severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 278.090,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 278 mil, mas a maioria das transações é compatível com padrões comuns: repasses da direção municipal do CIDADANIA a candidatos do próprio partido (Pedro Ivo e João Vitor), doação de uma candidata a vereador a um candidato a deputado estadual do mesmo partido, e pagamento de despesa de campanha a uma empresa de intermediação cultural. O elo que menos se encaixa é a doação de R$ 1.126,00 da EVOE (empresa) para Júlia Ribeiro, vereadora do CIDADANIA, mas o valor é pequeno e pode ser doação empresarial permitida à época. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como plenamente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.365,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doa para uma campanha do PT e, na direção oposta, recebe pagamentos de despesa de uma campanha do PSOL, partidos diferentes e sem coligação indicada. Além disso, a campanha do PSOL paga à EVOE um total (R$ 8.105,61) muito superior ao que a empresa doou (R$ 3.414,00), e há um elo intermediário (Poliane) que recebe despesa da campanha do PT e doa para a campanha do PSOL, fechando o loop. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.485,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16,4 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024) e partidos distintos (PSOL, PSB), sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. Os valores são modestos e há explicações plausíveis (doações entre aliados, ressarcimentos, prestação de serviços), mas a presença de duas empresas intermediando recursos entre candidatos de partidos diferentes impede descartar de imediato. Faltam dados sobre vínculos societários ou contratos que liguem as empresas aos candidatos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.347,50
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL-MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário e recebendo de volta R$ 8.105,61 em despesas da campanha de Áurea, resultando em fluxo líquido positivo para a empresa. Embora todos sejam do mesmo partido, o retorno financeiro à empresa doadora e a existência de um ciclo fechado de recursos entre campanhas justificam uma checagem humana para verificar a natureza dos serviços prestados e a real motivação das doações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.123,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018-2020, sem salto de ordem de grandeza. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 201,08) é irrisório e compatível com prestação de serviços culturais a campanhas. Não há um fato concreto que fuja do roteiro partidário-eleitoral normal.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 13.475,69
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa privada (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e três candidatos do PSOL-MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário e recebendo de volta R$ 1.509,89 em despesas de Jorgetânia, além de doações entre os próprios candidatos. A empresa não é partido nem coligação, e o ramo de 'serviços culturais' não tem relação óbvia com campanha eleitoral, o que dificulta a explicação por padrão partidário rotineiro. O valor total é modesto, mas o loop fechado com uma empresa privada no meio merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.751,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-MG, com valores modestos (R$ 14,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2020. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e fornecedora de despesa de campanha de outra candidata do mesmo partido, o que é compatível com contratação de serviços culturais e doações dentro do mesmo campo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.442,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 13,4 mil no total) e todos os indivíduos são filiados ao PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com uma rede de doações e despesas dentro do mesmo partido/coligação. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor que recebe (R$ 155,60) é irrisório perto do que doou (R$ 6,2 mil), sugerindo que o 'loop' pode ser apenas uma coincidência contábil de transações independentes. Não há um fato agudo que destoe (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 95.744,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, o que é um padrão comum de movimentação dentro do mesmo partido. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), compatíveis com doações entre aliados e repasses partidários. A empresa EVOE aparece doando para um candidato e recebendo um pagamento pequeno de outro, mas sem indício de que o valor retorne de forma significativa ou desproporcional.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.675,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL de Minas Gerais, com valores modestos (R$ 13,6 mil no total) e transações pulverizadas em vários anos. A maior parte do fluxo é compatível com repasses partidários a candidatos e despesas de campanha, e o retorno à EVOE (R$ 402) é pequeno diante do total. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 24.231,69
