severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.803,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e três candidatos do PSOL de MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário e recebendo de volta R$ 8.105,61 em despesas de Áurea, valores da mesma ordem de grandeza. O elo intermediário envolve Diogo Eduardo de Carvalho Oliveira, que não aparece como candidato/partido no conjunto, e uma despesa de Pollyana a Diogo seguida de doação de Diogo a Áurea. O ramo da empresa (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com campanha eleitoral, e o fluxo circular em janela curta entre os mesmos atores justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.667,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de Minas Gerais (Dário Ricardo, Áurea Carolina e Pollyana do Amaral) que atuaram juntos em eleições entre 2016 e 2026, o que é compatível com doações e despesas entre aliados de mesma coligação/partido. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora de Dário quanto como fornecedora de Áurea, padrão comum em campanhas que contratam serviços culturais e depois recebem apoio de empresas do setor. Os valores são modestos (R$ 16,6 mil no total) e as transações se distribuem em 2018 e 2020, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível. Não há elemento concreto que fuja do padrão de movimentação entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.778,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL/MG, mas o elo de volta é uma despesa de campanha de Áurea Carolina para a própria EVOE, que havia doado a Dário Ricardo. A empresa doa R$ 6.214,40 a um candidato e recebe R$ 8.105,61 de despesa de outra candidata do mesmo partido, com valores próximos e em anos eleitorais coincidentes. Embora todos sejam do mesmo partido, o retorno financeiro à empresa doadora dentro do ciclo curto merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.130,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações se concentram em 2018, ano eleitoral. A empresa EVOE aparece doando para um candidato e recebendo pagamento de outro, mas o valor recebido (R$ 201) é irrisório perto do doado (R$ 6.214), não configurando um retorno significativo. Não há indício de enriquecimento ou de ciclo fechado com valores expressivos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.483,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 13,4 mil no total) e transações pulverizadas entre 2018 e 2020. A empresa EVOE aparece doando a um candidato e recebendo despesa de outra candidata do mesmo partido, o que é compatível com prestação de serviços culturais a campanhas aliadas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço, e o fechamento do loop pode decorrer de coincidência entre campanhas da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.759,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. A empresa EVOE aparece tanto doando a um candidato quanto recebendo pagamento de outra candidata, mas o valor recebido (R$ 1.465,25) é muito menor que o doado (R$ 6.214,40), sem caracterizar retorno significativo. Os valores são modestos e compatíveis com serviços de intermediação cultural, não havendo indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.524,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-MG, com valores modestos (R$ 13,5 mil no total) e transações pulverizadas em vários anos. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e recebedora de despesa de outra candidata do mesmo partido, o que pode ser coincidência de fornecedor cultural contratado por campanhas aliadas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 95.751,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores muito díspares entre as etapas. A maior parte do volume (R$ 89.208,95) é repasse da direção estadual do partido para um candidato, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor (R$ 25,00 a R$ 6.214,40) e compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha, sem indicar um esquema de lavagem ou fraude.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.683,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (dois candidatos, a direção estadual do partido e uma empresa de intermediação cultural), o que é compatível com movimentação interna de campanha em uma mesma coligação/partido. Os valores são pequenos (R$ 13,6 mil no total) e as transações se concentram em 2018, com a empresa EVOE aparecendo tanto como doadora de um candidato quanto como fornecedora de serviços culturais de outra candidata — padrão comum de contratação de fornecedor por campanhas do mesmo partido. