severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.900,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Democratize Tecnologia) que doou a Adriana Gerônimo (PSOL) e recebeu despesas de Gabriel Lima (PSOL), ambos do mesmo partido no Ceará, o que é compatível com uma rede de campanha partidária. Os valores são modestos (R$ 17,9 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe (fornecedor de ramo alheio, valor muito acima do padrão, empresa doando milhões e recebendo de volta), mas também não há explicação simples e completa para o loop.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 48.151,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas grandes e conhecidas (Facebook e Democratize Tecnologia) e dois candidatos de partidos diferentes, mas as transações são de naturezas distintas: doações de empresas a campanhas e despesas de campanhas com serviços de internet/tecnologia. O valor total é modesto (R$ 48 mil) e as quantias são compatíveis com gastos típicos de campanha com impulsionamento de conteúdo e serviços digitais. Não há um elo direto e fechado entre os mesmos atores sem justificativa aparente; a cadeia parece refletir o fluxo normal de recursos entre doadores, fornecedores e campanhas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.317,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas, uma candidata do PT/RJ e um candidato do PRTB/DF) sem partido ou coligação em comum evidente, o que à primeira vista dificulta uma explicação simples. Porém, os valores são pequenos (R$ 13,3 mil no total), as transações estão espalhadas entre 2020 e 2024, e o elo com o Facebook é claramente gasto com impulsionamento de conteúdo, prática rotineira em campanhas. Não há um fato concreto e nomeável — como valor de ordem de grandeza discrepante ou fornecedor de ramo incompatível — que force uma checagem humana prioritária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 24.423,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e NOVO) e empresas de tecnologia, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação. A empresa Democratize Tecnologia doou R$ 5.865,00 à candidata do PT e recebeu de volta R$ 517,58 como despesa do candidato do NOVO, enquanto a GMT Tecnologia doou R$ 17.150,02 ao candidato do NOVO e recebeu R$ 260,92 de despesa da candidata do PT. O fluxo fechado entre campanhas de partidos opostos e empresas do mesmo ramo (tecnologia) é um fato concreto que foge do padrão de doações entre aliados e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.053,57
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (PT-RJ e NOVO-SC), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Duas empresas de tecnologia aparecem nas pontas do loop, recebendo despesas de campanha e fazendo doações a candidatos, o que levanta a questão de se o serviço prestado justifica o fluxo. O valor total é baixo (R$ 20 mil), mas a combinação de ciclo fechado, partidos distintos e fornecedores do mesmo ramo merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.924,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PT-RJ e NOVO-SC), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. Duas empresas de tecnologia (Democratize e GMT) aparecem simultaneamente como doadoras e fornecedoras dentro do mesmo loop, o que dificulta explicar como mera coincidência de mesma coligação. O valor total é modesto (R$ 18,9 mil), mas o desenho fechado e cruzado entre campanhas de partidos opostos justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.575,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia (Democratize e GMT) e duas candidatas de partidos diferentes (PT-RJ e PSOL-RS), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. As doações das empresas às candidatas somam valores altos (R$ 5.865,00 e R$ 5.765,00), enquanto as despesas de volta às empresas são de ordens de grandeza muito menores (R$ 54,33 e R$ 260,92), o que não fecha um ciclo financeiro simétrico. A coincidência de as duas empresas terem nomes do ramo de tecnologia e receberem pagamentos das mesmas candidatas que doaram a elas merece checagem humana para descartar conluio ou repasse disfarçado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.818,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito assimétricos: a maior transação (R$ 18.023,00 de GMT Tecnologia para Graziela) é cerca de 30 vezes maior que a devolução de Graziela à Democratize (R$ 39,85) e cerca de 7 vezes maior que o total pago por Indianarae à GMT (R$ 260,92). As duas empresas são do ramo de tecnologia, o que poderia explicar serviços prestados, mas não há informação sobre a natureza das despesas. Além disso, as campanhas são de partidos diferentes (PT e PSOL) e anos distintos, sem coligação comum evidente, o que enfraquece a hipótese de coincidência partidária.
