severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (MDB) e atuam no RS, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária ou reembolsos internos. Os valores são modestos (R$ 31 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem um padrão de ida e volta imediata. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentações entre aliados políticos, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 33.000,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, com atuação nos mesmos anos (2014/2018), o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 20.000) e as transações incluem doações e despesas típicas de campanha, como pagamento a uma pessoa física (PATRICIA DE FATIMA PORTA SARDÁ) que aparece como doadora e fornecedora. O ciclo fechado pode ser explicado por circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, sem indício de anomalia grave.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.480,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 20.000). Três das entidades são do MDB/RS, o que poderia explicar conexões partidárias, mas as duas pessoas físicas intermediárias (Patrícia e Ricardo) não têm partido ou cargo informado, dificultando avaliar se há relação legítima. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima dos demais ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.480,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Jose Ivo Sartori e Marcio Della Valle Biolchi) são do mesmo partido (MDB/RS), o que oferece uma explicação plausível de articulação política. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores não são equivalentes, dificultando caracterizar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações e despesas entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas identificadas (José Ivo Sartori e Márcio Biolchi), ambas do MDB/RS, o que é compatível com repasses internos de partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 27 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto, então não há um fato concreto que force uma checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 29 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários (MDB) entre alguns agentes, o que poderia explicar doações e despesas dentro de uma mesma coligação ou grupo político. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do MDB do RS (Sartori e Melo) e pessoas físicas, com valores baixos (R$ 26,7 mil no total) e transações em anos distintos (2018 e 2024). As doações de pessoas físicas a campanhas e os pagamentos de campanhas a pessoas físicas são operações comuns, e a conexão partidária entre os dois candidatos oferece uma explicação simples para o loop. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 886.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do MDB no Rio Grande do Sul (candidatos e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 830 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2024, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 31,5 mil no total) e todos os três políticos nomeados são do MDB do RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. As transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop imediato, e os valores individuais são pequenos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as pessoas físicas sem partido listadas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 414.230,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes: R$ 145.360,00 de despesa de campanha a uma gráfica versus R$ 794,50 de doação da mesma gráfica a uma vereadora e R$ 1.000,00 de despesa a um terceiro. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e a gráfica é fornecedora típica de campanha, o que dá explicação plausível para o pagamento. Os demais elos são de valores baixos e podem ser doações ou ressarcimentos comuns, sem um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 414.930,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 414.930,60, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024) e os valores são muito díspares: a maior parte é um pagamento de R$ 145.360,00 da campanha de José Ivo Sartori à gráfica Noschang, enquanto as demais transações somam valores pequenos. Há vínculos partidários (MDB) entre José Ivo Sartori e Mauro da Silva Nunes, o que pode explicar parte da cadeia, mas a conexão com a gráfica e com Idalino Mário Zanette não está clara. Não há um fato agudo que caracterize ciclo fechado e suspeito, nem elementos suficientes para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.582,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 36.582 no total) e entidades que compartilham partidos (MDB/PSDB) e atuação no RS, o que poderia ser explicado por repasses internos de coligação ou ressarcimentos. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e a cadeia inclui uma pessoa sem partido identificado (CAUANA LOUISE SCHNEIDER DA ROSA), dificultando afirmar que se trata de um loop intencional ou de mera coincidência. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado), mas também não é possível descartar a necessidade de checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 100.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PL, UNIÃO) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras entre campanhas, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Não há elemento que force uma checagem imediata, mas também não se pode descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 104.934,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (de R$ 0,44 a R$ 79.300,90) e anos variados (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (MDB, PL, UNIÃO) e cargos distintos, mas todas atuam no RS, e a direção municipal do MDB aparece como intermediária em várias transações, o que pode ser padrão partidário legítimo. Não há um fato único e concreto que destoe de forma clara, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 103.292,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PL, UNIÃO) e uma direção municipal do MDB, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do fluxo é de uma direção municipal para candidatos, padrão comum de repasse partidário. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 98.520,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 98.520 no total) e entidades que compartilham partidos (PL e MDB) e atuação no RS, o que pode ser explicado por repasses internos de coligação ou ressarcimentos entre campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020), sem concentração temporal que sugira um esquema coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 62.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (MDB e Republicanos) e valores modestos (R$ 500 a R$ 30.000), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A doação de R$ 30.000 da direção municipal para Eracildo Guilherme Linck em 2020 é a maior, mas pode ser repasse partidário legítimo. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, nem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 55 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são pequenos e compatíveis com repasses partidários rotineiros. Há vínculos partidários parciais (MDB e Republicanos) e a direção municipal do MDB aparece como intermediária, o que é um padrão comum em coligações. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.230,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e valores modestos (R$ 19.230 no total), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. Por outro lado, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há uma aparente inconsistência de nomes (KELBE NUNES GONÇALVES vs. KELBE GONÇALVES RODRIGUES), o que impede afirmar que o loop é apenas coincidência entre aliados. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas também não há explicação simples e completa para o encadeamento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 191.945,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 191.945,75, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e não formam um loop fechado no mesmo período. As conexões entre os atores são indiretas e podem ser explicadas por doações partidárias rotineiras, repasses de diretório e despesas de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há evidência de que o dinheiro retorne à origem de forma suspeita ou que os valores sejam anômalos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.030,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e valores modestos (R$ 21 mil no total), com transações espaçadas entre 2018, 2020 e 2022. Não há um padrão claro de devolução de recursos ou de fornecedor sem relação com o serviço, e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas de pequeno porte. A ausência de informações sobre a coligação ou o contexto das despesas impede uma conclusão mais firme.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.120,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PL e PSDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem uma coligação ou conta partidária comum que explique a cadeia. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 10.020) e as transações são de tipos variados (doações e despesa), o que dificulta tanto descartar como confirmar um padrão suspeito. Não há um fato agudo que justifique priorização imediata, mas também não há explicação simples e legítima evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 304.213,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PTB, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação. Porém, o elo mais pesado é a despesa de R$ 290 mil da campanha de Adriana Vieira Lara (PL) à empresa NOVA GERAÇÃO LTDA, cujo ramo de atividade não é informado — sem esse dado, não dá para dizer se é fornecimento legítimo ou algo que mereça checagem. Os demais elos são de valores baixos e podem ser doações entre aliados ou repasses partidários.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 232.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três são candidatos do PSDB no RS, o que torna plausível que as transações decorram de alianças partidárias ou repasses internos. A empresa XR Global Brasil Ltda aparece no resumo como elo do ciclo, porém não há transação detalhada ligando-a diretamente aos candidatos, e os valores entre pessoas físicas são modestos (R$ 5 mil e R$ 20 mil). Já os pagamentos de Eduardo Figueiredo à Adstream (R$ 47 mil e R$ 144 mil) são despesas de campanha com fornecedor de tecnologia, ramo compatível com serviços eleitorais, sem indício de retorno do dinheiro. Falta um fato concreto que fuja do padrão político-partidário para justificar priorização.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 228.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSDB, NOVO, PR) e uma empresa privada, sem coligação comum declarada. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação de repasse partidário ou ressarcimento imediato. A empresa XR GLOBAL BRASIL LTDA aparece como elo da cadeia, mas não há transação direta com ela nos dados, sugerindo que o loop pode ser artefato de agregação. Ainda assim, a combinação de atores sem vínculo partidário claro e a presença de uma empresa no ciclo justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 232.300,00