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e três candidatos do PSOL-MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário Braga e recebendo de volta R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina. O ramo da empresa (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com campanha eleitoral, e o valor que retorna à empresa é maior do que o doado, o que dificulta uma explicação simples de mera coincidência ou repasse partidário. Embora todos sejam do mesmo partido, o fluxo circular empresa→candidato→candidato→partido→candidato→empresa merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.154,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores pequenos (R$ 14 mil no total) e concentrados em 2018. A empresa EVOE aparece doando a um candidato e recebendo despesa de outra candidata do mesmo partido, o que pode ser prestação de serviços culturais/campanha dentro da mesma rede política. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.856,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e como destino de despesa de outra candidata, mas o valor da despesa (R$ 2.140,22) é muito menor que a doação (R$ 6.214,40), não configurando retorno significativo. O total movimentado é baixo (R$ 18.856,00) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.966,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do PSOL-MG (candidatos e direção estadual), o que é um padrão comum de movimentação interna de campanha. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 149,10) é irrisório perto do doado (R$ 6.214,40), e a soma total é baixa (R$ 14.966,73). Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado para doações e despesas dentro de um mesmo partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.059,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 15 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL e PT em MG), o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos e despesas de campanha em uma mesma coligação. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 727,60) é muito inferior ao doado (R$ 6.214,40), afastando a ideia de devolução disfarçada. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão rotineiro de financiamento, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.778,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL-MG, com valores que giram em torno de R$ 16,7 mil. A empresa doa R$ 6,2 mil a Dário, que doa R$ 250 a Kênia, que paga R$ 625 a Diogo, que doa R$ 237 a Áurea, que paga R$ 8,1 mil à EVOE — um retorno à empresa de origem. Embora todos os candidatos sejam do mesmo partido, o fluxo de ida e volta entre a empresa e a campanha de Áurea (R$ 8,1 mil pagos à EVOE) após a empresa ter doado a outro candidato do partido chama atenção e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.767,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16.767,50, com dinheiro saindo de uma campanha, passando por uma empresa de intermediação cultural, por dois candidatos do PSOL-MG e voltando à mesma empresa. Embora os candidatos compartilhem partido e UF, a presença de uma empresa privada (EVOE) no centro do loop, recebendo R$ 8.105,61 de uma campanha e doando R$ 6.214,40 a um candidato, não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. O valor de R$ 8.105,61 pago pela campanha de Áurea à EVOE é de uma ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.150,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações se concentram em 2018, com a empresa EVOE aparecendo como doadora e também recebendo pagamento de um dos candidatos, o que pode ser um serviço prestado. Não há indício de enriquecimento ou desvio de grande monta; a movimentação é compatível com a operação de uma campanha partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.502,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e a direção estadual do partido aparece na cadeia, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha de um mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 13,5 mil no total) e distribuídos ao longo de 2018 e 2020, sem salto de ordem de grandeza. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais recebeu despesa de uma campanha e doou para outra, o que pode ser fornecedor contratado e doador, mas não há elemento que force uma checagem humana imediata. Fica no meio: nem claramente rotineiro, nem com fato concreto que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.778,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos entre aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 14,7 mil no total) e as transações se distribuem por 2018 e 2020, sem concentração temporal anômala. A empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços culturais, o que pode ser explicado por contratação de serviços de campanha, embora mereça nota. Não há indício de valores de ordem de grandeza discrepante ou de fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.469,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 13,4 mil no total) e transações concentradas em 2018. A maior parte do fluxo é a direção partidária repassando recursos a candidatos e um candidato pagando despesa a uma empresa de serviços culturais, padrão comum em campanhas. Não há indício de enriquecimento ou de valores desproporcionais que fujam do routine de prestação de contas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.544,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores baixos (R$ 13,5 mil no total) e transações pulverizadas em 2018. A empresa EVOE aparece como doadora de Dário (R$ 6,2 mil) e recebedora de despesa de Kênia (R$ 230), o que pode ser coincidência de fornecedor cultural contratado por uma campanha e doador de outra. Não há indício de que os valores retornem em montante equivalente ao doado, nem de fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 95.771,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e a direção estadual do partido aparece como intermediária, o que é um padrão comum de repasse partidário. Os valores são modestos (R$ 95,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 5,8 mil) é muito inferior ao doado (R$ 6,2 mil), o que não configura retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 24.258,94