severidade média4 nósR$ 10.603,93
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 75.720,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas, um candidato do NOVO/SC e um candidato do PRTB/DF), sem partido ou coligação em comum evidente. Porém, os valores são pequenos e as transações são compatíveis com doações de empresa de tecnologia e pagamentos ao Facebook por impulsionamento de conteúdo, padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.072,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (NOVO) e da mesma UF (SC), o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados. A empresa Democratize Tecnologia aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos de campanha, o que pode ser prestação de serviços de tecnologia para as campanhas. Os valores são relativamente baixos e as transações se concentram em 2022, sem um fato concreto que destoe do esperado.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 20.248,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Democratize Tecnologia) que doa R$ 16.801,01 a Bruno Winzewski (NOVO) e depois recebe de volta R$ 77,07 de Leandro Bonk Sabino (MDB), partidos diferentes, sem coligação comum indicada. Além disso, Bruno Winzewski repassa R$ 3.020,00 para a campanha de Gilson Marques (deputado federal), que por sua vez doa R$ 350,00 a Leandro Bonk Sabino, fechando o loop. A diferença de partidos e a presença de uma empresa no centro do ciclo dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.413,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e anos diferentes, mas as transações são de naturezas distintas: doação de empresa a candidato, despesa de campanha com o Facebook e pagamentos a uma empresa de tecnologia. O valor total é baixo (R$ 14,4 mil) e os fluxos não formam um ciclo direto e fechado entre as mesmas partes no mesmo período, o que enfraquece a hipótese de circularidade intencional. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento e gastos de campanha.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 37.235,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas e dois candidatos de partidos e estados diferentes), mas os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por serviços prestados ou doações regulares. A empresa Democratize Tecnologia doou a Marcelo Fett (MDB-SC) e recebeu despesa de Fábio Gomes (PRTB-DF), enquanto o Facebook aparece como fornecedor de um e doador de outro, sem que haja um elo claro de coligação ou parentesco entre os candidatos. Não há um fato único e concreto que destoe do padrão de movimentação eleitoral, mas também não se pode descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.803,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 15,8 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As entidades compartilham o PT como partido (exceto as empresas), o que poderia explicar conexões entre campanhas aliadas, mas não há elementos suficientes para afirmar que o loop é um padrão legítimo ou anômalo. Faltam detalhes sobre a natureza dos serviços e a relação entre as empresas e os candidatos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.212,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12,2 mil, valor baixo, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (Carlos Boechat e Axel Grael são ambos do PDT/RJ), mas Moara Saboia é do PT/MG e as empresas não têm relação partidária declarada. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de escala, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.476,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PDT-RJ e PT-MG), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022) e os valores são modestos (R$ 20,4 mil no total). Não há um elo claro de mesma coligação ou partido que explique o loop, porém também não há um fato agudo — como valores milionários, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado no mesmo ano — que force uma checagem imediata. O conjunto é ambíguo e não permite concluir se é coincidência ou algo a investigar.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.752,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSL/RJ 2020, PT/MG 2022, PRTB/BR 2022), o que dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e as transações são de naturezas distintas (doação, despesa), sem um padrão claro de retorno financeiro. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização humana imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.196,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PMN, PT, PRTB) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e dispersos, e há trechos que podem ser explicados por despesas comuns de campanha (ex.: pagamentos a 'Campanha do Bem' e à Democratize Tecnologia). Não há um fato isolado e gritante, como um valor de ordem de grandeza acima do resto ou um fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 81.478,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e PRTB) e duas empresas, mas as transações são de anos distintos (2020 e 2022) e valores desiguais. A maior parte do valor (R$ 70.000) é uma despesa de Moara com o Facebook, que não retorna a ela, e a doação da Democratize