severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.908,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (Republicanos, PRTB, PROS) e anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são pequenos e as transações são poucas, e a ligação final de NEZIO para a Democratize Tecnologia é uma despesa de campanha (possivelmente pagamento por serviços), não uma doação de retorno. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.150,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (MG/REPUBLICANOS e DF/PRTB), mas as transações são de anos distintos (2020 e 2022) e valores modestos. A ligação entre elas passa por uma empresa de tecnologia (Democratize) e pela Facebook, o que pode ser apenas coincidência de fornecedores comuns em campanhas distintas. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, como valores muito acima do padrão ou relação direta entre os candidatos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.039,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações são de naturezas distintas: doações de uma empresa de tecnologia a um candidato do PT, despesa desse candidato com o Facebook, doação do Facebook a um candidato do PRTB e despesas desse candidato com a mesma empresa de tecnologia. Não há um fluxo claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem, e os valores são modestos (R$ 36 mil no total). A conexão entre os dois candidatos de partidos diferentes não é evidente, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de campanhas eleitorais.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.154,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e anos diferentes (PSB-GO 2020/2024, PRTB-DF 2022), sem coligação comum evidente. Porém, as transações são de naturezas distintas (doação de empresa, despesa com impulsionamento no Facebook, doação de empresa a candidato) e os valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado de dinheiro. A ligação entre elas pode ser coincidência de mercado (uso do Facebook como fornecedor comum) ou merecer checagem, mas os fatos apresentados não permitem afirmar que há um padrão anômalo claro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 15.213,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas e partidos diferentes (PRTB e AVANTE), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 10.000 de Antonio Galvan (AVANTE-MT) para o Facebook em 2026, enquanto o restante do loop gira em torno de valores muito menores em 2022, criando uma assimetria temporal e de magnitude que dificulta a explicação como simples ressarcimento ou coincidência. O retorno do dinheiro à Democratize Tecnologia via despesas de Fábio Gomes Filho fecha o ciclo, mas a conexão entre os elos não é autoexplicativa.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.834,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, AVANTE) e uma empresa, com valores baixos (R$ 18,8 mil no total) e transações de anos distintos (2022 e 2024). Não há um fato isolado que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível. A cadeia pode ser explicada por doações entre aliados, ressarcimentos ou coincidências de prestação de contas, mas a ausência de vínculo partidário comum e o fechamento do loop impedem descartar completamente. Faltam dados para afirmar se há algo digno de nota.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 477.713,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL/MT, PRTB/DF, AVANTE/MT), o que dificulta explicar tudo por uma mesma coligação. Porém, o elo mais forte do loop é o pagamento de campanhas ao Facebook por serviços de impulsionamento, um gasto típico e legítimo, e os valores entre pessoas físicas são relativamente baixos. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 429.171,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, AVANTE, NOVO) e uma empresa, com transações em anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior parte do valor (R$ 410 mil) é uma despesa de Abílio Moumer para a direção municipal do Partido Novo, compatível com repasse partidário rotineiro, e a doação de R$ 10 mil de Antonio Galvan a Abílio pode ser aliança local. Já a doação de R$ 4.150 da Democratize Tecnologia a Antonio Galvan em 2022 e o pagamento de R$ 21,84 do vereador José Sirlei à mesma empresa são valores pequenos e desconexos, sem padrão claro de retorno. Não há um fato único que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas também não se pode descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.109,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, AVANTE) e uma empresa, sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. Além disso, a empresa Democratize Tecnologia LTDA doa R$ 4.150 a Antônio Galvan em 2022 e, no mesmo ano, recebe R$ 247,57 de despesa da campanha de Marcelo Rondon, fechando um retorno financeiro à empresa doadora. A soma de R$ 20.109,57 em um ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário explícito justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.328,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, AVANTE) e uma empresa, com valores modestos (R$ 23,3 mil no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2024. A empresa Democratize Tecnologia doou R$ 4.150 a Antônio Galvan em 2022 e recebeu R$ 247,57 de Marcelo Rondon no mesmo ano, mas o restante da cadeia passa por doações e despesas entre campanhas sem relação partidária clara. