severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas apenas duas têm dados de partido/cargo (ambas do PT-RS), e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 9.600) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (David Almansa Bernardo e Laura Soares Sito Silveira) são do PT/RS, o que dá um elo partidário plausível para explicar trocas de recursos entre campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e os valores são modestos (R$ 5,4 mil, R$ 3 mil, R$ 2,4 mil e R$ 9,6 mil), sem salto de ordem de grandeza. Não há, nos fatos apresentados, um elemento concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas do mesmo campo político, mas também não há informação suficiente para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.230,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (David Almansa Bernardo e Laura Soares Sito Silveira) são do PT/RS, o que poderia indicar uma rede de aliados do mesmo partido. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022 e 2024), com valores que variam de R$ 30 a R$ 9.600, e não há informação sobre os demais envolvidos (Oldinei Jeferson Back Trisch, Marco Aurelio Lago da Silva) que permita afirmar se são do mesmo grupo político ou se há um padrão rotineiro. O valor total de R$ 13.230 é baixo e compatível com movimentações de campanha de pequeno porte, mas a existência de um ciclo fechado entre doadores e fornecedores justifica uma verificação humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (David Almansa Bernardo e Laura Soares Sito Silveira) são do mesmo partido (PT/RS), o que oferece uma explicação plausível de coordenação política ou ressarcimento entre aliados. Os valores são modestos (R$ 11.800 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado que sugira triangulação. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa devolvendo quantia expressiva, de modo que os fatos não apontam claramente para algo anômalo nem para algo rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT, PSDB, PSD) e valores modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000), com transações em anos distintos (2020 e 2024). Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A movimentação pode ser explicada por doações entre aliados políticos ou ressarcimentos, mas a ausência de detalhes sobre a natureza dos pagamentos impede uma conclusão firme.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 69.283,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve predominantemente campanhas do PT no RS (David Almansa Bernardo e Laura Soares Sito Silveira), o que sugere uma rede de aliados políticos. As transações com Facebook e Rinobox são despesas típicas de campanha (impulsionamento de conteúdo e serviços financeiros), e a doação de Laura para David é compatível com apoio dentro do mesmo partido. O valor total é modesto e as quantias individuais não destoam. Não há indício de quebra do ciclo por empresas sem relação com o serviço ou valores muito acima do mercado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.383,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e valores modestos (R$ 12,4 mil no total). As transações são de naturezas distintas (doação de empresa, despesa com Facebook, doação de empresa a candidata, despesa de campanha), o que dificulta caracterizar um esquema coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.343,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS em 2022 e uma empresa de soluções financeiras, com valores modestos (R$ 16,3 mil no total). A doação da RINOBOX a Laura (R$ 5.630) e a despesa de Emanuel com a mesma empresa (R$ 321) são compatíveis com serviços prestados, e a transferência de Laura para a campanha de Edegar Pretto (R$ 6.000) é típica de repasse dentro da mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado, mas a cadeia fechada merece uma conferência rápida para confirmar a natureza dos serviços.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 52.885,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS em 2022 e uma empresa de soluções financeiras, mas os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados da mesma coligação e pagamentos de despesas de campanha. A RINOBOX aparece tanto doando para Laura quanto recebendo pagamento de Eva, o que fecha o loop, porém não há indício de que o ramo da empresa seja incompatível ou que os valores estejam fora de padrão. Sem mais contexto sobre a relação entre as campanhas e a empresa, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.091,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as transações ocorrem em 2022 e há vínculos partidários claros: Laura e Israel são do PT/RS, e a doação inicial vem da campanha de João Edegar Pretto (PT) ao governo do RS. A empresa Rinobox aparece tanto doando para Laura quanto recebendo despesa de Israel, o que pode ser um repasse dentro do mesmo grupo político ou prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe (valores compatíveis, mesmo partido/coligação), mas o fechamento do ciclo com uma empresa de soluções financeiras merece uma olhada humana para confirmar a natureza dos serviços.