severidade média4 nósIA: bizarroR$ 38.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PP e PT) e anos distintos (2020 e 2024), com valores muito próximos (R$ 8.000, R$ 10.000, R$ 10.150 e R$ 10.700) que retornam ao ponto de partida. Não há coligação, partido ou vínculo declarado entre os envolvidos que explique naturalmente esse fluxo circular. A coincidência de valores e a ausência de justificativa contratual ou partidária tornam o caso digno de checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 19.913,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PP e MDB) e em anos distintos (2020 e 2024), sem coligação ou conta partidária comum que explique a circulação. O elo de 2024 (DANILO MENDES DE SOUSA -> JOAO PAULO MARTINS LIMA, R$ 700) ocorre quatro anos depois do núcleo de 2020, o que enfraquece a hipótese de simples ressarcimento ou sobra de campanha. O valor de R$ 10.000 pago por ALLYSSON a EDIVAN é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, sem lote ou justificativa aparente.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 21.167,24
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, sendo que a empresa CFZ doa R$ 2.030 à campanha de Priscila (UP) e depois recebe R$ 176,24 de despesa da campanha de Natanielle (UP), enquanto Priscila paga R$ 17.961 à doadora NANASHARA, que por sua vez doou R$ 1.000 à Natanielle. Apesar de Priscila e Natanielle serem do mesmo partido (UP/RS), o loop envolve uma empresa e uma doadora individual sem vínculo partidário declarado, e o valor que retorna à empresa é muito inferior ao que ela doou, o que não explica a circularidade. O padrão de dinheiro saindo de uma campanha, passando por terceiros e voltando à mesma cadeia merece checagem humana, ainda que possa haver explicação legítima (ex.: ressarcimento ou serviços prestados).
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.871,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e uma empresa ligadas ao mesmo partido (UP) no Rio Grande do Sul, em anos eleitorais próximos (2020 e 2022). As transações são de valores modestos (R$ 12,8 mil no total) e compatíveis com doações e despesas de campanha, como repasses internos entre candidatos da mesma sigla e pagamentos a uma assessoria. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor fora do ramo; o padrão é típico de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.921,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12.921,18, com transações que se fecham entre 2020 e 2022. Chama atenção que uma empresa (CFZ - ASSESSORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA.) doe R$ 2.030,00 a uma candidata e depois receba R$ 318,18 de um candidato diferente, ambos do partido UP, sugerindo possível repasse de recursos entre campanhas aliadas. Além disso, há uma despesa de R$ 5.600,00 da candidata a governador para um candidato a deputado federal, valor alto para uma única transação, e outra despesa de R$ 4.773,00 para um doador individual, o que não é típico. Esses fatos, embora possam ter explicação legítima (ex.: ressarcimento, serviços prestados), justificam uma checagem humana mais detalhada.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 13.179,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.179,24, com todos os candidatos identificados filiados ao mesmo partido (UP) no RS, o que poderia sugerir uma coligação. Porém, a empresa CFZ - ASSESSORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA. aparece simultaneamente como doadora de R$ 2.030,00 para Priscila e como recebedora de despesa de R$ 176,24 de Natanielle, fechando um loop com valores desproporcionais entre as pontas. Além disso, há uma despesa de R$ 5.600,00 de Priscila para Carlos Henrique e outra de R$ 4.773,00 de Carlos Henrique para Lucas Tarragô, valores altos em relação ao total movimentado, sem que se saiba a natureza desses serviços. Esses fatos, especialmente a participação da empresa em ambos os lados e a disparidade de valores, justificam uma checagem humana mais detalhada.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 22.926,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 22.926,24, com todas as pessoas físicas identificadas filiadas ao mesmo partido (UP) no RS, o que poderia sugerir uma coligação. No entanto, a empresa CFZ - ASSESSORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA. doa R$ 2.030,00 a PRISCILA VOIGT SEVERIANO e depois recebe R$ 176,24 de NATANIELLE ALMADA TOMASI ANTUNES, fechando um loop com valores desproporcionais e sem explicação simples. Além disso, há uma despesa de R$ 5.600,00 de PRISCILA para CARLOS HENRIQUE e outra de R$ 15.100,00 de CARLOS HENRIQUE para HENRIQUE CORRÊA VIEIRA, que não parece ser mera coincidência de coligação. O conjunto sugere movimentação circular que merece verificação humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 34.266,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e não formam um loop fechado no mesmo período. As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL/SC) e a empresa RBC-VG atua especificamente em financiamento coletivo eleitoral, o que pode explicar repasses e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 34 mil no total) e não há indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços prestados, não é possível afirmar se há algo atípico.