severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.900,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PRTB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe claramente, mas também não há explicação simples e única que feche todas as setas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.900,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PRTB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou repasse partidário coeso. Por outro lado, os valores são baixos (R$ 5 a R$ 10 mil) e as transações podem ser doações cruzadas ou ressarcimentos entre campanhas, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade, mas a mistura de partidos e a direção de algumas setas (ex.: despesa de Pablo para Helley) impedem descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 49.248,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e União Brasil) e valores que não são absurdamente discrepantes entre si, mas a existência de um loop fechado entre direções partidárias e candidatos de legendas distintas impede uma explicação automática por mera coincidência de coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais (2022 e 2024) e podem refletir repasses internos, ressarcimentos ou doações entre aliados, porém a conexão indireta entre PL e União Brasil via candidatos não é evidente nos dados. Sem informações sobre coligações ou acordos políticos locais, não há como afirmar se é um padrão legítimo ou se merece atenção, mas também não há um fato concreto que destoe claramente do esperado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 840.914,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, UNIÃO) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações parecem desconexas no tempo, sem um fluxo claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato único e concreto que caracterize um ciclo fechado e suspeito, como valores equivalentes ou proximidade temporal.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 111.860,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PRTB) e anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm valores muito díspares (R$ 10 a R$ 100.000) e naturezas variadas (doação, despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato único que destoe e justifique, por si só, uma checagem manual prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 636.566,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PDT) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm valores muito díspares e naturezas variadas (doação de direção nacional, despesa de campanha), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.073.250,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PTC, União) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações têm valores muito díspares (de R$ 50,35 a R$ 990.000,00) e naturezas variadas (doação de direção partidária, doação entre candidatos, despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar checagem manual prioritária, nem elementos que expliquem tudo como rotina.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.860,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL-CE, UNIÃO-MG, PRTB-BR) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações parecem fragmentos de movimentações partidárias rotineiras (doação da Direção Nacional a candidato, despesa de candidato à Direção Nacional), sem um elo claro que configure um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.865,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL/MT, PRTB/BR, UNIÃO/MG), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado que caracterize um loop suspeito. Além disso, há doações da Direção Nacional do PL para uma candidata do PL, o que é um padrão legítimo e comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 152.550,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 50,35, R$ 1.000, R$ 1.500 e R$ 150.000) e anos diferentes (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos distintos (PL, UNIÃO, PSDB), mas há conexões partidárias parciais (Alex é PL, mesmo partido da direção nacional que o doou). Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações entre campanhas de MG, mas também não dá para descartar sem checar a origem do repasse de R$ 150 mil.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 152.550,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e UNIÃO) e valores que não fecham entre si: a maior transação é uma doação de R$ 150.000,00 da Direção Nacional do PL a Alex Cavalcante, mas as demais são de R$ 1.500,00, R$ 1.000,00 e R$ 50,35, em anos distintos (2018, 2022 e 2026). Não há um encadeamento temporal ou de valor que caracterize um loop fechado e suspeito, e a diferença de partidos não impede explicações rotineiras (alianças, repasses partidários, ressarcimentos). Faltam elementos concretos que apontem para algo anômalo ou para algo claramente legítimo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 152.550,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 152.550,35, valor baixo, e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Além disso, há vínculo partidário entre os principais personagens (ALEX é do PL e recebeu da Direção Nacional do PL; WENDEL é do UNIÃO, mas aparece pagando despesa à Direção Nacional), o que pode ser explicado por repasses partidários rotineiros. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.808.423,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PSDB) e anos distintos (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são muito díspares e as transações parecem fragmentos de fluxos maiores, sem um encadeamento claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), mas a mistura de partidos e a existência de um loop formal justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 161.869,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PRTB) e anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm valores muito díspares e naturezas variadas (doação, despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 839.670,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PDT) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 200 a R$ 620 mil) e as transações parecem desconexas no tempo, sem um fluxo circular claro e imediato. Não há um fato único e concreto que caracterize um padrão anômalo típico (como empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo valor), mas também não é possível descartar coincidência entre campanhas de estados e partidos diferentes.
