severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.674,89
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) e campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT), sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. A EVOE doa R$ 7.915 a uma candidata do PT, mas recebe de volta R$ 1.509,89 em despesas de uma candidata do PSOL, criando um fluxo de retorno para a própria empresa doadora. Além disso, há um repasse de R$ 1.000 da campanha de Andréia (PT) para a de Dário (PSOL), que por sua vez doa R$ 250 para Jorgetânia (PSOL), configurando transferência entre campanhas de partidos distintos sem justificativa aparente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.630,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11,6 mil no total) e entidades de partidos aliados (PSOL e PT) em Minas Gerais, o que poderia ser explicado por repasses internos de coligação ou ressarcimentos. Porém, a presença de uma empresa de intermediação de serviços culturais doando para uma campanha e recebendo despesa de outra campanha no mesmo ciclo, sem que se saiba a natureza do serviço, impede uma conclusão definitiva. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não é um padrão trivial de mesma coligação.
severidade média5 nósR$ 10.320,60
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 27.002,15
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e duas candidatas de partidos diferentes (PT e PSOL), sem coligação ou partido em comum que explique a circulação. A empresa doa R$ 7.915,00 para Andreia (PT), que repassa R$ 1.000,00 para a campanha de Rafael Barros Gomes, que doa R$ 6.886,00 para Aurea (PSOL), que paga R$ 8.105,61 à própria EVOE. O ramo da empresa (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com os serviços prestados a uma campanha política, e o valor que retorna à EVOE é superior ao que ela doou, configurando um ciclo fechado que merece checagem humana.
severidade média4 nósR$ 10.357,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.112,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 17 mil no total) e entidades majoritariamente do PT em MG, o que poderia ser explicado por alianças partidárias e ressarcimentos. Porém, a empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto doando para uma campanha quanto recebendo despesa de outra, e há um salto temporal (2018 a 2022) que quebra a ideia de ciclo curto e fechado. Sem saber a natureza dos serviços e a relação entre os envolvidos, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, mas também não é claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.385,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) que doou R$ 2.282,00 ao candidato Bruno Henrique Nogueira Cardoso (PSOL-MG) e recebeu R$ 8.105,61 em despesas da campanha de Áurea Carolina (PSOL-MG), valor quase 4 vezes maior que a doação. Além disso, Bruno repassou R$ 300,00 à campanha de Dário Ricardo Braga de Moura, que por sua vez doou R$ 351,45 a Áurea, fechando o loop. Embora todos os candidatos sejam do PSOL-MG, o fluxo de recursos saindo de uma campanha para uma empresa que depois doa a outro candidato e recebe de volta da campanha inicial não tem explicação óbvia e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.816,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12.816,11, com transações que cruzam anos (2018, 2020, 2024) e incluem uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) doando para um candidato do PSOL e recebendo despesa de uma vereadora do PSOL dois anos depois. A transação de R$ 9.000,00 de JUHLIA (PSOL) para TAINA (PSOL) em 2024 é de uma ordem de grandeza superior às demais e não tem explicação simples, pois não há coligação ou vínculo partidário declarado entre as duas. O conjunto forma um loop fechado com valores e anos díspares, o que justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.595,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo de retorno é uma empresa (EVOE) que doou para a campanha de Bruno Henrique (PSOL/MG) em 2018 e depois recebeu R$ 8.105,61 em despesas da campanha de Áurea Carolina (PSOL/MG) nos anos de 2018 e 2020. Embora Bruno e Áurea sejam do mesmo partido, a empresa aparece nos dois extremos do loop, doando para um candidato e sendo paga por outra campanha, o que não é explicado apenas por coincidência de coligação. O valor de retorno à empresa é cerca de 35 vezes maior que a doação inicial, e o intermediário Diogo aparece apenas como elo de passagem, sem partido informado. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dos serviços prestados pela EVOE e a relação entre as campanhas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.344,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 17.948,00) é uma doação da empresa EVOE para a candidata JORGETANIA, enquanto as transações que fecham o loop são pequenas (R$ 51,35 e R$ 58,05). As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-MG), o que torna plausível que sejam movimentações rotineiras dentro da mesma estrutura partidária, como repasses de direção estadual ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 25.645,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas atores do PSOL em Minas Gerais: uma empresa doadora, a direção estadual do partido e dois candidatos da mesma legenda. A maior parte do valor (R$ 17.948,00) é uma doação da empresa à candidata Jorgetania, e os retornos são pequenos (R$ 5.135,00 de despesa dela com a direção e R$ 201,08 de despesa de Bruno com a empresa), compatíveis com ressarcimentos ou gastos de campanha. O valor total de R$ 25,6 mil é baixo e não há indício de que a empresa tenha recebido de volta quantia próxima à doada. O padrão é explicável por doações e despesas dentro do mesmo campo político, sem fato concreto que exija checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.971,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018-2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A maior parte do valor (R$ 17.948,00) é uma doação da empresa EVOE para a candidata Jorgetania, que é um fluxo normal de campanha. As demais transações somam valores irrisórios (R$ 5.135 e R$ 13.292) e podem ser despesas rotineiras ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.662,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores modestos (R$ 19,6 mil no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, com a direção estadual do partido no meio da cadeia. As transações são compatíveis com doações e despesas rotineiras dentro do mesmo partido/coligação, incluindo repasses da direção estadual e pagamentos a fornecedores. A empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços culturais, o que é comum em campanhas de esquerda. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.846,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. A empresa EVOE aparece como doadora de R$ 17.948,00 para Jorgetania e depois recebe R$ 114,33 de Nilce, valores de ordens de grandeza muito diferentes e sem relação direta com o ciclo. O montante total é baixo (R$ 19.846,88) e as transações se distribuem em anos distintos (2018 e 2020), sem um encadeamento imediato que sugira devolução disfarçada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.274,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamentos da outra, mas os valores são modestos (R$ 1.794,80 em doações e R$ 1.465,25 em despesas) e podem refletir contratação de serviços culturais ou de intermediação. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valores muito acima do padrão ou ausência de vínculo partidário; o loop pode ser explicado por movimentação financeira rotineira dentro da mesma coligação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.964,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL mineiro, a direção estadual do partido e uma empresa de intermediação de serviços culturais. A maior parte do fluxo é doação da empresa à candidata Jorgetânia (R$ 17.948,00), enquanto o retorno a essa empresa é uma despesa pequena de outro candidato (R$ 155,60) e a ligação entre os dois candidatos se dá via repasses do partido. Não há um fato isolado que fuja do padrão de doações partidárias e despesas de campanha, mas o fechamento do ciclo com uma empresa privada de ramo cultural merece uma olhada humana para confirmar se as despesas têm lastro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.039,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL mineiro, o diretório estadual do próprio partido e uma empresa de intermediação de serviços culturais. As maiores quantias são doações da empresa à JORGETANIA (R$ 17.948,00), enquanto os retornos à empresa e ao partido são pequenos (R$ 230,40 e R$ 51,35), o que enfraquece a ideia de devolução circular significativa. Não há um fato isolado que destoe do padrão de doações partidárias e despesas de campanha, mas a presença de uma empresa privada no ciclo justifica uma conferência humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 107.266,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são pequenos e desproporcionais entre si: a maior transação é a doação da direção estadual a Wallace (R$ 89 mil), enquanto as demais são de R$ 5 mil ou menos, sugerindo que o 'loop' é um artefato de agregar transações de anos diferentes. A empresa EVOE aparece doando a Jorgetânia e recebendo despesa de Wallace, mas os valores são baixos e podem refletir serviços culturais prestados a ambos. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 25.198,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e recebedora de despesa da outra, mas os valores são modestos (R$ 17.948,00 doados e R$ 402,00 pagos) e compatíveis com serviços de intermediação cultural. Não há indício de que os valores sejam desproporcionais ou que o fornecedor atue em ramo alheio ao serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 221.512,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do mesmo partido (PSOL-MG) ou ligadas a ele, o que é um padrão comum em coligações e direções partidárias. A maior transação (R$ 120.000,00 de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI) é uma despesa de campanha em 2024, enquanto as demais são de 2018/2020, sugerindo que o 'loop' pode ser apenas uma coincidência temporal entre anos eleitorais distintos. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.531,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL-MG e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos legítimos. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas o valor recebido (R$ 230,40) é irrisório frente ao doado (R$ 17.948,00), não configurando retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.703,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL de Minas Gerais (candidatos e direção estadual) e uma empresa de serviços culturais, com valores modestos e concentrados em 2018. As transações são compatíveis com doações partidárias internas, repasses da direção estadual a candidatos e pagamentos por serviços culturais, sem indício de valores anômalos ou fornecedor fora do ramo. O loop pode ser coincidência contábil dentro da mesma coligação, não justificando priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 35.752,72
