severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.352,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 11,3 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As duas empresas têm ramos compatíveis com serviços de campanha (intermediação cultural e consultoria/tecnologia), e os candidatos são de partidos distintos (PSOL e PT), mas ambos de MG, o que poderia explicar conexões locais legítimas. Não há um fato concreto que destoe claramente — como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço —, mas também não há uma explicação simples e óbvia para o encadeamento exato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.251,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.251,18, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. As conexões partidárias (PSOL e PT em MG) e a presença de empresas de consultoria/gestão não são, por si só, anômalas. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, como valores muito acima do mercado ou vínculos sem explicação plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.559,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e em sentidos variados, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. Há elos partidários (PSOL entre Dário e Jorgetânia) e valores modestos, mas a presença de empresas intermediando doações e despesas de campanhas diferentes impede uma explicação simples e única. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.515,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12,5 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários entre Dário e Pollyana (ambos PSOL-MG), mas Neimara é do PT e as empresas não têm relação partidária declarada. As transações podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou prestação de serviços, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.205,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.205,70, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos. As conexões entre os agentes são majoritariamente indiretas e podem ser explicadas por relações partidárias (PSOL e PT em MG) ou por serviços de consultoria/estratégia, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há um único elo que, isoladamente, seja inexplicável ou indique prioridade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.436,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 31,4 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PSOL/MG) e de financiamento coletivo (EVOE), o que pode explicar a circulação como repasses internos ou ressarcimentos. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e não há um único fato que destoe fortemente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. O caso merece apenas acompanhamento ordinário, sem indício claro de anormalidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.581,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações de pessoas físicas e uma empresa (EVOE) para candidatas do PSOL-MG, e despesas das candidatas para a mesma empresa e para uma pessoa física. Os valores são modestos (R$ 31,5 mil no total) e as conexões podem ser explicadas por relações partidárias ou prestação de serviços. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento de campanha.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.770,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de MG (Izabella e Wallace) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores que não são absurdamente díspares (R$ 29 mil de doação da EVOE a Izabella, R$ 2,5 mil de despesa de Izabella a Camila, R$ 200 de Camila a Wallace e R$ 58 de Wallace à EVOE). As transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato, e a ligação entre as entidades pode ser explicada por atuação no mesmo partido e setor cultural. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 153.240,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 153 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e a maioria dos elos é entre membros do PSOL de MG, o que é compatível com uma rede de aliados. A maior transação (R$ 120 mil de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMA em 2024) não tem contrapartida clara no ciclo e pode ser erro de agregação ou despesa de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.911,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34,9 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As duas candidatas do PSOL (MG e BA) e a candidata da UP (BA) não compartilham partido/coligação evidente, mas os valores são pequenos e há apenas uma transação em cada trecho do ciclo. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.494,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 37,5 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Três dos quatro candidatos são do PSOL/MG, o que pode explicar parte das movimentações como aliança partidária, mas a empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, e há um candidato do PSTU na cadeia. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor, ramo ou ciclo curto), mas também não é um padrão trivialmente explicável.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.666,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 37,6 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e misturam partidos diferentes (PSOL, PSTU) e uma empresa de intermediação cultural. A maior transação é uma doação de R$ 29 mil da EVOE para Izabella em 2020, enquanto o retorno à EVOE é uma despesa de apenas R$ 402 em 2018, o que não fecha um ciclo financeiro coerente no mesmo período. A presença de Daniel Lages Wardil (PSTU) doando para Dário (PSOL) em 2024, sem coligação comum evidente, e a empresa EVOE aparecendo tanto como doadora quanto fornecedora de serviços culturais, são fatos que dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 46.715,67
