severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.777,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG (Dário, Pollyana e Juhlia) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores pequenos e concentrados em 2018/2020. A maior parte do fluxo (R$ 17.958,00) é uma doação da EVOE para Pollyana, e o retorno à EVOE é uma despesa de apenas R$ 149,10 de Juhlia, o que não configura devolução significativa. O elo com a campanha de Sandra Maria da Silva Andrade (R$ 520,00 e R$ 900,00) pode ser repasse dentro de uma mesma chapa ou coligação, e os valores são baixos para indicar algo atípico.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.355,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 20,3 mil no total) e entidades de campanhas de partidos aliados (PSOL e PT) em MG, o que é compatível com doações e despesas cruzadas dentro de um mesmo campo político. A maior parte do fluxo é uma doação de uma empresa de serviços culturais (EVOE) a uma candidata do PSOL, seguida de despesa de campanha a essa mesma empresa, padrão que pode ocorrer em contratação de serviços. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas a cadeia é longa e envolve uma empresa intermediária, o que justifica uma checagem manual sem que se possa afirmar que é rotineiro ou bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.929,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de MG (Dario e Pollyana) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores modestos (R$ 19,9 mil no total). A maior parte do fluxo é uma doação da EVOE para Pollyana (R$ 17,9 mil), e o retorno à EVOE via despesa de Dario é de apenas R$ 551,97 — não há um ciclo fechado de valor equivalente. As transações se distribuem em 2018 e 2020, anos eleitorais distintos, e podem refletir contratação de serviços culturais ou repasses dentro do mesmo campo político, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.829,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG em 2018, o que dá uma explicação simples: doações e despesas entre aliados do mesmo partido/coligação. A empresa EVOE aparece doando R$ 17.958,00 a Pollyana e recebendo R$ 201,08 de Bruno, valores de ordens de grandeza muito diferentes, mas o volume total é baixo e compatível com serviços de intermediação cultural. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 21.137,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 21 mil, com uma empresa (EVOE) doando R$ 17.958 a Pollyana e recebendo R$ 1.509 de Jorgetania, enquanto Dário doa a Jorgetania e Pollyana paga despesa à campanha de Sandra. Apesar de três candidatos serem do PSOL/MG, a empresa EVOE não tem partido/coligação declarada e o fluxo fecha um loop com valores desproporcionais (a doação da empresa é uma ordem de grandeza maior que as demais transações). Isso dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.783,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG em 2018, o que poderia ser explicado por alianças partidárias e repasses internos. Porém, a empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece como doadora de R$ 17.958,00 para Pollyana e depois recebe R$ 155,60 de Gustavo, sem que se saiba a natureza do serviço prestado. Os valores são modestos e as transações se concentram em 2018, mas a presença de uma empresa de cultura no meio de doações entre candidatos do PSOL não é autoexplicativa.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 19.387,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do partido, com valores modestos (R$ 19,4 mil no total). A maior parte do fluxo é uma empresa doando para a candidata Pollyana (R$ 17,9 mil), o que é uma doação empresarial comum, e o restante são repasses pequenos entre candidatos e a direção partidária. Não há indício de que a empresa EVOE tenha recebido de volta valor relevante (apenas R$ 58,05 de despesa de Fabrício), então o 'loop' parece mais um artefato de agregação de transações do mesmo grupo político do que um esquema circular suspeito.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 25.687,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL de MG e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de Pollyana e também como fornecedora de Bruno, mas o valor pago por Bruno (R$ 201,08) é muito pequeno perto da doação recebida por Pollyana (R$ 17.958,00), não configurando retorno significativo. O total movimentado é baixo (R$ 25,7 mil) e as transações se distribuem ao longo de 2018-2020, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 25.040,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 17.958,00 para a campanha de Pollyana e depois recebeu R$ 1.509,89 de volta como despesa da campanha de Jorgetania, ambas do PSOL-MG. Embora as duas candidatas sejam do mesmo partido, a empresa não é coligação nem conta partidária, e o retorno de dinheiro da campanha para a empresa doadora em um ciclo curto e fechado é um fato que foge do padrão comum de doação eleitoral. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a razão do fluxo de retorno.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 20.013,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 20 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo campo político em MG: a empresa EVOE doou R$ 17.958 à candidata do PSOL Pollyana, enquanto a candidata do PV Poliana pagou R$ 132,92 à EVOE e recebeu R$ 1.839 da direção estadual. As transações estão espalhadas por 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, e os montantes são compatíveis com doações e despesas miúdas de campanha. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta valor próximo ao doado, nem de ramo incompatível ou preço fora de mercado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.705,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (candidatas e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos e compatíveis com transações típicas de campanha: a maior parte (R$ 17.958,00) é uma doação da empresa EVOE à candidata Pollyana, e o retorno à EVOE é uma despesa de apenas R$ 230,40 da candidata Kênia, sem relação de valor significativa. Não há indício de que a empresa EVOE tenha recebido de volta montante próximo ao doado, nem de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.889,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores pequenos e compatíveis com repasses internos de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 17.958,00) é uma doação da empresa EVOE para Pollyana, e o retorno à EVOE é uma despesa de apenas R$ 114,33, sem relação de valor significativa. As demais transações são doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, padrão comum em coligações. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou valores desproporcionais.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 25.006,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL mineiro e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de Pollyana e também como fornecedora de Gustavo, mas os valores são modestos (R$ 15,5 mil de despesa contra R$ 17,9 mil de doação) e compatíveis com serviços de intermediação cultural. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor sem relação com o ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 25.081,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE doou para Pollyana (R$ 17.958,00) e recebeu de Kenia (R$ 230,40) — valores de ordens de grandeza muito diferentes, sem simetria que sugira devolução disfarçada. O valor total do loop (R$ 25 mil) é modesto e compatível com movimentação rotineira de campanhas municipais/estaduais.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 107.308,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio PSOL, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos e desproporcionais entre si: a maior transação é a doação da direção estadual para Wallace (R$ 89,2 mil), enquanto as demais são de pequeno porte (R$ 5,8 mil, R$ 8,3 mil e R$ 17,9 mil). A empresa EVOE aparece doando para Pollyana e recebendo um pagamento de Wallace, mas o valor recebido é irrisório perto do doado, não configurando retorno significativo. Não há indício de ciclo fechado com valores equivalentes ou de enriquecimento ilícito aparente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.240,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa doadora (EVOE), duas candidatas do PSOL mineiro e a direção estadual do partido, com valores modestos e concentrados em 2018. A maior parte do fluxo (R$ 17.958,00) é doação da empresa à candidata Pollyana, e o retorno à empresa (R$ 402,00) é uma despesa pequena de Leandra, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado relevante. Não há indício claro de conluio, mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas do mesmo partido sem checar os vínculos entre a empresa e as candidatas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 221.554,92
IA · deepseek-flash O loop fecha entre 5 entidades, mas o elo mais chamativo é a despesa de R$ 120.000,00 de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI em 2024, uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações da cadeia (que somam cerca de R$ 101 mil). Além disso, a EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA doa R$ 17.958,00 a POLLYANA e depois recebe R$ 356,25 de GUILHERME, fechando um ciclo entre uma empresa de intermediação cultural e candidatos do PSOL/MG sem relação óbvia de coligação ou repasse partidário. Embora parte das movimentações possa ser explicada por repasses da direção estadual do PSOL, o valor atípico e o ciclo curto entre empresa e candidatos justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.573,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 26,5 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018-2020, sem concentração temporal ou montante anômalo. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas o valor recebido (R$ 230) é irrisório perto da doação (R$ 17,9 mil), não configurando retorno significativo. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.745,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (candidatos, direção estadual e uma empresa que presta serviços culturais), o que é compatível com o padrão comum de repasses partidários, doações entre aliados e contratação de fornecedores por campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 26,7 mil no total) e as transações se concentram em 2018/2020, sem salto de ordem de grandeza. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e depois recebe pagamento de outra candidata do mesmo partido, o que pode ser explicado por contratação de serviços culturais e não por um fluxo circular suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 35.794,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 35,8 mil no total) e transações distribuídas entre 2018 e 2020. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e prestadora de serviços para outra, o que é compatível com contratação de serviços culturais por campanhas do mesmo partido. Não há indício de valores anômalos ou de fornecedor sem relação com o serviço, e o fluxo pode ser explicado por doações internas e despesas de campanha dentro da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.890,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de Pollyana e recebedora de despesa de Sandra, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de intermediação cultural, sem indício de retorno desproporcional. O total de R$ 26,9 mil é baixo e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.492,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,5 mil no total) e transações concentradas em 2018. A maior parte do fluxo é doação de empresa a candidata (R$ 17,9 mil) e repasse da direção partidária a candidato (R$ 6,5 mil), padrões comuns em campanhas. O retorno à empresa é uma despesa de apenas R$ 149,10, compatível com pagamento por serviço, e não há indício de que o dinheiro tenha voltado em montante relevante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.070,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 27 mil no total) e a maioria das entidades compartilha vínculos partidários (PSOL-MG) ou de coligação, o que é comum em movimentações de campanha. A empresa EVOE aparece tanto como doadora de Pollyana quanto recebedora de despesa de Andreia, mas os valores são pequenos e podem refletir contratação de serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 26.645,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamentos do outro candidato, mas os valores são modestos (R$ 17.958 doados vs R$ 551,97 pagos) e podem refletir contratação de serviços culturais ou de intermediação. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta quase o mesmo que doou, nem valores de ordem de grandeza discrepante. O loop é mais provavelmente resultado de interações legítimas dentro da mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.544,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são pequenos (R$ 26,5 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A empresa EVOE aparece como doadora e também como fornecedora de serviços culturais, o que pode ser compatível com sua atividade, embora mereça verificação se os serviços foram efetivamente prestados. Não há indício de valores muito acima do padrão ou de fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.853,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL-MG e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. Porém, a empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece doando R$ 17.958,00 para Pollyana e recebendo R$ 1.509,89 de Jorgetânia, sem que se saiba a natureza do serviço prestado. O valor total é baixo e os fatos não permitem afirmar se há algo além de coincidência ou fluxo partidário normal.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.498,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-MG, com valores modestos (R$ 26,5 mil no total) e transações pulverizadas em vários anos. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e também como fornecedora de despesa de outro candidato do mesmo partido, o que é compatível com contratação de serviços culturais dentro da mesma rede política. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço, e o retorno à empresa é de apenas R$ 155,60, muito inferior à doação que ela fez.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 35.796,25
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo de volta é uma despesa de campanha de ÁUREA CAROLINA (PSOL) para a EVOE INTERMEDIAÇÃO DE SERVIÇOS CULTURAIS, a mesma empresa que doou R$ 17.958,00 à campanha de POLLYANA DO AMARAL (PSOL). A EVOE é uma empresa de intermediação de serviços culturais, ramo que não tem relação óbvia com serviços de campanha eleitoral, e o valor que retorna à empresa (R$ 8.105,61) é quase metade do que ela doou, num intervalo curto de anos. Embora as duas candidatas sejam do PSOL/MG, o formato circular com fornecedor de ramo alheio à atividade justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 25.718,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 17.958,00 para a campanha de Pollyana (PSOL) e depois recebeu R$ 547,00 de volta como despesa da campanha de Sandra (também PSOL). Embora as duas candidatas sejam do mesmo partido, a empresa não é coligação nem conta partidária, e o retorno de dinheiro da campanha para a empresa doadora em um ciclo curto e fechado é um fato que foge do padrão comum de doação eleitoral. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre as partes.