severidade média4 nósIA: plausívelR$ 72.736,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT no Pará, com o diretório estadual repassando recursos a candidatos do próprio partido (Calderaro e Ana Júlia), o que é padrão legítimo de financiamento partidário. A única aresta fora do PT é uma despesa de R$ 10.000 de Calderaro (PT) ao vereador Alberto Rebelo (PDT) em 2020, valor pequeno frente ao total e compatível com apoio local entre aliados. Os valores são modestos (R$ 72,7 mil no total) e distribuídos em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), sem concentração temporal ou montante anômalo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 18.598,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 18,6 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. Doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção partidária a candidatos são padrões comuns e legítimos. O fechamento do ciclo pode ser explicado por devolução de sobra, ressarcimento ou coincidência entre campanhas aliadas, sem nenhum fato que destoe do razoável.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.598,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 22,6 mil no total) e transações espalhadas por 2018, 2020, 2022 e 2024. As movimentações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados da mesma federação e ressarcimentos internos, padrão comum em cadeias de campanha. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.140,27
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 15 mil no total) distribuídos ao longo de vários anos (2018-2022). As transações são compatíveis com doações entre correligionários, repasses da direção estadual e despesas de campanha, sem valores discrepantes ou fornecedores fora do ramo. O fechamento do ciclo pode ser coincidência de movimentações dentro do mesmo partido, não havendo um fato concreto que fuja do padrão político-partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.328,27
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT no Pará, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 14,3 mil no total) ao longo de vários anos (2018-2022), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma coligação e ressarcimentos de campanha. As transações individuais são pequenas (R$ 594 a R$ 9.000) e não há indício de empresa comercial ou fornecedor estranho ao meio político. O padrão é típico de movimentação entre campanhas do mesmo partido, sem um fato concreto que destoe e exija checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 57.998,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e MDB) e pessoas físicas sem coligação declarada em comum, o que à primeira vista dificulta a explicação por aliança partidária. Porém, os valores são modestos (R$ 57,9 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2020, 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível ou devolução de doação milionária), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.338,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 32,3 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado no mesmo período. Há elos partidários (PT) entre Airton, Apolônio e a direção estadual, o que oferece explicação plausível para parte do fluxo, mas a participação de Miguel (MDB) e Benivaldo sem partido declarado impede uma conclusão simples. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha, não havendo indício de desproporção ou fornecedor estranho.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.418,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e MDB) e anos distintos (2020 e 2022), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário rotineiro. Além disso, o valor que sai do diretório estadual do PT para Miguel (R$ 5.518,35) é muito superior ao que retorna via Dilvanda (R$ 6.720,00), mas a diferença de R$ 1.201,65 não tem justificativa aparente. A presença de uma entidade sem nome (código 42933641291) e a mistura de doações e despesas em sentidos opostos tornam o fluxo atípico e merecedor de checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.038,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20 mil, com transações de anos diferentes (2020 e 2022) e valores que não são idênticos, o que enfraquece a ideia de devolução circular imediata. Há vínculos partidários possíveis (PT e aliados no Pará), mas também um candidato do PSD e outro do MDB, sem coligação explícita nos dados. As quantias são modestas e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, não havendo um fato isolado que destoe claramente.
severidade média4 nósR$ 10.427,47
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 67.380,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas são do PT ou ligadas a ele (candidatos do PT, direção partidária e uma empresa que doou a um candidato do PT). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são modestos (R$ 32,5 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018, 2020 e 2022, não configurando um loop curto e fechado no mesmo pleito. Há vínculos partidários parciais (Jorge e Marcelino são do PT), o que pode explicar parte das movimentações como repasses internos ou despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não é possível afirmar que tudo se explica por um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30.700, mas as transações listadas não fecham um loop claro e direto entre os mesmos atores. Há elos com o partido (PT-BA) e valores modestos, compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores modestos (R$ 20.800 no total), com transações que podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha. Há vínculos partidários parciais (PT entre Jorge e Marcos), mas Isabel é do PSD, o que enfraquece a hipótese de coordenação interna. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado no mesmo ano) que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 165.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores modestos, típicos de movimentação partidária. A maior parte do fluxo é de Jorge Solla (PT) para a direção estadual do PT, o que é rotineiro, e a doação da direção para Isabel Cristina (PSD) não fecha um ciclo claro com as despesas dela a Bruno. Não há um fato concreto que destoe do padrão de financiamento partidário, mas a interligação entre candidatos de partidos distintos merece uma checagem simples.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 59.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e PSD) na Bahia, mas as transações são de anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 42 mil). Não há um padrão claro de devolução imediata ou de valores idênticos que caracterize um loop fechado e suspeito. As movimentações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras entre candidatos e fornecedores/prestadores de serviços ao longo de vários pleitos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.753,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 12.753,28, mas as transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores desproporcionais entre si. A maior parte do fluxo é uma despesa de R$ 12.000 de Isabel Cristina para Bruno Nepomuceno, que não aparece como entidade nomeada na cadeia, e a doação de R$ 620 da BG Studios para Isabel é pequena. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte o suficiente para caracterizar 'bizarro'.