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e três candidatos do PSOL-MG, com a empresa doando R$ 17.948,00 a Jorgetania e recebendo de volta R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina, além de repasses via direção estadual. Embora todos os candidatos sejam do mesmo partido (PSOL-MG), o que poderia explicar parte da circulação, chama atenção que a EVOE seja simultaneamente doadora de campanha e fornecedora paga pela mesma cadeia, com valores expressivos (R$ 35,7 mil no total) e em ciclo curto entre 2018 e 2020. Esse duplo papel da empresa (doar e receber) em um loop fechado justifica uma checagem humana para verificar a natureza dos serviços e a real contrapartida.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.848,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL de Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,8 mil no total) e transações concentradas em 2018. A empresa EVOE doou R$ 17,9 mil à candidata Jorgetânia, que repassou R$ 51 à direção estadual; esta doou R$ 6,5 mil a Dário, que doou R$ 250 a Sandra, que pagou R$ 547 à EVOE. O padrão é compatível com movimentação interna de uma mesma coligação/partido, sem valores atípicos ou fornecedores de ramo estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.450,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26.450,17, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em 2018/2020, período eleitoral. Três pessoas são do PSOL/MG e a direção estadual do partido aparece repassando recursos, o que é um padrão legítimo de financiamento partidário. A empresa EVOE doou R$ 17.948,00 para Jorgetania e recebeu de volta apenas R$ 149,10 de Juhlia, sem que os fatos indiquem um retorno significativo ou um vínculo estranho entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.028,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos. Há vínculos partidários entre alguns agentes (PSOL e PT), o que poderia explicar doações e despesas dentro de uma mesma rede de aliados, mas a empresa EVOE não tem partido declarado e recebeu doação de JORGETANIA (PSOL) e pagou despesa a ANDREIA (PT), sem que se saiba a natureza do serviço. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado em curto período), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.603,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL mineiro e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos legítimos. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesas do outro candidato, mas os valores são modestos e distribuídos ao longo de 2018-2020, sem um padrão claro de devolução de recursos. Não há um fato isolado que destoe fortemente, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.502,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em MG, com valores pequenos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A empresa EVOE doou R$ 17.948,00 à candidata Jorgetânia, que pagou R$ 51,35 à direção partidária; esta repassou R$ 6.573,46 a Dário, que doou R$ 250,00 a Bruno, o qual pagou R$ 201,08 à EVOE. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor fora do ramo, e o fluxo pode ser explicado por movimentação financeira típica de campanha dentro do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 27.766,32
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e três candidatos do PSOL/MG, com a empresa doando R$ 17.948 a Jorgetania e recebendo de volta R$ 1.465 de Pollyana, além de repasses da direção estadual a Dário. Embora todos os atores compartilhem o mesmo partido, o retorno de recursos da campanha para a empresa que também doou a outro candidato da mesma sigla é um fato concreto que foge ao padrão comum de doação ou despesa e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.456,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,4 mil no total) e transações pulverizadas em 2018 e 2020. A empresa EVOE doou R$ 17,9 mil à candidata Jorgetânia, que repassou R$ 51 à direção partidária; o candidato Dário recebeu R$ 6,5 mil da direção e doou R$ 250 a Gustavo, que pagou R$ 155 à EVOE. Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor de ramo alheio, nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário — tudo se explica por repasses internos e despesas de campanha dentro do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 35.754,08