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 76.512,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS em 2022 e dois intermediários (Carlos Antonio Santana e João Edegar Pretto), mas os valores são modestos e as transações ocorrem todas no mesmo ano eleitoral. Não há evidência de que os intermediários sejam fornecedores ou empresas sem relação com a política, nem de que os valores estejam fora do padrão. O loop pode ser explicado por doações e despesas cruzadas dentro do mesmo campo político, sem um fato concreto que destoe e justifique priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.951,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 26.951,30 no total) e transações de naturezas distintas (doação, despesa), todas em 2018. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário. As conexões podem ser explicadas por relações políticas locais no RS, mas a ausência de informações sobre a empresa sem nome e sobre a natureza dos serviços prestados impede uma conclusão mais firme.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 41.372,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores pequenos (R$ 41 mil no total) e transações de naturezas distintas (doação, despesa), todas em 2018. Não há um fato concreto que destoe, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível. A conexão entre MARCELO SGARBOSSA (REDE) e HENRIQUE FONTANA JUNIOR (PT) não é explicada pelos dados, mas também não há elemento que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 105.542,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores muito díspares: uma doação de R$ 5.000 de Miguel Soldatelli Rossetto a Marcelo Sgarbossa, uma despesa de R$ 100.000 da campanha de Paulo Renato Paim para a campanha de Miguel Rossetto, e valores pequenos de R$ 455 e R$ 87,30 entre AIXMOBIL, Paim e Sgarbossa. As conexões partidárias (PT e REDE no RS em 2018) e a presença de Miguel Rossetto, figura conhecida do PT gaúcho, tornam plausível que sejam movimentações dentro de um mesmo campo político, mas a cadeia não fecha de forma perfeitamente circular e os valores não são equivalentes. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata, nem elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 54.475,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 e uma empresa, com valores que não são absurdamente altos nem desproporcionais. As transações podem ser explicadas por doações e despesas dentro de uma mesma rede política, mas a presença de uma empresa no meio do ciclo e a existência de um doador individual (Miguel Soldatelli Rossetto) que não aparece como entidade no loop dificultam uma explicação simples. Não há um fato isolado que seja claramente inexplicável, mas também não é um padrão trivial.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 133.066,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 111,49, R$ 455,00, R$ 32.500,00 e R$ 100.000,00) e entidades com naturezas distintas, incluindo uma empresa sem nome identificado e outra de serviços/participações. Há vínculos partidários claros (PT-RS) entre os dois políticos, o que poderia explicar parte das movimentações como repasses ou despesas de campanha, mas a presença de uma empresa de participações no meio do ciclo e a ausência de detalhamento sobre a natureza dos serviços prestados impedem uma conclusão segura. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é possível afirmar que se trata de padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 209.337,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), com valores compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. As transações podem ser explicadas por repasses internos do partido, devoluções de sobra ou apoio mútuo entre candidatos da mesma coligação. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 26.952,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e fecha em 2018, mas o elo de retorno é uma despesa de R$ 15.000 da campanha de Claudir Nespolo (PT) para 'ELEIÇÕES 2018 - MIGUEL SOLDATELLI ROSSETTO', que não aparece como entidade formal na cadeia e cujo nome coincide com o doador inicial a Jeferson Oliveira Fernandes (PT). Além disso, a empresa AIXMOBIL doa R$ 6.864 a Claudir e recebe R$ 88,64 de Jeferson, valores de ordens de grandeza muito diferentes, sem que se explique a relação comercial. O conjunto forma um loop fechado entre campanhas do mesmo partido, mas o elo de retorno via um nome não formalizado merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 41.373,64
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018, mas as magnitudes são muito desiguais: a maior transação é uma despesa de R$ 35.000,00 de Henrique Fontana Junior para Miguel Soldatelli Rossetto, enquanto a doação de Rossetto a Jeferson foi de apenas R$ 5.000,00 e a de Aixmobil a Fontana foi de R$ 1.285,00. O elo de volta para a suposta origem (31181987000111) não aparece nas transações listadas, e a empresa Aixmobil recebeu uma despesa de campanha de Jeferson (R$ 88,64) e doou para Fontana, sem que se veja relação partidária ou coligação explícita entre todos os elos. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses e a identidade da entidade sem nome.