é um padrão comum de repasses e despesas dentro de uma mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 21.744 no total) e as transações incluem doações e despesas típicas de campanha, como pagamento a fornecedor. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique atenção especial.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 36.269,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do partido NOVO no Rio Grande do Sul (direção estadual, candidatos Fábio Ostermann e Claudia Thompson, e a campanha de Felipe Zortea Camozzato, todos do mesmo partido). As transações são de valores modestos (R$ 1.725 a R$ 25.000) e compatíveis com repasses internos de direção partidária, doações entre candidatos da mesma sigla e despesas de campanha. O intervalo de anos (2022 e 2026) e a presença da conta estadual do partido como intermediária tornam o loop explicável por movimentação financeira rotineira dentro da mesma agremiação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.939,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado pertencem ao NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que é compatível com repasses internos entre campanhas da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 140 a R$ 8.044) e as setas podem ser explicadas por doações partidárias, ressarcimentos ou despesas compartilhadas de campanha. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.649,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro da mesma estrutura partidária (direção estadual, candidatos do partido). O fluxo envolve doações entre candidatos da mesma legenda e repasses da direção estadual, padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 12,6 mil no total) e compatíveis com movimentação de campanha de pequeno porte. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo ou valor muito acima do mercado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 231.869,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos e compatíveis com repasses internos de campanha. As transações incluem doações da direção partidária para candidatos, despesas de candidatos com a direção e uma doação entre candidatos do mesmo partido, padrão comum em coligações. O valor total de R$ 231.869,00 não é atípico para movimentações partidárias estaduais. Não há indício de fornecedor externo ou valor muito acima do padrão que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 32.719,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (NOVO/RS) e a direção estadual, em 2022, com valores modestos (R$ 32,7 mil no total). As transações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre candidatos da mesma sigla e despesas com a direção partidária, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.079,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro do mesmo partido/coligação, o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 12 mil no total) e as transações se distribuem entre 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor muito acima do mercado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.040,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as três campanhas identificadas são todas do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados da mesma legenda. Os valores são relativamente modestos (R$ 20 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe, como fornecedor de ramo estranho ou valor muito acima do padrão, que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.880,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (NOVO/RS) e dois intermediários sem partido identificado, com valores modestos (R$ 24.880,90 no total). As transações são compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha, mas o fato de o dinheiro retornar à cadeia em um ciclo fechado merece uma olhada, ainda que não haja um fato isolado que destoe claramente do padrão. Não há indício de empresa ou fornecedor fora do ramo, nem valor de ordem de grandeza discrepante.