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.450,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PRTB, AVANTE) e uma empresa, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e dispersos, e a maioria das transações ocorre em anos distintos (2022 e 2024), sem um encadeamento claro de curto prazo. A doação de R$ 10.000 de Antonio Galvan a Abílio Moumer e o pagamento de R$ 1.000 deste a Felipe Ventura, que doa R$ 0,30 a Pablo Marçal, não configuram um fluxo circular fechado e significativo. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.089,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e UFs distintas (MG e DF), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, o elo com o Facebook é apenas compra de impulsionamento/tráfego pago, prática comum em campanhas, e os valores são pequenos (R$ 21 mil no total). Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.125,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSOL-PR e PRTB-DF) e uma empresa privada, o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são modestos (R$ 11 mil no total), as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024) e há um intermediário de grande porte (Facebook) que pode atuar como mero canal de pagamento, quebrando a ideia de ciclo fechado entre os mesmos agentes. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima do padrão, fornecedor sem relação com o serviço, etc.), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.198,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas, um candidato do PRTB-DF e um candidato do PDT-RS) sem partido ou coligação em comum declarada. As transações são de baixo valor (R$ 44 mil no total) e incluem pagamentos ao Facebook/Meta, que é fornecedor típico de serviços de impulsionamento de campanha, o que dá uma explicação rotineira para parte do fluxo. Por outro lado, a existência de uma doação da Democratize Tecnologia a Paulo Afonso Burmann seguida de despesas de Burmann com o Facebook e de uma despesa de Fábio Gomes Filho à Democratize fecha um ciclo entre pessoas sem vínculo partidário evidente, o que merece uma checagem humana, mas os fatos disponíveis não bastam para classificar como bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.168,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO-BA e PRTB-DF), o que dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos (R$ 13,2 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2020-2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A maior parte do fluxo é de Vinicius para o Facebook (R$ 10,2 mil em anúncios), padrão comum em campanhas, e a doação da Democratize a Vinicius é compatível com apoio empresarial. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas a combinação de entidades sem vínculo partidário e a presença de uma empresa de tecnologia doando e recebendo recursos merece uma olhada humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.942,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades heterogêneas (empresa de tecnologia, Facebook e dois candidatos de partidos e UFs diferentes) e valores díspares, mas cada elo tem explicação individual plausível: doação de empresa a candidata, gastos de campanha com impulsionamento no Facebook e pagamentos de serviços à Democratize. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop parece mais um artefato de agregação de transações de anos e campanhas distintas do que um indício forte.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 22.243,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PODE, PRTB, PROS) e uma empresa, sem coligação ou vínculo partidário comum declarado. A empresa Democratize Tecnologia doa para Flávia (PODE) e recebe despesa de Nezio (PROS), enquanto Pablo (PRTB) doa para Nezio, fechando um loop de R$ 22,2 mil. A presença de uma empresa no centro do ciclo, doando e recebendo de campanhas de partidos diferentes, é um fato concreto que foge ao padrão de repasses partidários e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 22.743,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PODE, PRTB, PROS) e uma empresa, sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. A empresa Democratize Tecnologia doa a Flávia (PODE) e recebe despesas de Nezio (PROS), fechando um circuito em que o dinheiro retorna à origem. O valor de R$ 20.000 doado por Pablo (PRTB) a Nezio (PROS) destoa das demais transações (R$ 1.000 a R$ 1.500), merecendo checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.890,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS e PRTB-DF), mas as transações são de naturezas distintas: doações de uma empresa de tecnologia a um candidato, despesas de campanha com o Facebook e pagamentos a uma empresa de tecnologia. O valor total é baixo (R$ 15,9 mil) e as transações com o Facebook são típicas de gastos com impulsionamento de conteúdo, comuns em campanhas. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação de campanha, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 18.205,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia/plataformas digitais (Facebook e Democratize Tecnologia) e dois candidatos de partidos e UFs diferentes, mas as transações são de anos distintos (2020 e 2022) e valores compatíveis com gastos típicos de campanha em anúncios e serviços digitais. A 'doação' da Democratize a Juliana em 2020 e a despesa dela com o Facebook no mesmo ano, seguidas de movimentações semelhantes em 2022, sugerem um padrão de contratação de serviços de campanha online, não um loop fechado no mesmo período. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ao ponto de origem, e a diferença de partidos/UF entre os candidatos enfraquece a hipótese de coordenação ilícita.