severidade média5 nósIA: plausívelR$ 877.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente agentes do MDB no Rio Grande do Sul: uma direção municipal do partido, um prefeito, um deputado estadual e um vereador. As transações são de baixo valor (R$ 1 mil a R$ 41 mil) e a maior parte do volume (R$ 830 mil) é despesa do prefeito para a própria direção municipal, padrão comum de repasse partidário. O loop pode ser explicado por doações e despesas entre aliados da mesma coligação, sem valores atípicos ou fornecedores de ramo estranho.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 875.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do MDB no Rio Grande do Sul, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 3.000, R$ 1.000) e repasses partidários usuais. A maior movimentação é a despesa de R$ 830.000 da campanha de Sebastião de Araujo Melo para a direção municipal do partido, compatível com repasse partidário ou rateio de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 875.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do MDB do Rio Grande do Sul (Sebastião Melo, Vitorino Baseggio e Pablo Melo) e a direção municipal do partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. O valor dominante (R$ 830 mil) é uma despesa de Sebastião Melo para a direção municipal, padrão comum de transferência partidária, e as demais transações são de baixa monta (R$ 500 a R$ 41 mil). Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão de uma cadeia partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 839.350,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas quatro delas são do mesmo campo político (MDB/PMDB do RS), e a maior parte do valor (R$ 830 mil) é uma despesa de campanha de Sebastião de Araújo Melo para a direção municipal do próprio partido, padrão comum de repasse partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 50 a R$ 8.000) e compatíveis com doações entre aliados ou ressarcimentos dentro da mesma coligação. Não há um fato concreto que destoe do esperado, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 840.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do MDB do Rio Grande do Sul (direção municipal de Porto Alegre, prefeito, vereador e deputado estadual), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 2.000, R$ 50, R$ 8.000) e o único valor alto (R$ 830.000) é uma despesa da campanha de Sebastião de Araújo Melo para a direção municipal do partido, padrão comum de repasse partidário. Não há fornecedor de ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza acima do resto, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 881.916,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve diretórios municipais do MDB e do PTB em Porto Alegre, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As maiores quantias são doações do diretório municipal para candidatos (R$ 40.000 para Tanise e R$ 9.485 para Elton) e despesas de Sebastião para o diretório (R$ 830.000), típicas de financiamento intrapartidário. Não há indício de empresa privada devolvendo valor expressivo ou fornecedor fora do ramo; o fluxo segue a lógica de recursos partidários circulando entre candidatos e diretórios da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 887.672,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve diretórios municipais do MDB e do PTB de Porto Alegre e candidatos do MDB e Republicanos, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2024) e os montantes não são de ordem de grandeza anômala entre si. O fluxo pode ser explicado por doações de diretórios a candidatos aliados e despesas de campanha pagas a diretórios, sem um fato concreto que fuja do padrão comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 932.431,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve diretórios municipais do MDB e do PTB em Porto Alegre e candidatos filiados a esses partidos, com transações que se estendem por 2020 e 2024. As maiores quantias são repasses dos diretórios partidários para candidatos (R$ 60 mil para Marenilda, R$ 40 mil para Tanise) e despesas de campanha de Sebastião de Araújo Melo (R$ 830 mil) para o diretório, valores compatíveis com financiamento partidário e gastos de campanha majoritária. O retorno de R$ 1.000 de Marenilda para Sebastião em 2024 é de baixa expressão e pode ser devolução de sobra ou acerto interno. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária no ciclo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 883.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (MDB) no Rio Grande do Sul: o prefeito Sebastião de Araujo Melo, a vereadora Tanise Amalia Pazzim e a direção municipal do partido. As transações são compatíveis com o fluxo partidário comum: repasse da direção municipal para candidata, despesa de campanha do prefeito para a direção e doações entre filiados. O valor total (R$ 883 mil) não é desproporcional ao porte de uma campanha municipal e não há fornecedor externo nem ramo estranho ao contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 876.