a Moara (R$ 10.114) é o único fluxo relevante entre campanhas. Não há um fato concreto que force uma explicação implausível, mas também não é um padrão claramente rotineiro de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.447,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PRTB/DF, REDE/TO, PODE/TO) e uma empresa de tecnologia, o que à primeira vista não se explica por uma coligação comum. Porém, os valores são baixos (R$ 23,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024), com a maior parte sendo despesas com o Facebook, um fornecedor comum de campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas a combinação de atores sem vínculo partidário evidente e a existência de um loop fechado justifica uma checagem humana para descartar coincidência ou erro de registro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 10.983,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia (Democratize e Facebook) e dois candidatos de partidos e estados diferentes (PRTB-DF e AVANTE-RJ), sem coligação comum aparente. Porém, os valores são pequenos (R$ 10,9 mil no total) e as transações são compatíveis com serviços de impulsionamento digital e doações de baixo valor, padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente do rotineiro, mas a combinação de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário declarado merece uma olhada rápida.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.221,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia (Democratize e GMT) e dois candidatos de partidos e estados diferentes (PT-RJ e PDT-PR), sem coligação comum evidente. Porém, os valores são pequenos (R$ 12,2 mil no total), as transações estão espalhadas por anos distintos (2020, 2022, 2024) e o elo de retorno (Indianarae -> Democratize) é de apenas R$ 429,05, compatível com despesa de campanha com fornecedor de tecnologia. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não há explicação simples e direta para o encadeamento entre pessoas sem vínculo partidário declarado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.031,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia e dois candidatos de partidos e estados diferentes (PDT-PR e NOVO-SC), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Porém, os valores são modestos (R$ 22 mil no total), as transações estão espalhadas por anos distintos (2020, 2022, 2024) e os sentidos de fluxo são compatíveis com doações e despesas normais de campanha. Não há um fato agudo que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não há explicação simples e direta para o fechamento do ciclo entre esses atores.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.661,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 17,6 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e não formam um loop curto e fechado no mesmo pleito. As duas empresas de tecnologia aparecem como doadoras e fornecedoras de campanhas, o que é compatível com prestação de serviços e doações empresariais legalmente permitidas. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a combinação de doações e despesas entre os mesmos atores ao longo do tempo também não permite descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.532,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia e dois políticos de partidos e estados diferentes (PDT-PR e NOVO-SC), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, etc.), mas também não dá para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósR$ 10.183,51
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.427,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia e dois candidatos de partidos diferentes (PDT-PR e PSOL-RS), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Porém, os valores são pequenos e as transações estão espalhadas em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.492,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PDT-PR e PRTB-DF) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de uma única coligação ou campanha. Porém, as transações são de baixo valor (R$ 12,5 mil no total) e incluem pagamentos ao Facebook, que são despesas típicas de impulsionamento de conteúdo, e doações de uma empresa de tecnologia a um candidato. Não há um fato isolado que destoe do padrão comum de financiamento de campanha, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.163,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (empresa de tecnologia, Facebook, e dois candidatos de partidos e estados diferentes), mas os valores são pequenos e as transações podem ser explicadas por doações e despesas comuns de campanha. A maior transação (R$ 17.000 para o Facebook) é típica de impulsionamento de conteúdo, e a doação da Democratize a Alan Bruno (R$ 100) é irrisória. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósR$ 10.527,85
