severidade média4 nósIA: plausívelR$ 65.361,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/RJ e a direção municipal do próprio partido, o que é um padrão comum de movimentação interna de campanha. A empresa Democratize Tecnologia aparece doando para uma candidata e recebendo um pagamento de despesa de outro candidato do mesmo partido, valores pequenos (R$ 8.510 e R$ 820,34) que podem ser serviços prestados ou ressarcimentos. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de valores desproporcionais; o loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro de uma mesma coligação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.098,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 14 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores não retornam integralmente ao ponto de origem. A empresa Democratize Tecnologia doou R$ 8.510 a Maria de Lourdes (PSOL) em 2020, enquanto Marcus Vinicius (PSD) pagou apenas R$ 43,94 à mesma empresa — não há simetria de valores que sugira devolução disfarçada. Sem partido ou coligação comum entre os envolvidos e sem valores expressivos, os fatos não apontam para um padrão claro de irregularidade nem para uma explicação rotineira evidente.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 337.496,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL do Rio de Janeiro (duas candidatas e a direção municipal do partido), o que é um padrão comum de repasses internos de campanha. A empresa Democratize Tecnologia aparece como doadora de uma candidata e recebedora de uma despesa de outra, mas o valor da despesa (R$ 92,91) é irrisório perto do total movimentado. O grosso do fluxo (R$ 325.716,86) é a doação da direção municipal para a candidata, típica de repasse partidário, e o retorno de R$ 3.176,30 da outra candidata à direção também é compatível com devolução de sobra ou acerto interno.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.419,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL/RJ e uma empresa de tecnologia que doou para uma delas e recebeu pagamento da outra, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024). A empresa Democratize Tecnologia pode ter prestado serviços de tecnologia à campanha de Andrea, o que explicaria o pagamento, e a doação à Maria de Lourdes é compatível com doação empresarial permitida até 2020. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço; o loop pode ser coincidência contábil entre campanhas do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 194.109,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos e entidades de partidos diferentes (PSOL, PCB) em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um esquema coordenado. A maior transação é uma doação de R$ 177 mil da direção municipal do PSOL para Clarice Salles Chacon, padrão comum de repasse partidário a candidatos. As demais transações são de baixo valor e podem ser ressarcimentos ou despesas rotineiras, sem um fato concreto que destoe e justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 199.507,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL/RJ e a direção municipal do partido aparece como intermediária, o que é um padrão comum de repasse interno. Os valores são modestos (R$ 1.995,07 no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A empresa Democratize Tecnologia tanto doou quanto recebeu da campanha, mas o valor recebido (R$ 535,54) é irrisório e compatível com despesa operacional. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação partidária rotineira.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.170,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL/RJ e a empresa Democratize Tecnologia aparece tanto doando quanto recebendo despesas de campanha, o que pode ser compatível com prestação de serviços a candidatos do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 14,1 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 298.923,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito assimétricos: a maior transação (R$ 286.982,46) é uma doação da direção municipal do PSOL para Pedro Henrique, enquanto as demais somam menos de R$ 12 mil. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL/RJ) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2024), o que é compatível com movimentação rotineira de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 94.318,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de tecnologia, uma candidata do PSOL e um candidato do PT, partidos diferentes, mas o valor total é modesto (R$ 94 mil) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024). A maior parte do fluxo é uma doação de R$ 82 mil da direção municipal do PSOL para Leonel Brizola (PT), o que não se explica por aliança partidária óbvia. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação), mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo em anos diferentes impede uma explicação simples e imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 14.142,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PSOL-RJ (candidata a vereadora, suplente e direção municipal), o que é um padrão comum de repasses internos de campanha. A empresa Democratize Tecnologia doou R$ 8.510 à candidata Maria de Lourdes, que depois repassou R$ 3.176 à direção municipal; a direção doou R$ 2.368 a Taygoara, que pagou R$ 87 à mesma empresa — valores pequenos e compatíveis com despesas de campanha. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço, e o fechamento do ciclo pode ser explicado por doações e ressarcimentos dentro do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 117.891,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político (PSOL-RJ): uma empresa doadora, duas candidatas do PSOL e a direção municipal do partido. As transações são compatíveis com padrões rotineiros: doação de empresa a candidata, repasse da direção partidária a candidata, pagamento de despesa de campanha a fornecedor e devolução/repasse de sobra entre candidata e direção. Os valores são modestos (R$ 117,9 mil no total) e não há indício de enriquecimento ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.618,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de tecnologia que doa para uma candidata do PSOL e recebe despesas de uma candidata do PSB, enquanto a direção municipal do PSOL repassa recursos para a candidata do PSB. As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e os valores são modestos, mas a conexão entre partidos distintos e uma empresa privada no mesmo ciclo merece alguma atenção. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, mas também não é um padrão trivial de mesma coligação.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.194,08
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (Democratize Tecnologia) e campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT), sem coligação comum declarada. A empresa doa R$ 4.874 à candidata do PSOL, que paga R$ 7.500 a Nathalia Carlos da Silva, que doa R$ 400 ao candidato do PT, que por sua vez paga despesas à mesma empresa em 2020 e 2022. O retorno à empresa é de R$ 420,08, muito inferior ao que ela doou, mas o encadeamento entre pessoas e partidos sem vínculo claro merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.937,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (PSOL e PRTB) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, a presença do Facebook como fornecedor de impulsionamento pago por campanhas é um padrão comum e legítimo, e os valores são relativamente baixos. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço), mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo em uma empresa de tecnologia merece uma checagem humana para descartar ou confirmar uma relação real.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 71.049,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PRTB e PSD) e duas empresas, mas as transações não formam um loop fechado claro: a doação da Democratize a Regina (R$ 4.651,00) é muito maior que a despesa de Fabio com a Democratize (R$ 217,28) e que a doação do Facebook a Fabio (R$ 846,65). Além disso, a despesa de Regina com o Facebook (R$ 65.334,78) é de outra ordem de grandeza e não retorna à cadeia. Sem valores compatíveis ou vínculo partidário entre os agentes, não há fato concreto que justifique priorização.
severidade média4 nósR$ 10.197,60
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.123,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSOL e PRTB) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações parecem compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, incluindo pagamentos ao Facebook. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósR$ 10.024,14
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 19.834,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos distintos (PSOL e NOVO) e de estados diferentes (RJ e SC), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, as transações estão espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um simples ressarcimento ou coincidência dentro de uma mesma campanha. O fato de uma empresa (Democratize Tecnologia) doar para uma candidata do PSOL e, anos depois, receber despesa de um vereador do NOVO, que por sua vez recebeu doação de outra empresa de tecnologia (GMT), forma um loop fechado que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.464,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são pequenos e desiguais, sem um retorno expressivo ao ponto de origem. As entidades têm partidos diferentes (PSOL e NOVO) e não há indício de coligação comum, mas também não há um fato agudo que destoe do padrão de despesas e doações fragmentadas. O caso não se encaixa claramente como rotineiro nem como bizarro, exigindo mais contexto para triagem.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.335,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia e dois candidatos de partidos e estados diferentes (PSOL-RJ e NOVO-SC), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação de um único evento coordenado, mas o fechamento do loop entre as mesmas quatro entidades é um fato concreto que merece checagem humana. Não há como afirmar irregularidade, mas a combinação de partidos opostos e empresas do mesmo ramo tecnológico no ciclo justifica priorizar a análise.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.229,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia e duas candidatas do PSOL, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022 e 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. A ligação entre as empresas e as candidatas não é clara, e não há um padrão de mesma coligação ou repasse partidário evidente. Faltam elementos para afirmar que é um loop suspeito ou apenas coincidência de prestações de contas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 17.301,90