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 105.543,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 100.000,00) é uma despesa de Paulo Renato Paim para a campanha de Miguel Soldatelli Rossetto, ambos do PT/RS em 2018, o que é compatível com transferência entre campanhas aliadas. As demais transações são de baixo valor (R$ 5.000, R$ 455, R$ 88,64) e podem ser doações ou despesas rotineiras. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão esperado para campanhas do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que tudo se explica por um mecanismo legítimo sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 56.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS (Jeferson Oliveira Fernandes, Henrique Fontana Junior e Alexandre Duarte Lindenmeyer) e duas empresas sem nome identificado, com valores entre R$ 5 mil e R$ 35 mil. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e incluem doações entre candidatos do mesmo partido e despesas para comitês eleitorais, o que é compatível com movimentação partidária rotineira. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima dos demais ou fornecedor de ramo estranho, mas a ausência de nomes das empresas e a formação de um ciclo fechado impedem uma explicação simples e definitiva.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 91.317,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS e duas empresas sem nome identificado, com valores modestos (R$ 91,3 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. Há um repasse do diretório estadual (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC) para Maria Eunice, o que é padrão legítimo, e as demais transações podem ser doações entre aliados do mesmo partido ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário) que justifique priorizar uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 52.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul (Jeferson Oliveira Fernandes, Leonel José Morem Matias e Henrique Fontana Junior), além de comitês e empresas ligadas ao partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indícios de desproporção ou de ramo de atividade incompatível. O fluxo pode ser explicado por repasses internos, devoluções ou apoio mútuo entre candidatos da mesma sigla, não havendo um fato concreto que fuja do padrão político-partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT do RS (Jeferson Oliveira Fernandes e Dionilso Mateus Marcon) e dois comitês de campanha de aliados do mesmo campo político (Miguel Soldatelli Rossetto e João Edegar Pretto), todos do PT. As transações são de valores modestos (R$ 5.000 a R$ 35.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), compatíveis com doações e despesas ordinárias entre campanhas aliadas. Não há indício de enriquecimento ilícito, fornecedor estranho ao ramo ou valor muito acima do padrão. O loop pode ser explicado por circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, sem fato concreto que exija checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 65.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul (Stela Farias, Henrique Fontana, Alexandre Lindenmeyer) e entidades de campanha do mesmo partido, como a candidatura de João Edegar Pretto ao governo em 2022. As transações são de valores moderados (R$ 3.500 a R$ 15.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), compatíveis com doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valor milionário nem fornecedor fora do ramo; o padrão é típico de movimentação dentro de uma mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 100.317,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com transações que se explicam por doações entre aliados e repasses do diretório estadual (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC) para candidatos da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 3 mil a R$ 42 mil) e as datas se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração suspeita. O elo de retorno ao ponto de partida (empresa sem nome) não tem valor ou data destacados que sugiram um ciclo fechado artificial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 61.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Stela Beatriz Farias Lopes, Henrique Fontana Junior e Leonel Jose Morem Matias) e comitês de campanha do mesmo partido no estado, como o de João Edegar Pretto ao governo em 2022. As transações são de valores modestos (R$ 2.000 a R$ 15.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), compatíveis com doações entre aliados e repasses internos de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto ou fornecedor fora do ramo; o padrão é explicável por articulação partidária rotineira.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 59.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis entre doações e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e podem ser explicadas por repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro do mesmo partido. Não há indício de empresa privada recebendo de volta valores doados, nem desproporção gritante entre as quantias.