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.239,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais, e a direção estadual do partido aparece como origem de doações e destino de despesas, o que é compatível com movimentação interna de campanha. A empresa EVOE aparece tanto doando a um candidato quanto recebendo despesa de outra candidata, mas o ramo de intermediação de serviços culturais não é intrinsecamente incompatível com gastos de campanha. Os valores são modestos (R$ 24,2 mil no total) e distribuídos ao longo de 2018 e 2020, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro e legítimo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.161,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 14 mil no total) e todos os atores políticos são do PSOL de Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de campanha, repasses partidários e ressarcimentos. A empresa EVOE aparece doando para um candidato e recebendo despesa de outra candidata, mas o valor recebido (R$ 547) é muito inferior ao doado (R$ 6.214), não configurando retorno significativo. Não há um fato isolado que destoe do padrão de transações entre aliados do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.863,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 18,8 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido, repasse da direção estadual e despesa com serviço de financiamento coletivo. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e prestadora de serviço de arrecadação para outra candidata, o que é compatível com uma empresa de intermediação de serviços culturais e financiamento coletivo atuando no meio político. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de valores desproporcionais; o fluxo circular pode ser explicado pela dinâmica de arrecadação e repasses dentro do mesmo grupo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.974,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma sigla. A empresa EVOE aparece doando para um candidato e recebendo despesa de outra candidata, mas os valores são modestos (R$ 6,2 mil e R$ 149) e podem refletir contratação de serviços culturais ou devolução. O valor total do loop (R$ 14,9 mil) é baixo e compatível com movimentações rotineiras de campanha, sem indício de quantia desproporcional ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.067,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao PSOL de Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de campanhas aliadas. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 727,60) é pequeno e pode ser ressarcimento de despesa. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.418,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 16,4 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades têm vínculos partidários parcialmente distintos (PSOL, PC do B) e há empresas de ramos diferentes (cultura e consultoria/tecnologia), mas nada indica relação direta entre elas. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem uma explicação simples e clara para o ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 123.305,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 98.594 de uma empresa para uma candidata do PSOL, mas apenas R$ 49,21 de volta da vereadora para a empresa) e anos diferentes (2018-2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. As entidades compartilham em parte o mesmo partido (PSOL/MG), o que oferece uma explicação plausível de rede de aliados, mas a presença de uma empresa de intermediação cultural como doadora de valor alto para uma candidata e o retorno irrisório não permitem descartar checagem. Faltam dados sobre a natureza dos serviços e a relação entre as pessoas físicas para concluir se é rotineiro ou estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 116.861,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 98.594,00 para a campanha de Áurea Carolina (PSOL) e recebeu de volta apenas R$ 547,00 como despesa da campanha de Sandra Maria da Silva (também PSOL), valores de ordens de grandeza muito diferentes. As demais transações (R$ 1.000,00 e R$ 600,00) são de baixo valor e não fecham um loop financeiro relevante. Não há evidência de que o dinheiro retornou à empresa doadora em montante significativo, e a conexão partidária entre as campanhas do PSOL oferece explicação plausível para a circulação. Os fatos não são suficientes para caracterizar algo bizarro nem para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 116.761,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e uma empresa ligadas ao PSOL de MG, com a empresa EVOE doando quase R$ 99 mil à campanha de Áurea Carolina e recebendo de volta apenas R$ 547 em despesas da campanha de Sandra Maria — assimetria que não configura retorno significativo. As demais transações são de valores baixos (R$ 500 a R$ 1.000) e podem ser ressarcimentos ou doações entre aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária, como valores de ordem de grandeza desproporcional ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 116.094,40
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades e envolve R$ 116 mil, mas o que chama atenção é a EVOE (empresa de intermediação de serviços culturais) doar R$ 98.594 a Áurea Carolina (PSOL/MG) e, na volta, receber R$ 230,40 de despesa da campanha de Kênia Ribeiro (PSOL/MG) — valores de ordens de grandeza muito diferentes dentro do mesmo loop. Além disso, a cadeia passa por uma campanha de Pollyana do Amaral Ferreira (deputada estadual) que não é do PSOL/MG, quebrando a explicação simples de 'mesma coligação'. Não há prova de irregularidade, mas o desenho do ciclo e a assimetria de valores justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 116.266,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades e envolve R$ 116 mil, com um núcleo de três candidatos do PSOL/MG (Dário Braga, Leandra Du Art e Áurea Carolina) que trocam doações e despesas entre si e com a empresa EVOE. O ponto que chama atenção é a EVOE: uma