severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 173.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PT na Bahia, o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 400 a R$ 2.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentações partidárias, mas também não é possível afirmar com segurança que se trata de mera coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 175.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, o que é um padrão comum de movimentação financeira dentro de uma mesma coligação partidária. Os valores são modestos (R$ 175,3 mil no total) e as transações incluem doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, além de despesas de campanha. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão. O loop pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 200.910,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT da Bahia (Jorge Solla, Robinson Almeida, Adelia Pinheiro e a direção estadual do partido), e as transações são doações e despesas típicas dentro do mesmo campo político-partidário. O fluxo inclui repasses da direção estadual a candidatos e despesas de campanha a fornecedores/pessoas ligadas ao partido, padrão comum em prestações de contas. O valor total de R$ 200,9 mil é modesto e compatível com movimentação de campanhas estaduais. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 153.856,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 632, R$ 2.400, R$ 3.200 e R$ 150.000) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (PT e PSD), mas ambos são da Bahia, e a BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas também não dá para descartar sem checar a natureza dos vínculos entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.668.884,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT na Bahia e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. As transações somam valores de ordens de grandeza diferentes (R$ 20 mil, R$ 1,4 milhão, R$ 50 mil, R$ 150 mil) e ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira um loop fechado. Não há um fato concreto que destoe do esperado para movimentações partidárias, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as entidades sem nome.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.658.929,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e PSB, coligação estadual), com repasses da direção estadual do PT a candidatos e despesas de campanha, o que é padrão legítimo. O valor total de R$ 1,66 milhão é puxado por uma doação de R$ 1,45 milhão da direção partidária a José Cerqueira, e as demais transações são de ordens de grandeza muito menores. Não há um fato isolado que destoe claramente (fornecedor de ramo estranho, valor absurdo, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é rotina sem checar a origem do elo com a empresa sem nome.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 283.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes da mesma órbita política: dois deputados federais do PT da Bahia, a direção estadual do PT e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo da BA em 2018. As transações são de valores modestos (R$ 10 mil a R$ 150 mil) e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala nem empresa privada devolvendo montante expressivo, o que torna o loop explicável por movimentação intrapartidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 273.355,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 273 mil, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações de Rui Costa a Alex de Castro Lima, de Alex a Jorge Solla, da Direção Estadual a Nelson Pellegrino, e despesas de Nelson e Jorge à Direção Estadual. As conexões ocorrem majoritariamente dentro do campo político da Bahia (PT/PSB) e em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que pode refletir repasses partidários e alianças locais. Não há um fato isolado que destoe (valor, fornecedor ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não é possível afirmar que é rotineiro sem checar a cadeia completa.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 199.947,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PT) na Bahia: um deputado federal, uma prefeita e a direção estadual. As transações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, sem valores discrepantes ou fornecedores fora do contexto. O valor total do loop (R$ 199,9 mil) é modesto e as quantias individuais são pequenas, não indicando enriquecimento ou desvio.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 208.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT da Bahia e a direção estadual do próprio partido, com valores modestos (R$ 208 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Não há fornecedor externo, valor atípico ou entidade sem vínculo partidário que force uma checagem. Os fatos são compatíveis com movimentação rotineira de campanha, mas a ausência de detalhamento sobre a empresa sem nome e a direção estadual impede afirmar com certeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 198.536,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e PSB, com Rui Costa dos Santos como figura central), o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 198,5 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 218.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes da mesma órbita partidária (PT-BA) e inclui a direção estadual do partido, que legalmente repassa recursos a candidatos. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores compatíveis com doações e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O 'loop' parece ser um artefato de agregação de dados que conecta movimentações rotineiras entre aliados, não um ciclo fechado e suspeito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 208.536,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT/PSB) e inclui repasses da direção estadual do PT a candidatos, padrão legítimo e comum. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão esperado de financiamento partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 218.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e a coligação de Rui Costa), com valores compatíveis entre si (R$ 20,3 mil, R$ 28,2 mil, R$ 20 mil e R$ 150 mil). As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e incluem repasses da direção estadual do partido a candidatos, padrão legítimo e comum. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 208.536,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PT/BA e um candidato do PSB aliado), com valores modestos e transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como fornecedor de ramo alheio ou valor muito acima do padrão. A menção a 'RUI COSTA DOS SANTOS' nas transações, embora não listado como entidade, sugere possível confusão com o diretório estadual, mas isso não é suficiente para classificar como bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 275.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT-BA) e valores de baixa magnitude (R$ 2.750,00 no total), compatíveis com doações internas e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e não há um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. O valor mais alto (R$ 100.000,00) é uma despesa de VALMIR para a campanha de Rui Costa, o que pode ser repasse partidário ou pagamento de serviços, sem indício de anormalidade. Não há elemento concreto que fuja do padrão de movimentação entre aliados.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 390.