severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.961,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores baixos (R$ 14.961,47 no total) e transações de anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (NOVO e PSOL) e não há indício de coligação comum, mas os valores são pequenos e compatíveis com doações/despesas rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre mesmos atores), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 101.294,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 100, R$ 80,05, R$ 111,30, R$ 10.000 e R$ 100.000) e anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de recursos. As entidades têm vínculos partidários parcialmente coincidentes (PSL em 2018), mas a Vakinha é uma plataforma de arrecadação e as transações parecem doações e despesas ordinárias de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, nem elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 101.351,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSL-AL, PL-BR, DC-SP) e uma empresa de arrecadação, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 100, R$ 100, R$ 1113, R$ 137,04 e R$ 100.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sugerindo que o 'loop' pode ser um artefato da agregação de dados, não uma movimentação circular real. Não há um fato concreto e nomeável que caracterize ciclo fechado suspeito, como valores equivalentes ou vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 101.329,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSL em 2018, PL em 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas os valores são muito díspares: R$ 100 de doação de Alexandre a Jair Bolsonaro e R$ 100.000 de despesa de Jair a Eduardo Bolsonaro dominam a cadeia. A ligação de retorno a Vakinha é indireta e de baixo valor (R$ 115,48), e a doação de Eduardo a Victor (R$ 1.113) não fecha um ciclo claro de recursos. Não há um fato único e contundente que caracterize ciclo fechado entre os mesmos atores, mas também não é um padrão rotineiro evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 189.682,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com partidos diferentes (PSL, PL, UNIÃO) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00 a R$ 184.352,21) e as transações parecem ser doações e despesas eleitorais típicas, sem um elo claro que caracterize um loop fechado de recursos. Não há um fato concreto que, isoladamente, justifique priorização humana, mas também não é possível descartar completamente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.639,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e espectros políticos distintos (PSL/PL e PDT) sem coligação ou vínculo declarado em comum, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo. Além disso, há uma assimetria extrema de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL representa quase a totalidade do loop, enquanto as demais transações são de R$ 100 a R$ 77.080, e a doação de R$ 1,00 de Alexandre Espíndola a Bolsonaro é um valor atípico que merece checagem. O conjunto fecha um ciclo entre cinco entidades sem relação partidária evidente, justificando atenção humana.
severidade média5 nósR$ 10.301,79
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.019,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 18.019,00 em 2018, mas as transações têm naturezas distintas (doação, despesa) e valores heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. A VAKINHA aparece como doadora de um candidato e também como fornecedora de outro, o que pode ser coincidência de mercado ou indicar relação a esclarecer, mas os fatos disponíveis não bastam para afirmar que há algo anômalo. Não há evidência de que os mesmos valores tenham voltado integralmente, nem de vínculo partidário comum entre todos os envolvidos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 41.310,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 41,3 mil, mas o ponto que chama atenção é a VAKINHA: uma empresa de plataforma de arrecadação que aparece simultaneamente como doadora de um candidato (R$ 770) e como fornecedora paga por outro (R$ 540,06 em 3 despesas), fechando o loop. Além disso, há um repasse de R$ 15 mil de Marco Antonio para Samuel Moreira Junior, que por sua vez doou R$ 25 mil a Mauro Bragato — valores de uma ordem de grandeza acima da transação inicial da VAKINHA. Não há partido ou coligação comum declarada entre todos os envolvidos que explique naturalmente o ciclo fechado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 102.774,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, PSL, PL) e uma empresa de arrecadação (Vakinha), mas os valores são muito díspares: R$ 1.113,00, R$ 1.580,00, R$ 1,00 e R$ 80,05, enquanto a transação que fecha o loop é uma despesa de R$ 100.000,00 de Jair Bolsonaro para a campanha de Eduardo Nantes Bolsonaro. A conexão familiar entre Jair e Eduardo Bolsonaro e o uso da mesma plataforma de arrecadação por candidatos distintos são explicações plausíveis para as pequenas transações, mas o salto de ordem de grandeza e a mistura de partidos sem coligação explícita impedem uma conclusão automática. Não há fato isolado que configure