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas 4 entidades, mas todas parecem ligadas ao MDB de Porto Alegre (Sebastião Melo é prefeito pelo MDB, Tanise Pazzim é vereadora pelo MDB, e a direção municipal do MDB aparece como intermediária). As transações são de valores modestos (R$ 5 mil, R$ 40 mil, R$ 1,2 mil) e a maior parte (R$ 830 mil) é uma despesa de campanha de Sebastião Melo para a direção municipal, o que pode ser repasse partidário ou ressarcimento. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas da mesma coligação/partido, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza exata desses repasses.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 861.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (MDB) no Rio Grande do Sul: o diretório municipal repassa recursos a uma candidata a vereadora, que paga despesa a um fornecedor, e o prefeito Sebastião Melo faz despesas ao diretório municipal. Esse tipo de movimentação entre diretório partidário, candidatos e fornecedores da mesma coligação é comum em campanhas eleitorais, especialmente quando há repasses de recursos partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 830 mil) e compatíveis com campanhas municipais. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa fantasma, apenas um fluxo circular que pode ser explicado pela estrutura partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 856.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e pessoas do MDB no Rio Grande do Sul, o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores das doações entre pessoas físicas são pequenos (R$ 1.000 cada), e o valor maior é uma despesa de Sebastião de Araújo Melo para a direção municipal do partido, típica de repasse partidário. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 841.250,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas integrantes e a estrutura do MDB de Porto Alegre: um prefeito, dois vereadores do mesmo partido e a direção municipal. As transações são de baixo valor (R$ 500 a R$ 8.300 por lançamento) e a maior parte do volume (R$ 830.000) é repasse do prefeito à direção municipal, padrão comum de contribuição partidária. O ciclo pode ser explicado por doações entre aliados da mesma coligação e repasses internos do partido, sem fornecedor externo nem valor fora de escala.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 838.500,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do MDB do Rio Grande do Sul, e o elo central é a Direção Municipal/Comissão Provisória do partido, que repassa recursos a candidatos e recebe despesas de campanha — padrão comum de conta partidária. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 8.300) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado. O loop aparente decorre de doações entre aliados do mesmo partido e do fluxo partido-candidato, não de um esquema circular suspeito.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 853.028,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (MDB) no Rio Grande do Sul: o diretório municipal repassa recursos a um candidato a vereador, que paga despesa a uma pessoa física, e o prefeito Sebastião de Araujo Melo aparece doando ao diretório e recebendo doação de Carolina Lemes. As transações são de valores modestos (R$ 2.000, R$ 1.000, R$ 2.028,63) e a maior parte do fluxo (R$ 830.000) é despesa do prefeito ao próprio diretório, padrão comum de repasse partidário. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 855.017,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do MDB no RS, o que é compatível com repasses internos de direção partidária e doações entre aliados. Porém, a cadeia fecha com valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 2.000 a R$ 830.000) e inclui uma entidade sem nome identificado (80328962015), o que impede afirmar que é apenas coincidência de coligação. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão partidário, mas também não dá para descartar sem checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 860.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 2.000 a R$ 830.000) e entidades com vínculos partidários parcialmente coincidentes (MDB), mas também uma empresa de diretório municipal e uma candidata do PL. As transações listadas não formam um encadeamento claro e direto entre as mesmas cinco entidades do resumo, e os anos variam (2020, 2022, 2024, 2026), o que dificulta atribuir um padrão único. Não há um fato isolado que destoe de forma evidente, nem uma explicação simples e completa para o loop.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 876.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas figuras do MDB do RS (Sebastião de Araujo Melo, prefeito, e Pablo Sebastian Andrade de Melo, vereador) e a direção municipal do partido, o que é compatível com repasses internos de campanha e despesas de uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 8.300 de despesa do prefeito à direção municipal, R$ 40.750 de doação da direção ao vereador) e não há indício de enriquecimento ou de fornecedor fora do ramo. O loop pode ser explicado por movimentação rotineira de recursos partidários entre candidatos aliados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 886.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do MDB de Porto Alegre, com valores modestos (R$ 100 a R$ 4.970 por doação) e uma despesa de R$ 830.000 do candidato a prefeito para a própria direção municipal, típica de repasse partidário. As doações entre candidatos da mesma sigla e o retorno à direção municipal são compatíveis com movimentação interna de campanha, não com um esquema fechado entre desconhecidos. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 883.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do MDB de Porto Alegre, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 3 mil, R$ 1 mil) e repasses da direção partidária a candidatos, padrão comum em campanhas. A maior transação é uma despesa de R$ 830 mil da campanha de Sebastião de Araujo Melo à direção municipal, compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária, não com retorno de doação. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que exija checagem manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 881.500,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades pessoas físicas são do MDB/PMDB do Rio Grande do Sul, e a entidade empresarial é a direção municipal do próprio partido em Porto Alegre. O fluxo principal é a campanha de Sebastião de Araujo Melo repassando R$ 830.000,00 à direção municipal do MDB, que por sua vez repassa R$ 49.700,00 a Luciane Beiro Gonçalves; os demais elos são valores pequenos (R$ 300 a R$ 1.000) entre correligionários do mesmo partido. Isso é compatível com repasses partidários e doações entre aliados da mesma coligação, sem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 882.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (MDB) no Rio Grande do Sul, e a maior parte do valor (R$ 830 mil) é uma despesa de campanha de Sebastião de Araujo Melo para a direção municipal do próprio partido, o que é um repasse partidário comum. As demais transações são doações de valores baixos entre filiados do mesmo grupo político, compatíveis com apoio mútuo dentro da mesma coligação. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 846.769,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e pessoas do mesmo partido (MDB) no Rio Grande do Sul, incluindo a direção municipal do partido. As transações são de baixo valor (a maior é R$ 830 mil da campanha de Sebastião para a direção municipal, valor compatível com repasse partidário) e se distribuem entre 2020 e 2024, não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O padrão é típico de movimentação financeira interna de uma mesma coligação/partido, com doações e despesas entre candidatos aliados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 848.469,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do MDB no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações incluem doações da direção municipal a vereadores, doação de um vereador a um candidato a prefeito e despesas de campanha pagas a fornecedores, todas dentro do mesmo partido. O valor total de R$ 848 mil é modesto e não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa recebendo de volta exatamente o que doou. O padrão é consistente com movimentação financeira típica de campanhas eleitorais municipais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16.700, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (MDB entre Sebastião e Tiago) e as transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras de campanha, sem um fato concreto que destoe. Não há indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem relação partidária ou valores anormalmente altos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.442,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12,4 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários entre Sebastião e Tiago (ambos MDB/RS), mas Clóvis é de outro partido (PODE), e a empresa Speed Promocional aparece como fornecedora de brindes, ramo compatível com despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para descartar totalmente sem checar as datas exatas e a natureza dos repasses.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 71.612,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PL, PP) e valores pequenos (R$ 500 a R$ 67.955), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 a 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há uma doação de NILDA TERESINHA MAIA para NADIA que não se conecta claramente à cadeia principal, e a maior despesa (R$ 67.955) é de NADIA para FRANCISCO, sem indicar retorno direto a SEBASTIÃO. Os fatos não permitem afirmar se é coincidência entre campanhas ou algo que mereça checagem, faltando elementos como vínculo partidário comum ou valores expressivos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 67.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 67.900 no total) e todas as pessoas físicas identificadas são do MDB do RS, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e incluem doações e despesas de campanha, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de redes de campanha do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.700,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026), o que é compatível com doações entre correligionários do mesmo partido ao longo de vários pleitos. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 9.000) e não há indício de empresa fornecedora ou de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop aparente surge da agregação de transações esparsas em anos diferentes, não de uma movimentação circular concentrada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Sebastião de Araujo Melo e Pablo Sebastian Andrade de Melo, ambos do MDB/RS, com valores modestos (R$ 26.750 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2024. As setas incluem doações de pessoas físicas e despesas de campanha, padrão comum em redes de aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre estranhos) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 105.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco pessoas de partidos diferentes (MDB, PL, CIDADANIA, PP) e cargos/anos distintos, sem coligação ou partido comum que explique a cadeia fechada. As transações somam R$ 105.150,00 e retornam ao ponto de partida, com destaque para a doação de R$ 20.000,00 de Fernanda Biskup da Luz (CIDADANIA) a Douglas Martello (PL) em 2024, sem vínculo partidário evidente. O retorno final de Francisco Osório (PP) a Sebastião Melo (MDB) em 2024 fecha o loop, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. Isso justifica uma checagem humana para entender a motivação dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 71.155,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro políticos de partidos diferentes (PL, MDB, PSC, PP), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação, mas os valores são pequenos (R$ 1.000 a R$ 1.200) e as transações ocorrem em anos distintos, podendo ser doações ou despesas rotineiras entre candidatos da mesma região. A maior transação (R$ 67.955,25) é uma despesa de Nadia para Francisco, sem relação clara com as demais. Não há um fato concreto que destoe fortemente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem nexo, mas também não é possível afirmar que é um padrão legítimo comum.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 231.408,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PSC, PL) e uma empresa de consultoria, com valores muito díspares: a maior transação é a doação de R$ 226 mil da ELEGIS para Jesse Sangalli, enquanto as demais são de R$ 300 a R$ 1.200. O elo de fechamento (Nadia -> ELEGIS, R$ 26,31) é irrisório e pode ser mero resíduo contábil, e a doação de Tadeu (PSC) a Nadia (PL) não tem explicação óbvia. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), mas a mistura de partidos e a assimetria de valores impedem descartar como rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do MDB no RS (Sebastião de Araujo Melo, prefeito, e Pablo Sebastian Andrade de Melo, vereador), o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido. As transações são de baixo valor (R$ 12.050 no total) e espalhadas por vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre membros de uma mesma coligação, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 47.210,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (MDB, PL, CIDADANIA) e valores modestos (R$ 47,2 mil no total), com transações que podem ser explicadas por doações entre candidatos da mesma região e ressarcimentos de despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A cadeia fechada chama atenção, mas sem mais contexto (vínculos pessoais, coligações, natureza das despesas) não dá para classificá-la como bizarra nem como claramente rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.433,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PL, REPUBLICANOS) e uma empresa de consultoria, com valores baixos (R$ 11,4 mil no total). As transações são de anos distintos (2022, 2024, 2026) e incluem doações e despesas, o que pode ser coincidência entre campanhas ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do MDB no RS (Sebastião de Araujo Melo e Pablo Sebastian Andrade de Melo), o que é compatível com um padrão legítimo de mesma coligação/partido. As transações mostram doações de terceiros (Victor Hugo, Larusha) e despesas pagas a fornecedores (Victor Hugo, Yara), sem um retorno direto e fechado do dinheiro à campanha de origem. O valor total (R$ 19.250) é baixo e não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.610,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas R$ 17.610 e pessoas com sobrenomes que sugerem vínculo familiar (Melo, Carvalho/Majevski), além de todos os candidatos identificados serem do MDB/RS. As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e valores baixos, compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.663,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos (R$ 29,6 mil no total). Três das quatro pessoas são filiadas ao MDB/RS, o que pode explicar a circulação como repasses partidários ou ressarcimentos, mas a empresa NOSCHANG aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, e há um elo sem nome (43812112000) que não permite avaliar a conexão. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima dos demais ou ciclo fechado no mesmo ano), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem checar a relação entre a gráfica e as campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.363,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 30 mil no total) e todos os agentes políticos identificados são do MDB do RS, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A gráfica NOSCHANG aparece tanto como fornecedora de campanha quanto doadora, mas o valor doado (R$ 794,50) é muito inferior ao recebido (R$ 7.775,60), padrão comum de pequenos empresários que doam a candidatos. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações entre correligionários, mas também não é possível descartar completamente sem checar a cronologia exata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 865.000,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao MDB do Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 2 mil a R$ 6 mil) entre candidatos do mesmo partido, além de repasses da direção municipal. O elo mais expressivo é a despesa de R$ 830 mil de Sebastião de Araujo Melo à direção municipal, que é justamente o tipo de transferência partidária comum (contribuição estatutária, fundo partidário, cessão de estrutura). Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que fuja do padrão de movimentação interna de uma coligação municipal.
severidade média5 nósR$ 10.500,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas em anos distintos (2018, 2022, 2024) e valores que não retornam ao ponto de partida. As entidades principais incluem dois políticos do MDB/RS e um do PL/RS, sem coligação explícita que explique tudo, mas também sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). A soma de R$ 12.000 é baixa e compatível com movimentações rotineiras de campanha, então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.043,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e valores baixos (R$ 1.000 a R$ 10.000), típicos de doações entre candidatos do mesmo partido (MDB) no RS. Não há um encadeamento temporal curto nem valores atípicos que sugiram um loop artificial; a maioria das entidades é do MDB, o que explica a circulação de recursos dentro do mesmo grupo político. A presença de um candidato do DEM (MATEUS) em 2016 e 2022 não chega a ser um fato que dificulte a explicação simples, dado o contexto de alianças locais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 79.922,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 79.922,50 no total) e todas as pessoas físicas identificadas são do MDB do RS, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. A empresa NOSCHANG ARTES GRAFICAS aparece como fornecedora de campanha (despesa de R$ 13.878,00 em 2018) e depois como doadora de R$ 794,50 em 2024, o que pode ser relação comercial normal, mas o intervalo de 6 anos e a inversão de papéis (fornecedor que vira doador) merecem uma olhada. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo incompatível, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro com segurança.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 80.622,50
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao MDB do Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum em cadeias de doação e despesa dentro do mesmo partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 80,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A empresa NOSCHANG ARTES GRAFICAS atua no ramo gráfico, compatível com despesas de campanha, e recebeu doações de um candidato do mesmo partido. Não há indício de valores muito acima do mercado ou de fornecedor com ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 862.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas filiados e a direção municipal do MDB de Porto Alegre, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 600 a R$ 1.000) e um repasse de R$ 830 mil do prefeito à direção municipal, compatível com repasses partidários rotineiros. As doações entre candidatos da mesma sigla e o retorno via direção municipal são padrão comum em campanhas coligadas, sem indício de empresa privada devolvendo valor expressivo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 865.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do MDB do Rio Grande do Sul (Sartori, Melo, Moysés e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 865 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O maior fluxo é a despesa de R$ 830 mil de Sebastião Melo para a direção municipal, valor compatível com repasses partidários rotineiros. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando e recebendo de volta quantia equivalente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 864.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do MDB no Rio Grande do Sul (Sartori, Melo, Fernanda e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos e dispersos ao longo de 2018-2024, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho. O elo 'sem nome' e a direção municipal são entidades partidárias, não empresas privadas de ramo alheio, o que enfraquece a leitura de ciclo fechado suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 841.000,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do MDB no Rio Grande do Sul, e a maior parte do fluxo (R$ 830 mil) é uma despesa de campanha de Sebastião Melo para a direção municipal do próprio partido, padrão comum de repasse partidário. As demais transações são doações de valores baixos (R$ 1 mil a R$ 5 mil) entre candidatos da mesma sigla, compatíveis com apoio mútuo dentro do partido. O ciclo se fecha, mas os valores e a coincidência partidária oferecem explicação simples e legítima.