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 20.375,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas candidatas do PSOL mineiro e a direção estadual do próprio partido, com valores pequenos e compatíveis com repasses internos de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de Pollyana e depois recebe pagamentos de Nilce, mas o valor total é baixo (R$ 20,3 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem concentração temporal suspeita. O padrão é consistente com doações de aliados e prestação de serviços culturais dentro da mesma rede política, não havendo indício forte que exija checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.329,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em MG, o que torna plausível que as transações reflitam a movimentação financeira de um mesmo grupo político-partidário. Os valores são modestos (R$ 30,3 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe do esperado para doações e despesas dentro de uma mesma corrente partidária, mas também não é possível afirmar com segurança que tudo se explica por um padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.420,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outra, mas o valor é modesto (R$ 2.140,22) e pode ser serviço de intermediação cultural contratado pela campanha. Não há indício de que os valores retornem à empresa em montante próximo ao doado, nem de fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 30.802,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do mesmo partido (PSOL-MG) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores baixos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e não há um fluxo circular fechado de alto valor ou com fornecedor de ramo alheio. O padrão é típico de movimentação entre candidatos da mesma coligação/partido, sem indício que exija checagem manual prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 26.531,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL) em Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE doou para Pollyana (R$ 17.958,00) e recebeu de Juhlía um valor muito menor (R$ 149,10), sem que o retorno financeiro à empresa se aproxime do que ela doou. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanhas estaduais de partidos pequenos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.354,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e a direção estadual do partido aparece como intermediária, o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesa, o que pode ser coincidência ou indício de contratação, mas não há valores discrepantes ou prazos que sugiram algo claramente anômalo. Os montantes são modestos (R$ 36 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fato concreto que force uma checagem manual imediata, mas também não é possível descartar completamente sem verificar a natureza dos serviços prestados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.623,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 26,6 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos. A empresa EVOE doou R$ 17,9 mil à candidata Pollyana (PSOL) e recebeu R$ 727 de despesa da candidata Andreia (PT), o que não configura um retorno significativo. Sem partido ou coligação comum entre todas as entidades e sem valores atípicos, não há um fato concreto que justifique priorização humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.208,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a empresa EVOE doou R$ 17.958 a Pollyana (PSOL), mas o retorno à EVOE veio de uma despesa de apenas R$ 112 da campanha de Cassia (PSOL), passando por uma doação de R$ 200 de Andreia (PT) a Cassia. As conexões partidárias são parcialmente coerentes (PSOL-MG), mas a assimetria de valores e a presença de uma empresa de intermediação cultural como doadora e fornecedora de campanha não permitem afirmar que é um padrão rotineiro nem que há algo claramente anômalo. Faltam dados sobre a natureza do serviço prestado e a relação entre as pessoas para uma triagem mais segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.210,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a empresa EVOE doou R$ 17.958,00 a Pollyana (PSOL), mas o retorno à EVOE veio de uma despesa de apenas R$ 114,33 de Nilce (PSOL), passando por uma doação de R$ 200,00 de Andreia (PT) a Nilce. As conexões partidárias (PSOL e PT) e a presença de direção partidária como intermediária tornam plausível que seja movimentação dentro de um mesmo campo político, mas a assimetria entre o que a empresa doou e o que recebeu de volta impede cravar explicação simples. Não há um fato único e contundente que justifique priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.508,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 22,5 mil no total) e três dos quatro elos são pessoas físicas ligadas ao PSOL de MG, o que é compatível com circulação de recursos dentro de um mesmo grupo político. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas o valor recebido (R$ 230) é irrisório frente ao doado (R$ 17,9 mil), quebrando a ideia de retorno financeiro relevante. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de campanhas pequenas e conectadas partidariamente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.296,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de intermediação de serviços culturais que doou para uma candidata do PSOL e depois recebeu pagamentos de outra candidata do mesmo partido, configurando um fluxo de ida e volta. No entanto, as duas candidatas são do mesmo partido (PSOL/MG) e atuam em anos eleitorais sobrepostos, o que pode indicar uma relação de colaboração política ou prestação de serviços culturais. O valor total é modesto (R$ 28 mil) e as transações estão distribuídas em múltiplos anos, sem um padrão claramente anômalo. Não há elemento que force uma checagem imediata, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de verificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.538,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL/MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, mas as transações são de valores baixos e espalhadas entre 2018 e 2020. A maior parte do fluxo (R$ 17.958,00) é uma doação da EVOE para Pollyana, e o restante são repasses pequenos entre candidatos e uma despesa de Kenia com a EVOE. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem conhecer o contexto das coligações e dos serviços prestados.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 19.710,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas o elo mais forte é a empresa EVOE, que doou R$ 17.958,00 para Pollyana e recebeu de volta R$ 402,00 via Leandra Du Art, com Dário repassando R$ 250,00 para Leandra. Embora todos os candidatos sejam do PSOL/MG, a EVOE é uma empresa de intermediação de serviços culturais e não há explicação simples para ela doar para uma campanha e depois receber despesa de outra campanha da mesma cadeia, fechando o loop. O valor total é modesto, mas a estrutura circular entre doador e fornecedor na mesma rede justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 28.759,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL de MG, mas o elo de retorno é uma despesa de campanha de Áurea Carolina pagando R$ 8.105,61 à mesma EVOE que doou R$ 17.958,00 a Pollyana. Não há coligação única óbvia ligando todos os elos, e o valor que volta à empresa é quase metade do que ela doou, o que dificulta explicar como mera coincidência de mesma chapa. Vale um humano conferir a natureza desses pagamentos e a relação entre a EVOE e os candidatos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 19.855,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 17.958,00 para Pollyana e depois recebeu R$ 547,00 de Sandra, enquanto Dário doou R$ 250,00 para Sandra e Pollyana pagou R$ 800,00 para a campanha de Bruno Henrique. As entidades não compartilham partido/coligação declarado (Dário e Sandra são PSOL, Pollyana é de outro partido, e as empresas não têm vínculo partidário), o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de mesma coligação. O valor da doação da EVOE é uma ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia, e o retorno à empresa se dá via despesa de campanha, configurando um ciclo fechado que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.457,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG (Dário, Pollyana e Juhlia) e duas empresas, com valores modestos (R$ 19,4 mil no total). As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos de despesas de campanha a fornecedores, padrão comum em coligações. O valor mais alto (R$ 17,9 mil da EVOE para Pollyana) é uma doação empresarial, e o retorno à EVOE é de apenas R$ 149,10, sem indício de devolução significativa. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.035,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20 mil, com valores pequenos e concentrados em 2018. Há elos partidários (PSOL e PT em MG) e uma empresa de intermediação de serviços culturais que aparece nas duas pontas, o que poderia ser explicado por prestação de serviços e doações entre aliados. Por outro lado, o fechamento do ciclo com uma empresa de cultura pagando despesas de campanha e recebendo doações de volta não é um padrão trivial, mas os valores baixos e a presença de intermediários comuns impedem afirmar que seja algo claramente anômalo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.609,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 19,6 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Dario e Pollyana são ambos do PSOL/MG, e a empresa EVOE aparece doando a Pollyana e recebendo despesas de Dario. O elo intermediário sem nome (CNPJ 31181214000135) e a doação de R$ 300 de uma campanha de 2018 a Dario são os pontos menos claros, mas nada indica um ciclo fechado entre pessoas sem partido/coligação em comum. Não há valor de ordem de grandeza acima do resto nem fornecedor com ramo incompatível evidente. Faltam dados para dizer se é coincidência entre aliados ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.509,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG em 2018, o que dá uma explicação simples: doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 19,5 mil no total) e a maior parte do fluxo é uma doação de uma empresa de serviços culturais (EVOE) a Pollyana, que depois paga despesa à campanha de Bruno — padrão comum de prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário), então não dá para chamar de bizarro nem de claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.817,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20,8 mil, com a empresa EVOE recebendo R$ 1.509,89 de JORGETANIA e doando R$ 17.958,00 a POLLYANA, que por sua vez pagou despesa a uma campanha de Bruno Henrique Nogueira Cardoso, que doou a DARIO, que doou a JORGETANIA. Apesar de três candidatos serem do PSOL/MG, a empresa EVOE não tem partido declarado e o valor doado por ela é uma ordem de grandeza maior que as demais transações, o que dificulta uma explicação simples de mera coincidência entre aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.463,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 19.463,60, mas os valores são pequenos e as transações se concentram em 2018, ano de eleição em que doações entre candidatos do mesmo partido (PSOL/MG) e pagamentos a fornecedores são comuns. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por contratação de serviços culturais e posterior devolução/doação, sem que os fatos permitam afirmar irregularidade. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de campanhas, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.