severidade média4 nósR$ 10.175,18
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.866,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas físicas, sendo 3 delas candidatos em MG, mas os partidos não são todos iguais (PT, PT e PP) e os anos das transações variam (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um único evento coordenado. Os valores são modestos (R$ 16,8 mil no total) e há transações de mão dupla entre alguns pares (ex.: ASSIS -> PAULO e PAULO -> MAURO), o que pode indicar ressarcimentos ou doações entre aliados. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não há uma explicação simples e única que cubra todo o ciclo. Fica como caso a ser checado apenas se houver outros indícios.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.681,45
IA · deepseek-flash Todas as entidades nomeadas são do PSOL de MG e as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral, envolvendo candidatos do mesmo partido/coligação. O ciclo envolve valores modestos (R$ 13,6 mil no total) e pode ser explicado por doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas compartilhadas de campanha. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.142,01
IA · deepseek-flash Todas as entidades e transações envolvem o PSOL de Minas Gerais, com valores modestos (R$ 11 mil no total) e anos distintos (2018 e 2020). O ciclo pode ser explicado por repasses internos do partido, doações entre filiados e despesas de campanha, sem indicar um esquema fechado entre desconhecidos. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média4 nósR$ 10.414,28
severidade média4 nósR$ 10.439,28
severidade média5 nósR$ 10.276,78
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.634,28
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL de Minas Gerais, e as transações ocorrem dentro do mesmo partido/coligação, o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 12,6 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A presença da direção estadual do partido como intermediária reforça a explicação de fluxo regular de recursos partidários.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.565,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL em Minas Gerais no ano de 2018, o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre candidatos da mesma chapa e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 21,5 mil no total) e as transações incluem doações da direção estadual para candidata e de um candidato para outro, além de despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas de coligações. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.165,64
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PSOL de Minas Gerais (candidatos a vereador, senador e deputado federal, além da direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 11 mil no total) e as transações ocorrem todas em 2018, ano eleitoral, incluindo doações da direção estadual e despesas de campanha. O ciclo fechado pode ser explicado por repasses internos do partido, doações entre candidatos da mesma coligação e ressarcimentos, sem nenhum fato que destoe desse padrão.
severidade média4 nósR$ 10.278,14
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 131.364,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 250 a R$ 125.000) e anos diferentes (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. As entidades compartilham o mesmo partido (PSOL-MG) e a empresa ELEGIS aparece como fornecedora de serviços de campanha, padrão comum. Não há um fato isolado que destoe claramente do que se espera de movimentações partidárias rotineiras.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.558,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 43,5 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL e PT em MG), o que é compatível com doações entre aliados e repasses partidários rotineiros. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.481,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do partido, com valores modestos (R$ 18,4 mil no total) e transações típicas de repasses partidários e doações entre aliados. A única exceção é Daniel Lages Wardil (PSTU), mas o valor de R$ 980 é pequeno e pode ser uma doação pontual entre candidatos de esquerda. Não há indício de empresa grande devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo; o padrão é compatível com movimentação interna de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.621,38
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado são do PSOL de Minas Gerais, e o loop envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas entre si — padrão comum em campanhas de mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 26,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósR$ 10.117,38
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.112,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são candidatos do PSOL em MG, o que torna plausível que sejam aliados da mesma coligação repassando recursos entre si. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um padrão claro de devolução imediata. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósR$ 10.200,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.290,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 têm vínculo partidário identificado (todas do PROS/MG), e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 11.290 no total) e as transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras entre campanhas do mesmo partido em pleitos diferentes. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 115.633,59
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PROS) em Goiás, e o ciclo envolve repasses da direção nacional para candidatos e doações entre candidatos da mesma legenda, padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 115 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 925.770,57