empresa de intermediação de serviços culturais que doa R$ 98,5 mil a Áurea Carolina e depois recebe R$ 402 de volta como despesa paga por Leandra Du Art, sem relação óbvia com o ramo de campanha. Além disso, há uma doação de R$ 400 de uma campanha de Pollyana do Amaral para Dário e uma despesa de R$ 500 de Áurea para a mesma campanha, formando um subciclo curto entre campanhas sem coligação explícita nos dados. Isso não prova irregularidade, mas o conjunto de idas e voltas entre os mesmos atores e uma empresa de ramo alheio justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 116.411,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 116,4 mil, com um núcleo de candidatos do PSOL/MG (Dário, Sandra e Áurea) que trocam doações e despesas entre si e com a empresa EVOE. O ponto que chama atenção é a EVOE, uma empresa de intermediação de serviços culturais, doar R$ 98,6 mil à campanha de Áurea e depois receber R$ 547 de volta como despesa paga pela campanha de Sandra — um fluxo de ida e volta entre uma empresa privada e campanhas do mesmo partido. Embora possa ser explicado por aliança partidária e contratação de serviços, o valor alto concentrado na empresa e o retorno de recursos para ela justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 116.013,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 98.594,00 para uma campanha (Aurea) e depois recebeu de volta R$ 149,10 de outra campanha (Juhlia), fechando um loop com valores muito assimétricos. As entidades têm partidos e cargos variados (PSOL, PSB, etc.) e a empresa doadora não aparece como candidata, o que dificulta explicar como uma simples coincidência de coligação. O valor doado pela EVOE é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do ciclo, o que justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 116.591,60
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas a maior transação é uma doação de R$ 98.594,00 da empresa EVOE para a campanha de Áurea Carolina (PSOL), enquanto a campanha de Andreia de Jesus (PT) paga apenas R$ 727,60 à mesma empresa. Não há partido ou coligação comum entre a empresa doadora e as campanhas beneficiadas, e o valor da doação é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 250 a R$ 500). Isso justifica uma checagem humana para entender a origem e a motivação desses repasses.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 116.165,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 116 mil no total) e a maior parte do fluxo é uma doação de R$ 98,5 mil da EVOE para AUREA, seguida de despesas pequenas de DARIO com a EVOE (R$ 551,97) e uma despesa de R$ 500 de AUREA para uma campanha de 2018. As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL/MG) e a EVOE é uma empresa de intermediação de serviços culturais, ramo que pode ter relação com despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível), mas o fechamento do ciclo entre quatro entidades sem coligação explícita merece uma checagem humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 116.065,08
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas as transações não formam um loop coerente: a EVOE doa R$ 98.594,00 para Áurea, enquanto o retorno à EVOE é de apenas R$ 201,08 pagos por Bruno como despesa. A diferença de quase 500x entre o valor que sai da empresa e o que volta, somada à presença de uma campanha de outra candidata (Pollyana) e de uma empresa sem nome, dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. O volume doado pela EVOE é de outra ordem de grandeza frente às demais transações da cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 117.373,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG (Aurea, Dario e Jorgetania) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores que variam de R$ 250 a R$ 98.594. As transações ocorrem em 2018 e 2020, anos de eleição, e podem refletir doações entre aliados do mesmo partido, ressarcimentos ou pagamentos por serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), mas o ciclo fechado entre as mesmas entidades e a presença de uma empresa de cultura recebendo despesa de campanha merecem uma checagem humana para confirmar a legitimidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 117.329,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com fluxo de ida e volta entre eles. O ponto que mais chama atenção é a EVOE ter doado R$ 98.594,00 para Áurea Carolina enquanto recebeu R$ 1.465,25 de despesas de Pollyana, criando um retorno financeiro para a empresa dentro da mesma cadeia. Embora todos os candidatos sejam do mesmo partido, a presença de uma empresa privada no meio do loop e a diferença de magnitude entre doação e despesa justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 116.019,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL/MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, mas o valor que sai da empresa para Áurea Carolina (R$ 98.594,00) é cerca de 40 vezes maior que o total que retorna a ela via despesas de Gustavo (R$ 155,60) e doação de Dário (R$ 250,00). Além disso, a empresa EVOE aparece doando para uma campanha e recebendo despesa de outra campanha do mesmo partido, o que fecha um circuito financeiro pouco intuitivo. A quantia expressiva e a direção do fluxo (empresa → candidata, com retorno