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.058,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, NOVO, PRTB) e uma empresa, com valores que variam de R$ 50 a R$ 19.352. Não há um padrão claro de mesma coligação ou conta partidária que explique o loop, mas também não há um fato isolado gritante (como valor de ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor de ramo incompatível). As transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024) e podem refletir doações e despesas legítimas entre campanhas, mas a conexão circular merece uma checagem humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 282.011,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, NOVO, PRTB) e anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, as transações têm naturezas variadas (doação, despesa com Facebook, pagamento a fornecedor de tecnologia) e valores heterogêneos, sem um elo claro que caracterize um loop fechado e suspeito. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 36.763,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, NOVO, PRTB) e uma empresa, sem coligação comum aparente. A maior transação é uma doação de R$ 19.352,00 da Democratize Tecnologia para Henrique Mecabo (NOVO), enquanto o retorno da cadeia à empresa é de apenas R$ 300,53 via despesas de Pablo Marçal (PRTB). Além disso, há um salto de valores entre as transações (R$ 19 mil, R$ 7,7 mil, R$ 9,4 mil, R$ 500) que não se explica por um padrão simples de repasse partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 134.105,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia (Democratize e Facebook) e dois candidatos de partidos diferentes, mas as transações são típicas de campanha: doação de empresa de tecnologia para candidato, pagamento de serviços de impulsionamento/plataforma ao Facebook e despesa de campanha com fornecedor de tecnologia. Os valores são modestos (R$ 1.935,20 de doação, R$ 70.890,00 de despesa com Facebook) e compatíveis com gastos de campanha, sem indício de retorno do dinheiro ao doador original. O fechamento do ciclo parece decorrer da coincidência de um mesmo fornecedor (Democratize) ter doado a um candidato e recebido de outro, não de um esquema de lavagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 42.495,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (empresa de tecnologia, empresa de mídia social, candidata do PSOL-RJ e candidato do PRTB-DF), sem partido ou coligação em comum entre os políticos. As transações são de tipos variados (doação, despesa) e valores heterogêneos, e o elo com o Facebook é uma despesa típica de campanha (impulsionamento de conteúdo), o que enfraquece a leitura de ciclo fechado. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre aliados), mas também não há explicação simples e única que amarre todas as pontas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 55.184,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, PT, PRTB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, o elo central é o Facebook, fornecedor comum de serviços de impulsionamento/tráfego pago, e os valores são modestos e compatíveis com despesas típicas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas a combinação de partidos e anos distintos impede cravar explicação simples.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 158.365,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e UFs distintas, mas as transações são de naturezas variadas: doação de empresa a candidato, despesa de campanha com o Facebook e pagamento a uma empresa de tecnologia. O valor total (R$ 158 mil) é modesto e as quantias individuais não destoam. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem que torne o caso claramente bizarro — pode ser coincidência de fluxos de campanhas distintas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.674,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PRTB) e uma empresa de tecnologia, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A presença do Facebook como intermediário é comum em campanhas (impulsionamento de conteúdo), e a Democratize Tecnologia pode ser fornecedora de serviços digitais. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão rotineiro de despesas e doações, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.732,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PT-RJ e PRTB-DF), o que dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos (R$ 13,7 mil no total) e as transações são de naturezas distintas (doação de empresa, despesa com Facebook, pagamento a fornecedor de tecnologia), sem um elo claro de retorno financeiro direto. Não há um fato concreto que configure, por si só, um padrão anômalo que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.639,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSDB e PRTB) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, as transações são compatíveis com padrões comuns: doação de empresa de tecnologia a candidato, pagamento de impulsionamento ao Facebook e despesa com serviços da Democratize. Não há um fato isolado que destoe claramente (valores, ramo do fornecedor ou vínculo partidário), mas a combinação de atores sem relação aparente e a formação de um loop fechado justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.714,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PP, PSDB, PL) e duas empresas, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A empresa Rinobox Soluções Financeiras doou R$ 14.820,09 