severidade média5 nósIA: bizarroR$ 24.272,49
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e candidatos do PSOL-MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário Braga e recebendo de volta R$ 8.105,61 como despesa de Áurea Carolina — valores próximos e no mesmo período (2018/2020). Embora todos os agentes políticos sejam do PSOL-MG, o retorno financeiro à empresa doadora, em montante superior ao doado, não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. O ramo da empresa (intermediação de serviços culturais) não guarda relação óbvia com campanhas eleitorais, o que reforça a necessidade de checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.896,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e recebedora de despesa de outra candidata, mas o valor total é baixo (R$ 18,9 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há indício de valores muito acima do padrão ou de fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.007,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 15 mil no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que torna plausível que seja apenas movimentação interna de uma mesma coligação/partido. A empresa EVOE aparece doando R$ 6.214 a Dário e recebendo R$ 149 de Juhlia, mas o valor recebido é irrisório e compatível com um serviço cultural pontual. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre desconhecidos), então não há elemento concreto que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.100,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15.100,18) e entidades majoritariamente ligadas ao PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de campanha, repasses partidários e ressarcimentos. A empresa EVOE aparece tanto como doadora de Dário quanto como fornecedora de Andreia, mas o valor pago (R$ 727,60) é pequeno e pode ser serviço cultural contratado. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas o fechamento do ciclo entre pessoas de partidos diferentes (PSOL e PT) merece uma olhada humana para confirmar a natureza das transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.778,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL de MG, com valores expressivos: a empresa doa R$ 6.214,40 a Dário e recebe R$ 8.105,61 de Áurea, enquanto Sandra paga despesa a Diogo que doa a Áurea. A coincidência de partido/UF explica parte, mas o retorno de recursos da campanha de Áurea para a mesma empresa que financiou Dário, em ciclo curto, merece checagem humana.
severidade média5 nósR$ 10.089,87
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.692,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11,7 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas há um elo frágil: a ligação entre Samir Soares Pereira Guimarães e Andreia de Jesus Silva não está descrita como doação ou despesa no JSON, e a seta de Juhlia para Samir é de 2024, enquanto as demais são de 2018. A EVOE é uma empresa de intermediação de serviços culturais que doou a Dario e recebeu despesa de Andreia, o que poderia ser um repasse normal de campanha, mas o fechamento do ciclo em anos distintos e a falta de clareza sobre a relação entre os elos dificultam uma explicação simples. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo (valores baixos, sem grande empresa devolvendo milhões), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem checar a conexão entre os agentes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.166,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todo o valor (R$ 6.214,40 de R$ 14.166,52) é uma doação da empresa EVOE a Dário Ricardo, e o restante são valores pequenos entre candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual. As transações entre candidatos e direção partidária são compatíveis com repasses internos de campanha, e a despesa de Bruno com a EVOE (R$ 201,08) é de baixa materialidade. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas o loop fechado com uma empresa privada merece uma olhada rápida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.518,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13,5 mil, valor baixo, e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais, o que sugere um contexto partidário comum. A empresa EVOE aparece doando para um candidato e recebendo despesa de outra candidata do mesmo partido, o que pode ser um fornecedor de serviços culturais contratado por campanhas do PSOL. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.794,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e o elo central é a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e contratação de serviços culturais. Os valores são modestos (R$ 14,7 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de uma coligação, nem um elemento que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.485,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma sigla. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e depois como fornecedora de outro, mas o valor pago a ela (R$ 155,60) é irrisório perto do total movimentado (R$ 13.485,32), não configurando retorno significativo. Os valores são pequenos e compatíveis com despesas de campanha de baixa monta, sem indício de ordem de grandeza atípica.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.560,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do PSOL de Minas Gerais (candidatos e direção estadual), o que é um padrão comum de movimentação dentro do mesmo partido. A empresa EVOE aparece doando para um candidato e recebendo despesa de outra candidata, mas os valores são modestos (R$ 6.214,40 e R$ 230,40) e podem ser contratação de serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 95.787,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 89.208,95) é repasse da direção estadual do PSOL para Wallace, enquanto as demais transações são de centavos a alguns milhares. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-MG) ou são fornecedores/empresas, o que permite explicar o fluxo como repasses internos e pagamentos de despesas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação), mas o fechamento do ciclo com uma empresa de intermediação cultural mereceria uma olhada mais atenta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.719,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 13,7 mil no total) e concentrados em 2018. As transações são compatíveis com doações internas entre candidatos do mesmo partido, repasse da direção estadual e pagamento de despesa a um fornecedor de serviços culturais. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.274,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com um padrão legítimo de repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo partido. A empresa EVOE aparece tanto como doadora de Dário Braga quanto como fornecedora da campanha de Áurea Carolina, mas o valor total é modesto (R$ 24,274.99) e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo, nem de fornecedor com ramo incompatível ou valor fora de ordem de grandeza. O caso é explicável por movimentação partidária rotineira, embora a intermediação da EVOE mereça nota.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.197,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e a direção estadual do partido aparece como origem de doações e destino de despesas — o que é compatível com movimentação interna de uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 14,2 mil no total) e as transações se concentram em 2018, ano eleitoral. Não há um fato isolado que destoe do padrão (fornecedor de ramo estranho, valor muito acima dos demais, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência sem checar a natureza dos serviços da EVOE e a razão dos repasses entre candidatos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.899,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 18,9 mil no total) e transações diluídas entre 2018 e 2020. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e depois como fornecedora de serviços de financiamento coletivo para outra candidata, o que é compatível com prestação de serviços de arrecadação para campanhas do mesmo partido. As demais movimentações são doações entre candidatos da mesma sigla e repasses à direção estadual, padrão comum em coligações partidárias.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.102,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao PSOL de Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de campanha, ressarcimentos ou repasses partidários. A empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, mas o valor pago por Andreia (R$ 727) é pequeno e pode ser serviço prestado. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, nem elementos que confirmem uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.778,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doa R$ 6.214,40 a Dário Braga, que doa a Juhlia, que paga despesa a Diogo, que doa a Áurea, que paga R$ 8.105,61 de volta à EVOE — fechando o loop. Apesar de todos os candidatos serem do PSOL/MG, o retorno de recursos à mesma empresa que iniciou o ciclo, com valor superior ao doado, não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. O valor total (R$ 16.778,05) não é astronômico, mas a direção circular e o desequilíbrio (empresa recebe mais do que doou) justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.437,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três são candidatos do PSOL em Minas Gerais, o que permite explicar as doações entre eles como apoio interno partidário. A empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, mas os valores são modestos e distribuídos ao longo de vários anos, sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato isolado que destoe gritantemente, como valor muito acima dos demais ou ramo de atividade incompatível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 18.041,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, sendo 4 candidatos do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais. A empresa EVOE doou R$ 6.214,40 a Dário Ricardo e recebeu de volta R$ 8.105,61 como despesa de campanha de Áurea Carolina, valor superior ao que doou. Embora todos os candidatos sejam do mesmo partido, o retorno financeiro à empresa doadora e a diferença de valores entre doação e despesa justificam uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.778,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e duas campanhas do PSOL/MG (Dário Braga e Áurea Carolina), com valores que somam R$ 16,7 mil. A empresa doa R$ 6,2 mil a Dário, que doa R$ 250 a Andreia (PT), que paga R$ 625 a Diogo, que doa R$ 237 a Áurea, que paga R$ 8,1 mil à EVOE — um retorno quase 30% maior do que a empresa doou. O elo Andreia (PT) e Diogo não tem partido/coligação declarada em comum com os demais, e o valor pago de volta à EVOE supera o que ela doou, o que foge do padrão de simples repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 25.551,55
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e campanhas de PSOL/PT em MG, com valores que retornam quase integralmente à empresa: EVOE doa R$ 6.214,40 a Dário (PSOL) e recebe R$ 8.105,61 de Áurea (PSOL) como despesa, num intervalo de dois anos. O elo intermediário envolve uma campanha de Rafael Barros Gomes (não listada como entidade) e uma candidata do PT, partido diferente, sem coligação explícita nos dados. A coincidência de a mesma empresa doar e receber de volta valores da mesma ordem de grandeza, dentro de um ciclo curto, justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.567,50
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades, mas o elo de volta é uma despesa de campanha da candidata Áurea Carolina (PSOL) para a empresa EVOE, que havia doado valores a Dário Braga (PSOL). Os três candidatos são do mesmo partido em MG, o que poderia explicar parte da circulação, porém a empresa EVOE aparece simultaneamente como doadora e fornecedora paga pela campanha, e o valor que retorna (R$ 8.105,61) é maior que o doado (R$ 6.214,40), configurando um ciclo fechado com fluxo financeiro de mão dupla entre campanha e empresa. Isso justifica uma checagem humana para verificar a natureza dos serviços prestados e a real motivação das doações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.778,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL de MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário e recebendo R$ 8.105,61 de Áurea em despesas, valores próximos e no mesmo período (2018-2020). O elo intermediário envolve Diogo Eduardo, que não aparece como candidato/partido no cadastro, e a cadeia Bruno→Diogo→Áurea soma valores quase idênticos (R$ 