severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.614,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 14,6 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. As movimentações são compatíveis com repasses partidários a candidatos da mesma legenda, doações entre aliados e ressarcimentos internos de campanha. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.640,27
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 18,6 mil no total) distribuídos ao longo de vários anos (2018-2022), não num intervalo curto. As transações são compatíveis com doações entre correligionários do mesmo partido e repasses da direção estadual, padrão comum em campanhas. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto nem fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.828,27
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com doações entre correligionários e repasses partidários. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 7.300) e o ciclo envolve apenas cinco pessoas/entidades da mesma agremiação, sem fornecedores externos ou valores atípicos. O padrão se explica por movimentação financeira rotineira dentro de um mesmo partido, sem indício que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 20.314,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará: a direção estadual do partido, um vereador e uma deputada federal do mesmo partido, além de um intermediário (EDILSON RIBEIRO E RIBEIRO) que aparece como fornecedor de um e doador do outro. O valor total é baixo (R$ 20,3 mil) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que é compatível com repasses partidários, despesas de campanha e devoluções dentro do mesmo grupo político. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de valores desproporcionais que fujam do padrão de movimentação de campanhas de pequeno porte.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 34.034,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará (diretório estadual, um vereador e um deputado federal do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 34 mil no total) e distribuídos ao longo de 2020-2024, sem concentração temporal ou montante anômalo. As transações podem ser explicadas por doações partidárias, ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores comuns, sem indício de irregularidade evidente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.588,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará (diretório regional e candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 22,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), compatíveis com movimentações rotineiras de campanha. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.588,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 27,5 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As setas podem ser explicadas por doações entre correligionários do mesmo partido e despesas de campanha pagas a fornecedores que também são filiados, padrão comum em campanhas locais. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas a cadeia fecha um loop completo, o que justifica uma checagem se houver outros indícios.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.588,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará (diretório estadual e candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e devoluções de sobra de campanha. Os valores são modestos (R$ 21,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), sem um encadeamento rápido e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A maior transação é uma despesa de Airton Luiz Faleiro ao diretório estadual (R$ 13,4 mil), compatível com devolução de recursos não utilizados. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 37.674,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 37,7 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022). Doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual são padrões comuns e legítimos em campanhas. Não há indício de empresa privada no loop nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.224,27
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e o ciclo envolve doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 12,2 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. A devolução de R$ 1.680 à direção estadual em 2022 pode ser ressarcimento de sobra ou contribuição partidária, prática corriqueira. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 144.225,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará (diretório estadual e dois candidatos do partido), o que é compatível com repasses internos de campanha e ressarcimentos. O valor que fecha o loop é pequeno (R$ 1.680,00 de despesa de Carlos Alberto ao diretório) frente ao total movimentado, e a maior parte do fluxo é do diretório para Beatriz (R$ 139.633,28), padrão típico de financiamento partidário. Não há fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza que exija checagem imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 142.871,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores muito assimétricos: a maior parte (R$ 139,6 mil) é repasse do diretório estadual para uma candidata do próprio partido, padrão legítimo e comum. As demais transações são de pequeno porte (R$ 1,5 mil, R$ 1,68 mil e R$ 58) e podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos, sem indicar um loop fechado de valores equivalentes. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 146.813,28
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará e o ciclo envolve valores modestos (R$ 1.468,13 no total), compatíveis com doações internas, repasses partidários e despesas de campanha entre correligionários. A maior transação é um repasse da direção estadual do PT para Beatriz Caminha dos Santos (R$ 139.633,28), padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor e dentro da mesma rede partidária, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 153.913,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 1.539,13 no total) e transações típicas de campanha: doação de uma candidata a outra, repasse da direção partidária a candidata e despesa de candidato à direção. A maior parte do fluxo (R$ 139.633,28) é repasse oficial do partido, não um loop fechado entre pessoas físicas. O retorno ao diretório ocorre via despesa de campanha, padrão comum de prestação de contas. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 150.113,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará (diretório estadual e candidatos do mesmo partido), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 150 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.008,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas são do PT no Pará, e os valores são modestos (R$ 24 mil no total). As transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária interna, como valor muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 37.848,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PT no Pará (diretório regional, direção municipal, José Roberto Faro, Dilvanda Furtado Faro e Milene Lauande), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 37,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal suspeita. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.108,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do PT no Pará, o que é compatível com movimentação interna de campanha (doações de diretórios a candidatos e despesas de candidatos a diretórios). Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um encadeamento temporal curto que sugira um loop artificial. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário comum, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.308,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas 4 entidades e R$ 27,3 mil, com valores baixos e compatíveis com despesas de campanha. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e envolvem direções partidárias e candidatos do PT no Pará, o que é comum em movimentações de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 81.549,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará (diretório estadual e candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 40 a R$ 9.500) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento imediato que sugira devolução de recursos. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.749,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório regional do PT no Pará, com valores modestos (R$ 400 a R$ 66.969) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. As setas podem ser explicadas por doações internas entre correligionários, repasses do partido a candidatos e despesas de campanha, sem um elo claramente anômalo. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para uma mesma coligação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.984,27
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PT do Pará (diretório regional, vereador, deputada estadual e deputado federal), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 29,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), compatíveis com devoluções de sobra, ressarcimentos ou apoio mútuo entre campanhas da mesma coligação. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.984,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do PT no Pará, o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 34,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentações partidárias, mas também não é possível afirmar com segurança que seja totalmente rotineiro sem checar a motivação de cada repasse.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.984,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 28,9 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2020 e 2022). O padrão é compatível com repasses internos do partido, devoluções de sobra e doações entre aliados da mesma coligação, sem nenhum fato que destoe do que se espera nesse tipo de movimentação. Não há fornecedor de ramo estranho, valor de ordem de grandeza superior nem ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 178.774,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente agentes do PT no Pará (diretório estadual, José Roberto Faro, Dilvanda Faro e José Ivaldo Guimarães), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 178 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal suspeita. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante. O loop pode ser explicado por movimentação financeira rotineira dentro do mesmo grupo político.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 173.674,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará: o diretório estadual repassando recursos a um candidato a prefeito, doações entre candidatos do mesmo partido e uma despesa de campanha ao diretório. Valores modestos (R$ 1.400 a R$ 6.720) e a existência de vínculos partidários e familiares (Faro) tornam o fluxo compatível com repasses internos e ressarcimentos rotineiros. O único valor maior (R$ 159.854,64) é do diretório para um candidato, padrão comum de financiamento partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 176.774,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 1.500 a R$ 6.720) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido, repasses da direção estadual e despesas de campanha. O caso mais expressivo é o repasse de R$ 159.854,64 da direção estadual ao candidato a prefeito José Ivaldo em 2020, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor estranho, valor de ordem de grandeza discrepante nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 18.247,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará (diretório estadual e dois candidatos do partido), o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 18,2 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. A presença de uma intermediária (ALINE NEVES HOYOS) que recebe despesa de um candidato e doa a outra candidata do mesmo partido é um padrão comum de prestação de serviços ou repasse interno. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 18.611,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 18,6 mil no total) entre candidatos do mesmo partido e a direção estadual. Doações entre aliados da mesma sigla e repasses da direção partidária a candidatos são padrões comuns e legítimos. O fechamento do ciclo pode ser coincidência de movimentações cruzadas dentro do mesmo grupo político, sem indício de anomalia grave.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.017,13
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT do Pará, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 29 mil no total) distribuídos ao longo de 2020 e 2022. As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido, repasses da direção estadual e despesas de campanha, sem valores fora de escala ou fornecedores de ramo estranho. O loop pode ser coincidência de movimentações dentro da mesma coligação, não havendo um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.205,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará (diretório estadual e quatro candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 28,2 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), compatíveis com devoluções de sobra, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.610,71
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e o ciclo envolve doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, o que é um padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 16,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem concentração temporal anômala. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.798,71
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 15,8 mil no total) ao longo de vários anos (2018-2024), não um ciclo curto e fechado. As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses da direção estadual a candidatos, padrão comum em campanhas. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.688,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Pará: a direção estadual do partido, um vereador, uma deputada estadual e um deputado federal, além de uma doadora individual. O fluxo predominante é a direção estadual repassando recursos a candidatos do próprio partido (R$ 1.694,27 a Ivaldo) e o deputado Airton devolvendo R$ 13.440,00 à direção — padrão comum de repasse e devolução de sobras/contribuições partidárias. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação interna de campanha, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.688,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Pará (diretório estadual, vereador, deputado estadual e deputado federal), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 27,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. O fluxo 'AIRTON -> Direção Estadual' é uma despesa de campanha ao diretório, padrão comum de repasse partidário, e não um retorno disfarçado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.688,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores baixos (R$ 21,7 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção partidária a candidato, doações entre candidatos do mesmo partido e despesa de campanha paga a fornecedor. O fechamento do loop pode ser explicado por repasses internos do partido, ressarcimentos ou coincidência entre campanhas aliadas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.216.772,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores muito assimétricos: a maior parte (R$ 1,1 mi) é repasse do diretório estadual para uma candidata do próprio partido, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de pequeno porte (R$ 500 a R$ 13.440) e compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha, sem indicar um loop fechado de valores equivalentes. Não há fornecedor estranho ao ramo nem valor de ordem de grandeza atípica que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.211.722,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os montantes são modestos, sem indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza. O fluxo de recursos entre direção partidária e candidatos da mesma sigla é padrão legítimo, e a devolução de sobra ou ressarcimento pode explicar o retorno ao partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.221.772,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Pará: a direção estadual repassou recursos a Maria do Carmo, que pagou despesa a Claudia Daiane, que doou a Airton Faleiro, que por sua vez pagou despesa à direção estadual. Esse tipo de fluxo é compatível com repasses partidários, ressarcimentos e despesas de campanha dentro da mesma coligação, sem valores de ordem de grandeza anômala. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de valor que destoe do conjunto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.215.772,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará: a direção estadual repassou recursos a uma candidata a deputada estadual, que pagou uma despesa a uma terceira pessoa, que doou a um candidato a deputado federal, que por sua vez pagou despesa à direção estadual. Valores e tipos de transação são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo partido. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que force uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.638,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas 4 entidades, todas ligadas ao PT no Pará, e valores modestos (R$ 17,6 mil no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O valor pago por Airton Luiz Faleiro à Direção Estadual (R$ 13.440,00) é a maior transação e pode ser uma contribuição partidária rotineira, mas o retorno posterior a ele via terceiros não é claramente explicado. Não há um fato isolado que destoe gritantemente, mas também não é um padrão trivial de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.040,27
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 17 mil no total) distribuídos em anos eleitorais distintos (2020 e 2022). As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido, repasses de diretório estadual e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. O fluxo circular pode ser explicado por coincidências de movimentação dentro da mesma coligação/partido, não havendo um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.228,27
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 16,2 mil no total) distribuídos ao longo de 2020 e 2022. O padrão é compatível com repasses internos do partido, doações entre candidatos aliados e despesas de campanha, sem nenhum salto de ordem de grandeza ou fornecedor fora de contexto. O intervalo de dois anos entre as transações também enfraquece a ideia de um ciclo fechado e imediato.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.431,44
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 18,4 mil no total) entre candidatos do mesmo partido e a direção estadual. As transações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos, padrão comum em prestações de contas partidárias. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.619,44
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT do Pará, e o ciclo envolve repasses da direção estadual do partido para candidatos e doações/despesas entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 17,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com movimentação rotineira de campanha, como repasses partidários e ressarcimentos. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores fora de escala.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.505,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades com valores modestos (R$ 23,5 mil no total) e três dos quatro participantes são filiados ao PT no Pará, o que é compatível com repasses internos de diretório estadual e doações entre aliados. O único ponto que destoa é a presença de Alberto Nelson Henriques Rebelo (PDT) no meio da cadeia, mas o valor da transação dele (R$ 4,5 mil) é pequeno e pode ser doação pontual entre candidatos. Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor fora de ramo, nem ciclo curto e fechado entre desconhecidos — os fatos não apontam claramente para nada anômalo nem para algo rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 33.505,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT no Pará, com o diretório estadual do PT repassando recursos a uma candidata e recebendo despesas de outra candidata do mesmo partido — padrão comum de repasses partidários e ressarcimentos. A única entidade de outro partido (PDT) aparece como intermediária em valores modestos, e as transações estão distribuídas em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são de pequeno porte e compatíveis com movimentação típica de campanhas municipais/estaduais. Não há um fato concreto que destoe a ponto de exigir checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.464,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 16,4 mil) e entidades majoritariamente do PT no Pará, o que é compatível com repasses internos de diretório estadual a candidatos e devoluções/despesas de campanha. Há um ponto fora do padrão — Pedro Paulo (MDB) doando para Vital Brasil, que depois doa a Dilvanda (PT) — mas o valor é pequeno e pode ser relação pessoal ou local, sem elementos suficientes para afirmar que foge do rotineiro. Não há indício forte o bastante para priorizar checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 66.855,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT no Pará, com valores modestos (R$ 66.855,75 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. As setas podem ser explicadas por repasses do diretório estadual a candidatos, doações entre aliados do mesmo partido e uma despesa de campanha de Airton Faleiro ao diretório, sem indicar um esquema fechado ou desproporcional. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 64.035,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente membros do PT no Pará, com exceção de Alberto Nelson Henriques Rebelo (PDT), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e valores não são equivalentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado. A maior parte do fluxo é compatível com repasses partidários e doações entre aliados, padrão comum em campanhas. O único ponto que foge ao padrão é a participação de um vereador do PDT, mas sem mais contexto não é suficiente para caracterizar algo bizarro.