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 59.734,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes) e valores desproporcionais entre as etapas: a maior transação é um gasto de R$ 46 mil com o Facebook, enquanto as demais somam menos de R$ 1,5 mil. As doações da Democratize e do Facebook a candidatos de partidos distintos podem ser apoios empresariais comuns, e o pagamento de Fábio à Democratize pode ser serviço de campanha. Não há um fato único que destoe claramente do padrão eleitoral, mas a assimetria de valores e a mistura de vínculos partidários impedem uma explicação automática.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.460,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 12,4 mil no total) e entidades de estados e partidos diferentes, mas há elos que podem ser explicados por padrões comuns: Everaldo e Cláudio são ambos vereadores do PC do B na Bahia, e 'Campanha do Bem' aparece como intermediária de doações e despesas. A empresa Democratize Tecnologia doou a Everaldo e recebeu despesa de Moara (PT-MG), o que poderia ser apenas contratação de serviços, mas o fechamento do ciclo com valores tão díspares (R$ 5.964 de doação vs. R$ 213,67 de despesa) não permite afirmar que é um loop intencional. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços e a relação entre as campanhas, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.172,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 16 mil no total) e entidades de estados e partidos diferentes (BA e RJ; PC do B e PDT), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Por outro lado, as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores individuais são baixos, compatíveis com doações e despesas miúdas de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.127,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14 mil, com valores pequenos e transações espalhadas entre 2020 e 2024. Há elos que fazem sentido isoladamente: dois vereadores do PC do B na BA trocando doação, e ambos pagando despesas ao Facebook (fornecedor comum de campanha). O elo mais frágil é a empresa Democratize Tecnologia aparecer doando a um vereador e recebendo despesa de um candidato do PRTB do DF, sem partido/coligação/UF em comum aparente — mas o valor é baixo e pode ser prestação de serviço de tecnologia. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo o suficiente para priorizar checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.059,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PRTB e NOVO) e anos distintos (2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos e há explicações plausíveis: a Democratize Tecnologia pode ser fornecedora de serviços de campanha, e o Facebook é fornecedor de anúncios, de modo que o 'loop' pode resultar de doações e despesas normais sem coordenação intencional. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço), mas a combinação de partidos e anos diferentes impede descartar o alerta de imediato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.971,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2022, 2024) e misturam doações e despesas de campanha, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior parte do valor (R$ 11.883,06) é um pagamento de Matheus Schilling Nunes ao Facebook, que é um fornecedor típico de serviços de impulsionamento de conteúdo, e não uma doação. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por relações partidárias (NOVO) ou por serviços prestados pela Democratize Tecnologia. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de financiamento eleitoral.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.372,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (empresa de tecnologia, empresa de mídia social, e dois candidatos de partidos diferentes) e valores que não são absurdamente discrepantes entre si. As transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras de campanha, como pagamento de serviços de impulsionamento no Facebook e contratação de serviços da Democratize Tecnologia. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como um valor muito acima do mercado ou um fornecedor sem relação com o serviço, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 36.364,02
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos diferentes (PSDB e PRTB) e inclui uma empresa privada (Democratize Tecnologia) que doa R$ 17.800,00 a um candidato e recebe de volta R$ 217,28 de outro, sem relação partidária ou coligação aparente. Além disso, o valor que sai de Daniel Giotti para o Facebook (R$ 17.500,00) é quase idêntico ao que ele recebeu da Democratize (R$ 17.800,00), sugerindo que a doação pode ter sido usada para pagar despesa com a mesma empresa que a originou. A presença de uma empresa de tecnologia doando para campanha e recebendo recurso de volta, ainda que valor pequeno, foge do padrão comum de doação eleitoral e merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.011,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PRTB-DF e NOVO-SC), mas os valores são pequenos e as transações têm explicações comerciais triviais: André pagou ao Facebook por serviços de impulsionamento e Fábio pagou à Democratize Tecnologia, enquanto a Democratize doou a André. Não há um fato concreto que destoe do padrão de campanhas digitais de 2022, mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo impedem descartar de plano.