severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.175,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas de partidos diferentes (PSOL e PT) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores modestos (R$ 20 mil no total). As transações se distribuem entre 2018 e 2020 e incluem doações e despesas de campanha, o que pode refletir contratação de serviços, ressarcimentos ou coincidências entre campanhas de esquerda em MG. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não há explicação simples e evidente para o loop completo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.760,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 19.760,02 no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL, PT) e uma empresa de intermediação cultural. A maior transação é uma doação de R$ 17.958,00 da EVOE para Pollyana, mas o retorno à EVOE é de apenas R$ 112,02, o que não configura um loop financeiro relevante. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por doações entre aliados ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.762,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 19,7 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas há conexões plausíveis: EVOE doou a Pollyana (PSOL) e recebeu despesa de Nilce (PSOL), enquanto Andreia (PT) doou a Nilce (PSOL) e recebeu doação de Bruno (campanha de 2018). Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não há uma explicação simples e única que cubra todo o ciclo. O caso merece uma checagem manual leve, mas não é claramente bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.850,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são modestos (R$ 18.850,90 no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020. Duas das pessoas são do PSOL/MG, o que poderia indicar relação partidária, mas a empresa EVOE e a campanha de Dário Ricardo não têm partido/coligação informados, então não dá para confirmar se há um elo comum. O valor da doação da EVOE a Pollyana (R$ 17.958,00) é a maior perna do ciclo, mas não é uma ordem de grandeza absurda frente às demais. Sem mais contexto, não há um fato que destoe claramente a ponto de justificar priorização, nem elementos que expliquem tudo como rotina.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.022,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 19 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PSOL/MG) e temporais (2018), o que é compatível com movimentações rotineiras entre campanhas aliadas. A empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços culturais, o que pode ser um padrão legítimo de contratação, mas o fato de o ciclo fechar exatamente na mesma empresa merece uma checagem humana para descartar coincidência ou irregularidade. Não há, nos dados apresentados, um fato isolado que torne a explicação simples implausível, nem elementos suficientes para afirmar que é um caso claramente bizarro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 28.161,10
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) e duas candidatas do PSOL de MG, com a empresa doando R$ 17.958,00 a Pollyana e recebendo de volta R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea. O elo intermediário 'ELEICAO 2018 DARIO RICARDO BRAGA DE MOURA DEPUTADO ESTADUAL' não tem partido/coligação informado, o que quebra a explicação simples de trânsito dentro do mesmo grupo político. Além disso, o ramo da EVOE (serviços culturais) não tem relação óbvia com os serviços que teriam sido pagos por campanhas do PSOL, e o valor de ida é cerca de o dobro do de volta, sugerindo que vale conferir a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.167,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 19 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PSOL-MG) ou atuam no mesmo ramo de serviços culturais. A EVOE doou R$ 17.958 a Pollyana e recebeu de volta R$ 547 de Sandra, o que pode ser ressarcimento ou contratação de serviços, mas a ausência de detalhamento das despesas impede afirmar se há algo atípico. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de financiamento de campanhas pequenas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.768,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL-MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores modestos (R$ 18,7 mil no total). A empresa doou R$ 17.958 para Pollyana e recebeu R$ 149 de despesa de Juhlia, enquanto Pollyana pagou R$ 400 à campanha de Dario Ricardo. Não há um fato isolado que destoe (valores baixos, mesma sigla partidária), mas o ciclo fechado entre quatro entidades e a presença de uma empresa de ramo cultural como doadora de campanha justificam uma checagem humana para confirmar se há relação legítima ou mera coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 28.592,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 28,5 mil, com uma empresa (EVOE) doando R$ 17.958 a Pollyana e recebendo de volta R$ 