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas a empresa EVOE aparece doando R$ 17.948,00 para a candidata JORGETANIA e, na outra ponta, recebendo R$ 8.105,61 da campanha de AUREA — ou seja, a mesma empresa que injeta dinheiro no grupo também é fornecedora de uma campanha do grupo. Embora todas as pessoas sejam do PSOL/MG, o fluxo de recursos saindo de uma campanha para uma empresa que doa para outra campanha da mesma cadeia merece checagem humana para verificar se há contratação real ou apenas circulação de recursos. O valor total de R$ 35.754,08 não é astronômico, mas o padrão de ida e volta envolvendo a mesma empresa justifica priorização.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 25.676,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE doou para JORGETANIA (R$ 17.948,00) e recebeu de SANDRA (R$ 547,00) — valores de ordens de grandeza diferentes e em anos distintos, sem indicar retorno significativo. O total movimentado é baixo (R$ 25.676,43) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 20.332,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são pequenos e compatíveis com serviços de intermediação cultural, e a empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outra, algo que pode ocorrer em contratações de serviços culturais. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.287,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores pequenos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-MG) ou atuação em serviços culturais, o que pode explicar as movimentações como doações e despesas rotineiras. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.378,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL-MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores modestos (R$ 30 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2020. A ligação entre a empresa EVOE e a campanha de Izabella via 'EVOE FINANCIAMENTO COLETIVO' sugere que pode ser a mesma estrutura de arrecadação, mas não há elementos suficientes para afirmar que o loop é um padrão legítimo ou um indício que exija checagem prioritária. O caso não apresenta valores atípicos nem fornecedores de ramo incompatível, mas a circularidade entre poucos atores justifica uma verificação humana leve.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.760,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais, o que torna plausível que as transações decorram de repasses partidários, doações entre aliados ou ressarcimentos dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 30,7 mil no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado que chame atenção. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.489,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL) e a direção estadual do PSOL-MG, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outra, mas os valores são modestos (R$ 17.948,00 doados vs R$ 149,10 pagos) e não há indício de retorno significativo. Não há fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.312,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 36 mil no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em MG, o que permite explicar as transferências como repasses internos do partido, doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 972,66) é pequeno e pode ser pagamento por serviços culturais prestados à campanha. Não há um fato isolado que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas a existência de um ciclo fechado entre cinco entidades justifica uma checagem humana para confirmar a regularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.581,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de intermediação cultural, uma candidata do PSOL e uma candidata do PT, partidos diferentes, mas o valor total é baixo (R$ 26,5 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020). A empresa doou para JORGETANIA (PSOL) e recebeu despesa de ANDREIA (PT), enquanto JORGETANIA teve despesa com a direção estadual, mas não há elementos que liguem diretamente as duas candidatas ou que expliquem o fluxo circular. Sem valores atípicos ou vínculos partidários claros, não há fato concreto que justifique priorização, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.166,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 26 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao campo PSOL/PT em Minas Gerais, com a direção estadual do PSOL aparecendo como intermediária de repasses. A maior transação (R$ 17.948,00 da EVOE para Jorgetania) é uma doação de empresa a candidata, padrão comum, e as demais são valores baixos que podem ser ressarcimentos ou despesas de campanha. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.168,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 26 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PSOL e PT em MG), o que é compatível com doações entre aliados e repasses partidários rotineiros. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata do PSOL e recebendo despesa de uma vereadora do mesmo partido, mas o valor recebido (R$ 114) é irrisório perto do doado (R$ 17,9 mil), sem indicar retorno significativo. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão esperado, nem elementos suficientes para afirmar que é apenas coincidência.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 28.261,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e duas candidatas do PSOL/MG, mas o elo intermediário é Diogo Eduardo de Carvalho Oliveira, sem partido/cargo informado, que recebeu despesa de Jorgetania e doou para Aurea. A empresa EVOE doou R$ 17.948 a Jorgetania e recebeu de volta R$ 8.105,61 em despesas de Aurea, configurando um retorno financeiro à mesma empresa que iniciou o fluxo. O valor total do loop (R$ 28,2 mil) não é astronômico, mas a presença de um intermediário sem vínculo partidário declarado e o retorno de recursos à empresa doadora justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 17.430,06