a Fabiano Rheinheimer em 2022, mas o mesmo Fabiano aparece doando para Mariana Lescano em 2020, e a cadeia fecha com Mariana pagando despesa à Democratize Tecnologia, que havia doado a Thiago Mariscal. O ramo da Rinobox (soluções financeiras) não tem relação óbvia com a atividade de um vereador, e o valor de R$ 14,8 mil é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop, o que justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.226,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e uma empresa de tecnologia, mas as transações são de naturezas distintas: doações de empresas a candidatos, despesas de campanha com o Facebook e pagamentos a uma empresa de tecnologia. O valor total é modesto (R$ 24 mil) e as quantias são compatíveis com gastos típicos de campanha, sem indício de desproporção. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 15.378,44
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e UFs diferentes (RS e DF), o que dificulta a explicação por coligação ou repasse partidário comum. Além disso, a empresa Democratize Tecnologia doa R$ 1.280,00 para Reginete e depois recebe R$ 217,28 de Fábio, criando um retorno parcial de recursos para a mesma empresa que iniciou a cadeia. O valor total é baixo, mas a combinação de partidos distintos e o retorno à empresa doadora justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 96.143,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e inclui uma empresa de tecnologia (Democratize) que doa para uma candidata do PT e também recebe despesas de um candidato do PRTB, sem coligação ou vínculo partidário declarado. O valor de R$ 6.580.000 pago por Reginete a DLOCAL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 1.280, R$ 846,65, R$ 217,28), o que chama atenção. A presença do Facebook como intermediário de doação para o candidato do PRTB também foge ao padrão típico de doações partidárias. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 107.788,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS em 2022 e uma doação da campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) para Helenir Schurer, o que é padrão comum de repasse dentro da mesma coligação. O valor de volta à Democratize Tecnologia é de apenas R$ 41,17, compatível com despesa de campanha (ex.: serviço de tecnologia), e não com devolução de doação. A doação da empresa à Reginete (R$ 1.280) e a despesa dela com João Edegar Pretto (R$ 65.500) são movimentações típicas de campanha, sem valores desproporcionais.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 71.212,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de tecnologia (DEMOCRATIZE) que doa para a campanha de Reginete, cuja campanha paga R$ 65.500 a João Edegar Pretto, que por sua vez doa R$ 4.392 a Nereu Piovesan, e Nereu paga despesa de R$ 40,11 à mesma DEMOCRATIZE, fechando o loop. Apesar de Reginete e Nereu serem ambos do PT/RS, o valor pago por Reginete a João Edegar Pretto é cerca de 15 vezes maior que a doação que inicia o ciclo e não há explicação simples para o retorno do dinheiro à empresa doadora original. O conjunto de transações em ciclo fechado, com valores desproporcionais e uma empresa intermediária, justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 71.235,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS em 2022 (Reginete Bispo e Sergio Gorgen) e uma empresa (Democratize Tecnologia) que doou a uma delas e recebeu pagamento da outra, além de repasses ligados à candidatura de João Edegar Pretto. Há elos partidários e eleitorais claros que podem explicar a movimentação como doações e despesas dentro do mesmo campo político, mas o fechamento do ciclo com valores assimétricos (R$ 65.500 de despesa de Reginete para João Edegar Pretto versus R$ 1.280 de doação da empresa para Reginete) não permite afirmar que é rotineiro nem que é claramente anômalo. Faltam dados sobre a natureza do serviço prestado pela Democratize e sobre a relação da empresa sem nome no ciclo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 107.771,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT do RS em 2022 e uma empresa de tecnologia, com valores muito assimétricos: a maior transação é uma despesa de R$ 65.500 de Reginete para João Edegar Pretto (candidato a governador), enquanto o retorno à Democratize é de apenas R$ 24,40. As doações e despesas são compatíveis com uma mesma coligação partidária e com prestação de serviços de campanha, sem valores de ordem de grandeza anômala. O fechamento do ciclo parece mais um artefato de rastreamento de fluxo do que um indício concreto de irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 109.124,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: R$ 1.280 de doação da empresa à candidata, R$ 65.500 de despesa dela ao candidato a governador, R$ 42.317 de doação do comitê do governador à outra candidata e apenas R$ 27,47 de despesa dessa última à empresa. As entidades compartilham o mesmo partido (PT) e o mesmo estado (RS) no mesmo ano eleitoral, o que permite explicar o fluxo como movimentação dentro de uma mesma coligação/estrutura partidária. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.