um padrão típico de irregularidade, mas também não é possível descartar a necessidade de checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 102.831,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, PL, DC) e uma empresa de arrecadação, mas as transações são de anos distintos (2018 e 2022) e valores muito díspares. A maior parte do valor (R$ 100 mil) é uma despesa de Jair Bolsonaro para a campanha de Eduardo Bolsonaro, o que é um repasse comum dentro da mesma família/coligação. As demais transações são de baixo valor e podem ser doações ou pagamentos rotineiros, sem um fato concreto que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 102.809,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, PSL, PL) e uma empresa de arrecadação online, o que à primeira vista poderia sugerir um loop suspeito. No entanto, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), com indícios de que podem ser doações normais ou pagamentos por serviços. A maior transação (R$ 100.000,00) é uma despesa de Jair Bolsonaro para a campanha de Eduardo Bolsonaro, o que é um repasse comum dentro da mesma coligação. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.162,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, PL, UNIÃO) e uma empresa de arrecadação online (Vakinha) que aparece tanto recebendo quanto doando, sem vínculo partidário claro. O valor de R$ 184.352,21 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop (R$ 1.580, R$ 4.050, R$ 1.179,02 e R$ 1,00), o que dificulta explicar o ciclo como mera coincidência entre aliados. Além disso, a cadeia fecha em um ciclo fechado entre cinco entidades com partidos distintos, justificando uma checagem humana mais detalhada.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 187.119,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, PL, PDT) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta uma explicação por coligação ou conta partidária comum. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para AIXMOBIL) é uma despesa de campanha, enquanto as demais são doações de baixo valor (R$ 1 a R$ 1.580) e um pagamento de R$ 770 à Vakinha. A conexão entre elas é indireta e pode refletir apenas o uso da mesma plataforma de arrecadação ou serviços prestados, sem um fato concreto que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 209.065,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de arrecadação (Vakinha) que doa R$ 7.600 a Carlos Burigo, mas Burigo paga R$ 108.974 à campanha de José Ivo Sartori — valor 14x maior que a doação recebida, sem que Sartori apareça como doador na cadeia. Além disso, Luciano Anterio (PRP) paga despesa à Vakinha, fechando o loop, mas não há partido/coligação comum explícito entre ele e Burigo (MDB). A assimetria de valores e a ausência de vínculo partidário claro entre os elos dificultam a explicação como simples repasse de aliados.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 215.692,90
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de arrecadação (Vakinha) e três políticos do MDB/RS, mas o elo de volta é uma despesa de R$ 108.974,00 de Carlos Antonio Burigo para a campanha de José Ivo Sartori — valor de uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 6.478, R$ 7.600, R$ 1.000 e R$ 640). Além disso, a Vakinha aparece como doadora de campanha e depois como recebedora de despesa da mesma cadeia, o que não é o padrão típico de uma plataforma de arrecadação. Os vínculos partidários comuns (MDB/RS) explicam parte do fluxo, mas o salto de valor e o papel ambíguo da empresa justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 224.692,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do MDB do RS e duas empresas, com valores que não destoam entre si (R$ 6,4 mil a R$ 108,9 mil). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. A VAKINHA aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, mas sem detalhes sobre o serviço prestado não é possível afirmar que fuja do padrão de uma plataforma de arrecadação. Faltam elementos concretos que apontem para algo claramente anômalo ou claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 211.692,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e MDB) e uma empresa de arrecadação, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020). A maior transação é uma despesa de campanha de Carlos Burigo para a eleição de José Ivo Sartori, que não faz parte do ciclo de retorno. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, como um retorno exato de doação ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 209.692,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 108.974,00) é uma despesa de Carlos Burigo para a campanha de José Ivo Sartori, enquanto as demais somam valores bem menores. As entidades têm vínculos partidários (MDB) e eleitorais no RS em 2018, o que pode explicar a circulação como repasses dentro do mesmo grupo político. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 209.995,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do MDB do RS e uma empresa de arrecadação, o que é compatível com uma coligação partidária. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são díspares, sem um padrão claro de devolução de recursos. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é possível afirmar que se trata de mera coincidência.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 209.237,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de arrecadação (Vakinha) que doa para Carlos Burigo, que por sua vez tem despesas com a campanha de José Ivo Sartori, enquanto Alexandre Appel da Silva (PSD) recebe doação dessa mesma campanha e paga despesa à Vakinha. As legendas são diferentes (MDB e PSD) e não há coligação explícita nos dados, o que dificulta a explicação por aliança partidária. O valor total de R$ 209 mil é relevante e o retorno de recursos à Vakinha, ainda que pequeno, fecha um loop que merece verificação humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 214.495,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (MDB-RS) e uma campanha de 2018 (José Ivo Sartori, também do MDB), o que é compatível com repasses internos de coligação/partido. A Vakinha aparece como doadora de Carlos Burigo e depois recebe um pagamento de Tiago Simon, mas os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 7,6 mil de doação contra R$ 443 de despesa), sem indicar retorno significativo. O maior fluxo é de Carlos Burigo para a campanha de Sartori (R$ 108,9 mil), típico de transferência entre aliados do mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 216.692,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do MDB/RS e uma empresa de arrecadação, o que poderia ser explicado por uma coligação ou prestação de serviços. Porém, a cadeia não é totalmente fechada: há um elo com 'ELEIÇÃO 2018 JOSE IVO SARTORI' (que não é uma entidade do loop) e a empresa VAKINHA aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, sem que os fatos permitam avaliar se os valores são compatíveis com serviços prestados. Não há um fato concreto que torne a explicação simples implausível, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 212.422,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma plataforma de arrecadação (Vakinha) e campanhas do RS, com valores e anos dispersos (2018 a 2020). As transações podem ser explicadas por doações entre aliados, repasses de campanha majoritária e uso da plataforma para arrecadação, sem um elo partidário único que feche o ciclo de forma suspeita. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as entidades.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.440,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do MDB do RS e uma empresa de arrecadação (Vakinha) que presta serviço de crowdfunding, o que é um padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 11,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem concentração temporal suspeita. As doações entre os candidatos podem ser explicadas por alianças partidárias ou devolução de sobras, e o pagamento à Vakinha é uma despesa típica de campanha. Não há indício de quebra de ciclo fechado com valores idênticos ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.743,51
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são do MDB do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com doações entre correligionários do mesmo partido ao longo do tempo. O valor total é baixo (R$ 11,7 mil) e a empresa VAKINHA aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços de campanha, o que pode ser explicado por contratação de plataforma de arrecadação. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo pleito nem valores desproporcionais que sugiram algo fora do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.240,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro políticos do MDB do RS e uma empresa de arrecadação, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, com valores baixos (R$ 1.000 a R$ 7.600) e tipos variados (doações e despesa). A ligação partidária comum e a natureza da Vakinha (plataforma de arrecadação) oferecem explicações plausíveis, como repasses internos ou uso legítimo do serviço. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 110.959,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSL, PRTB, PL; 2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações parecem fragmentos desconexos: uma doação de R$ 1,00 de Marcelo Carnaval a Bolsonaro em 2022 não se conecta de forma relevante ao restante. A ligação mais forte é o pagamento de R$ 100.000,00 da campanha de Bolsonaro à campanha de Eduardo Bolsonaro em 2018, que pode ser repasse partidário, mas não fecha o ciclo com as demais entidades.