simbólico) justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 116.661,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) que doa R$ 98.594,00 para uma candidata do PSOL e, na mesma cadeia, recebe de volta R$ 547,00 de despesa de outra candidata do PSOL, fechando um loop com uma campanha de outro partido (Pollyana do Amaral Ferreira). A diferença de ordem de grandeza entre a doação da empresa e o retorno via despesa, somada à presença de uma empresa sem nome identificado, dificulta a explicação como simples coincidência entre aliados. O fato de a EVOE atuar em serviços culturais e aparecer doando valores altos a campanhas políticas merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 116.215,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 98.594,00 para a campanha de Áurea Carolina (PSOL) e recebeu de volta R$ 201,08 como despesa da campanha de Bruno Henrique (PSOL), fechando um loop com valores muito desproporcionais. Embora todos os políticos sejam do PSOL, a empresa não é um partido nem comitê, e a diferença de ordem de grandeza entre a doação e o retorno chama atenção. A cadeia também inclui uma doação de R$ 800,00 da campanha de Pollyana do Amaral para Bruno, e um pagamento de R$ 500,00 de Áurea para essa mesma campanha, o que adiciona elos sem explicação simples. Vale checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 116.349,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito assimétricos: a EVOE doou R$ 98.594,00 a Áurea, enquanto as demais transações do loop somam apenas alguns milhares de reais. As entidades políticas identificadas são todas do PSOL/MG, o que permite explicar parte das movimentações como alinhamento partidário, mas a empresa EVOE (intermediação de serviços culturais) não tem vínculo partidário declarado e aparece como doadora principal e receptora de despesas de campanha. Sem saber a natureza dos serviços prestados pela EVOE e se há relação contratual entre as partes, não há um fato concreto que force uma checagem nem que descarte o caso de imediato.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 117.764,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes: a empresa EVOE doou R$ 98.594,00 à candidata Áurea (PSOL/MG), enquanto as demais transações são de R$ 224,40, R$ 506,44 e R$ 300,00. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL/MG) e as transações ocorrem em 2018/2020, o que pode indicar relação legítima entre campanhas aliadas. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de doações e despesas de campanha, mas o fechamento do ciclo com valores tão díspares merece uma olhada humana para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 128.648,89
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo de maior valor é uma doação de R$ 98.594,00 da empresa EVOE para a campanha de Áurea Carolina (PSOL), enquanto a campanha de Jorgetânia (também PSOL) paga apenas R$ 1.509,89 à mesma empresa e a campanha de Áurea paga R$ 12.000,00 a uma terceira campanha (Rafael Barros Gomes). A diferença de ordem de grandeza entre o que a empresa doa e o que recebe de volta, somada ao fato de a empresa ser de 'intermediação de serviços culturais' sem relação óbvia com o serviço prestado, justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 128.194,40
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades que compartilham o PSOL/MG, o que poderia sugerir coordenação partidária legítima. Porém, a EVOE Intermediação de Serviços Culturais LTDA, uma empresa privada, aparece doando R$ 98.594,00 para Áurea Carolina e recebendo R$ 230,40 de Kênia Ribeiro, sem que seu ramo de atuação (serviços culturais) tenha relação óbvia com as campanhas. Além disso, a doação de R$ 12.000,00 de Áurea Carolina para a campanha de Rafael Barros Gomes (mesmo partido) e o retorno de R$ 1.000,00 a Dário Ricardo completam um circuito de valores desproporcionais que merece verificação humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 128.366,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 128 mil, com um núcleo de candidatos do PSOL/MG (Dário, Leandra e Áurea) que trocam recursos entre si e com a empresa EVOE. O ponto que chama atenção é a EVOE doar R$ 98.594 a Áurea e, na volta, receber R$ 402 de Leandra, fechando um loop em que a empresa é simultaneamente doadora e fornecedora da mesma cadeia. Embora possa ser explicado por aliança partidária e prestação de serviços culturais, a coincidência de sentidos e a presença de uma empresa intermediária de serviços culturais num ciclo eleitoral justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 128.511,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas a maior parte do valor (R$ 98.594,00) sai da empresa EVOE para a candidata Áurea Carolina e retorna à própria EVOE via despesas de Sandra Maria da Silva, configurando um fluxo de ida e volta entre a mesma empresa e o grupo de candidatos do PSOL/MG. Além disso, há uma doação de R$ 1.000,00 de Dário para Sandra e outra de R$ 1.200,00 de Áurea para a campanha de Rafael Barros Gomes, valores pequenos que não explicam o grosso da movimentação. O padrão de recursos saindo de uma empresa e voltando para ela através de despesas de campanha de terceiros justifica uma checagem humana, ainda que possa haver explicação legítima (ex.: contratação de serviços culturais).