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26.850,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento imediato. Há vínculos partidários parciais (PT entre Jorge Solla e Katussia; Isabel é PSD), o que não fecha um grupo único. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 60.882,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito baixos (R$ 100, R$ 5,85, R$ 88,80) e uma única transação de R$ 10.765,48 da direção partidária para Isabel, que não fecha o loop. As entidades têm partidos diferentes (PSD e PSB), mas o PSB aparece como direção estadual/nacional, o que pode explicar repasses internos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de pequenas despesas e doações partidárias, mas a mistura de partidos e a existência de um ciclo formal justificam uma checagem rápida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 294.378,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PT) e uma empresa privada, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos, exceto por repasses partidários rotineiros. A ligação entre Isabel Cristina (PSD) e o PT se dá apenas por uma despesa de R$ 88,80 com a BG Studios, que também doou a Humberto Costa (PT), mas não há indício de coordenação ou valores anômalos. O loop pode ser coincidência de registros públicos ou mero encadeamento contábil, sem fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 272.948,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT da Bahia (Jorge Solla, Joseildo Ramos) e uma candidata do PSD (Isabel Cristina), além de uma empresa de tecnologia (BG Studios) e a direção estadual do PT. As transações são de anos distintos (2018 e 2022) e valores heterogêneos, com a maior parte do volume vindo de repasses da direção partidária para candidatos, o que é um padrão legítimo. Não há um fato concreto que destoe claramente, como um retorno quase idêntico de valores ou um fornecedor sem relação com o serviço; a ligação entre os candidatos de partidos diferentes é fraca e pode ser explicada por alianças locais ou coincidência de registros.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 154.698,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PT) e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de magnitude muito diferentes (R$ 1.410 a R$ 150.000). A ligação entre Isabel Cristina (PSD) e Joseildo Ribeiro (PT) não é direta e pode ser coincidência de registros públicos. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.120,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 21.120,80, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores baixos, compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. Há vínculos partidários (PT e PSD) e a empresa BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por contratação de serviços. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.320,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 19,3 mil no total) e transações de anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades incluem dois candidatos do PT baiano e uma direção partidária, além de uma candidata do PSD, mas as conexões entre elas são indiretas e de baixo valor. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de escala, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não há explicação simples e completa para o encadeamento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 153.920,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 63, R$ 888, R$ 3.200 e R$ 150.000) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (PT e PSD), mas o destino final é a direção estadual do PT, o que pode ser explicado por repasses partidários ou ressarcimentos. Não há um fato único e concreto que destoe de padrões comuns de movimentação de campanha, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos vínculos entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 47.720,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e PSD) na Bahia, o que à primeira vista dificulta a explicação por coligação, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2022, 2026), sugerindo mais coincidência de rede do que um loop fechado e coordenado. A BG Studios aparece como doadora de um candidato e fornecedora de outro, o que é comum no ramo de tecnologia/estúdio para campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado), então não dá para cravar 'bizarro' nem 'plausível' com segurança.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.470,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 15.470,80, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo período. Há vínculos partidários parciais (PT entre Jorge Solla e Katussia; PSD de Isabel Guimarães), mas a empresa BG Studios aparece apenas como doadora e fornecedora de campanhas distintas, sem indicar retorno direto à mesma origem. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 44.290,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PT, PSD, AVANTE) e uma empresa de tecnologia, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Chama atenção que a campanha de Rui Costa (2018) doou R$ 20.310,00 a Jorge Solla, e no mesmo ano João Paulo Santana pagou R$ 20.000,00 de despesa à mesma campanha de Rui Costa, fechando um fluxo de ida e volta entre campanhas distintas. A soma de R$ 44.290,80 é modesta, mas a combinação de partidos diferentes e o retorno de recursos à campanha doadora justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas são candidatos do PT na Bahia e as outras duas aparecem apenas como doadores/fornecedores sem partido ou cargo informado. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 5.200) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato agudo — como valores milionários, fornecedor de ramo estranho ou ciclo fechado no mesmo ano — que justifique priorizar uma checagem humana só com esses dados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 58.777,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 400 a R$ 41 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. A maior transação é um repasse da direção estadual para um candidato a prefeito, típico de financiamento partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.458,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 51,4 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento claro de curto prazo. Há vínculos partidários (PT e direção estadual) que poderiam explicar parte do fluxo, mas a entrada de um prefeito do MDB e valores díspares (de R$ 100 a R$ 30,9 mil) não permitem afirmar se é coincidência ou algo a checar. Faltam dados sobre a natureza exata de cada operação e a relação entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 29,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.097,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do PT na Bahia, com valores modestos (R$ 77 mil no total) e transações que podem ser doações internas entre aliados ou repasses partidários. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop é curto, mas a coincidência de mesma sigla partidária e a natureza rotineira de repasses entre campanhas do mesmo partido tornam a explicação simples plausível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 257.