625,00 e R$ 237,00), sugerindo possível triangulação. A coincidência de partido/UF explica parte, mas o retorno de recursos da campanha de Áurea à mesma empresa que doou a Dário, com intermediação de terceiro sem vínculo partidário declarado, é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.162,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores pequenos (R$ 14 mil no total) e transações que somam poucos milhares de reais cada. A empresa EVOE aparece como doadora de Dário (R$ 6,2 mil) e recebedora de despesa de Bruno (R$ 201), o que pode ser coincidência de fornecedor cultural contratado por campanhas do mesmo partido. O fluxo direção estadual → Bruno (R$ 5,5 mil) e Jorgetania → direção (R$ 51) é compatível com repasses internos partidários e ressarcimentos, sem valores de ordem de grandeza destoante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.790,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de um dos candidatos e depois recebe pagamentos de outra candidata do mesmo partido, o que pode ser contratação de serviços culturais dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 14,7 mil no total) e as transações se concentram em 2018 e 2020, sem indício de desproporção ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.480,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 13,4 mil no total) e as transações se concentram em 2018, ano eleitoral, com a empresa EVOE aparecendo como doadora de um candidato e fornecedora de outro, algo que pode ocorrer dentro de uma mesma rede de militância. Não há indício de valores muito acima do padrão ou de fornecedor sem relação com o serviço, então o caso não se destaca como bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.555,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL-MG e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha em uma mesma coligação. A empresa EVOE aparece doando a um candidato e recebendo despesa de outra candidata, mas os valores são modestos e o ramo de intermediação de serviços culturais não é claramente incompatível com gastos de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma evidente, como valor muito acima do padrão ou ausência total de vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 95.783,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 95,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um encadeamento suspeito de curto prazo. A empresa EVOE aparece como doadora de um dos candidatos e recebedora de despesa de outro, mas o valor pago a ela (R$ 58,37) é irrisório perto da doação que fez (R$ 6.214,40), sugerindo mera coincidência ou relação comercial pontual. Não há indício de quebra do ciclo por pessoas sem vínculo partidário ou valores desproporcionais.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.714,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 13,7 mil no total) e as transações se concentram em 2018, ano de eleição geral, com a empresa EVOE aparecendo como doadora de um candidato e fornecedora de outro, algo que pode ocorrer dentro de uma mesma rede de militância. Não há indício de valores muito acima do mercado ou de fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 24.270,48
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa privada (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e três candidatos do PSOL-MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário Braga e recebendo de volta R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina — um retorno maior do que a saída. O ramo da empresa (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com serviços de campanha eleitoral, e o fluxo circular entre doador e fornecedor na mesma cadeia merece checagem humana. Embora todos sejam do mesmo partido, o padrão de dinheiro saindo e voltando para a mesma empresa privada não se explica apenas por coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.192,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 14,2 mil no total) e transações pulverizadas em 2018/2020. A empresa EVOE doou R$ 6,2 mil a Dário Ricardo, que doou R$ 250 a Jorgetânia, que pagou R$ 51 à direção estadual; Sandra recebeu R$ 6,3 mil da direção e pagou R$ 547 à EVOE. O padrão é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.894,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do PSOL em Minas Gerais: uma empresa doadora, dois candidatos do partido, uma candidata e a direção estadual. As transações são de valores modestos (R$ 18,9 mil no total) e se distribuem entre 2018 e 2020, com a empresa EVOE aparecendo tanto como doadora quanto como destino de despesa de campanha (financiamento coletivo), o que é compatível com um fornecedor/prestador de serviços do próprio partido. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço; o padrão é o de movimentação interna de um mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.005,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do partido, um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 15 mil no total) e as transações se concentram em 2018, ano de eleição geral. A empresa EVOE aparece como doadora e depois recebe pagamento de uma candidata, mas o valor é pequeno e pode ser prestação de serviços culturais. Não há indício de desvio de finalidade ou valores atípicos que justifiquem priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.098,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao PSOL de Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de campanha, repasses partidários e ressarcimentos. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de uma campanha do PT, mas o valor pago (R$ 727,60) é pequeno e não há indício de que o ramo seja incompatível com serviços de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento eleitoral a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.778,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três candidatos do PSOL de MG (Dário, Jorgetania e Áurea) e uma empresa de intermediação de serviços culturais. As transações são de baixo valor (R$ 16,7 mil no total) e se distribuem ao longo de 2018-2020, período em que os candidatos podem ter interagido em campanhas ou atividades partidárias. A empresa EVOE aparece tanto doando para Dário quanto recebendo despesa de Áurea, o que pode ser coincidência de fornecedor cultural ou ressarcimento, sem indício de ciclo fechado suspeito.