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 128.113,10
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades e envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 98.594,00 para Áurea Carolina e depois recebeu de volta R$ 149,10 de Juhlia de Paula, que por sua vez recebeu doação de Dário Braga, que recebeu de uma campanha de Rafael Barros Gomes, que foi paga por Áurea Carolina. Apesar de todos os candidatos serem do PSOL/MG, o que poderia sugerir uma coligação, a presença de uma empresa de intermediação de serviços culturais doando valor alto e depois aparecendo como fornecedora de uma campanha quebra o padrão simples de repasse partidário. O valor de R$ 98.594,00 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, o que justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre a empresa e as campanhas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 128.691,60
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSOL, PT) e uma empresa de intermediação cultural, sem coligação comum declarada. A EVOE doou R$ 98.594,00 a Áurea (PSOL) e recebeu de volta R$ 727,60 de Andréia (PT), enquanto Áurea pagou R$ 12.000,00 à campanha de Rafael Barros Gomes, que doou R$ 1.000,00 a Dário (PSOL), que doou R$ 250,00 a Andréia. O ramo da EVOE (serviços culturais) não tem relação óbvia com as despesas de campanha, e o valor doado pela empresa é uma ordem de grandeza acima das demais transações do ciclo.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 128.265,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 128 mil, com a empresa EVOE doando R$ 98,6 mil a Áurea Carolina (PSOL) e recebendo de volta R$ 552 do candidato Dário Ricardo (PSOL), enquanto Áurea paga R$ 12 mil à campanha de Rafael Barros Gomes. Apesar de haver vínculo partidário entre os dois candidatos do PSOL, a empresa EVOE aparece simultaneamente como doadora de valor alto e receptora de despesa de campanha, o que não tem explicação simples e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 128.165,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 98.594,00 para a campanha de Áurea Carolina (PSOL) e depois recebeu R$ 201,08 de volta como despesa da campanha de Bruno Henrique (PSOL), fechando um loop com outros repasses entre candidatos do mesmo partido. A quantia doada pela empresa é de uma ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia (R$ 1.000,00 e R$ 250,00), o que chama atenção. Embora todos os candidatos sejam do PSOL/MG, o retorno de recursos da campanha para a empresa doadora, ainda que de valor pequeno, configura um movimento circular que merece verificação humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 129.473,89
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas o elo de maior valor é uma doação de R$ 98.594,00 da empresa EVOE para a campanha de Áurea Carolina (PSOL), enquanto a campanha de Jorgetânia (mesmo partido) paga apenas R$ 1.509,89 à mesma empresa. A empresa EVOE é de 'intermediação de serviços culturais', ramo sem relação óbvia com campanhas do PSOL em MG, e o valor doado é ~65x maior que o retorno recebido na cadeia. Além disso, a campanha de Áurea paga R$ 12.000 à campanha de Rafael Barros Gomes, que doa R$ 1.000 a Dário, que doa R$ 250 a Jorgetânia — um fluxo de mão dupla entre campanhas do mesmo partido que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 129.429,25
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de serviços culturais (EVOE) e três candidatos do PSOL/MG, mas o fluxo não é simétrico: a EVOE doa R$ 98.594 a Áurea Carolina, enquanto Pollyana Ferreira paga apenas R$ 1.465 à EVOE e Áurea repassa R$ 12.000 a uma campanha de Rafael Barros Gomes (que não aparece como doador no ciclo). A diferença de ordem de grandeza entre a doação da empresa e o retorno via despesa, somada à presença de uma campanha intermediária sem partido declarado, dificulta a leitura como simples coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 128.119,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 98.594,00 para Áurea Carolina (PSOL) e depois recebeu R$ 155,60 de despesa de Gustavo Ribeiro (PSOL), fechando um loop com campanhas do mesmo partido. Apesar de o PSOL ser um partido pequeno e as transações ocorrerem em 2018/2020, o valor da doação da EVOE é muito superior às demais transações da cadeia (R$ 1.000,00 e R$ 250,00), e a empresa não tem relação óbvia com o serviço prestado. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do repasse e a conexão entre as entidades.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 128.156,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 128 mil, mas os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. As entidades incluem duas empresas (EVOE e uma sem nome) e duas candidatas do PSOL/MG, o que poderia indicar relação partidária ou de prestação de serviços, mas não há dados suficientes para afirmar que o loop é rotineiro ou anômalo. A ausência de informações sobre a natureza da empresa sem nome e sobre a ligação entre as partes impede uma classificação mais segura.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 122.606,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito desiguais: a empresa EVOE doou R$ 98.594,00 à candidata Áurea (PSOL/MG), enquanto as demais transações somam apenas R$ 13.860,00 de Jeiza para Herlen, R$ 6.000,00 de Áurea para Jeiza e R$ 506,44 de Herlen para a EVOE. As entidades pessoas físicas compartilham o PSOL/MG, o que permite explicar parte do fluxo como movimentação dentro do mesmo campo político, mas a empresa EVOE não tem partido declarado e o retorno a ela é irrisório. Não há um fato isolado que torne o caso claramente bizarro, nem elementos suficientes para descartá-lo como rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 115.270,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito desiguais: a empresa EVOE doou R$ 98.594,00 à candidata Áurea (PSOL/MG), enquanto as demais transações são de R$ 50,00 a R$ 356,25. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL/MG) e os pequenos valores são compatíveis com ressarcimentos ou despesas rotineiras de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas a assimetria de valores e o fechamento do ciclo justificam uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 120.091,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações têm naturezas e magnitudes muito distintas: a EVOE doou R$ 98.594,00 à campanha de Áurea (PSOL/MG) em 2018 e 2020, enquanto as demais movimentações são pequenas (R$ 1.275,40 de despesa de Edmar à EVOE, R$ 4.200,00 de despesa de Áurea a João Maria e R$ 1.050,00 de doação de João Maria a Edmar). Não há um fluxo de retorno significativo da EVOE para a cadeia que justifique um alerta forte, e as conexões partidárias (Áurea e Edmar ambos no PSOL/MG) oferecem explicação plausível para parte das movimentações. O valor total de R$ 120 mil é inflado pela doação inicial, mas o 'loop' em si não se fecha com valores expressivos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 117.794,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 117,7 mil, mas os valores são pequenos e as transações se concentram em 2018, com três candidatos do PSOL/MG na cadeia. A empresa EVOE aparece doando R$ 98,5 mil para Áurea e recebendo R$ 230 de Kênia, o que pode ser apenas prestação de serviços culturais a uma campanha aliada. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 117.966,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 117.966,00, com um núcleo de candidatos do PSOL/MG (Dário, Leandra e Áurea) que trocam doações entre si e com a empresa EVOE. O que chama atenção é a assimetria: a EVOE doa R$ 98.594,00 para Áurea, mas recebe de volta apenas R$ 402,00 de Leandra, e Áurea paga R$ 2.100,00 à campanha de Leandra, fechando um circuito em que a empresa é a maior financiadora e os candidatos movimentam valores entre si. Embora todos sejam do mesmo partido, o padrão de doações cruzadas em valores desproporcionais e a presença de uma empresa intermediária de serviços culturais como principal doadora justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 118.111,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 118 mil no total) e todas as pessoas físicas identificadas são do PSOL de MG, o que sugere uma rede de aliados do mesmo partido/coligação. As transações são de 2018 e 2020, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 250 a R$ 2.100) e uma doação maior da empresa EVOE à Áurea (R$ 98 mil), que pode ser doação empresarial legal à época. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado entre sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.