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia: um deputado federal, um deputado estadual, uma vereadora e a direção estadual do partido. As transações são de baixo valor (R$ 100 a R$ 15.000) e compatíveis com doações internas, repasses partidários e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. O único valor alto (R$ 240.000) é repasse da direção estadual para uma candidata, padrão comum em campanhas proporcionais. Não há fornecedor estranho, preço fora de mercado ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 66.777,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, o que é um padrão comum de movimentação financeira dentro do mesmo partido (doações entre candidatos aliados, repasses da direção estadual e despesas com fornecedores/aliados). Os valores são modestos (R$ 66,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento imediato que sugira simulação. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 193.377,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia: um candidato a deputado federal, um prefeito e a direção estadual do partido. As transações são de valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha, como a doação de R$ 41 mil da direção estadual ao prefeito e a despesa de R$ 150 mil do deputado à direção. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 186.058,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser compatíveis com repasses partidários, devoluções ou despesas de campanha em períodos eleitorais variados. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 164.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 150 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. O maior fluxo é a despesa de R$ 150 mil de Jorge Solla para a direção estadual, padrão comum de contribuição partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 211.697,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas pertencem ao mesmo campo político (PT) e a maior parte das transações é compatível com repasses partidários e despesas de campanha. A única transação que chama atenção é o pagamento de R$ 10.000 de Jailson Costa dos Santos a Neomar Rodrigues Dias Filho, que não tem partido/cargo informado e fecha o loop, mas o valor é pequeno frente ao total e pode ser despesa ordinária. Não há elemento suficientemente forte para classificar como bizarro nem para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 392.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, o que é compatível com o padrão comum de repasses partidários a candidatos e devoluções/contribuições à direção. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 240 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem concentração temporal suspeita. Não há fornecedor externo nem ramo de atividade incompatível que dificulte a explicação simples.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 201.377,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PT na Bahia, com valores que variam de R$ 100 a R$ 150 mil e anos distintos (2018, 2020, 2022). As transações são compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, mas a existência de um loop fechado entre os mesmos atores justifica uma checagem humana para confirmar se há relação de coordenação ou apenas coincidência de rede partidária. Não há, nos fatos apresentados, elemento que torne a explicação simples implausível, nem que a descarte de imediato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores não retornam ao ponto de partida (R$ 10.000 saem de Neomar para Jorge, mas o ciclo total movimenta R$ 31.400). As entidades nomeadas são todas do PT na Bahia, o que pode indicar uma rede de aliados, mas a ausência de informações sobre os demais elos (11725895773, 01762561565) e a defasagem temporal dificultam afirmar se é um padrão legítimo ou algo a checar. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores idênticos de ida e volta ou ciclo fechado no mesmo ano.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 20.300,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As duas entidades nomeadas são do PT da Bahia, o que poderia explicar conexões dentro do mesmo campo político, mas os valores e a ordem das transações não mostram um padrão claro de retorno do dinheiro. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem elementos que expliquem tudo como rotina.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 23.300, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Há vínculos partidários parciais (PT entre Jorge e Marcos; PSD de Isabel), mas também entidades sem partido informado (Neomar, Bruno), o que impede afirmar coordenação. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanhas na Bahia, não havendo um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.920,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 11.920,80, mas o que chama atenção é a transação de R$ 5.000,00 de Marcos Antonio Almeida Sampaio (PT) para Neomar Rodrigues Dias Filho, que fecha o loop com a doação inicial de mesmo valor de Neomar para Isabel Cristina Santos Guimarães (PSD). As demais transações são de valores muito menores (R$ 632, R$ 1.200, R$ 88,80), sugerindo que o elo de R$ 5.000 é o que sustenta o ciclo. Além disso, há partidos diferentes (PT e PSD) e uma empresa de tecnologia (BG Studios) no meio, sem relação óbvia com os serviços de campanha. Isso justifica uma checagem humana para entender a motivação dessas transferências.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 124.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PT na Bahia, o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 124,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para uma mesma coligação/partido, nem valor de ordem de grandeza anômala.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 343.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual para Ceuci (R$ 240 mil), típica de repasse de recursos do partido a candidatos, e as demais são de baixo valor (R$ 1,8 mil a R$ 100 mil). Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 392.711,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As maiores quantias são doações da direção estadual para uma candidata a deputada estadual (R$ 240 mil) e despesa da mesma candidata para a direção estadual (R$ 100 mil), padrão comum de financiamento e ressarcimento dentro do partido. As demais transações são de baixo valor e também ocorrem entre membros do mesmo partido, sem indício de ramo alheio ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 322.025,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao PT (direções municipal, estadual e candidatos do mesmo partido na Bahia), e os fluxos são compatíveis com repasses partidários e devoluções de sobra de campanha. Os valores são modestos (R$ 2.500 a R$ 240.000) e distribuídos em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop aparente decorre de uma cadeia de doações e despesas entre órgãos do mesmo partido, padrão comum e legítimo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 329.186,33
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao PT (direções municipal e estadual da Bahia e candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos entre direções partidárias e candidatos aliados. Os valores são modestos (R$ 329 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha. Não há indício de ciclo fechado no mesmo pleito ou de valores desproporcionais que sugiram algo atípico.