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 16.528,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de MG (Dario Ricardo Braga de Moura e Aurea Carolina de Freitas e Silva) e uma empresa de intermediação de serviços culturais. A empresa doou R$ 6.214,40 para Dario e recebeu R$ 8.105,61 de despesas da campanha de Aurea, valores da mesma ordem de grandeza e compatíveis com prestação de serviços culturais. O elo intermediário (Diogo Eduardo de Carvalho Oliveira) movimentou valores pequenos (R$ 237,00 e R$ 625,00), típicos de ressarcimento ou apoio entre aliados. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de valores muito acima do padrão; o fluxo é explicável por contratação e doação dentro do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.194,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 14,2 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2020, sem concentração temporal ou montante anômalo. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 201,08) é irrisório e compatível com um serviço prestado a uma campanha. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.546,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.546,65, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e a direção estadual do partido participa da cadeia, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos, mas os valores são modestos e não há indicação de que seu ramo seja incompatível com serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, nem elementos que afastem a explicação simples.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.512,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. Os valores são modestos (R$ 13,5 mil no total) e as transações se concentram em 2018, ano eleitoral, com a empresa EVOE aparecendo tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços culturais, o que pode ser explicado por contratação de serviços de campanha. Não há indício de valores muito acima do mercado ou de entidades sem vínculo partidário claro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.587,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. Os valores são modestos (R$ 13,5 mil no total) e as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral, com doações entre candidatos da mesma sigla e pagamentos a um fornecedor de serviços culturais. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala. O loop pode ser explicado por repasses internos, ressarcimentos ou contratação de serviços dentro da mesma rede partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 95.815,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos e compatíveis com transações rotineiras de campanha, e a empresa EVOE aparece como doadora de um dos candidatos e fornecedora de outro, algo que pode ocorrer dentro da mesma rede política. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo completamente alheio que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.746,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 13,7 mil no total) e transações concentradas em 2018. A maior parte do fluxo é compatível com repasses partidários e doações entre aliados do mesmo partido, e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços culturais, o que pode ser contratação regular. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 24.302,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e candidatos do PSOL-MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário Braga e recebendo de volta R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina — um retorno maior do que a saída. O ramo da empresa (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com campanhas políticas, e o valor de volta supera o doado, o que dificulta explicar como simples coincidência ou repasse partidário. O loop envolve 5 entidades e R$ 24,3 mil, com transações concentradas em 2018 e 2020, merecendo checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.225,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14,2 mil no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais, o que permite explicar as transferências como movimentação interna de campanhas aliadas ou repasses partidários. A empresa EVOE aparece doando para um candidato e recebendo despesa de outra candidata do mesmo partido, mas o valor recebido (R$ 547) é muito menor que o doado (R$ 6,2 mil), sem ciclo fechado de retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento partidário, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.926,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais e as transações ocorrem em 2018 e 2020, período em que o partido frequentemente centraliza doações e despesas. Os valores são modestos (R$ 18,9 mil no total) e as setas podem ser explicadas por doações internas entre candidatos da mesma legenda e pagamentos a fornecedores do partido. Não há um fato isolado que destoe do padrão de movimentação partidária, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.037,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores pequenos (R$ 15 mil no total) e transações pulverizadas entre 2018 e 2020. A maior parte do fluxo é doação da direção partidária para candidatos e doações entre candidatos do mesmo partido, padrão comum em campanhas. O retorno à EVOE é uma despesa de R$ 149,10, valor irrisório que não configura enriquecimento ou desvio. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.130,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL/PT em MG), o que é compatível com doações entre aliados e repasses partidários rotineiros. A empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesa de campanha, o que pode ser coincidência ou relação comercial legítima, mas não há indício forte de irregularidade. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.014,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11 mil no total) e três dos cinco elos são pessoas do mesmo partido (PSOL/MG), o que é compatível com doações e despesas entre aliados de uma mesma coligação. A empresa EVOE aparece como doadora de R$ 6,2 mil a Dário e como fornecedora de R$ 230 a Kênia, mas o ramo de 'intermediação de serviços culturais' não é incompatível com serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo alheio, ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.