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.983,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e anos diferentes (PT-RJ 2020/2024 e PRTB-DF 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Porém, o elo central é o Facebook, fornecedor de serviços de impulsionamento amplamente usado por campanhas, e a Democratize Tecnologia aparece como fornecedora de serviços digitais — o que pode explicar as passagens de dinheiro sem relação direta entre os candidatos. Os valores são modestos e as transações estão em anos distintos, o que enfraquece a leitura de um loop coordenado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 48.333,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PRTB/DF e PT/RS), mas as transações são de naturezas distintas: doações de empresas, despesas com Facebook e pagamentos a uma empresa de tecnologia. O elo de fechamento é frágil: Fábio pagou apenas R$ 217,28 à Democratize, enquanto a empresa doou R$ 970,00 a Helenir, e Helenir gastou R$ 45.000,00 com Facebook — valores e sentidos que não configuram um retorno claro do dinheiro. Sem mais contexto sobre a relação entre as campanhas e os serviços prestados, não há um fato específico que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 524.499,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos, cargos e anos diferentes (PSDB-MS 2020, Republicanos-MS 2022, PRTB-DF 2022), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações parecem majoritariamente operacionais (pagamentos ao Facebook, doações de uma empresa de tecnologia), sem um elo claro que caracterize um loop fechado e suspeito. Não há um fato único e concreto que destoe o suficiente para justificar priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 521.899,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 521,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e misturam doações e despesas de campanhas distintas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. O maior valor é uma doação de uma empresa de tecnologia (R$ 513,4 mil) a um candidato a deputado federal, e o retorno à empresa é uma despesa de apenas R$ 263,95, sem relação de valor que sugira devolução. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de doações e gastos eleitorais, mas a combinação de entidades de partidos diferentes e anos distintos também não permite descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 574.499,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSDB-MS, Republicanos-MS, PRTB-DF), o que enfraquece a explicação por coligação comum, mas as transações são de anos distintos (2020 e 2022) e valores muito díspares. O elo Facebook aparece como fornecedor de despesa de campanha e também como origem de doação, o que é padrão conhecido de tráfego pago, e a Democratize Tecnologia atua como fornecedora de serviços digitais. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização sem checagem adicional.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 519.499,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PRTB-DF e REPUBLICANOS-MS) e duas empresas, sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. O valor de R$ 513.435,81 doado pela Democratize Tecnologia a Francisco Carlos de Assis é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 500, R$ 846 e R$ 217), o que destoa do conjunto. Além disso, a Democratize Tecnologia aparece simultaneamente como doadora de campanha e fornecedora paga por outra campanha do ciclo, o que merece checagem humana sobre a real natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 43.236,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (empresa de tecnologia, Facebook, dois candidatos de partidos e estados diferentes), mas os valores são pequenos e as transações têm explicações verossímeis: doação de empresa de tecnologia a candidato, gasto de campanha com impulsionamento no Facebook e pagamento de despesas a fornecedor. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão (valores, ramos ou vínculos), e a conexão entre os candidatos não é evidente nos dados. O caso merece apenas registro, sem priorização clara.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 66.563,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes) e valores que não são equivalentes entre si. As transações parecem ser operações comuns de campanha (doação de empresa, pagamento ao Facebook por impulsionamento, pagamento a fornecedor de tecnologia), mas a conexão circular entre elas não tem explicação óbvia nos dados apresentados. Não há um fato concreto que caracterize um padrão claramente legítimo nem um indício forte de irregularidade, por isso o caso fica como inconclusivo.
severidade média4 nósR$ 10.047,93
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 23.444,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PP, PRTB, PROS) e uma empresa, sem coligação ou vínculo partidário comum declarado. A maior transação é uma doação de R$ 20.000,00 de Pablo Henrique Costa Marcal (PRTB) para Nezio Antonio Monteiro Filho (PROS), valor uma ordem de grandeza acima das demais movimentações do loop. Além disso, a empresa Democratize Tecnologia aparece tanto como doadora quanto como fornecedora paga por Nezio, fechando o ciclo com valores incompatíveis entre si.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.941,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e anos diferentes (REDE/PR 2020 e PRTB/DF 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 13,9 mil no total) e as transações com o Facebook são despesas típicas de impulsionamento de conteúdo, comuns em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, etc.), mas a conexão entre Democratize Tecnologia e as duas campanhas merece uma olhada humana.