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PROS) e atuam em Goiás, o que é um padrão comum de repasses internos entre direção nacional, candidatos e campanhas. Os valores são relativamente modestos (R$ 9,5 mil, R$ 7 mil, R$ 6 mil, R$ 97,9 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha. O ciclo fechado pode ser explicado por repasses da direção nacional a candidatos e posterior devolução de sobras ou ressarcimentos, sem indício de anomalia grave.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 2.105.953,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PROS), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. Os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 2 mil, R$ 2 milhões, R$ 97 mil, R$ 6 mil) e ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), dificultando caracterizar um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão partidário comum, mas também não há elementos suficientes para descartar a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 46.340,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 46.340,20) e transações entre pessoas físicas de partidos diferentes (UNIÃO e AVANTE) em Goiás, o que poderia ser coincidência ou rede local de aliados. Porém, o fato de o dinheiro sair de uma campanha e retornar à mesma cadeia após passar por quatro entidades, com uma despesa de R$ 5.000 paga por André a Hyulley e uma doação de R$ 40.000 de Hyulley a Mozarto, não é trivialmente explicável por um padrão comum como mesma coligação ou repasse partidário. A ausência de vínculo partidário claro entre os envolvidos e o fechamento do ciclo justificam uma checagem humana, mas sem elementos suficientes para afirmar que é bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 120.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, AVANTE, PRD, AGIR) em Goiás, mas os valores são baixos (R$ 30 mil, R$ 40 mil, R$ 29 mil, R$ 20 mil, R$ 1 mil e R$ 500) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2024, 2026). Não há um elo claro de mesma coligação ou partido que explique tudo, mas também não há um fato agudo — como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação — que destoe. O conjunto é compatível tanto com coincidências entre campanhas goianas de campos políticos próximos quanto com algo que mereça uma olhada, sem que os dados permitam decidir.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 70.340,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, AVANTE, PRD) em Goiás, mas os valores são modestos (R$ 70.340,20 no total) e as transações estão espalhadas entre 2020, 2022, 2024 e 2026, sem concentração temporal que sugira um loop fechado e coordenado. Há doações e despesas de mão dupla entre as mesmas pessoas (ex.: Mozarto doa a Cristovão e Cristovão paga despesa a Edinaldo; André doa a Mozarto e Mozarto doa a Cristovão), o que pode ser explicado por relações políticas locais ou ressarcimentos, mas a ausência de partido/coligação comum declarada e a presença de nomes sem identificação (78935288187, 28190858300) impedem tanto descartar quanto confirmar estranheza. Não há um fato único e concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado entre mesmas pessoas sem vínculo), então não se justifica classificar como bizarro, mas também não é claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 34.940,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (UNIÃO-GO) e dois terceiros, com valores modestos (R$ 34.940,20 no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2020. As setas podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma rede política local, sem um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre estranhos). Não há elemento que force uma checagem humana, mas também não há dados suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 23.700, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades têm partidos distintos (UNIÃO, PRD, PODE), mas todas em Goiás, e há nomes repetidos (Joaquim) em transações de doação e despesa, sugerindo possível relação pessoal ou de prestação de serviços. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de pequenas movimentações de campanha, mas também não dá para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.640,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são pequenos e heterogêneos, sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado no mesmo pleito. Há dois candidatos do mesmo partido (UNIÃO/GO), o que poderia explicar parte das movimentações, mas a presença de uma vereadora de outro partido (AGIR) e de pessoas físicas sem vínculo partidário declarado impede uma explicação simples. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo, mas também não dá para descartar coincidência ou ressarcimento sem checagem.
severidade média5 nósR$ 10.841,83
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.415,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades com valores modestos (R$ 13,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2024, sem um encadeamento temporal curto e fechado. As entidades têm partidos diferentes (MDB e UNIÃO) e a empresa COSTA BATISTA aparece como fornecedora de serviços/engenharia para a campanha de Edmar, o que é um gasto típico de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo imediato entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência de coligação sem mais dados.
severidade média4 nósR$ 10.250,00
severidade média4 nósR$ 10.718,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.570,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PL, PSD, MDB) em Goiás, mas os valores são modestos (R$ 23.570 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A maior transação (R$ 20.070 de Tricia para Marcio) pode ser doação entre campanhas, e as demais são despesas de valores baixos. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.070,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, MDB, Republicanos) em Goiás, mas os valores são modestos (R$ 25 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As doações entre campanhas de partidos distintos podem ser explicadas por alianças locais ou repasses legítimos, e as despesas para pessoas físicas são compatíveis com prestação de serviços. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.226,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, MDB, PP) em Goiás, mas os valores são pequenos (R$ 22.226 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 20.070 de Tricia para Marcio) é uma doação entre campanhas, possivelmente dentro de uma coligação, e as demais são despesas de baixo valor. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, nem elementos que sugiram algo claramente atípico.