972,66 de Tainá, enquanto Juhlia repassa R$ 9.000 a Tainá. O ponto que chama atenção é o salto de valor: a transação Juhlia -> Tainá (R$ 9.000) é cerca de 34 vezes maior que a média das demais e ocorre em 2024, sem que os fatos expliquem a origem ou a justificativa desse repasse dentro do ciclo. Além disso, há uma empresa sem nome identificado (31182373000154) na cadeia, o que dificulta verificar se há relação partidária ou de coligação entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.348,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são pequenos (R$ 19.348,10 no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. As duas candidatas são de partidos diferentes (PSOL e PT), mas ambas de MG e com histórico eleitoral sobreposto, o que pode indicar atuação em rede local. A empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, o que é comum em prestações de contas, mas o fato de o ciclo fechar nela merece uma olhada rápida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.932,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 18,9 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas há um elo frágil: a empresa EVOE doou R$ 17.958 a Pollyana (PSOL) e recebeu de volta apenas R$ 112 da campanha de Cássia (PSOL), o que não configura retorno significativo. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por doações entre candidatos de campos aliados ou ressarcimentos de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha de pequeno porte.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.934,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 18,9 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas há conexões indiretas: Pollyana (PSOL) doou para a campanha de Dário (PSOL), que doou para Andreia (PT), que doou para Nilce (PSOL). A empresa EVOE aparece doando para Pollyana e recebendo despesa de Nilce, fechando o loop. Não há um fato isolado que destoe (valores, ramos ou prazos), mas a cadeia cruza partidos e inclui uma empresa de intermediação cultural sem relação óbvia com as campanhas, o que impede descartar como rotineiro sem checagem.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.820,53
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo de entrada é uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) que doa R$ 17.958,00 a Pollyana do Amaral Ferreira (PSOL) e depois recebe R$ 201,08 de despesa da campanha de Bruno Henrique Nogueira Cardoso (PSOL). O valor que sai da EVOE é quase 90 vezes maior que o que retorna a ela, e o retorno vem como despesa de campanha, não como doação — o que dificulta explicar como simples repasse partidário. Além disso, a campanha de Dario Ricardo Braga de Moura (não identificada como PSOL) aparece doando para Bruno e recebendo despesa de Pollyana, misturando campanhas de partidos possivelmente distintos no mesmo loop. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 20.130,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 17.958,00 para a campanha de Pollyana (PSOL) e depois recebeu R$ 1.509,89 de despesas da campanha de Jorgetania (também PSOL), fechando um loop com uma doação intermediária entre as duas candidatas. Embora as duas candidatas sejam do mesmo partido, a presença de uma empresa privada doando valores altos e depois recebendo de volta recursos de campanha é um fato que foge do padrão comum de doações partidárias e merece checagem humana. A quantia doada pela EVOE é uma ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo, o que reforça a necessidade de verificar a natureza do serviço prestado e a relação entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.776,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de MG (Pollyana e Gustavo) e uma empresa de serviços culturais, com valores modestos (R$ 18,7 mil no total). A maior parte do fluxo é a EVOE doando R$ 17,9 mil a Pollyana, e o retorno à EVOE é de apenas R$ 155,60 pagos por Gustavo — não há simetria de valores que sugira devolução disfarçada. As conexões entre as entidades (coligação, prestação de serviços culturais) são plausíveis, mas a cadeia fecha um ciclo completo, o que justifica uma olhada rápida, sem indício claro de irregularidade.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.022,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE), dois candidatos do PSOL/MG e um terceiro indivíduo sem partido identificado, com valores que não batem entre si: a empresa doa R$ 1.709 a Gustavo, que paga R$ 625 a Diogo, que doa R$ 237 a Áurea, que paga R$ 8.105,61 à mesma empresa. O elo Diogo não tem partido/cargo declarado e aparece como intermediário entre candidatos do mesmo partido e a empresa, o que dificulta a leitura de simples repasse partidário. Além disso, o valor que retorna à EVOE é quase 5x o que ela doou, o que não se explica por mera coincidência de coligação. Vale checagem humana para entender a natureza dos serviços da EVOE e o papel de Diogo na cadeia.
