severidade média5 nósIA: plausívelR$ 46.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, em eleições de 2018 e 2022, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas com candidatos majoritários da mesma chapa. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 44,4 mil no total) e pessoas/entidades do mesmo campo político no RS (PT), com transações em anos eleitorais distintos (2018 e 2022). As setas podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma rede de aliados, sem um fato isolado que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elemento concreto que force uma checagem manual, mas também não há informação suficiente para descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 67.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000). Três dos envolvidos são filiados ao PT no RS, o que pode indicar uma rede de aliados, mas o loop não fecha de forma direta e imediata. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo (ex.: mesma coligação, repasse partidário), nem um indício forte de irregularidade.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 48.956,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 48.956,17, mas o elo que chama atenção é a despesa de R$ 35.000,00 de Henrique Fontana Junior (PT) para Miguel Soldatelli Rossetto, que por sua vez doou R$ 12.500,00 a Claudir Antonio Nespolo (PT), o qual pagou despesa de apenas R$ 171,17 à AIXMOBIL, empresa que doou R$ 1.285,00 a Fontana. Há partido em comum (PT) entre os dois políticos, o que poderia explicar parte do fluxo, mas a assimetria de valores e a presença de uma empresa de mobilidade/serviços no meio de um ciclo de campanha entre correligionários justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 113.126,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são campanhas do PT no RS em 2018 (Paulo Renato Paim, Claudir Antonio Nespolo e Miguel Soldatelli Rossetto), o que torna plausível que o fluxo decorra de repasses internos do partido ou de uma mesma coligação. A empresa AIXMOBIL aparece como doadora de R$ 455,00 para Paim e recebedora de R$ 171,17 de Nespolo, valores pequenos e compatíveis com ressarcimento ou prestação de serviço. O valor mais alto (R$ 100.000,00) é uma despesa de Paim para a campanha de Rossetto, o que pode ser repasse de sobra ou apoio dentro do mesmo grupo político. Não há um fato isolado que fuja claramente do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para descartar a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 115.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2018, incluindo doações entre candidatos da mesma coligação e repasses para a campanha majoritária de Miguel Soldatelli Rossetto ao governo do estado. As transações têm valores compatíveis entre si (R$ 1.500 a R$ 100.000) e são típicas de movimentação financeira de campanha eleitoral, como doações de apoiadores e despesas de campanha. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.499,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.499,54, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, há vínculos partidários claros: três pessoas são do PT/RS e duas transações se referem à campanha de João Edegar Pretto (PT), sugerindo que pode ser movimentação dentro do mesmo campo político. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem partido comum), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a cronologia exata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.960,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 17.960,31 no total) e três candidatos do PT, mas de cargos e UFs diferentes (RS e GO), o que enfraquece a explicação por coligação comum. As duas empresas no meio da cadeia (AIXMOBIL e RINOBOX) não têm relação óbvia com os serviços prestados, mas os montantes são pequenos e compatíveis com despesas ordinárias de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor claramente alheio, ciclo fechado sem qualquer vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 209.337,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Paulo Pimenta, Henrique Fontana, Alexandre Lindenmeyer) e comitês de campanha do mesmo partido no estado, o que é um padrão comum de repasses e doações entre aliados de uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 3,5 mil a R$ 128,9 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível. O loop parece refletir a malha de doações e despesas compartilhadas entre campanhas petistas gaúchas.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois políticos do PT do RS (Paulo Pimenta e Jeferson Fernandes) e duas entidades ligadas a eles, com valores modestos (R$ 50 mil no total). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e podem ser explicadas por repasses dentro da mesma coligação/partido, como doações de comitês para candidatos e despesas de campanha. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta valores equivalentes, nem fornecedor com ramo incompatível. O padrão é compatível com movimentação rotineira de campanha, sem fato que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 59.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT no RS (Paulo Pimenta e Stela Lopes) e dois comitês eleitorais do mesmo partido (João Edegar Pretto, também PT). As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 35 mil), compatíveis com doações e despesas típicas dentro de uma mesma coligação partidária. Não há indício de empresa privada devolvendo valores milionários ou fornecedor fora do ramo; o fluxo é explicável por repasses internos e ressarcimentos entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PT do RS, o que permite explicar como circulação de recursos dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 37.850 no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe, como fornecedor de ramo estranho ou valor muito acima do padrão, que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 38.450,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos. Três dos quatro agentes identificados são filiados ao PT no RS, o que torna plausível que sejam aliados ou integrantes da mesma rede partidária, mas a empresa sem nome e os intermediários sem partido declarado impedem uma explicação simples. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito alto, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado), mas também não dá para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 45.692,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os nomes das empresas não foram informados, impedindo verificar se são fornecedores ou doadores comuns. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 45.692 no total), sem indício de desproporção. As entidades políticas são do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (RS), o que torna plausível que se trate de movimentação entre aliados ou ressarcimentos, mas a ausência de detalhes sobre as empresas impede uma conclusão mais firme.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 300 a R$ 35.000), sem um encadeamento claro que feche o loop no mesmo período. As entidades compartilham majoritariamente o partido PT no RS, o que oferece uma explicação plausível de articulação política legítima. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que é rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 37.850,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são pequenos e heterogêneos. Três das entidades são candidatos do PT no RS, o que permite explicar parte das movimentações como doações e despesas dentro do mesmo campo político, mas a empresa sem nome e a pessoa TASSIANE CLAUDIO DE FREITAS MARQUES não têm partido/cargo informado, dificultando a checagem. Não há um fato agudo que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 50.834,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT/RS e uma empresa de soluções financeiras, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são díspares: a maior parte do fluxo é uma despesa de R$ 35.000 de Paulo Pimenta para Miguel Rossato em 2018, enquanto a Rinobox doou R$ 15.423 a Paulo Pimenta em 2022. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e a conexão entre as pontas pode ser coincidência de rede partidária. Faltam elementos como vínculo societário ou contratos que liguem diretamente as entidades para caracterizar algo atípico.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PT do RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 35.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um padrão de devolução rápida ou de valor desproporcional. Não há um fato concreto que destoe de um padrão legítimo de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 53.417,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 53,4 mil, mas o elo mais chamativo é a RINOBOX SOLUÇÕES FINANCEIRAS LTDA: uma empresa de soluções financeiras que doa R$ 15.423,00 a Paulo Roberto Severo Pimenta (PT/RS) e, no mesmo ano, recebe R$ 194,64 de despesa da campanha de Lélio Nunes Lopes Filho (PT/RS). Embora os três políticos sejam do PT/RS e isso possa indicar uma rede partidária, o ramo da empresa não tem relação óbvia com o serviço prestado, e o valor da doação é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto e a motivação da doação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 175.438,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e candidatos do PT no Rio Grande do Sul em eleições próximas (2018 e 2022), com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações são doações de comitês eleitorais para candidatos e despesas de candidatos para outros comitês, padrão comum em coligações. Não há indício de empresa privada devolvendo valor ou fornecedor fora do ramo; os nomes são de figuras políticas conhecidas do partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 44.392) e pessoas do mesmo partido (PT) no RS, o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e não há um encadeamento claro de devolução do mesmo valor a quem doou. Não há fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 52.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PT/RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 52,2 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 51,5 mil) e pessoas do mesmo partido (PT/RS), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha entre aliados. Porém, o encadeamento fecha um loop entre cinco entidades em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que não é típico de uma simples devolução ou repasse partidário. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho), mas a estrutura circular entre campanhas do mesmo grupo merece uma checagem humana leve.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.942,00
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao PT no Rio Grande do Sul, e as transações envolvem doações e despesas entre campanhas do mesmo partido em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024). O ciclo pode ser explicado por repasses internos de campanha, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos da mesma sigla, sem indicar necessariamente irregularidade. Os valores são modestos (R$ 12.942 no total) e compatíveis com movimentações típicas de campanhas municipais e estaduais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.084,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 18 mil no total) e entidades majoritariamente do PT no RS, o que é compatível com uma rede de aliados. Porém, a empresa Rinobox Soluções Financeiras aparece doando R$ 15.423 a Paulo Pimenta e recebendo R$ 111 de despesa de Luiz Fernando Mainardi, sem que se saiba o serviço prestado. O elo entre a empresa e os demais não é esclarecido pelos dados, mas também não há um fato gritante como valor muito acima do padrão ou ramo totalmente alheio.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.592,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são filiadas ao PT no RS e as transações se dão em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 13,6 mil no total) e as setas incluem doações a comitês de João Edegar Pretto, figura do PT gaúcho, sugerindo uma rede partidária comum. Não há um fato isolado que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência sem checar a cronologia exata.