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.933,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 35,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos. Há elos partidários (PT) entre Anita e Claudir, mas Tarcísio é do PDT e a empresa Aixmobil não tem vínculo partidário declarado. O fluxo não é um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e os valores não destoam de doações e despesas típicas de campanha, dificultando apontar um fato concreto que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.354,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (PT entre Anita e Henrique Fontana; PDT de Tarcísio), porém a empresa AIXMOBIL aparece tanto doando quanto recebendo, e o elo inicial (empresa sem nome) não tem identificação. Não há um fato agudo que destoe (como valor muito acima do padrão ou ramo incompatível), mas também não é possível descartar coincidência ou ressarcimento sem checar os documentos originais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 114.524,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (de R$ 45,50 a R$ 100.000,00) e entidades de partidos diferentes (PT, PDT) e uma empresa, o que dificulta uma explicação única por coligação. Por outro lado, há elos claros entre campanhas do PT no RS (Anita e Paulo Paim) e um pagamento de Paulo Paim à campanha de Miguel Rossetto, que pode ser repasse partidário ou despesa compartilhada. O elo Tarcísio Zimmermann (PDT) → AIXMOBIL → Paulo Paim (PT) é o mais frágil, mas os valores são pequenos e podem ser ressarcimento ou serviço. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a mistura de partidos e a circularidade justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 134.446,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve candidatos do mesmo partido (PT) e da mesma coligação no RS em 2018, com valores compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. A maior transação (R$ 112.500) é uma doação do comitê de Miguel Rossetto a Paulo Paim, ambos do PT, e o restante são valores pequenos (R$ 6.864, R$ 15.000, R$ 82,37) que podem ser ressarcimentos ou pagamentos de serviços. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa recebendo de volta valor muito superior ao doado.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 148.867,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa do mesmo campo político no RS em 2018: Paulo Paim (PT) e Henrique Fontana (PT) receberam doação da campanha de Miguel Rossetto (PT) ao governo do RS, e a AIXMOBIL aparece como doadora de Fontana e fornecedora de Paim. Os valores são modestos e compatíveis com repasses entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. Não há indício de enriquecimento ou de fornecedor fora de ramo, então o padrão é explicável por articulação partidária comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.912,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 27.912,82, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores desiguais, sem um retorno claro do mesmo montante ao ponto de origem. As entidades compartilham vínculos partidários (PT/RS) e a campanha de Miguel Rossetto aparece como origem e destino, o que pode indicar relação legítima entre aliados. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação eleitoral, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 42.333,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS em 2018 (Miguel Rossetto, Maria de Fátima Mulazzani e Henrique Fontana Junior), o que é compatível com repasses e despesas dentro de uma mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 6.000, R$ 1.285, R$ 4.882) e a maior transação (R$ 35.000) é uma despesa de campanha de Fontana a Rossetto, padrão comum de transferência entre aliados. A empresa AIXMOBIL aparece como doadora e também como fornecedora de pequeno valor, o que pode ser coincidência ou relação comercial legítima. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 106.503,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: R$ 6.000 de doação para Maria de Fátima, R$ 48,82 de despesa dela com a Aixmobil, R$ 455 de doação da Aixmobil a Paulo Paim e R$ 100.000 de despesa de Paim com a campanha de Miguel Rossetto. As entidades compartilham o PT/RS em 2018, o que permite explicar o fluxo como movimentação dentro do mesmo campo político, mas a assimetria entre os valores e a presença de uma empresa intermediária sem relação partidária explícita impedem uma conclusão automática.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.445,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis entre si (R$ 575, R$ 300, R$ 4.392, R$ 35.000 e R$ 6.000). As movimentações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma coligação ou ressarcimentos de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valor milionário nem de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 86.617,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 86,6 mil no total) e transações que se estendem por 2018 e 2022. As movimentações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas com fornecedores/estruturas partidárias, sem valores discrepantes ou fornecedores de ramo estranho. Não há um fato concreto que fuja do padrão de circulação de recursos dentro de uma mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.692,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos e campanhas do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 47,7 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. As entidades sem nome são provavelmente comitês eleitorais ou empresas de campanha, e os valores estão dentro do razoável para o contexto. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 45.692,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e duas entidades sem nome identificado, com valores que não são absurdamente discrepantes entre si (R$ 300 a R$ 35.000 por transação). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e podem refletir repasses dentro do mesmo campo político ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão. Faltam informações sobre as entidades sem nome e sobre a natureza exata das despesas para uma triagem mais segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.010,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e incluem uma empresa sem nome identificado, além de candidatos do PT/RS. Há doações entre candidatos do mesmo partido e pagamentos a terceiros (Miguel Rossetto), o que pode ser explicado por alianças partidárias e ressarcimentos, mas a ausência de detalhes sobre a empresa e a mistura de anos eleitorais dificultam uma conclusão definitiva. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 105.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS em 2018 e 2020, com valores modestos (R$ 1.500 a R$ 100.000) e intermediários identificados (Vilmar Boschetti, Denise da Silva Pessoa). As transações podem ser explicadas por repasses internos de coligação, ressarcimentos ou despesas compartilhadas, mas a presença de uma empresa sem nome e a direção do fluxo (Paulo Renato Paim pagando R$ 100.000 à campanha de Miguel Rossetto) não são totalmente esclarecidas pelos dados. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 25.050,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul em 2018, com valores modestos (R$ 25 mil no total) e transações que se explicam por doações entre aliados da mesma coligação e repasses a comitês de campanha majoritária (Miguel Rossetto). Não há fornecedor sem relação com o serviço, nem valor de ordem de grandeza discrepante, nem empresa doando milhões e recebendo de volta. O padrão é compatível com movimentação rotineira de campanha em um mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.022,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT no RS (Denise Pessoa, Claudir Nespolo, Carlos Comassetto) e uma campanha majoritária (Miguel Rossetto, também PT-RS), o que é compatível com repasses internos de coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 15.000) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem concentração temporal típica de um loop artificial. Não há um fato isolado que destoe (fornecedor fora do ramo, valor de ordem de grandeza superior, empresa doando e recebendo de volta), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 181.191,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, em eleições de 2018 e 2022, com valores compatíveis com repasses internos de campanha (R$ 2.000 a R$ 134.046). As transações são doações entre aliados do mesmo partido e despesas pagas a comitês de governador da mesma coligação, padrão comum em campanhas proporcionais que transferem recursos para chapas majoritárias. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 216.363,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul em 2018 e 2022, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações incluem doações de comitês eleitorais (Miguel Rossetto, Edegar Pretto) e despesas com fornecedores, padrão comum em campanhas do mesmo partido. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 177.438,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), com valores compatíveis com repasses internos de campanha. As transações incluem doações de comitês de governador (Miguel Rossetto e João Edegar Pretto) para candidatos proporcionais e despesas de candidatos para esses mesmos comitês, padrão comum em coligações. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto nem de fornecedor fora do ramo; os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 134 mil) e explicáveis por ressarcimentos e apoio mútuo dentro do partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 175.438,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado e coerente: há doações e despesas em anos diferentes (2018 e 2022) e valores que não retornam à origem. As entidades envolvidas são do PT do RS e incluem repasses para campanhas majoritárias, o que pode ser explicado por articulação partidária legítima. Faltam dados que liguem diretamente as empresas sem nome às campanhas para avaliar se há algo além de coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos de despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 50 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de dois ciclos eleitorais, sem concentração temporal ou valor atípico. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 85.317,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram apenas 5 operações entre 2018 e 2022, com valores modestos (R$ 2.000 a R$ 42.317) e todas dentro do campo político do PT no RS. As conexões passam por comitês eleitorais e candidatos do mesmo partido, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor absurdo, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não há elemento concreto que justifique priorizar uma checagem humana.