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e quatro candidatos, mas a empresa doa R$ 29.034,02 para Izabella (2020) e depois recebe R$ 8.105,61 de Áurea (2018/2020), o que configura retorno de recursos à mesma empresa. Além disso, há um elo partidário quebrado: Daniel Lages Wardil é do PSTU, enquanto os demais são do PSOL, e ele aparece doando para Dário (PSOL) em 2024 e recebendo despesa de Izabella (PSOL) em 2022. O valor total de R$ 46.715,67 não é astronômico, mas a combinação de ciclo fechado com uma empresa, fluxo de ida e volta e trânsito entre partidos diferentes justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.811,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 37,8 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e a maioria dos envolvidos é do PSOL/MG, o que permite explicar como rede de aliados. A EVOE aparece tanto como doadora de campanha (R$ 29 mil para Izabella em 2020) quanto como fornecedora de despesa (R$ 547 para Sandra em 2018), mas os valores e anos não formam um ciclo curto e fechado. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo incompatível, devolução quase idêntica), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.413,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 37,4 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e a maioria dos atores é do PSOL/MG, o que poderia ser explicado por alianças partidárias e ressarcimentos. Porém, a EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora de R$ 29 mil a uma candidata quanto como recebedora de despesas de outra campanha, e há um ator do PSTU (Daniel Lages Wardil) que doou a um candidato do PSOL, quebrando a homogeneidade partidária. Não há um fato isolado que destoe gritantemente (valores, prazos ou ramos), mas a combinação de empresa intermediária no centro do ciclo e a mistura de partidos justifica uma checagem humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.991,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSOL, PT, PSTU) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação de um único evento coordenado, mas o fechamento do loop com valores que retornam à EVOE (R$ 727,60 em despesas) após a empresa ter doado R$ 29.034,02 a uma candidata do PSOL chama atenção. A diferença de magnitude entre a doação da EVOE e o retorno via despesa de campanha, somada à ausência de vínculo partidário claro entre os envolvidos, justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 37.565,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 37,5 mil no total) e entidades com vínculos partidários parcialmente sobrepostos (PSOL em MG), o que poderia explicar trocas de recursos entre aliados. Porém, há um elo com o PSTU (Daniel Lages Wardil) e uma empresa de intermediação cultural que recebeu despesas de campanha e depois aparece como doadora, sem que os fatos permitam afirmar se é um padrão rotineiro ou algo a checar. A defasagem temporal (2018-2024) e a mistura de tipos (doação e despesa) tornam o quadro ambíguo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.465,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 37,4 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A maioria dos participantes é do PSOL/MG, o que poderia explicar repasses internos, mas há um doador do PSTU e uma empresa de intermediação cultural, cuja relação com o ciclo não é clara. Os valores são modestos e não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a presença de uma empresa privada no circuito e a mistura de partidos impedem uma explicação simples e automática.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 38.773,91
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas a maior parte do valor (R$ 29.034,02) sai de uma empresa (EVOE) para uma candidata do PSOL, enquanto outra candidata do PSOL (Jorgetania) paga despesas à mesma empresa, configurando um retorno de dinheiro à EVOE. Além disso, há uma doação de Daniel Lages Wardil (PSTU) para Dario Braga (PSOL) em 2024, sem coligação ou partido comum evidente, e uma despesa de Izabella (PSOL) para Daniel (PSTU) em 2022, o que dificulta explicar tudo como mera coincidência partidária. O valor total é modesto, mas a combinação de partidos distintos e o fluxo de ida e volta para a mesma empresa justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.729,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 38,7 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Três dos quatro candidatos são do PSOL/MG, o que poderia explicar parte das movimentações como aliança partidária, mas a empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, e há um candidato do PSTU na cadeia. Os valores são modestos e não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas a combinação de empresa doando e recebendo de volta na mesma cadeia merece uma olhada humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.419,62
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação de uma única coligação ou campanha. Além disso, há partidos distintos (PSOL e PSTU) e uma empresa (EVOE) que recebe despesa de um candidato do PSOL em 2018 e depois doa valor muito maior (R$ 29 mil) a outra candidata do PSOL em 2020, sem que os fatos expliquem essa relação. O valor de R$ 7.000 pago por Izabella a Daniel em 2022, sem partido/coligação em comum, também chama atenção. Esses elementos justificam uma checagem humana mais detalhada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 45.525,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 45,5 mil) e três pessoas ligadas a partidos de esquerda (PSOL e PSTU) em MG, o que poderia ser explicado por alianças ou redes de militância. Porém, a empresa EVOE aparece tanto como doadora de R$ 29 mil a uma candidata quanto como fornecedora de R$ 8,1 mil para outra, e há uma despesa de R$ 7 mil de uma candidata a um candidato de outro partido, sem que os fatos permitam afirmar se há relação legítima ou apenas coincidência. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor muito acima do padrão ou ramo incompatível), mas também não é possível descartar a estranheza do loop fechado entre as mesmas entidades.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.025,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 29 mil de uma empresa para uma candidata, R$ 810 de despesa da mesma candidata com a empresa, R$ 700 de despesa entre dois candidatos e R$ 840 de doação entre eles) e cruza anos diferentes (2018, 2020, 2024). As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL e PC do B, aliados em MG), o que oferece uma explicação simples para os repasses entre candidatos, mas a empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora paga pela mesma candidata, o que merece uma olhada. Não há, porém, um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço).