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (Democratize Tecnologia) e campanhas de partidos diferentes (PRTB e PROS), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A empresa doa R$ 12.758,60 para a campanha de Pablo Henrique (PRTB), que por sua vez paga R$ 1.560,00 à campanha de Nezio Antônio (PROS), e a campanha de Nezio paga R$ 233,70 de volta à Democratize Tecnologia. Esse retorno de dinheiro da campanha para a empresa que financiou outra campanha da cadeia é um fato concreto que merece checagem humana, ainda que os valores não sejam altos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.536,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (DEM/SC 2020, PRTB/DF 2022, PRTB/BR 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e há transações com o Facebook (despesa de campanha) e com a Democratize Tecnologia (doações e despesas), que podem ter explicações legítimas não capturadas nos dados. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 3.103.530,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações são de naturezas distintas: doações da Democratize a Pablo Marçal, despesas de Pablo Marçal com o Facebook (R$ 49,3 mil, típicas de impulsionamento de conteúdo), uma doação do Facebook a Fábio Gomes Filho e despesas deste com a Democratize. Não há um fluxo claro de retorno do dinheiro à origem, e os valores são modestos frente ao total. Os vínculos partidários (PRTB) e a presença de uma grande plataforma de anúncios tornam o padrão compatível com movimentação eleitoral comum, sem fato específico que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 54.166,53
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PRTB e PROS) e inclui uma empresa privada (Democratize Tecnologia) que doa para um candidato e depois recebe despesa de outro candidato da cadeia, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. Além disso, o valor que sai de Pablo Henrique (R$ 20.000) para Nezio é idêntico ao que Nezio gasta com Facebook/DLocal, sugerindo um repasse direcionado a um fornecedor específico. Não há prova de irregularidade, mas o encadeamento curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 85.502,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PRTB e PSOL) e uma empresa privada, o que à primeira vista poderia sugerir uma conexão incomum. No entanto, a maior parte do valor (R$ 70.000) é uma despesa de campanha com o Facebook, fornecedor típico de serviços de impulsionamento de conteúdo, e as demais transações são de baixo valor (R$ 846,65 e R$ 217,28) ou doações de uma empresa de tecnologia para uma candidata. Não há um fato concreto que destoe de padrões comuns de financiamento, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop pode ser coincidência contábil entre campanhas distintas, não justificando priorização sem outros indícios.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 16.162,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Democratize Tecnologia) que doou R$ 14.438,50 à campanha de Célia Nunes (PSOL-MG) e depois recebeu R$ 44,31 de volta como despesa da campanha de Wallace Alves (PSOL-MG), fechando um loop entre campanhas do mesmo partido e uma empresa privada. Apesar de o valor de retorno ser pequeno, a existência de uma doação empresarial de monta seguida de pagamento da campanha à mesma empresa, dentro de um ciclo curto, é um fato que merece checagem humana para verificar a natureza do serviço prestado e a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.599,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16,6 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e misturam doações e despesas de campanhas distintas. Há vínculos partidários parciais (PSOL entre Célia e Guilherme; UP e PSOL em campos aliados), o que pode explicar parte da circulação, mas a empresa Democratize Tecnologia aparece doando R$ 14,4 mil a Célia e recebendo R$ 202 de Guilherme, sem que os fatos esclareçam a natureza desses pagamentos. Não há um fato isolado que torne a explicação simples implausível, nem elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.931,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PRTB e REPUBLICANOS) e anos distintos (2022 e 2026), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações e despesas usuais de campanha, sem um fato concreto que destoe claramente. Não há elemento que permita afirmar que o caso é rotineiro ou genuinamente estranho.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 47.768,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS em 2022 e uma empresa de tecnologia que presta serviços a campanhas. A maior parte do valor (R$ 40.967,00) é doação oficial da campanha majoritária de Edegar Pretto à candidata Helenir Schurer, e o restante são doações modestas da Democratize à Maria Tereza e um pagamento de R$ 41,17 da Helenir à Democratize por serviços. Não há indício de que a empresa tenha doado milhões e recebido de volta quase o mesmo, nem valores de ordem de grandeza discrepante; o fluxo é compatível com repasses partidários e prestação de serviços dentro do mesmo campo político.