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL de SC e dois intermediários (EDEMILER API e ANTONIO XAVIER SPENGLER FILHO), com valores baixos (R$ 35,8 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As maiores quantias são despesas de AFRANIO para ANTONIO XAVIER SPENGLER FILHO (R$ 16 mil e R$ 15 mil), compatíveis com pagamentos a fornecedor ou prestador de serviços, e as doações de retorno são de pequeno porte. Não há um fato isolado que destoe claramente (ramo incompatível, valor de ordem de grandeza superior, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem saber quem são os intermediários e a que se referem essas despesas.
severidade média5 nósR$ 10.600,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 89.927,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSOL/SC, PT/SC, PRTB/DF) e duas empresas, mas as transações são de naturezas distintas: doações de empresas a candidatos, uma despesa de campanha com o Facebook e uma doação de pessoa física de apenas R$ 5,00. O elo de fechamento é uma doação de R$ 5,00 de Matheus Madeira a Afrânio Boppe em 2026, valor irrisório perto dos R$ 70 mil pagos por Boppe ao Facebook, o que enfraquece a ideia de ciclo financeiro relevante. Não há um fato concreto que force uma checagem, nem uma explicação simples e única que cubra todas as setas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.940,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSOL de Santa Catarina, o que é compatível com uma mesma coligação/partido repassando recursos entre candidatos aliados. Os valores são modestos (R$ 14.940,57 no total) e a maior transação é uma doação de R$ 11.920 da ELEGIS para Afrânio, valor dentro da faixa de doações empresariais comuns. A empresa ELEGIS presta serviços de consultoria/tecnologia, ramo compatível com despesas de campanha, e o pagamento de R$ 30,57 é residual. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média4 nósR$ 10.374,24
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.813,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito pequenos (R$ 14,8 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos partidários parciais (PSOL entre Afrânio e Tallia; PT de Lino), mas as empresas ELEGIS e BG STUDIOS não têm partido declarado e os valores entre elas e os candidatos são modestos. Não há um fato concreto que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado), mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.616,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PSOL de Santa Catarina, o que é um padrão comum de movimentação entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 15.616 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe do esperado para doações e despesas entre membros de uma mesma coligação partidária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 62.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (PT e PSD) e anos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A transação mais pesada é uma despesa de R$ 55.000 de MARLY PAULINO FAGUNDES (PSD) para VALQUIRIA APARECIDA DE CARVALHO, que por sua vez doou R$ 3.000 a PEDRO PAULO COSTA (PT), criando um fluxo de recursos entre campos políticos opostos. O valor de R$ 55.000 é uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 1.000 a R$ 3.000), o que dificulta explicar como simples coincidência de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 109.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e direto entre as mesmas pessoas: há doações e despesas em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e valores que não retornam ao ponto de partida de forma exata. As entidades principais incluem membros de partidos distintos (PT e PSD), mas há também intermediários sem partido informado, o que dificulta avaliar se há coordenação. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação), mas também não é possível explicar tudo como padrão rotineiro de coligação. Falta clareza sobre a direção e a natureza de cada elo para um juízo mais seguro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 75.841,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 75,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários entre Sara Rayanne (PSOL), Duda Salabert (PSOL) e Wagner de Jesus (REDE), partidos que frequentemente atuam juntos em coligações, e a Limonada Audiovisual é uma empresa de comunicação/audiovisual que pode ter prestado serviços de campanha. O valor mais alto (R$ 66,5 mil) é uma despesa de Sara com a Limonada, compatível com produção de conteúdo, e não há indício de retorno direto do dinheiro à mesma campanha. Faltam elementos concretos que sugiram algo além de movimentações rotineiras entre aliados políticos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.127,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (Republicanos, MDB, PSDB) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 5.000, R$ 1.500, R$ 3.000) e há uma despesa de R$ 20.627,35 paga por Juarez a Viviane, que pode ser prestação de serviço e não necessariamente fecha um loop intencional. A mistura de anos e a ausência de vínculo partidário claro entre todos os elos tornam o caso ambíguo, sem um fato isolado que salte aos olhos como anômalo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.483,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PSD, UNIÃO, PL) em MG, mas os valores são modestos (R$ 23,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022). A maior transação (R$ 20 mil de DENERVAL para GILBERTO em 2022) pode ser uma doação entre candidatos do mesmo estado, e as demais são de baixo valor. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.746,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores desiguais, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. As entidades têm partidos diferentes (PSD e PATRIOTA) e cargos distintos, mas atuam no mesmo estado (MG) e ano (2020), o que pode indicar uma coligação ou relação política local. Não há um fato concreto que destoe fortemente, como valores idênticos ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 3.631.350,21
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e podem refletir repasses partidários, ressarcimentos ou despesas de campanha sem relação direta. A maior transação (R$ 2,77 milhões de Sandra para a Direção Nacional) não tem contrapartida clara no ciclo, e a conexão entre os elos é indireta. Faltam elementos concretos que sugiram um padrão anômalo ou um conluio, mas também não há explicação simples e evidente para todo o encadeamento.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 4.531.085,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSB, Solidariedade) e valores muito díspares: a maior transação é uma doação de R$ 2,7 milhões da Direção Nacional do PT a Nilto Tatto, enquanto as demais são dezenas de milhares de reais. A volta do ciclo se dá por uma despesa de R$ 27,7 mil de Sandra Madeu (Solidariedade) à Direção Nacional do PT, sem que haja coligação ou vínculo partidário comum evidente entre todas as pontas. O salto de ordem de grandeza e a mistura de partidos dificultam uma explicação simples de repasse partidário rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.511,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno partidário. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações cruzadas, ressarcimentos ou coincidências entre campanhas. Não há um fato concreto que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósR$ 10.417,10
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 93.330,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por coligação ou repasse partidário direto. Porém, as transações não formam um loop claro e imediato: os valores e anos não se conectam de forma sequencial e fechada, e há uma empresa de consultoria no meio cujo papel não é detalhado. Faltam informações sobre a natureza dos serviços e a relação entre as partes para concluir se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.195,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e a transação de maior valor (R$ 27.734,17) é uma despesa de Sandra para a Direção Nacional do PT, que pode ser devolução de sobra ou repasse partidário, sem detalhamento que permita afirmar anormalidade. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, mas também não é possível descartar completamente.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.644,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores baixos (R$ 11.644,12 no total) e entidades que compartilham o mesmo partido (PT) ou são fornecedores de serviços de pagamento. A maior parte do fluxo é uma doação da direção nacional do PT para uma candidata do próprio partido, e as demais transações são de pequeno porte, compatíveis com despesas de campanha e repasses partidários rotineiros. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa alheia ao contexto eleitoral.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 883.816,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção nacional, dois candidatos do partido e uma instituição de pagamento usada como intermediária), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são muito assimétricos: a maior parte (R$ 758.993,00) é doação da direção nacional ao candidato Jaime Teixeira, enquanto as demais pontas somam valores pequenos (R$ 44,70, R$ 11.688,13 e R$ 113.090,71), típicos de taxas e repasses operacionais. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão de uma coligação partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 352.300,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades do mesmo partido (PT), com valores que não são equivalentes entre si: a maior transação é uma doação de R$ 302.365,87 da Direção Nacional para Andreia Teixeira Batista, enquanto as demais são de R$ 30.000, R$ 14.034,29 e R$ 5.900. Não há um retorno de valor quase idêntico ao doado, o que enfraquece a hipótese de ciclo fechado para lavagem ou devolução disfarçada. As conexões podem ser explicadas por repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma legenda, mas a cadeia exata (direção nacional → candidata a vereadora → campanha de deputada federal → candidata a deputada estadual → partido) não é um padrão típico e merece uma olhada humana para confirmar a legitimidade dos lançamentos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 696.035,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção nacional, candidatos do partido em SP e uma campanha federal), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor fora do ramo. O retorno à direção nacional pode ser devolução de sobra ou ressarcimento, prática prevista na prestação de contas. Não há fato concreto que fuja do roteiro partidário-eleitoral.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 117.751,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade) e uma empresa de consultoria, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A doação da Direção Nacional do PT à candidata Silvia Klein (PT) é um repasse partidário típico, e a despesa de Sandra Madeu à Direção Nacional pode ser confundida com repasse ao partido, não necessariamente um retorno à cadeia. Não há um fato concreto que destoe claramente de padrões rotineiros de movimentação de campanha, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 58.005,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022) e podem refletir repasses partidários, ressarcimentos ou doações entre aliados. Não há um fato único que destoe claramente de um padrão legítimo, como empresa doadora recebendo de volta valor quase idêntico ou fornecedor sem relação com o serviço. A ausência de detalhes sobre a natureza das despesas e a diferença temporal tornam o caso ambíguo, sem elementos suficientes para priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 4.430.648,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT, com a Direção Nacional do partido repassando recursos a candidatos e estes devolvendo valores à direção ou doando a outros candidatos do mesmo partido. Os valores são compatíveis com repasses partidários e devoluções de sobra, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026). Não há fornecedor externo com ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão de financiamento partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 4.186.435,77
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao mesmo partido (PT) ou são candidatos filiados a ele, o que é o padrão típico de repasses internos de direção nacional/estadual para candidatos e devoluções de sobras. Os valores são compatíveis com doações partidárias usuais (ex.: R$ 1,85 mi e R$ 2,22 mi da direção nacional a um senador) e as transações de retorno são de baixa monta (R$ 58,00 e R$ 108 mil), sem indício de enriquecimento circular atípico. O ciclo envolve anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026) e não configura um loop fechado de curto prazo entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária legítima.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 4.188.636,09
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao mesmo partido (PT) ou são diretórios do PT, e as transações são doações oficiais de direções partidárias a candidatos do próprio partido, além de uma despesa de campanha de Lula para o diretório estadual. O ciclo envolve valores muito díspares (de R$ 35,32 a R$ 2,2 milhões) e anos diferentes (2018 a 2026), o que é compatível com repasses partidários rotineiros e não com um esquema fechado de lavagem. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza atípica que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 4.447.111,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do PT (direção nacional, direção estadual de PE, e candidatos do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são compatíveis com transferências partidárias: a maior parte (R$ 2,22 mi) é da direção nacional para um senador do partido, e as demais transações são de menor monta ou despesas de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique um alerta mais grave.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 4.453.101,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do PT (direção nacional, direção estadual de PE, e candidatos do partido), o que é um padrão comum de repasses internos partidários. As transações são de naturezas distintas (doações da direção nacional a candidatos, doação de um candidato a outro, despesas de campanha a direções partidárias) e ocorrem em anos eleitorais diferentes, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Os valores, embora expressivos, são compatíveis com repasses partidários e não destoam de forma inexplicável dentro da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 4.469.654,95