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, candidatos a deputado federal e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 10 mil a R$ 150 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou empresa doadora recebendo de volta quase o mesmo montante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 380.355,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 200 a R$ 150.000) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades centrais são do PT da Bahia e há trânsito por direção partidária e comitê de Rui Costa, padrões comuns em coligações. Não há um fato único que destoe claramente, mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a relação entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 164.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do PT na Bahia, o que é compatível com repasses internos do partido a candidatos e devoluções/despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 493.601,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos e compatíveis com transferências partidárias rotineiras, sem indício de empresa privada devolvendo montante expressivo. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 391.225,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT na Bahia (candidatos, direção estadual e a campanha majoritária de Rui Costa), o que é um padrão comum de repasses internos partidários e doações entre aliados. As transações são de valores compatíveis com o financiamento estadual e ocorrem em anos eleitorais distintos, sem indicar um esquema fechado entre pessoas sem vínculo. A presença de uma campanha majoritária (Rui Costa) como intermediária reforça a explicação de repasses legítimos dentro da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 203.197,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 40 a R$ 5.159) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento rápido e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 242.307,34
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT da Bahia (Jorge Solla, Marcelino Galo, Jailson Costa) ou órgãos partidários (Direção Estadual/Distrital), e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), típicas de repasses partidários e doações entre aliados. O ciclo envolve valores modestos (R$ 2.000 a R$ 150.000) e não há indício de empresa privada devolvendo recursos ou fornecedor fora do ramo. O fluxo é compatível com a movimentação financeira normal de campanhas de um mesmo partido, sem fato concreto que exija checagem manual prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 221.691,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, direção estadual, campanha de Rui Costa e dois candidatos petistas), o que é compatível com repasses internos de coligação e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 150 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante. O conjunto é explicável por padrões comuns de movimentação partidária, embora a existência do loop justifique registro para eventual conferência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 211.736,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT/PSB) e valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados, o que é padrão comum. O elo com uma empresa sem nome identificado e a passagem por RUI COSTA DOS SANTOS (governador) não são detalhados o suficiente para afirmar se há algo fora do comum. Não há fato concreto que destoe claramente, mas também não dá para descartar sem checar a natureza da entidade sem nome.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 343.431,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT na Bahia (Jorge Solla, Marta Rodrigues e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. O valor mais alto (R$ 150 mil) é uma despesa de Jorge Solla para a direção estadual, não uma doação de retorno, e o único elo fora do PT (Marivaldo Cruz do Amaral, PSB) movimenta apenas R$ 800. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado que force uma explicação anômala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 353.717,67
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas são do PT (direções estadual e municipal da Bahia, um deputado federal e dois vereadores do mesmo partido), o que é o padrão típico de repasses internos de direção partidária para candidatos e devoluções/despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 191 mil) e compatíveis com transferências partidárias rotineiras, sem nenhum salto de ordem de grandeza. O ciclo fechado é explicável por doações entre aliados do mesmo grupo partidário e ressarcimentos, não havendo fornecedor estranho ao ramo nem valor atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 382.541,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos, direção estadual e a campanha de Rui Costa, também do PT), o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 971.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT): dois deputados federais, um deputado estadual e a direção estadual do partido, além da campanha de Rui Costa ao governo em 2018. As transações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, com valores de ordens de grandeza distintas e sem retorno exato de valor. Não há fornecedor sem relação com o serviço nem empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 883.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT): dois candidatos petistas, a direção estadual do PT e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo. As transações são compatíveis com repasses partidários a candidatos, despesas de campanha e devoluções/doações entre aliados da mesma coligação, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa privada devolvendo valor quase idêntico ao doado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 873.536,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 873 mil, mas os elos são majoritariamente compatíveis com padrões partidários comuns: repasses da direção estadual do PT a candidatos do próprio partido (Jorge Solla e José Raimundo Fontes) e uma doação de Rui Costa a Alex de Castro Lima. O elo mais frágil é a doação de Alex de Castro Lima (PSB) a Jorge Solla (PT), de apenas R$ 200, e a despesa de José Raimundo Fontes para a campanha de Rui Costa, que não fecham um ciclo claramente suspeito. Não há valor de ordem de grandeza anômala nem fornecedor fora do ramo, mas a mistura de partidos e a ausência de nomes em algumas entidades impedem uma explicação totalmente automática.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 471.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT na Bahia, incluindo a direção estadual do partido e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo em 2018. As transações são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos aliados, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem fornecedor externo nem valores discrepantes. O 'loop' parece ser um artefato de como o sistema encadeia doações e despesas dentro da mesma rede partidária, não um indício forte de irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 286.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos a deputado federal, vereador e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 2.031 a R$ 150.000) e as transações se distribuem entre 2018, 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A presença de uma empresa sem nome e de uma doação de R$ 10.000 de Valmir para a campanha de Rui Costa em 2018 não configura, por si, um padrão atípico. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 183.860,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e direção estadual), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma coligação e despesas de campanha pagas a diretórios. Os valores são modestos (R$ 1.838,60 no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto. O padrão é explicável por movimentação rotineira de campanhas do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 151.960,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do PT na Bahia (Jorge Solla, Marivaldo Gomes e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020, 2022 e 2024, sem um encadeamento temporal curto que sugira um loop artificial. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentações partidárias, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 556.077,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT na Bahia e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 632, R$ 457,20) e as maiores quantias são contribuições da direção estadual ao candidato, típicas de apoio partidário. A doação de R$ 632 da BG Studios ao candidato Jorge Solla é pequena e pode ser uma doação empresarial legal da época. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor sem relação com a atividade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 279.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PT da Bahia) e uma direção partidária estadual, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas, sem salto de ordem de grandeza. A presença de uma pessoa sem partido identificado (Maria Natalice) como intermediária é o único ponto que foge ao script, mas não chega a configurar um fato que exija checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 270.762,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT da Bahia e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 632 a R$ 150.000) e ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe do esperado a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da BG Studios.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 410.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia em 2022: a direção estadual do partido repassou R$ 240 mil à candidata Ceuci, que pagou R$ 20 mil a Renan, que doou R$ 100 a Jorge Solla, que por sua vez pagou R$ 150 mil à direção estadual. Esse tipo de fluxo é compatível com repasses partidários, contratação de serviços de campanha e devolução/repasse de sobras dentro da mesma coligação, sem valores de ordem de grandeza destoante. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo. O caso parece rotineiro, embora o fechamento do ciclo justifique conferência se houver interesse.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 410.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia: a direção estadual do partido repassou R$ 240 mil à candidata Ceuci, que pagou R$ 20 mil a Marcus Vinicius Loureiro, e o deputado Jorge Solla transferiu R$ 150 mil à direção estadual. Esse tipo de fluxo entre direção partidária e candidatos da mesma sigla, com valores de repasse e despesas dentro da mesma ordem de grandeza, é padrão comum em prestações de contas eleitorais. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem entidade sem vínculo partidário claro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 392.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PT na Bahia, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são compatíveis com transferências regulares do partido para candidatos (R$ 240 mil para uma deputada estadual) e contribuições de candidatos para a direção (R$ 150 mil de um deputado federal), sem indício de enriquecimento ilícito ou desvio. A menção a 'EMERSON GOMES FRANÇA' e 'EMERSON GOMES GARCIA' pode ser erro de grafia ou homônimos, mas não altera o quadro geral de movimentação intrapartidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 394.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PT) na Bahia: uma direção estadual repassando recursos a uma candidata a deputada estadual, que paga despesa a uma prestadora, e um deputado federal doando à direção partidária. Valores e tipos de transação são compatíveis com repasses internos de campanha e pagamentos de serviços, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho. O loop é fechado, mas dentro da mesma estrutura partidária, o que é um padrão comum e legítimo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 156.463,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e diretórios do PT na Bahia, o que é compatível com repasses internos partidários e ressarcimentos entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 2.000,00 no total das doações a Jorge Solla, R$ 5.000,00 do diretório a Iranaci e R$ 1.263,00 de despesa de Iranaci a Utaruman), sem salto de ordem de grandeza. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo. O loop é curto, mas a coincidência de mesma federação/partido e valores baixos não fornece um fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 169.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre correligionários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 20 a R$ 1.800) e a maior transação é uma despesa de R$ 150.000 de um candidato à direção estadual, padrão comum de contribuição partidária. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 208.810,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT da Bahia (candidatos a deputado federal/estadual e a direção estadual do partido), e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas com diretório. O ciclo envolve valores modestos (R$ 2 mil a R$ 150 mil) e não há indício de empresa privada devolvendo recursos ou fornecedor fora do ramo. O 'loop' parece ser um artefato de agregação de transações de anos diferentes, não um fluxo circular fechado no mesmo período.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 866.780,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, Jaques Wagner, Jorge Solla e a campanha de Rui Costa), com valores compatíveis entre si (R$ 20 mil a R$ 646 mil) e anos distintos (2018, 2022, 2026). As transações são doações e despesas típicas de campanhas aliadas, incluindo repasses da direção estadual do PT e despesas de uma campanha a outra. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que exija checagem imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 856.825,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 856.825,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo período. Há vínculos partidários e de coligação na BA (PT/PSB) que podem explicar movimentações entre aliados, mas a ausência de detalhes sobre a empresa sem nome e a diferença de anos dificultam uma conclusão. Não há um fato isolado que destoe de forma evidente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 151.742,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 632 a R$ 150.000) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham o mesmo partido (PT-BA), e a maior transação é uma despesa de campanha à direção estadual, padrão comum de repasse partidário. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de campanhas do mesmo partido, mas a menção a uma empresa de tecnologia recebendo despesa de campanha mereceria uma olhada rápida.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 194.925,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades envolvidas são do PT (direções estadual e municipal da Bahia e candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos entre direções partidárias e candidatos aliados. Os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 150 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O fluxo aparente é compatível com doações de diretórios a candidatos e posterior devolução/repasse de sobras ou contribuições entre correligionários, sem indício de anomalia que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 390.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT): dois deputados federais do PT, a direção estadual do PT e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo. As transações são de valores modestos (R$ 10 mil a R$ 150 mil) e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa privada devolvendo valor alto, então o padrão é explicável por articulação partidária normal.