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.192,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores modestos (R$ 11.192,11) e todas as entidades parecem ligadas ao mesmo campo político no RS em 2022: Maria Tereza Tavares Fujii e Nereu Piovesan são do PT, e a despesa de Maria Tereza vai para 'ELEIÇÃO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC', com João Edegar Pretto também do PT. A empresa Democratize Tecnologia recebeu doação de Maria Tereza e prestou serviço a Nereu Piovesan, o que é compatível com fornecedor de campanha dentro da mesma coligação. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.215,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11,2 mil no total) e entidades que compartilham vínculo partidário: Maria Tereza Fujii e Sergio Gorgen são ambos do PT/RS, e as transações intermediárias passam por comitês eleitorais do mesmo campo político (ELEIÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO). A empresa Democratize Tecnologia aparece tanto como doadora de campanha quanto como fornecedora paga por Sergio Gorgen, o que pode ser apenas relação comercial e doação dentro do mesmo grupo aliado. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem imediata, mas o fechamento do ciclo em 2022 entre poucos atores do mesmo partido merece uma olhada humana para descartar coordenação indevida.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 47.751,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS em 2022: Maria Tereza (vereadora) e Ivonete (deputada estadual) recebem recursos da mesma chapa majoritária (ELEIÇÃO JOAO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR / EDEGAR PRETTO FEFC), o que é padrão comum de repasse dentro de uma coligação. A DEMOCRATIZE aparece como doadora de valor pequeno (R$ 760) e depois como fornecedora de despesa de R$ 24,40, valores irrelevantes perto do total. O grosso do fluxo (R$ 40.967) é doação da campanha majoritária para Ivonete, e o pagamento de R$ 6.000 de Maria Tereza à estrutura 'EDEGAR PRETTO FEFC' é compatível com contribuição partidária. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 49.104,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações são de naturezas e valores muito distintos: doações modestas da empresa Democratize a Maria Tereza (R$ 760), doações da campanha de Edegar Pretto a Monica (R$ 42.317), uma despesa de Maria Tereza para a mesma campanha (R$ 6.000) e um pagamento de Monica à Democratize (R$ 27,47). As duas candidatas são do PT/RS e a campanha de Edegar Pretto é do mesmo partido, o que oferece uma explicação simples de rede partidária/coligação. O valor pago de volta à Democratize é irrisório e não fecha um ciclo financeiro relevante, então não há um fato concreto que destoe e justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 72.488,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 760 e R$ 42,23) entre uma empresa de tecnologia e duas candidatas do PT/RS, além de uma doação de R$ 65.686 de João Edegar Pretto para Reginete Bispo e um repasse de R$ 6.000 de Maria Tereza Fujii para a campanha de Edegar Pretto. As conexões são todas dentro do mesmo campo político (PT/RS) e os montantes são compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha, sem indício de retorno significativo à empresa doadora. Não há elemento concreto que fuja do padrão de movimentação entre aliados e prestadores de serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.400,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e uma empresa de tecnologia que presta serviços de campanha, com valores modestos (R$ 11,4 mil no total). As transações são de anos diferentes (2020 e 2022) e passam por uma doação oficial de campanha majoritária (ELEIÇÃO 2022 JOAO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR), o que quebra a ideia de ciclo fechado e imediato. O padrão é compatível com prestação de serviços, doações dentro do mesmo campo político e ressarcimentos, sem indício de anormalidade que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.168,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11.168,09 no total) e entidades que compartilham vínculos partidários no PT/RS, o que é compatível com movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 6.000 de Maria Tereza Tavares Fujii para a campanha de Edegar Pretto, e o retorno à Democratize é de apenas R$ 16,09, sem indício de valores desproporcionais. Não há fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 47.774,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS em 2022, incluindo a campanha de Edegar Pretto ao governo, que repassou R$ 40.967,00 a Lins Robalo e recebeu R$ 6.000,00 de Maria Tereza Fujii — fluxo típico de repasse partidário entre aliados da mesma coligação. A empresa Democratize Tecnologia doou R$ 760,00 a Maria Tereza e recebeu R$ 47,93 de Lins Robalo, valores pequenos e compatíveis com prestação de serviço de campanha. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valor de ordem de grandeza destoante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.003,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PSDB-RS e PRTB-DF), mas as transações são de naturezas distintas: doações de empresas a candidatos, despesas de campanha com publicidade no Facebook e pagamentos a uma empresa de tecnologia. O valor total é baixo (R$ 15 mil) e os fluxos podem ser explicados por gastos comuns de campanha digital, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de que o dinheiro retorne enriquecido ou de que haja um conluio entre os agentes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.802,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (Solidariedade-RJ e PRTB-DF) em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, o elo central é o Facebook, fornecedor de serviços de publicidade amplamente usado por campanhas, e os valores são modestos e compatíveis com gastos reais de impulsionamento. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de mercado ou que configure ciclo curto e fechado entre aliados.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.155,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia (Democratize e GMT) e duas candidatas de partidos diferentes (PSOL-RS e PT-RJ), sem coligação ou vínculo partidário comum indicado. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), mas o encadeamento fecha um loop: Democratize doa a Aline Kerber, que paga despesa à GMT, que doa a Indianarae Siqueira, que paga despesa à Democratize. A coincidência de o dinheiro retornar à empresa de origem através de campanhas de partidos distintos merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 23.965,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia (Democratize e GMT) e dois candidatos de partidos diferentes (PSOL e NOVO), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), mas fecham um loop completo de dinheiro entre as mesmas quatro entidades. A soma do que cada candidato recebeu de uma empresa é muito maior do que o valor que devolveu à outra empresa, mas o simples fato de o dinheiro circular entre os mesmos atores sem relação partidária clara justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 19.595,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia (Democratize e GMT) e três políticos de partidos distintos (PSOL e NOVO) em estados diferentes (RS e SC), sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), mas o encadeamento fecha um loop: uma empresa doa a uma candidata, que paga a outra empresa, que doa a outro candidato, que doa a um terceiro, que paga de volta à primeira empresa. A soma de R$ 19.595,87 não é alta, mas a estrutura circular entre entidades sem vínculo partidário claro merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.466,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são pequenos e as transações estão distribuídas em anos diferentes (2020, 2022 e 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. As duas empresas são do ramo de tecnologia e podem ter prestado serviços ou feito doações lícitas a campanhas de partidos distintos (PSOL e NOVO), sem vínculo partidário comum evidente. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.117,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia e duas candidatas do PSOL/RS, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As doações das empresas às candidatas somam R$ 11.934,00, enquanto os pagamentos de volta às empresas somam apenas R$ 183,55, o que não configura um retorno significativo do dinheiro. Sem informações sobre vínculos societários ou contratos, não há um fato concreto que destoe de um padrão rotineiro de doações e despesas de campanha.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.361,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia e duas candidatas do PSOL/RS, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 6.169, R$ 18.023, R$ 129,22 e R$ 39,85). As empresas doadoras e as candidatas compartilham o mesmo partido/UF, o que é um padrão comum em doações de aliados, e os pagamentos das campanhas às empresas podem ser contratações de serviços de tecnologia. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre sem vínculo partidário) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.016,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas a maioria das transações é entre pessoas do mesmo partido (PSOL/SP) em 2020, o que é compatível com repasses internos de campanha. A empresa Democratize Tecnologia doou R$ 6.776 a Bruno e recebeu de volta apenas R$ 90,29 de Antônio, valor irrisório que não configura retorno relevante. A transação de R$ 7.500 de Sueli para Antônio em 2024 foge do ciclo de 2020 e não tem elo claro com a empresa, mas pode ser despesa de campanha entre correligionários. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 68.185,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (Republicanos/MT e PRTB/DF) sem coligação ou vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos. Além disso, a maior transação é um pagamento de R$ 57.500,00 da campanha de Marcos Eduardo Ticianel Paccola ao Facebook, enquanto a doação de volta ao ponto de origem (Democratize Tecnologia) é de apenas R$ 217,28, tornando o loop assimétrico e com valores desproporcionais. A presença de uma empresa de tecnologia (Democratize) doando para uma campanha e recebendo de volta um valor irrisório de outra campanha também chama atenção.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.476,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia e dois candidatos de partidos diferentes (NOVO e PSD), sem coligação comum declarada, o que enfraquece a explicação por aliança partidária. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. A maior transação (R$ 22.675,80 da Democratize para Rafael) não retorna integralmente à origem, e o retorno via Andrea é de apenas R$ 20,79, tornando o 'ciclo' mais uma coincidência contábil do que um fluxo circular relevante.