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e três candidatos do PSOL de MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário Braga e recebendo de volta R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina, valor superior ao que doou. Embora todos os envolvidos sejam do mesmo partido, o retorno financeiro à empresa doadora dentro do mesmo ciclo eleitoral e o ramo de 'serviços culturais' sem relação óbvia com as despesas de campanha justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.181,29
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa privada (EVOE) e três candidatos do PSOL/MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário e recebendo de volta R$ 547,00 de Sandra, enquanto o partido estadual repassa R$ 6.296,75 a Sandra e recebe R$ 39,81 de Leandra. Embora todos os candidatos sejam do mesmo partido, a presença de uma empresa de intermediação de serviços culturais doando valores altos a um candidato e recebendo despesa de outro candidato no mesmo ciclo curto de 2018 não tem explicação óbvia por coligação ou repasse partidário. O valor total é modesto, mas o desenho circular envolvendo uma empresa privada merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.883,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma sigla e pagamentos a fornecedores de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de Dário e como destino de despesa de Izabella, mas o valor é modesto (R$ 2.140,22) e pode ser contratação de serviço de intermediação cultural ou financiamento coletivo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.993,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 14.993,98 no total) e transações pulverizadas entre 2018 e 2020. A maior parte do fluxo é compatível com doações partidárias e despesas de campanha dentro do mesmo campo político, e o retorno à EVOE é de apenas R$ 149,10, sem ganho aparente. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.086,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL e PT em MG), com transações pulverizadas entre 2018 e 2020. A EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora de Dário Braga quanto como fornecedora paga por Andreia de Jesus, o que pode ser coincidência de rede de militância cultural ou mero fornecedor comum. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não há explicação simples e completa para o loop.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.778,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e uma empresa ligadas ao PSOL de Minas Gerais, com valores modestos (R$ 16,7 mil no total) e transações que se estendem por 2018 e 2020. A empresa EVOE aparece tanto doando para Dário Braga quanto recebendo despesa de Áurea Carolina, o que pode ser um fornecedor de serviços culturais contratado por campanhas do mesmo partido. O fluxo Dário -> Leandra -> Diogo -> Áurea -> EVOE -> Dário fecha o ciclo, mas os valores são pequenos e compatíveis com doações entre aliados e pagamentos a fornecedor, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.391,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são pessoas físicas e uma empresa, e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As duas figuras políticas são do mesmo partido (PSOL) e do mesmo estado (MG), o que oferece uma explicação plausível de aliança ou coligação. Os valores são modestos (R$ 24,4 mil no total) e a empresa EVOE aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para um candidato, o que pode ser um fornecedor que também apoia financeiramente. Não há um fato isolado que destoe gritantemente, como valor muito acima do padrão ou ramo de atividade incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.537,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 18,5 mil no total) e entidades majoritariamente do PSOL em MG, o que é compatível com circulação de recursos dentro de um mesmo campo político. Porém, a EVOE é uma empresa de intermediação de serviços culturais que aparece doando para um candidato e recebendo despesa de outra campanha, sem que os fatos expliquem a natureza desses serviços. O elo 'ANDRÉ BARRETO AMARAL' aparece como doador e depois como recebedor de despesa, mas sem partido/cargo informado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo. Não há um fato isolado que force a checagem, mas também não dá para descartar sem entender a relação comercial entre a EVOE e as campanhas.
severidade média4 nósR$ 10.074,29
severidade média4 nósR$ 10.029,65
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.662,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas a maioria das transações ocorre dentro do mesmo campo político (PSOL-MG) e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas os valores são modestos (R$ 6,2 mil doados, R$ 972 recebidos) e podem refletir contratação de serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.474,29
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) e duas candidaturas do PSOL em MG, com valores que retornam à empresa de origem. A EVOE doa R$ 6.214,40 a Dario Ricardo (PSOL) e recebe R$ 1.509,89 de Jorgetania (PSOL), enquanto Dario paga despesa à campanha de Áurea Carolina (PSOL) que doa a Jorgetania. Embora todos sejam do mesmo partido, o ramo da EVOE (serviços culturais) não tem relação óbvia com as despesas de campanha, e o fluxo circular em curto período entre poucos atores justifica checagem humana.
