Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores baixos (R$ 12 mil no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, com a direção estadual do partido no centro da movimentação. A empresa EVOE presta serviços culturais, ramo compatível com despesas de campanha, e as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral. O fluxo pode ser explicado por doações e ressarcimentos dentro da mesma coligação partidária, sem valores atípicos ou fornecedor de ramo estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL de Minas Gerais, com valores baixos (R$ 11.994,53 no total) e transações concentradas em 2018. A empresa EVOE presta serviços culturais, ramo compatível com despesas de campanha, e a maior parte do fluxo é de repasses do partido para candidatos, padrão comum. Não há indício de enriquecimento ou desvio de valores expressivos que justifique priorização.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, em 2018, ano de eleição geral. A empresa EVOE presta serviços culturais, ramo compatível com despesas de campanha, e a maior parte do fluxo é a própria candidata AUREA pagando à empresa por serviços, não um retorno disfarçado. Os valores são modestos (R$ 19,9 mil no total) e as doações da direção partidária a candidatos do próprio partido são prática comum.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do PSOL de Minas Gerais, o que é um padrão comum de movimentação dentro do mesmo partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 14,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 49,21) é irrisório perto do doado (R$ 2.215,00), e não há indício de que seu ramo (serviços culturais) seja incompatível com os gastos. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e como destinatária de despesa da outra, mas os valores são modestos e há anos distintos (2018 e 2020), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo pleito. Não há indício forte de irregularidade, mas também não é possível descartar completamente sem checar a natureza dos serviços prestados pela EVOE.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 14.989,02 no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de campanhas do mesmo partido. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outro candidato, mas o valor é baixo e não há indício de que o ramo da empresa seja incompatível com serviços de campanha. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em MG, e a direção estadual do partido aparece como intermediária, o que é um padrão comum de repasse partidário. Os valores são modestos (R$ 20,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. A empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, mas sem detalhes sobre a natureza do serviço ou valores de mercado não é possível afirmar que seja anômalo. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado para justificar priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de MG (Kenia e Áurea) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores modestos (R$ 12,5 mil no total). A maior transação é um pagamento de Áurea à EVOE (R$ 8.105,61), compatível com contratação de serviços culturais, e as demais são doações de baixo valor entre pessoas ligadas ao mesmo partido. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas as duas campanhas identificadas (Leandra Du Art e Áurea Carolina) são do PSOL/MG, o que poderia sugerir uma rede de aliados. No entanto, a empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece doando R$ 4.160 para a campanha de Leandra e, em seguida, recebendo R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina, um valor quase o dobro do que doou. Além disso, há uma doação de Dário Ricardo Braga de Moura (candidato a deputado estadual) para Áurea Carolina, sem que ele esteja listado como entidade do loop, e uma despesa de Leandra para a campanha de Dário, o que amplia a cadeia. O fato de uma empresa de intermediação cultural doar para uma campanha e depois receber pagamento de outra campanha do mesmo partido, com valor superior, justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14.894,11, com todas as pessoas físicas identificadas filiadas ao PSOL/MG, o que poderia sugerir uma rede partidária comum. No entanto, a transação de R$ 9.000,00 de JUHLIA DE PAULA ANDRE SANTOS para TAINA APARECIDA DE OLIVEIRA ROSA em 2024 é de uma ordem de grandeza muito superior às demais (R$ 261,45 a R$ 4.160,00) e ocorre em ano eleitoral diferente das outras movimentações, sem explicação simples nos dados. Além disso, a empresa EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA aparece tanto como doadora de LEANDRA DU ART quanto como recebedora de despesa de TAINA, fechando o ciclo com valores incompatíveis entre si. Esses fatos justificam uma checagem humana mais detalhada.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e recebedora de despesa de outro candidato do mesmo partido, mas os valores são modestos (R$ 4.160,00 doados e R$ 201,08 pagos) e compatíveis com serviços de intermediação cultural. Não há indício de que a empresa tenha relação com os candidatos além do ciclo eleitoral, mas a coincidência de partido e a natureza dos lançamentos (doação e despesa) tornam a explicação simples razoável.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL/MG e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum em campanhas do mesmo partido. A empresa EVOE doou para uma candidata e recebeu despesas da outra, mas os valores são modestos (R$ 11 mil no total) e distribuídos em anos diferentes (2018 e 2020). Não há indício claro de quebra de padrão ou de valores fora do razoável, mas a existência de um ciclo fechado com uma empresa de serviços culturais merece uma checagem simples para confirmar a legitimidade das despesas.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL mineiro e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamentos de outra, mas os valores são modestos e o ramo de intermediação de serviços culturais pode ter relação com despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou ausência total de vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018 e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são pequenos (R$ 11,1 mil no total) e as transações de retorno à EVOE somam apenas R$ 155,60, muito abaixo das doações recebidas. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta montante relevante, nem de fornecedor com ramo incompatível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PSOL-MG) e valores pequenos no contexto eleitoral. A maior parte do fluxo é a direção estadual do PSOL repassando recursos a uma candidata do próprio partido (R$ 5.142,79), o que é padrão legítimo de repasse partidário. A empresa EVOE doou R$ 4.160,00 à candidata Leandra Du Art e recebeu R$ 230,40 de despesa da candidata Kênia Ribeiro, valores modestos e compatíveis com serviços de intermediação cultural. Não há indício de que os valores retornem em montante equivalente ao doado, nem de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação (R$ 89.208,95 do diretório estadual para Wallace) domina o total, enquanto as demais somam menos de R$ 5 mil. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-MG), o que torna plausível que sejam repasses internos e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PSOL-MG) e valores de ordens de grandeza muito diferentes entre as transações, o que dificulta tratar como um fluxo circular fechado e coordenado. A maior transação (R$ 120.000 de Duda Salabert para Guilherme Tampieri em 2024) não tem contrapartida equivalente no ciclo, e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos e valores distintos. Não há um fato único e concreto que caracterize um loop suspeito típico (mesmo valor de ida e volta, ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário).
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais em 2018: uma empresa doadora, a direção estadual do partido e três candidatos da mesma legenda. A maior parte do fluxo é a direção estadual repassando recursos a Dario Ricardo Braga de Moura (R$ 6.573,46), padrão comum de repasse partidário; os demais elos são valores pequenos (R$ 39,81, R$ 250,00, R$ 230,40) compatíveis com despesas miúdas de campanha. O retorno à EVOE (R$ 230,40) é de ordem de grandeza muito inferior à doação inicial (R$ 4.160,00), o que enfraquece a ideia de devolução circular relevante. Não há, nos fatos apresentados, elemento que fuja do padrão de movimentação entre aliados da mesma coligação.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais em 2018, incluindo a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e contratações entre aliados. A empresa EVOE presta serviços de intermediação cultural, ramo compatível com despesas de campanha (eventos, produção), e os valores são modestos (R$ 21,9 mil no total). O retorno à EVOE se dá como despesa paga pela campanha de Áurea, não como doação de volta à empresa, quebrando a ideia de devolução direta. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, incluindo a direção estadual do partido repassando recursos a Dario Ricardo Braga de Moura. As transações são de baixo valor (total R$ 13 mil) e compatíveis com doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha, como serviços culturais. Não há indício de enriquecimento ou de fornecedor fora do ramo; o fluxo circular é explicável por movimentações dentro do mesmo grupo político.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do PSOL de Minas Gerais em 2018 (candidatos e direção estadual), o que é um padrão comum de movimentação dentro do mesmo partido. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas os valores são modestos (R$ 4.160 e R$ 149,10) e podem ser serviços culturais prestados. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13,2 mil, valor baixo, com transações todas de 2018. Há vínculos partidários claros: Dario e Leandra são do PSOL-MG, e a direção estadual do partido aparece repassando recursos a Dario, o que é um padrão legítimo. A empresa EVOE recebeu despesa de Andreia (PT) e doou para Leandra (PSOL), mas o valor é pequeno e pode ser contratação de serviços culturais; não há indício forte de irregularidade, mas também não é possível descartar totalmente.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12,8 mil) e entidades do mesmo campo político (PSOL-MG), o que é compatível com doações entre aliados e repasses partidários rotineiros. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outro candidato do mesmo partido, mas o ramo de 'intermediação de serviços culturais' não é intrinsecamente incompatível com serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores baixos (R$ 12,7 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados e pagamentos por serviços culturais. A empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de um dos candidatos, o que é comum em campanhas que contratam serviços de comunicação ou cultura. Não há indício de valores muito acima do padrão ou de fornecedor sem relação com a atividade, então o caso não se destaca como bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e a direção estadual do partido aparece repassando recursos a um dos candidatos, o que é um padrão legítimo de repasse partidário. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos de campanha, o que pode ser contratação de serviços culturais, mas o valor total é baixo (R$ 14 mil) e não há indício de desproporção. Não há um fato concreto que destoe claramente, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços prestados.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais em 2018: uma empresa doadora, dois candidatos do partido e a direção estadual. A maior parte do fluxo é a direção estadual repassando recursos a Dário Ricardo (R$ 6.573,46), padrão comum de repasse partidário a candidatos. As demais transações são de baixo valor (R$ 4.160,00 da empresa a Leandra; R$ 250,00 de Dário a Pollyana; R$ 1.465,25 de Pollyana à empresa) e compatíveis com doações entre aliados e pagamentos de serviços culturais, sem valores de ordem de grandeza discrepante.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais no mesmo ano (2018), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas com fornecedores comuns. Os valores são modestos (R$ 12.657,13 no total) e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos, o que pode ser mera coincidência de contratação de serviços culturais. Não há indício de valores fora de escala ou de fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas a empresa EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA aparece doando R$ 4.160 para a campanha de Leandra Du Art e, na outra ponta, recebendo R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina — ou seja, a mesma empresa que injeta dinheiro no grupo também é fornecedora paga por ele. O ramo declarado da empresa (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com serviços de campanha eleitoral, e o valor que ela recebe de volta é quase o dobro do que doou, o que dificulta explicar como simples coincidência de coligação. Embora todos estejam no PSOL-MG, o fluxo empresa→candidata→partido→candidata→empresa merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de despesa da outra, mas os valores são modestos (R$ 4.160 e R$ 547) e compatíveis com serviços de intermediação cultural. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e a maior parte das transações é compatível com repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 16,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um encadeamento rápido e fechado que sugira conluio. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, mas a presença de uma empresa intermediadora de serviços culturais no ciclo mereceria uma olhada se houvesse outros indícios.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as transações ocorrem dentro do mesmo campo político (PSOL/MG) e em anos eleitorais distintos (2018 e 2020). A empresa EVOE aparece tanto doando para uma candidata quanto recebendo despesa de outra, o que pode ser explicado por serviços de intermediação cultural ou financiamento coletivo, sem que os valores (R$ 16,5 mil no total) sejam anômalos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem checar a natureza dos serviços e a relação entre as partes.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 16,9 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022). A maior parte do fluxo é doação da direção partidária para candidatos e despesas de campanha, padrão comum em contas partidárias. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo um pequeno pagamento de outro candidato dois anos depois, o que pode ser mera coincidência de fornecedor cultural. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano nem valores desproporcionais que sugiram algo além da rotina partidária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatas do PSOL em Minas Gerais no ano de 2018, o que é compatível com movimentação interna de uma mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 12,7 mil no total) e as transações incluem doações da direção estadual e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e o elo central é a própria direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasse interno de recursos partidários. Os valores são modestos (R$ 22,5 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o ramo de intermediação de serviços culturais não é incompatível com despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, nem elementos que expliquem tudo de forma inequívoca.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 12,7 mil no total) e todas as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral. Há vínculos partidários indiretos: Leandra Du Art é do PSOL e Andreia de Jesus Silva é do PT, partidos que podem ter atuado em coligações ou alianças em MG, mas não há confirmação de coligação comum. A empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesa, o que pode ser coincidência ou mero ressarcimento, sem elementos que indiquem algo claramente anômalo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 12,4 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL, PT) em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata do PSOL e recebendo despesa de uma vereadora do PSOL dois anos depois, mas o valor é baixo e compatível com prestação de serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado no mesmo pleito) que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 12,4 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL, PT) ao longo de 2018-2020, o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. As transações intermediárias são de baixo valor (R$ 39,81 e R$ 114,33) e podem ser ressarcimentos ou despesas operacionais rotineiras. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14,4 mil no total) e três das quatro entidades são pessoas físicas ligadas ao PSOL de MG, o que permite explicar parte do fluxo como relação entre aliados da mesma coligação. A empresa EVOE aparece tanto doando para a campanha de Leandra quanto recebendo despesas da campanha de Áurea, mas o ramo de intermediação de serviços culturais não é incompatível com gastos de campanha. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor claramente alheio ao serviço, então os fatos não apontam nem para padrão rotineiro nem para algo claramente anômalo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.599,45, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores são pequenos e díspares. Três das quatro pessoas físicas são filiadas ao mesmo partido (UP-MG), o que oferece uma explicação plausível de rede de aliados, mas a empresa EVOE e o intermediário João Márcio dos Santos Dias não têm vínculo partidário declarado nos dados. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Há vínculos partidários entre parte dos agentes (PSOL/MG), mas também uma empresa de tecnologia e outra de audiovisual sem relação clara com os serviços. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza que force estranhamento.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL (SILVIA ANDREA FERRARO e IZABELLA LOURENCA AMORIM ROMUALDO), o que oferece uma explicação partidária plausível para as movimentações. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 2.350 a R$ 8.000), sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados do mesmo partido, mas também não é possível afirmar com segurança que se trata de mera coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas ligadas ao PSOL, com valores baixos (R$ 13,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2022. As conexões podem ser explicadas por militância partidária comum, reembolsos ou doações entre aliados, mas a cadeia fechada e a presença de nomes semelhantes (Victoria Ferraro L. Silva / Lima Silva) merecem uma checagem simples. Não há valor atípico nem fornecedor estranho que indique algo mais grave.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 314,7 mil, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações entre campanhas de partidos diferentes (PV e PT) em anos distintos e uma despesa de R$ 306,5 mil com a EDITORA BIGRAFICA LTDA, que não aparece como elo de retorno. Sem os elos que conectam a empresa ABS RIO INFORMATICA LTDA de volta a WHELTON PIMENTEL DE FREITAS, não dá para afirmar que o dinheiro retorna à origem. Os fatos são insuficientes para dizer se é coincidência entre campanhas ou algo que mereça checagem.