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 111.016,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PRTB, PL, DC) e uma empresa de arrecadação (Vakinha), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 100.000,00 de Jair Bolsonaro para a campanha de Eduardo Bolsonaro) é uma transferência entre campanhas do mesmo grupo familiar/partido, e as demais somam valores pequenos (R$ 9.765,00, R$ 1.113,00, R$ 1,00, R$ 137,04). O elo de retorno à Vakinha se dá por uma despesa de R$ 137,04, valor irrisório perto do total, e a doação de R$ 1,00 de Marcelo Morett a Jair Bolsonaro é atípica mas não configura um fluxo financeiro relevante. Não há um fato concreto que configure um ciclo fechado com valores expressivos entre os mesmos agentes; a maior parte do volume não retorna à origem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 110.994,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PRTB, PL, PSL) e valores muito díspares, mas as transações são de anos distintos (2018 e 2022) e há elos frágeis: a doação de R$ 1,00 de Marcelo Morett a Jair Bolsonaro e a despesa de R$ 100.000,00 de Jair Bolsonaro para 'ELEIÇÃO 2018 EDUARDO NANTES BOLSONARO' não se conectam diretamente às demais. A VAKINHA aparece como empresa de arrecadação e também como fornecedora de Victor Panchorra, o que pode ser coincidência de mercado. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), mas o conjunto não permite descartar a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 199.347,23
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e anos distintos (PRTB, PL, UNIÃO), sem coligação comum aparente. O elo mais pesado é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 4.050,00 a Fadi Faraj (UNIÃO/DF), que por sua vez paga a Vakinha.com — empresa de arrecadação online —, enquanto a Vakinha doa R$ 9.765,00 a Marcelo Carnaval Morett (PRTB/RJ), que doa R$ 1,00 a Bolsonaro em 2022. A assimetria de valores e a mistura de anos e partidos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 195.304,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PRTB-RJ, PDT-RS, PL-BR) e uma empresa de arrecadação (Vakinha) que aparece nas duas pontas, sem vínculo partidário comum evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é cerca de 1.900 vezes maior que a doação de Marcelo Morett a Bolsonaro (R$ 1,00), o que quebra a proporcionalidade esperada num ciclo de campanha. A soma de R$ 195.304,01 é dominada por essa despesa, enquanto as demais transações são de baixo valor, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de uma única relação comercial relevante. Vale checagem humana para entender a natureza do pagamento à AIXMobil e a coincidência de a Vakinha aparecer como doadora e fornecedora.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.844,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do partido NOVO em 2018 (Flávia Nasser, Romeu Zema e Marcia Wiesen) e uma empresa de arrecadação online (Vakinha), que é um fornecedor comum de campanhas. As transações são de valores baixos (R$ 40 a R$ 24.250) e compatíveis com doações entre aliados e pagamentos de serviços de arrecadação. O elo 'ELEICAO 2018 RODRIGO ANTONIO DE PAIVA SENADOR' aparece como intermediário de uma doação e de uma despesa, mas também é uma campanha do mesmo partido, o que explica a conexão. Não há indício de valores anômalos ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.817,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e uma empresa do mesmo partido (NOVO) nas eleições de 2018, o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados. Os valores são modestos (R$ 29.817 no total) e as transações incluem doações de campanha e pagamentos a uma plataforma de arrecadação (Vakinha), que podem facilmente fechar um ciclo por coincidência contábil. Não há indício de empresa de ramo estranho, valor fora de escala ou ausência de vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 103.759,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (NOVO, PT) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. No entanto, os valores são pequenos e as transações parecem ser doações e despesas típicas de campanha, sem um elo claro que caracterize um loop fechado e suspeito. A ausência de informações sobre a relação entre as entidades e a natureza dos serviços prestados impede uma conclusão mais firme.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 86.177,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de arrecadação (Vakinha) que recebeu doação de Flávia Nasser (NOVO) e pagamentos de Fernando Pimentel (PT), além de Romeu Zema (NOVO) ter pago Aline Brandão, que doou a Pimentel. As transações ocorrem em anos e partidos diferentes, mas os valores são modestos e não há um elo claro de mesma coligação ou grupo político que explique o loop. A menção a 'sem nome' para Aline Brandão e a diferença de partidos (NOVO vs PT) dificultam uma explicação simples, mas também não há um fato gritante que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 37.494,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e empresas ligadas ao partido NOVO em 2018, com valores pequenos e compatíveis com doações entre aliados e pagamentos de serviços. A VAKINHA é uma plataforma de arrecadação usada por candidatos, e o retorno de GUADALUPE a ela (R$ 309,03) parece taxa de serviço, não devolução de doação. O valor mais alto (R$ 12.101,25) é uma despesa de ROMEU ZEMA NETO consigo mesmo, provavelmente reembolso de campanha, o que quebra a ideia de ciclo fechado entre terceiros.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 37.364,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e empresas ligadas ao partido NOVO em 2018, com valores pequenos (R$ 37 mil no total) e transações que somam poucos milhares de reais cada. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por campanhas, e o retorno de Marcus Vinicius a ela (R$ 241) é compatível com pagamento de serviços de arrecadação, não com devolução de doação. O fluxo Flávia -> Romeu e Romeu -> Marcus Vinicius é típico de repasses internos entre candidatos da mesma legenda, sem indício de ciclo fechado com valores expressivos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 45.099,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do partido NOVO em 2018, o que é um padrão comum de doações entre aliados da mesma legenda. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva, e tanto a doação recebida por Flavia Nasser quanto a despesa paga por Rodrigo de Paiva a ela são compatíveis com o uso normal da plataforma. Os valores são modestos e as transações se concentram em 2018, sem indício de empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.831,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e uma empresa ligadas ao partido NOVO em 2018, o que é um padrão comum em campanhas de mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 31,8 mil no total) e as transações incluem doações entre candidatos e despesas com a plataforma Vakinha, que é um fornecedor de arrecadação. Não há indício de quebra de ciclo fechado entre entidades sem relação partidária, nem valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.844,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PL, PSDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e os valores são modestos (R$ 15,8 mil no total), compatíveis com doações pulverizadas e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço), mas a combinação de partidos e anos diferentes impede descartar o alerta de imediato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 166.737,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (REDE, CIDADANIA, PP, MDB) e uma empresa de arrecadação (Vakinha), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2024) e valores, e a Vakinha é uma plataforma de financiamento coletivo que pode aparecer tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços, sem que isso configure necessariamente um loop intencional. Não há um fato único e concreto que destoe (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósR$ 10.497,71
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.042,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 17 mil no total) e transações de anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos variados (PSL, PL) e UFs diferentes (SP, RS), mas há elos comuns: Fernanda Barth e Dirceu Quadros são ambos do PL/RS, e a Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada por vários atores. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.783,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSL, PL, NOVO) e UFs distintas (SP e RS), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 21,7 mil no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado que caracterize um loop suspeito. As empresas VAKINHA e RINOBOX atuam em arrecadação/finanças, ramo compatível com serviços de campanha, e não há indício de preço fora de mercado ou de empresa recebendo de volta quase o mesmo que doou.
severidade média5 nósR$ 10.682,00
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 22.742,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSL, PL, PT) e empresas de ramos distintos (plataforma de arrecadação e soluções financeiras), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Além disso, os valores são muito díspares: R$ 15.423,00 doados pela Rinobox a Paulo Roberto contrastam com R$ 400,00 doados por Julio Cesar a Fernanda, e a Vakinha aparece tanto como doadora quanto como recebedora de despesas, fechando o loop. Esses elementos dificultam uma explicação simples de coincidência ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.368,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 77 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são muito díspares: a maior parte (R$ 73 mil) é uma doação da Rinobox a Fábio Fernandes, enquanto as demais somam menos de R$ 5 mil. As conexões entre os elos são indiretas e não há um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem no mesmo período. Sem mais contexto sobre vínculos partidários ou contratuais, não há um fato específico que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 88.036,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, PSL, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, as transações são de baixo valor relativo (R$ 1,8 mil a R$ 68,8 mil) e podem refletir doações entre aliados, ressarcimentos ou uso de plataformas de arrecadação, sem um fato isolado que destoe claramente. Não há um elo que, sozinho, justifique priorização humana imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.028,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSL-SP, PL-RS, PL-RJ) e duas empresas de ramos distintos (plataforma de arrecadação e soluções financeiras), o que à primeira vista dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), podendo refletir doações cruzadas legítimas ou ressarcimentos entre campanhas. Não há um fato concreto e isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.