IA · deepseek-flash Todas as entidades do ciclo pertencem ao PT (direção nacional, direção estadual de PE e candidatos do partido), e o fluxo predominante é o repasse oficial de recursos da direção nacional para candidatos e direções estaduais, prática comum e legal. As transações menores (R$ 3.000 de Humberto para Lula em 2022 e R$ 36,9 milhões de Lula para a direção estadual) são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos/transferências internas. O valor mais alto (R$ 2,22 milhões da direção nacional para Humberto em 2026) é um repasse partidário típico para campanha majoritária. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 117.510,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PDT, Solidariedade) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm valores muito díspares e naturezas variadas (doação, despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 89.993,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade) e uma empresa de consultoria, o que à primeira vista dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 89,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), podendo refletir ressarcimentos ou repasses partidários rotineiros. Não há um fato agudo, como empresa doadora recebendo de volta quase o mesmo valor ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 57.242,87
IA · deepseek-flash O loop envolve dois candidatos do PT em SC, o diretório nacional do próprio PT e uma empresa de pagamentos. A maior parte do valor (R$ 56.770,82) é repasse do diretório nacional ao candidato Júlio César, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valor baixo (R$ 390, R$ 77,70 e R$ 4,35) e podem ser doações entre aliados ou despesas operacionais, sem indício de ciclo fechado com valores expressivos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.670,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações têm valores e naturezas heterogêneas (doação de campanha, despesa com fornecedor, repasse partidário), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 103.130,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop fechado e coordenado. As transações somam valores díspares e parecem refletir movimentações partidárias rotineiras (doações de direção nacional a candidato, despesas de campanha). Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores idênticos ou ciclo curto entre mesmos atores.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.377,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, a maior transação (R$ 27.734,17) é de Sandra para a Direção Nacional do PT, o que pode ser repasse partidário ou devolução, e as demais somam valores pequenos. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 265.835,39
IA · deepseek-flash Todas as entidades pessoas físicas são filiadas ao PT (SP), e as transações envolvem a Direção Nacional do partido repassando recursos a candidatos e candidatos devolvendo sobras ou contribuindo para a conta partidária — padrão comum em prestações de contas. O ciclo fechado é explicável por repasses internos e devoluções dentro da mesma legenda, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de ordem de grandeza. A doação de R$ 50.000 da campanha de Alfredo Alves Cavalcante a Leandro Cândido Soares também é compatível com apoio entre candidatos da mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 84.800,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores e anos dispersos (2020, 2022, 2024) e entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações parecem mais um emaranhado de repasses partidários e despesas de campanha do que um ciclo fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 190.307,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 210 a R$ 159.827,87) e anos diferentes (2020 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm vínculos partidários parcialmente sobrepostos (PT e Solidariedade), mas a CDB Consultoria aparece como fornecedora de um candidato do PT e não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido à mesma origem. Sem valores equivalentes ou proximidade temporal, não há um fato concreto que justifique priorização humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 7.907.149,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e Solidariedade), mas os valores são muito assimétricos: R$ 6 milhões da direção nacional do PT para Luiz Marinho, contra apenas R$ 500 de um intermediário para Sandra Madeu e R$ 27,7 mil de Sandra de volta à direção nacional. O elo entre Luiz Marinho e Sandra Madeu passa por 'LUIZ CARLOS PEREIRA', sem partido/coligação informados, e a transação de volta é uma despesa de campanha, não uma doação. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), mas a combinação de partidos distintos e intermediário sem vínculo claro impede tanto descartar como confirmar um padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 666.679,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção nacional e dois candidatos do partido em SP) e uma instituição de pagamento (Asaas) usada como intermediária. A maior parte do valor (R$ 541.860,00) é doação da direção nacional ao candidato Paulo Cayres, e o retorno à direção nacional (R$ 113.090,71) é uma despesa de Leandro Soares, compatível com repasse partidário ou ressarcimento. Os valores menores via Asaas (R$ 11.688,13 e R$ 40,19) são típicos de taxas ou transações operacionais. Não há indício de empresa privada doando e recebendo de volta, nem valores de ordem de grandeza destoante.