severidade média4 nósR$ 10.083,93
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.228,47
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2022: uma empresa doa R$ 5.999,91 a Mariana Almada Viana (PV), que paga R$ 5.000,00 à campanha de Reginaldo Veras Coelho (candidato a deputado federal), que doa R$ 3.100,00 a Leda Gonçalves de Freitas (PT), que paga R$ 128,56 à mesma empresa do início. O retorno à empresa doadora original, ainda que de valor pequeno, é um fato concreto que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação, pois as candidatas são de partidos distintos (PV e PT) e não há vínculo partidário declarado entre todas as entidades. Vale checagem humana para entender a natureza do pagamento de Leda à Democratize Tecnologia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.031,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 12 mil no total) e transações que podem ser explicadas por relações comerciais ou de campanha: uma empresa de tecnologia doando para uma candidata, essa candidata pagando despesa a uma campanha de outro candidato, e este pagando serviços à mesma empresa. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não há vínculo partidário explícito entre todos os elos que torne a explicação trivial. O caso merece uma checagem manual leve, mas não é claramente bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.063,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes, PV e PRTB), mas os valores são pequenos e as transações são típicas de campanha: doação de empresa de tecnologia a candidato, despesa com Facebook (impulsionamento de conteúdo), e despesa de campanha com a Democratize Tecnologia. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço; a conexão entre os candidatos não é explicitada, mas também não há indício forte de coordenação anômala. O loop pode ser coincidência de fluxos eleitorais comuns, então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 23.978,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PRTB e REDE) e empresas sem relação partidária declarada, o que dificulta a explicação por coligação ou conta partidária comum. A maior transação é uma doação de R$ 12.915,00 da Democratize Tecnologia para Maial PaiaKan Kaiapo, enquanto o retorno à Democratize é de apenas R$ 217,28, e há um pagamento de R$ 10.000,00 a uma variação de nome do Facebook. O conjunto fecha um loop com valores desproporcionais e entidades heterogêneas, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 105.963,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas, um candidato do PRTB-DF e uma candidata do PSB-RJ) sem partido ou coligação em comum declarada. As transações, porém, têm valores e tipos compatíveis com padrões eleitorais comuns: doações de empresa de tecnologia a campanhas, despesas com impulsionamento no Facebook e pagamentos a fornecedor de tecnologia. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem relação), mas a combinação de entidades sem vínculo partidário claro e a coincidência do ciclo justifica uma checagem humana para confirmar se há relação societária ou de coligação não capturada nos dados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.581,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PRTB) e inclui uma empresa de tecnologia (Democratize) que doa a um candidato do PSOL e recebe despesa de um candidato do PRTB, o que poderia ser apenas prestação de serviços. Por outro lado, a presença do Facebook como intermediário de despesas de campanha é comum e não indica irregularidade. Os valores são modestos (R$ 14,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), dificultando caracterizar um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações e despesas entre campanhas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 22.027,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSOL, PRTB) e inclui uma empresa privada (Democratize Tecnologia) que doa para um candidato do PSOL e depois recebe despesas de um candidato do PRTB, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Além disso, a cadeia passa por uma grande plataforma (Facebook) que aparece como intermediária de uma doação e como fornecedora de despesa, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O valor total é modesto, mas a combinação de atores díspares e o fechamento do loop justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.847,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (DEMOCRATIZE TECNOLOGIA LTDA) que doou R$ 1.234,00 para Waltecy Alves dos Santos em 2022 e, em 2020, recebeu R$ 263,88 em despesas de Jessica Daiana de Oliveira, fechando um loop entre entidades de anos e cargos diferentes. Embora todos os candidatos sejam do PSOL/SP, a empresa não é uma conta partidária e o fluxo de dinheiro entre campanhas distintas via uma empresa privada de tecnologia não tem explicação simples (não é repasse partidário, nem devolução de sobra). O valor total é baixo, mas a direção circular e a mistura de anos eleitorais justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.609,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas, uma candidata do PSOL e um candidato do PRTB) sem partido ou coligação em comum declarada. As transações, porém, são de baixo valor relativo (R$ 188 a R$ 35 mil) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, incluindo pagamentos ao Facebook por impulsionamento. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço) nem elementos suficientes para afirmar que é apenas coincidência rotineira.