severidade média4 nósR$ 10.554,65
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.091,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 11 mil, com valores pequenos e concentrados em 2018. As transações conectam campanhas do PSOL em MG (Dario Braga e Leandra Du Art) e uma empresa de intermediação cultural, mas os elos intermediários não têm partido/coligação informados, dificultando afirmar se há um padrão legítimo ou apenas coincidência. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre adversários), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 17.156,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três políticos de partidos diferentes (PSOL e PC do B), sem coligação comum declarada. A empresa doa R$ 6.214,40 a Dario (PSOL) e recebe R$ 8.105,61 de Áurea (PSOL) como despesa, enquanto Flávio (PC do B) doa a Áurea e recebe despesa de Dario. O retorno à empresa é maior que a doação que ela fez, e o ramo de 'intermediação de serviços culturais' não tem relação óbvia com campanhas políticas. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.399,29
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL-MG, mas a maior transação é uma despesa de R$ 12.000,00 da campanha de Áurea Carolina para a campanha de Rafael Barros Gomes, que não aparece como entidade do loop e não tem partido informado. Além disso, a EVOE doa R$ 6.214,40 a Dario Moura e recebe de volta R$ 1.509,89 de Jorgetânia, criando um fluxo de ida e volta entre a empresa e a mesma rede de candidatos. O valor da despesa de Áurea é uma ordem de grandeza acima das demais transações do ciclo, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 19.906,40
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades e envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 6.214,40 a Dario Moura e depois recebeu R$ 547,00 de Sandra Maria da Silva, ambos do PSOL-MG, mas a empresa não tem vínculo partidário declarado. Além disso, Áurea Carolina (PSOL-MG) pagou R$ 12.000,00 à campanha de Rafael Barros Gomes (deputado estadual), que não aparece como doador no loop, e esse valor é uma ordem de grandeza maior que as demais transações. O retorno do dinheiro à EVOE via despesa de Sandra, sem relação partidária clara com a empresa, dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.356,84
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL de MG, mas o elo de volta passa por uma quarta pessoa (JEIZA LÚCIA RODRIGUES FERNANDES) que não aparece como candidata nem tem partido informado. A empresa doa R$ 6.214,40 a Dario, e o ciclo retorna a ela via despesa de campanha de Herlen, enquanto Aurea paga R$ 6.000,00 a Jeiza, que por sua vez doa R$ 1.386,00 a Herlen. O encadeamento de valores e a presença de uma intermediária sem vínculo partidário declarado dificultam a explicação como simples coincidência de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.841,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e uma empresa ligadas ao PSOL de Minas Gerais, o que é compatível com uma rede de aliados políticos da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 11,8 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A empresa EVOE aparece como doadora de Dario (R$ 6,2 mil) e recebedora de despesa de Edmar (R$ 127,54), o que pode ser explicado por contratação de serviços culturais, sem indício de que o ramo seja incompatível. Não há salto de ordem de grandeza nem devolução de valor idêntico que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.787,50
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) e três candidatos do PSOL de MG, com valores que se compensam quase exatamente: a empresa doa R$ 6.214,40 a Dário e recebe de volta R$ 8.105,61 de Áurea, enquanto Dário doa R$ 351,45 a Áurea e R$ 250,00 a Sandra, e Sandra paga R$ 520,00 à campanha de Dário. O retorno à empresa (R$ 8,1 mil) é maior que a saída dela (R$ 6,2 mil), o que não é o padrão de uma doação eleitoral comum, e o ramo da empresa (serviços culturais) não tem relação óbvia com os serviços de campanha. Apesar de todos serem do mesmo partido, o fechamento do loop em torno de uma empresa privada justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.164,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações se concentram em 2018, com a empresa EVOE aparecendo como doadora de um dos candidatos e depois recebendo pagamento de outro, o que pode ser prestação de serviços culturais. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fluxo atípico entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.516,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 13,5 mil no total) e transações concentradas em 2018/2020. A empresa EVOE doou a Dário Braga e recebeu despesa de Jorgetânia, o que pode ser prestação de serviços culturais a campanhas do mesmo partido. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço, e o fluxo é compatível com repasses internos e contratações entre aliados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.792,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece tanto como doadora de Dário quanto como fornecedora de Pollyana, mas o valor total é baixo (R$ 14,8 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem concentração suspeita. Não há indício de que os valores retornem de forma quase idêntica ou que o fornecedor atue em ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.482,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018 e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 13,4 mil no total) e as transações se concentram em 2018, com a EVOE aparecendo como doadora de Dário e também recebendo pagamento de Gustavo, o que pode ser mera coincidência de fornecedor. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.557,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 13,5 mil no total) e as transações se concentram em 2018, com a empresa EVOE aparecendo como doadora de um candidato e recebendo despesa de outra candidata do mesmo partido. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 95.785,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação é um repasse de R$ 89.208,95 da direção estadual do PSOL para Wallace, enquanto as demais somam alguns milhares. As entidades têm vínculo partidário (PSOL-MG) ou são doadoras/fornecedoras de campanhas do mesmo partido, o que é um padrão comum. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação), mas a cadeia fechada entre poucos atores merece uma olhada humana para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.716,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores modestos (R$ 13,7 mil no total) e transações que podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos a um fornecedor de serviços culturais. A empresa EVOE aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo pagamento de outro, o que é compatível com prestação de serviços de intermediação cultural para campanhas. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor sem relação com a atividade, então o caso não se destaca como anômalo.