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 16.938,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de 'soluções financeiras' (Rinobox) que doa para um candidato e também recebe despesa de outro candidato do mesmo partido, fechando um loop de R$ 16,9 mil em 2022. Embora todos os políticos sejam do PT/RS e haja um candidato a senador e outro a deputado federal, a presença de uma empresa do setor financeiro no meio de doações e despesas de campanha, com valores que retornam à cadeia, não tem explicação óbvia e merece checagem humana. Não é acusação, mas o fato de a empresa doar e receber de campanhas distintas do mesmo partido em um ciclo curto chama atenção.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.233,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14,2 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não formam um loop fechado de mesmo montante. As entidades compartilham o PT/RS em parte dos casos, o que poderia explicar movimentações entre aliados, mas a empresa RINOBOX aparece tanto doando quanto recebendo, sem que se saiba seu ramo ou vínculo. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.546,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Paulo Pimenta e Luiz Fernando Mainardi) e uma empresa (Rinobox), com valores que giram em torno de R$ 12,5 mil. Apesar de ambos serem do mesmo partido, o dinheiro sai de Paulo Pimenta para a Rinobox, a Rinobox doa para Mainardi, e Mainardi paga despesa para a campanha de João Edegar Pretto (também PT), fechando o loop. O fato de a empresa Rinobox aparecer tanto como fornecedora de uma campanha quanto doadora de outra, e o ciclo curto entre pessoas e empresa, justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 17.096,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 17 mil, com uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doa para uma candidata do PT e também recebe despesa de outro candidato do PT, enquanto a candidata paga despesa a um terceiro nome (Edegar Pretto) que não aparece como doador no ciclo. Embora todos os envolvidos tenham vínculo partidário (PT/RS) e valores não sejam astronômicos, a presença de uma empresa de soluções financeiras no meio de doações e despesas de campanha, sem relação óbvia com o serviço, e o fechamento do loop em um único ano eleitoral justificam uma checagem humana. Não é possível afirmar irregularidade, mas o padrão foge do rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.542,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 12.542 no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, despesas de campanha ou ressarcimentos. As doações e despesas ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com movimentações rotineiras de campanhas aliadas. Não há indício de empresa grande doando e recebendo de volta, nem valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.684,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 17,7 mil no total) e entidades majoritariamente do PT no RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou doações entre aliados. A empresa Rinobox aparece tanto doando para Paulo Roberto (R$ 15,4 mil) quanto recebendo despesa de Luiz Fernando (R$ 111), mas os valores são baixos e não há indício de que o ramo da empresa seja incompatível. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.869,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma empresa de soluções financeiras, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 23,8 mil no total). A empresa Rinobox doou R$ 15,4 mil a Paulo Roberto em 2022 e recebeu R$ 446 de Antônio Valdeci no mesmo ano, o que pode ser um simples reembolso ou contratação de serviço. Não há um fato agudo que destoe do padrão de movimentação entre aliados políticos, mas a presença de uma empresa de serviços financeiros em um ciclo de campanha merece uma olhada rápida.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 18.392 no total). As entidades identificadas são todas do PT no Rio Grande do Sul, o que pode indicar uma rede de aliados ou repasses partidários. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para campanhas do mesmo partido, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.367,64
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo mais forte é a empresa Rinobox Soluções Financeiras: ela doou R$ 15.423,00 para a campanha de Paulo Roberto (PT-RS) em 2022 e, no mesmo ano, recebeu R$ 194,64 como despesa da campanha de Lelio Nunes (PT-RS). O valor que sai da empresa é cerca de 79 vezes maior que o que retorna a ela, e o ramo de 'soluções financeiras' não tem relação óbvia com serviços de campanha — o que dificulta uma explicação simples de mera coincidência ou ressarcimento. Embora todos os envolvidos sejam do PT-RS, o fluxo empresa→candidato→pessoa física→candidato→empresa merece checagem humana para entender a natureza do pagamento de volta à doadora.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.169,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 21 mil no total) e entidades que compartilham partidos (PT e PC do B, aliados no RS), o que poderia ser explicado por repasses internos de coligação ou ressarcimentos. No entanto, a presença de uma empresa de soluções financeiras (Rinobox) doando para um senador e recebendo despesa de um deputado do mesmo partido, em anos distintos, não é um padrão típico e carece de contexto. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores, ramo incompatível, ciclo fechado sem vínculo partidário), mas também não é possível afirmar que é rotineiro sem mais informações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.692,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre candidatos de partidos diferentes (PT, PC do B) e uma empresa sem nome identificado. Os valores são modestos (R$ 15,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um ciclo imediato de devolução. Sem mais detalhes sobre a empresa e a conexão entre os agentes, não há um fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.617,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT/RS e uma empresa de soluções financeiras, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2026) e valores desiguais, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo período. A Rinobox doou R$ 15.423 a Paulo Pimenta em 2022 e recebeu R$ 194,64 de Lélio Lopes no mesmo ano, o que pode ser mera coincidência entre campanhas aliadas. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre correligionários, mas também não há explicação óbvia para o ciclo completo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.350,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado e envolvem valores modestos (R$ 750 a R$ 7.800). As entidades principais são todas do PT/RS, o que torna plausível que sejam aliados ou mesma coligação, mas há nomes sem partido informado (Francisco Martell, Gabriela Nunes de Quadro) que podem ser fornecedores ou doadores comuns. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto entre sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e valores baixos (R$ 750 a R$ 7.800), sem um encadeamento claro que feche o loop no mesmo período. As entidades principais são todas do PT/RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.192,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 20.192 e pessoas/entidades ligadas ao PT no RS (Paulo Pimenta, Luiz Fernando Mainardi, comitê de João Edegar Pretto), o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. As transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e os valores são modestos. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de doações e despesas entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram apenas 6 movimentações entre 5 pessoas físicas, com valores baixos (R$ 200 a R$ 7.800) e anos variados (2018, 2020, 2022). As entidades nomeadas são todas do PT/RS, o que permite explicar parte das movimentações como doações e despesas dentro do mesmo campo político, mas a cadeia não fecha um ciclo claro com os dados apresentados. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.350,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 12.350 entre 5 entidades, mas as transações listadas não formam um ciclo fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas em anos diferentes (2018, 2022, 2024), com valores pequenos e sem repetição sistemática. As entidades nomeadas são todas do PT/RS, o que oferece explicação plausível por relação partidária, mas a cadeia inclui pessoas sem partido informado e não há evidência de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Os fatos são insuficientes para afirmar padrão anômalo ou rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.334,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 25,3 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo partido (PT) e atuação no RS, o que é compatível com movimentação rotineira entre campanhas aliadas. A empresa Rinobox aparece tanto doando para Paulo Pimenta quanto recebendo despesa de Luiz Fernando Mainardi, mas os valores são pequenos e não há indício de que o ramo da empresa seja incompatível com os serviços. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.350,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 12.350 entre pessoas físicas ligadas ao PT no RS, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações e despesas em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e valores pequenos. Os nomes das entidades do resumo não coincidem exatamente com os das transações (ex.: 'ANTONIO ALEXANDRE MOURA DE QUADRO' vs 'DE QUADROS'), e não há indicação de que os valores retornem ao ponto de origem. Sem um ciclo direto e recente entre os mesmos atores, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.917,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 27,9 mil no total) e entidades majoritariamente do PT/RS, o que é compatível com doações entre aliados e pagamentos a um fornecedor comum. Porém, a empresa Rinobox aparece tanto doando para Paulo Pimenta quanto recebendo despesa de Lélio Lopes, e o ciclo fecha entre pessoas e uma empresa sem que se saiba a natureza dos serviços prestados. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, ramo incompatível, ciclo fechado sem vínculo partidário), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a relação comercial e os vínculos entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas em anos distintos (2018, 2022, 2024) e valores modestos (R$ 750 a R$ 7.800). As entidades identificadas são todas do PT/RS, o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas físicas, todas ligadas ao PT do RS, com transações de baixo valor (R$ 750 a R$ 7.800) e em anos distintos (2018, 2022, 2024). As setas alternam doações e despesas entre candidatos e terceiros, o que pode refletir ressarcimentos, apoios mútuos ou simples coincidência dentro do mesmo campo político. Não há um fato concreto que destoe do padrão (valores, ramos ou vínculos) a ponto de justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.092,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 19 mil no total) e pessoas do mesmo partido (PT) no Rio Grande do Sul, o que é compatível com movimentação entre aliados e repasses internos de campanha. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), quebrando a ideia de um ciclo curto e fechado, e os valores individuais são pequenos. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 11.300 no total). Três das entidades são do PT/RS, o que poderia explicar parte das conexões, mas as duas entidades sem partido informado (Tiago Gonçalves Salazart e Flavio Augusto Pereira Duarte) não têm vínculo partidário declarado, dificultando a classificação como simples coincidência partidária. Não há um fato agudo que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é possível afirmar que o loop é rotineiro sem mais contexto.