severidade média4 nósR$ 10.003,91
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 90.996,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a empresa EVOE doou R$ 1.709 a Gustavo (PSOL/MG), que pagou R$ 20,21 de despesa à direção estadual do PSOL; a direção repassou R$ 89.208,95 a Wallace (PSOL/MG), que pagou R$ 58,37 à EVOE. O elo de maior valor (repasse partidário a Wallace) é um padrão legítimo e comum, e os elos que fecham o ciclo são de valor irrisório, compatíveis com ressarcimento ou despesa miúda. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar checagem prioritária, mas a coincidência de a mesma empresa aparecer nas duas pontas do ciclo merece registro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 205.242,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) que doa para um candidato do PSOL, cujo partido repassa recursos a outra candidata, que por sua vez paga R$ 120.000,00 a um terceiro candidato, que então paga despesas à mesma empresa EVOE. O valor de R$ 120.000,00 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (que somam cerca de R$ 85 mil), e o retorno do dinheiro à empresa doadora original fecha um loop com aparência de triangulação. Embora todos os candidatos sejam do PSOL, a presença de uma empresa privada no início e no fim do ciclo, com um pagamento de alto valor no meio, justifica uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósR$ 10.261,33
severidade média5 nósR$ 10.432,93
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.482,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. A empresa EVOE aparece doando a um candidato e recebendo despesa de outra candidata do mesmo partido, o que pode ser contratação de serviços culturais pela campanha. Os valores são modestos (R$ 19,4 mil no total) e as transações se concentram em 2018, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta.
severidade média5 nósR$ 10.577,93
severidade média5 nósR$ 10.180,03
severidade média5 nósR$ 10.758,53
severidade média4 nósR$ 10.332,90
severidade média5 nósR$ 10.232,01
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.540,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, em 2018, com valores modestos (R$ 11,5 mil no total). A empresa EVOE doou a um candidato e recebeu pagamento de outra candidata do mesmo partido, o que pode ser explicado por contratação de serviços culturais ou de intermediação dentro da mesma campanha/coligação. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor sem relação com o ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.496,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais e o partido estadual aparece como intermediário, o que é um padrão comum em campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 11,5 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A empresa EVOE recebeu despesa de Pollyana e doou a Gustavo, ambos do PSOL-MG, o que pode ser explicado por contratação e doação dentro do mesmo campo político, mas não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro ou bizarro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 19.483,94
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo de retorno é a empresa EVOE pagando despesas à campanha de Áurea (R$ 8.105,61 em 10 lançamentos), enquanto a mesma empresa aparece antes doando a Gustavo (R$ 1.709,00). Não há coligação/partido comum entre a empresa e os candidatos que explique naturalmente o dinheiro voltar para quem o originou, e o valor de retorno é quase 5x a doação inicial. Isso justifica checagem humana, ainda que o volume total seja baixo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.017,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL-MG) ou são uma empresa de serviços culturais que pode ter relação comercial com campanhas. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanhas de baixo valor, como um retorno exato ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.108,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL-MG e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece doando a um candidato e recebendo despesa de outro, mas o valor total (R$ 14 mil) é baixo e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), sem um ciclo curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.490,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. Os valores são modestos (R$ 14,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira um esquema fechado. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e recebedora de despesa de outro, mas o valor pago (R$ 44,64) é irrisório e compatível com reembolso ou serviço de pequeno porte. Não há indício de quebra do ciclo por pessoas sem vínculo partidário ou de valores muito acima do padrão.
severidade média4 nósR$ 10.218,98
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.042,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20 mil, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que torna plausível que se trate de movimentação dentro do mesmo partido/coligação. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores não são absurdamente díspares, dificultando caracterizar um ciclo fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão partidário, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da EVOE.