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024) e envolvem partidos distintos (PSOL, PV) sem coligação comum evidente. A empresa EVOE recebe R$ 8.105,61 de Áurea (PSOL) e doa R$ 1.620,00 a Poliana (PV), enquanto a ELEGIS doa R$ 6.098,60 a Dario (PSOL) e recebe apenas R$ 9,81 de Poliana — valores e direções que não formam um padrão simples de repasse partidário ou ressarcimento. O fato de o loop atravessar anos e legendas diferentes dificulta a explicação por coincidência de mesma coligação, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.426,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSOL) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária única. Porém, os valores são modestos e as transações podem refletir ressarcimentos ou prestação de serviços culturais entre campanhas, sem um fato isolado que destoe claramente. Não há como afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho apenas com esses dados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.011,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de intermediação de serviços culturais que doou R$ 11.412,00 a uma candidata do PSOL e depois recebeu de volta apenas R$ 112,02 de uma despesa de outra candidata do mesmo partido, valor irrisório perto do total. As demais transações (doação de R$ 1.500,00 em 2018 e despesa de R$ 1.787,00 em 2020) ocorrem em anos diferentes e entre pessoas sem partido/coligação claramente identificado no resumo, sem que o encadeamento feche um ciclo financeiro relevante. Não há um fato concreto que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre os mesmos atores) que justifique priorizar uma checagem humana só com esses dados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.013,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de intermediação cultural que doou R$ 11.412 a uma candidata do PSOL e depois recebeu de volta apenas R$ 114,33 de outra candidata do mesmo partido, valor irrisório perto do total. As demais transações (R$ 1.500, R$ 200 e R$ 1.787) são de baixo valor e podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de pequenas movimentações entre campanhas de um mesmo campo político, mas a presença da empresa doadora no fim do ciclo merece uma olhada humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.858,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG (Dário, Kênia e Pollyana), o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. A EVOE, empresa de intermediação de serviços culturais, doou R$ 17.958 a Pollyana e recebeu R$ 230,40 de Kênia, valores de ordens de grandeza muito diferentes, mas o total do loop é baixo (R$ 19.858,40). Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de financiamento entre aliados, mas a presença de uma empresa privada no ciclo impede descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.030,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doa R$ 17.958,00 para a campanha de Pollyana, que por sua vez repassa R$ 900,00 para a campanha de Sandra, que doa R$ 520,00 para Dário, que doa R$ 250,00 para Leandra, que paga R$ 402,00 de despesa à própria EVOE, fechando o loop. Apesar de todos os candidatos serem do PSOL/MG, a presença de uma empresa privada no centro do ciclo e o retorno de recursos a ela após passarem por múltiplas campanhas dificultam uma explicação simples de coincidência ou repasse partidário rotineiro. O valor total de R$ 20.030,00 não é alto, mas a estrutura circular com uma empresa no início e no fim merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 29.079,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doa R$ 17.958,00 a uma candidata do PSOL e, depois, recebe R$ 8.105,61 de despesa de outra candidata do mesmo partido, fechando um loop de dinheiro. Embora todos os políticos sejam do PSOL/MG, a presença de uma empresa privada no centro do ciclo, com valores expressivos e em sentidos opostos, não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. O fato de a empresa ter recebido de volta quase metade do que doou, em transações que se cruzam, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.175,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades em 2018, com valores que retornam quase integralmente à EVOE (R$ 1.795.800 doados por ela, R$ 54.700 recebidos de volta via despesa de Sandra). As três pessoas físicas são todas do PSOL/MG, o que poderia sugerir coordenação partidária, mas a presença de uma empresa de intermediação cultural doando quase R$ 1,8 milhão a uma candidata a deputada estadual e recebendo de volta recursos de uma campanha a deputada federal é um fato que foge ao padrão comum de doação entre aliados. O loop curto e fechado, com valores expressivos e uma empresa de ramo cultural no centro, justifica checagem humana.