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.135,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores que não são absurdamente díspares (R$ 29 mil de doação, R$ 8 mil de despesa). A ligação partidária entre as candidatas e a natureza da empresa (serviços culturais, ramo comum em campanhas) oferecem uma explicação plausível de rede de aliados. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 63.482,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de MG e uma empresa de serviços culturais, com transações espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As doações da empresa à candidata Izabella (R$ 29 mil) e as despesas dela com Eder Philippe (R$ 30 mil) não retornam diretamente à empresa, e a conexão com Maria Aparecida se dá por um doador intermediário (Eder Philippe) sem partido/coligação declarada. Não há um fato agudo que configure ciclo curto e fechado entre os mesmos atores, mas também não é possível descartar coincidência ou padrão legítimo de financiamento coletivo e prestação de serviços.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 68.985,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) e duas candidatas do PSOL de MG, com valores e anos dispersos (2018-2024). As transações não formam um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e há elos com terceiros (EDER PHILIPPE) que não completam claramente o loop. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços e a relação entre as partes, não há um fato específico que destoe o suficiente para priorizar, nem uma explicação simples e evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.634,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são candidatos do PSOL/MG, o que torna plausível que as transações decorram de coordenação partidária ou coligação. A empresa EVOE aparece tanto como doadora de campanha quanto como fornecedora de despesas, o que pode indicar contratação de serviços culturais, mas o fato de o dinheiro retornar à mesma empresa fecha um loop que merece verificação. Os valores são modestos (R$ 45,6 mil no total) e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), dificultando caracterizar um esquema único. Não há um fato isolado que seja claramente inexplicável, mas também não é possível descartar coincidência ou irregularidade sem checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.806,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores não formam um retorno claro do mesmo montante. As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL/MG) e há uma empresa de intermediação cultural que pode prestar serviços a campanhas, o que é um padrão legítimo. Não há um fato único e concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 54.855,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) que doa R$ 29 mil a uma candidata do PSOL e depois recebe R$ 8,1 mil em despesas de outra candidata do mesmo partido, fechando um loop com valores relevantes. Embora os candidatos compartilhem o partido PSOL/MG, a presença de uma empresa privada no centro do ciclo, recebendo recursos de campanha após ter doado para outra campanha, não tem explicação óbvia e merece checagem humana. O valor total de R$ 54,8 mil e a quantidade de entidades (5) reforçam a necessidade de verificar a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 45.951,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doa R$ 29 mil à campanha de Izabella em 2020 e, em 2018, recebe R$ 547 de despesa da campanha de Sandra — mas as transações não formam um loop temporal coerente, pois a despesa de Sandra para EVOE é anterior à doação da EVOE. Além disso, há um pagamento de R$ 16 mil da campanha de Izabella para Marcela Linhares, que doou R$ 120 a Dário, e Dário doou R$ 250 a Sandra, criando uma cadeia indireta entre campanhas do PSOL, mas com valores e anos desconexos. A presença de uma empresa de 'intermediação de serviços culturais' recebendo despesa de campanha e depois doando a uma candidata merece checagem manual, pois o ramo não tem relação óbvia com o serviço eleitoral.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.553,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são candidatos do PSOL em MG, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária, doações entre aliados ou ressarcimentos internos. A empresa EVOE aparece tanto como doadora de campanha quanto como fornecedora de despesas, o que pode ser coincidência de nome ou um intermediário legítimo de serviços culturais. Os valores são modestos (R$ 45,5 mil no total) e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 46.131,62
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e campanhas de PSOL e PT em MG, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e envolvem valores e naturezas distintas (doações, despesas, financiamento coletivo). A empresa EVOE aparece tanto como doadora de R$ 29 mil para Izabella (2020) quanto como fornecedora de R$ 727 para Andreia (2018), o que sugere uma relação comercial e política que merece checagem. O elo entre Dário (PSOL) e Andreia (PT) é uma doação de apenas R$ 250 em 2018, enquanto o salto de R$ 16 mil de Izabella para Marcela Linhares (que doou R$ 120 a Dário) não tem explicação óbvia nos dados. Apesar de possível coincidência entre aliados, a combinação de empresa de cultura, financiamento coletivo e múltiplos partidos em um ciclo fechado justifica uma olhada humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 45.705,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL/MG) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores que não são absurdamente díspares (R$ 29 mil de doação, R$ 16 mil de despesa, R$ 552 de despesas). A conexão entre os candidatos e a empresa pode ser explicada por contratação de serviços culturais ou financiamento coletivo, mas o fato de a empresa ter recebido recursos de um candidato e depois doado a outro candidato do mesmo partido, fechando um ciclo, merece uma checagem manual para descartar coincidência ou irregularidade. Não há elementos suficientes para afirmar que é bizarro, mas também não é claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.605,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, o que poderia ser explicado por uma coligação partidária comum. No entanto, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são heterogêneos, sem um padrão claro de devolução de recursos. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é possível afirmar que se trata de mera coincidência partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.913,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL-MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores que variam de R$ 120 a R$ 29 mil. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e incluem tanto doações entre candidatos quanto despesas pagas à empresa, o que pode ser explicado por contratação de serviços culturais ou ressarcimentos dentro do mesmo grupo político. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor de ramo incompatível), mas o fechamento do ciclo com uma empresa que também doou para uma das candidatas merece checagem humana para confirmar a legitimidade dos serviços prestados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.869,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três candidatos são do mesmo partido (PSOL) e da mesma UF (MG), o que torna plausível que as transações decorram de relações políticas e de campanha já existentes. A EVOE aparece tanto como doadora de valor alto (R$ 29 mil) quanto como fornecedora de despesas de campanha (R$ 1,4 mil), o que pode ser um serviço de intermediação cultural ou financiamento coletivo, sem que os dados permitam afirmar irregularidade. O valor total é modesto (R$ 46,8 mil) e não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível. Faltam informações sobre a natureza exata dos serviços e a ligação entre os doadores pessoas físicas para concluir se há algo além de coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.559,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são candidatos do PSOL em MG, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária ou coligação. A empresa EVOE aparece tanto como doadora de campanha quanto como fornecedora de despesas, o que pode ser um serviço de intermediação cultural, mas não há detalhamento do objeto. Os valores são modestos (R$ 45,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos, sem um encadeamento temporal curto que force uma explicação única. Faltam elementos para afirmar que é rotineiro ou genuinamente estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 54.525,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores modestos (R$ 54,5 mil no total). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e há um elo intermediário (Marcela Linhares Serrão Diniz Silva) que não é candidata nem empresa, quebrando a circularidade direta. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja um fluxo rotineiro sem checar a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.964,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.964,17, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e compatíveis com despesas de campanha. Há vínculos partidários entre alguns agentes (PT e PC do B em MG), o que pode explicar coincidências de rede, mas a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, sem que se saiba seu ramo ou relação com os demais. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito acima, ciclo curto e fechado no mesmo ano, fornecedor sem nexo evidente), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 10.964,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 10,9 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PC do B e PT), mas há conexões políticas plausíveis em MG. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra campanha, o que pode ser coincidência ou ressarcimento. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.228,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e duas candidatas de partidos diferentes (PSOL e PT), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A empresa doa R$ 7.915 a Andreia (PT) em 2018, e Aurea (PSOL) paga R$ 8.105,61 à mesma empresa em 2018/2020 — valores próximos e em sentidos opostos, sugerindo um possível retorno do dinheiro à fonte original. O elo intermediário (Diogo) recebe despesa de Andreia e doa a Aurea, mas não há explicação simples para o fluxo circular entre partidos distintos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.066,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 21 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas o elo central é a empresa EVOE, que doou R$ 7.915 à campanha de Andréia (PT) em 2018 e recebeu R$ 8.105 de Áurea (PSOL) como despesa nos mesmos anos. O retorno à empresa é quase idêntico ao valor doado, o que poderia sugerir um ciclo fechado, mas os fatos não mostram vínculo partidário entre as campanhas nem detalhes sobre a natureza do serviço prestado pela EVOE. Sem saber se a EVOE é fornecedora cultural de ambas as campanhas ou se há relação pessoal entre os envolvidos, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósR$ 10.849,89
severidade média5 nósR$ 10.395,40
severidade média5 nósR$ 10.567,00
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 19.616,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT), sem coligação comum declarada. A empresa doa R$ 7.915 à campanha de Andréia (PT) e, na outra ponta, recebe R$ 8.105,61 em despesas da campanha de Áurea (PSOL), valor quase idêntico ao doado, sugerindo um retorno do dinheiro à mesma empresa. O elo intermediário envolve uma doação de R$ 1.000 de Andréia à campanha de Rafael Barros Gomes, que por sua vez doa R$ 1.000 a Dario (PSOL), que doa R$ 250 a Áurea — uma cadeia de valores pequenos que conecta os dois polos. O ramo da empresa (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com o serviço de campanha, e o fechamento do loop em um único ciclo eleitoral merece checagem humana.
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