severidade média4 nósR$ 10.311,63
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.342,65
IA · deepseek-flash Há um ciclo fechado de dinheiro entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e campanhas do PSOL em MG: a empresa doa R$ 1.391 a Cássia Cristina, que paga R$ 1.500 a Poliane, que doa R$ 2.000 a Áurea Carolina, que por sua vez paga R$ 8.105,61 à mesma empresa EVOE — fechando o loop. O fato que chama atenção é a empresa doadora também ser a maior recebedora de despesas da cadeia, com valor pago (R$ 8.105,61) muito superior ao que ela doou (R$ 1.391), o que não se explica por mera coincidência de coligação. Vale checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 130.390,25
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL/MG, mas a transação que fecha o loop é uma despesa de R$ 120.000,00 de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI em 2024 — uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações da cadeia (que somam cerca de R$ 10 mil). Além disso, a empresa EVOE aparece doando para um vereador e recebendo despesa de outro, sem que o ramo de 'intermediação de serviços culturais' explique claramente esse fluxo. O valor desproporcional e o fechamento do ciclo entre os mesmos atores justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 19.670,65
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e duas candidatas do PSOL/MG, com a empresa doando R$ 8.819,00 a Ivan Shirlen e recebendo de volta R$ 8.105,61 de Áurea Carolina — valores quase idênticos em sentidos opostos. A empresa é de 'intermediação de serviços culturais', ramo que não tem relação óbvia com campanhas de vereador/senador, e o retorno de dinheiro à mesma empresa que doou é um fato que merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o padrão circular e o valor expressivo justificam priorizar a análise.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.098,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL/MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores modestos (R$ 12 mil no total). A maior parte do fluxo é uma despesa de R$ 8.105,61 da candidata Áurea Carolina para a EVOE, compatível com contratação de serviços culturais, e doações de R$ 2.215 da EVOE para Kênia. Não há indício de que os valores retornem de forma equivalente ou que o fornecedor atue em ramo alheio ao serviço, mas a cadeia fechada entre as mesmas pessoas e empresa justifica uma conferência manual para descartar coincidência ou repasse irregular.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.529,11
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades que compartilham vínculo partidário (PSOL/MG) em parte da cadeia, o que poderia sugerir coordenação legítima de campanha. Porém, a transação de R$ 9.000,00 de JUHLIA DE PAULA ANDRE SANTOS para TAINA APARECIDA DE OLIVEIRA ROSA em 2024 é de uma ordem de grandeza muito acima das demais (R$ 80 a R$ 2.215), e a empresa EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA aparece tanto como doadora quanto como recebedora de despesa de campanha, o que não tem explicação simples. Além disso, o ciclo envolve anos distintos (2018, 2020, 2024) e uma entidade sem nome identificado, dificultando a leitura como mero ressarcimento ou repasse partidário rotineiro.
severidade média4 nósR$ 10.502,26
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 91.494,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação (R$ 89.208,95 do diretório estadual para Wallace) é uma doação partidária comum, enquanto as demais somam centavos a poucos milhares. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-MG) e os anos das transações são distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações partidárias e pequenas despesas de campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 205.740,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PSOL de Minas Gerais (Kenia, Duda Salabert e Guilherme Tampieri), o que é compatível com repasses internos de direção partidária e despesas de campanha entre aliados. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outro candidato do mesmo partido, mas em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O valor de R$ 120.000 de Duda Salabert para Guilherme Tampieri em 2024 é o único ponto que chama atenção, mas sem contexto sobre a natureza do serviço não dá para classificá-lo como anômalo. No conjunto, os fatos não apontam claramente para um padrão rotineiro nem para algo claramente estranho.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 10.931,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL em Minas Gerais no ano de 2018, com valores baixos (R$ 10,9 mil no total) e transações que podem ser explicadas por doações internas do partido, repasses da direção estadual e despesas de campanha comuns. A empresa EVOE aparece tanto doando para uma candidata quanto recebendo pagamento de outra, mas o valor é pequeno e compatível com serviços de intermediação cultural, sem indício de desvio de finalidade. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.980,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (candidatos e direção estadual), o que é um padrão comum de movimentação dentro do mesmo partido/coligação. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e depois como fornecedora de despesa de outra, mas os valores são modestos (R$ 2.215 de doação contra R$ 8.105 de despesa) e o ramo de intermediação de serviços culturais é compatível com despesas de campanha. O total movimentado (R$ 19.980,93) é baixo e as transações se concentram em 2018, sem indício de valores fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.076,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores baixos (R$ 11 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos a um fornecedor de serviços culturais. A empresa EVOE recebeu R$ 547 de Sandra e doou R$ 2.215 a Kênia, valores pequenos e compatíveis com serviços prestados. Não há indício de enriquecimento ou desvio de grande monta; o fluxo parece ser o vaivém normal de recursos de campanha dentro de um mesmo grupo político.
severidade média5 nósR$ 10.678,38
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.256,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11,2 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL e PT em MG), o que é compatível com doações entre aliados e repasses partidários. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 727,60) é menor que o doado (R$ 2.215,00), o que não configura retorno significativo. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação de campanha, mas a cadeia fechada merece uma olhada rápida para confirmar a legitimidade das despesas.
severidade média4 nósR$ 10.831,25