IA · deepseek-flash O resumo descreve um ciclo entre cinco entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado com os mesmos atores: aparecem ADSTREAM SOLUCOES TECNOLOGICAS, LEANDRO JACQUES DE CASTRO e ADSTREAM SAMBA, que não estão no ciclo resumido. As entidades conhecidas são todas do PSDB/RS, o que permite explicar parte das movimentações como relações partidárias ou prestação de serviços, mas a ausência de detalhes sobre a XR GLOBAL e sobre os elos intermediários impede concluir se há algo realmente anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 228.434,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro: há doações e despesas entre campanhas e empresas, porém os valores e anos não se encadeiam de forma direta (ex.: doação de R$ 5.000 de Aldo para Eduardo em 2018, despesas de Eduardo com Adstream em 2018 e 2022, doação de Adstream para Nelson em 2020, despesa de Nelson com Nova Geração em 2022). As conexões partidárias (PSDB, PTB) e a presença de empresas fornecedoras de serviços de campanha são comuns, mas a multiplicidade de elos e a ausência de um padrão único de coligação ou repasse oficial dificultam uma explicação simples. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo (valores extremos, ramo incompatível), mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 214.250,00
IA · deepseek-flash O resumo descreve um ciclo entre quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado: as doações e despesas envolvem pessoas e empresas diferentes (Jorge Rocir, Adstream, XR Global) e não há evidência de que o dinheiro retorne ao ponto de partida. Os valores e anos também não se encaixam claramente no ciclo descrito. Sem uma cadeia direta e verificável, não há fato concreto que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 78.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 78 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e não formam um loop fechado no mesmo período. Três dos quatro políticos são do PSDB/RS, o que pode explicar parte das doações como articulação interna partidária, mas a entrada da empresa XR Global Brasil e da ADSTREAM não se conecta claramente às demais. O valor total é baixo e as quantias individuais são modestas, sem salto de ordem de grandeza que force uma checagem imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 86.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PSDB do Rio Grande do Sul, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos de despesas de coligação. Os valores são modestos (R$ 86 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão de devolução imediata ou de empresa fachada. Não há indício de que o dinheiro tenha saído e voltado ao ponto de origem de forma artificial ou com valores desproporcionais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 82.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, NOVO, PR) e valores modestos (R$ 82.250 no total), com transações espalhadas entre 2018 e 2024. Há um elo intermediário (NEIVA MARIA DALCHIAVON) que não é candidata e aparece como doadora e recebedora de despesas, o que quebra a leitura de ciclo direto entre campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor fora do ramo, empresa doando e recebendo de volta), mas a mistura de partidos e o intervalo longo tornam a explicação por coligação única pouco imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 86.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do PSDB/RS (Eduardo Leite, Nelson Marchezan e Christian Wyse), o que é compatível com uma rede de aliados do mesmo partido. As outras duas entidades (Neiva Dalchiavon e Leandro Castro) não têm partido informado, mas aparecem como doadoras e fornecedoras/beneficiárias de despesas, o que pode ser um padrão legítimo de prestação de serviços ou repasses internos. Os valores são modestos (R$ 86 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe (como fornecedor de ramo incompatível ou valor muito acima do mercado), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 82.134,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 82 mil, mas as transações listadas não formam um loop fechado e direto entre as mesmas pessoas: há doações de terceiros (Neiva Maria Dalchiavon) e pagamentos a fornecedores (Geração Gráfica, Nova Geração Ltda). As conexões entre Eduardo Leite (PSDB), Nelson Marchezan (PSDB) e Aldo Chiattone (PTB) podem ser explicadas por alianças partidárias no RS, e os valores são modestos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 67.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas quatro pessoas físicas e valores modestos (R$ 67.950 no total), com transações espalhadas por vários anos (2018 a 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As duas entidades identificadas são do mesmo partido (PSDB/RS), o que oferece uma explicação plausível de coordenação partidária ou ressarcimentos entre aliados. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.460,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PODE, PSD) e anos distintos (2014-2026), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 12.460 no total) e as transações estão espalhadas ao longo de vários anos, o que é compatível com relações políticas locais rotineiras no RS. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 21.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco pessoas de partidos diferentes (PSDB, PODE, PSD) e cargos/anos variados, sem uma coligação única que explique naturalmente todas as setas. O elo de maior valor é uma doação de R$ 10.000 de Naasom (PSDB) para Raizer (PSDB) em 2024, enquanto o restante são valores menores e de anos distintos, o que dificulta enxergar um padrão rotineiro de repasse partidário. O fechamento do loop em Eduardo Figueiredo (PSDB), governador, passando por um vereador do PSD, merece checagem humana para entender a motivação econômica dessas transferências.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 60.384,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSDB, PP, PTB) e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, há intermediários (Joel Vargas da Silva) e uma doação de direção partidária, padrões comuns em campanhas. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 118.832,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PODE, PSD) e valores modestos, mas o elo de maior valor (R$ 95.000 de Valdir Bonatto para Eduardo Leite) é uma doação entre campanhas de partidos distintos, o que não é padrão típico de repasse partidário. Os demais elos são de baixo valor e podem ser despesas de campanha ou doações pontuais. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a mistura de partidos e a direção do fluxo (doação de um candidato a outro de sigla diferente) merece uma olhada humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.350,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PSDB do RS e duas empresas, com valores modestos (R$ 41,3 mil no total). As transações podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos a fornecedores de campanha, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou empresa de ramo incompatível). Não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro ou estranho; uma checagem humana pode esclarecer se há relação indevida, mas o sinal não é claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.023,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 21 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e misturam doações e despesas. Há vínculos partidários parciais (PSDB entre Eduardo e Lucas; Aldo é do PTB), mas o elo com a empresa NOVA GERAÇÃO LTDA não tem partido/coligação declarado. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanhas municipais/estaduais no RS, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 119.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PODE) e valores muito díspares: a maior transação é uma doação de R$ 95.000 de Valdir Bonatto (PSD) para Eduardo Leite (PSDB), enquanto as demais somam R$ 24.850. Não há coligação única que explique todas as setas, mas também não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível). O caso merece checagem, mas os dados fornecidos não permitem afirmar que foge de um padrão comum de movimentação entre campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 23.300, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há elos entre pessoas sem partido/coligação em comum (PSDB e PSD), porém os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 47.851,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PTB) e uma empresa, com transações em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 47,8 mil no total) e as transações parecem doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno direto do dinheiro ao doador original. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação eleitoral, mas a cadeia fechada merece uma checagem manual para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PP) e valores que não são idênticos, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Além disso, há uma doação de PEDRO JOEL DE OLIVEIRA para ANDRE NUNES PACHECO (R$ 4.800) que não faz parte do ciclo principal, sugerindo que a cadeia pode ser um artefato de como os dados foram agregados. Não há um fato concreto e gritante que justifique priorização imediata, mas também não é possível descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 42.851,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PP, PTB) e uma empresa, com transações em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 42,8 mil no total) e as transações parecem doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno do dinheiro ao doador original. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação entre campanhas, mas a multiplicidade de atores e a presença de uma empresa impedem uma explicação simples e automática.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PODE) e valores modestos (R$ 24,3 mil no total), com transações espalhadas entre 2018 e 2024. Não há um fato isolado que destoe — como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível. O padrão pode ser explicado por doações entre aliados e ressarcimentos em anos distintos, mas a existência de um loop fechado com partidos distintos merece uma olhada rápida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 48.851,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PTB, PODE) e uma empresa, com transações em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de um único esquema coordenado. Os valores são modestos (R$ 48,8 mil no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados, repasses partidários ou despesas de campanha usuais. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.694,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSDB, PTB, PSD) e uma empresa, com transações em anos distintos (2018, 2020, 2022). Não há um padrão claro de mesma coligação ou conta partidária que explique o loop, mas também não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores entre R$ 934,78 e R$ 10.000,00). A empresa NOVA GERACAO LTDA aparece como intermediária, mas sem informação sobre seu ramo de atuação ou vínculo com as campanhas, não é possível afirmar que seja um caso bizarro ou rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas a maioria é do PSD/RS e há um PSDB (Eduardo Leite) que doou a uma vereadora do PSD em 2022, ano em que ele concorreu ao governo. As transações são de valores modestos (R$ 1 mil a R$ 10 mil) e espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato agudo que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço; o quadro é compatível com movimentação entre aliados da mesma base no RS.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 47.851,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PTB) e anos distintos (2018 a 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 47,8 mil no total) e as transações parecem compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, sem indício de retorno financeiro desproporcional. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.