severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.789,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PL, NOVO) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são relativamente baixos e as transações podem refletir doações legítimas entre candidatos ou pagamentos a fornecedores especializados (plataformas de arrecadação e soluções financeiras). Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a combinação de partidos e anos distintos impede uma explicação automática.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.155,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a plataforma Vakinha, que é um serviço de arrecadação online usado por campanhas, e valores pequenos (R$ 13 mil no total). As transações são de 2018 e incluem doações da direção estadual do NOVO a um candidato do partido e despesas com a própria Vakinha, padrão comum em campanhas. Não há indício de que os recursos retornem enriquecendo os mesmos agentes; o fechamento do ciclo parece coincidência contábil entre poucas entidades da mesma eleição.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.340,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores pequenos e compatíveis com doações e despesas de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por candidatos, e os repasses da direção estadual para candidatos do próprio partido são prática comum. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor fora do ramo; o fluxo parece resultado de interações normais dentro da mesma agremiação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.234,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do Partido NOVO no RS em 2018, com valores pequenos e compatíveis com doações internas e uso de plataforma de arrecadação. A Vakinha é uma plataforma de financiamento coletivo usada por vários candidatos, e as transações entre candidatos do mesmo partido/coligação são padrão comum. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.520,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no RS, com valores baixos e compatíveis com o uso de uma plataforma de arrecadação (Vakinha) para doações e reembolsos de campanha. As transações se distribuem entre 2018 e 2024, sem concentração temporal que sugira um conluio, e os valores são pequenos (maior deles R$ 10.750,01). O padrão é típico de movimentação interna de campanha, sem fornecedor estranho ao ramo ou valor fora de escala.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.089,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (NOVO-RS) em 2018 e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações quanto para pagar despesas de campanha, algo rotineiro. Os valores são modestos (R$ 17 mil no total) e as transações são compatíveis com doações e gastos de campanha de pequeno porte. Não há indício de enriquecimento ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.833,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 21,8 mil no total) e transações pulverizadas em anos diferentes (2018 e 2022). A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por candidatos para receber doações, e os repasses entre candidatos e direção partidária são comuns dentro da mesma legenda. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valor muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 21.153,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do mesmo partido (NOVO-RS) no mesmo ano eleitoral de 2018, o que é um padrão comum de movimentação interna de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada tanto para receber doações quanto para pagar despesas de campanha, e os valores são modestos (R$ 21 mil no total). O retorno de R$ 232,77 de Camilo à Vakinha é compatível com taxa de plataforma ou ressarcimento, e a doação de R$ 323,00 de Brunno à direção estadual é típica de contribuição partidária. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósR$ 10.334,94
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 670.718,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos e compatíveis com transações típicas de campanha, e a Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber quanto para pagar, o que explica a ponta do ciclo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 685.874,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 5.585,00 de doação da Vakinha a Brunno; R$ 3.230,00 de despesa de Brunno à direção; R$ 16.532,12 de despesa de Marcel à Vakinha) e compatíveis com serviços de arrecadação/plataforma. A doação de R$ 500.000,00 da direção estadual a Marcel em 2026 é o único valor alto, mas é uma doação partidária oficial, não um retorno do ciclo. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.900,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do mesmo partido (NOVO-RS) e a direção estadual do próprio partido, além da plataforma Vakinha usada para arrecadação. As setas são compatíveis com doações da direção partidária a candidatos e despesas de campanha pagas à plataforma de arrecadação, padrão comum em prestações de contas. Os valores são modestos (R$ 11,9 mil no total) e as transações se concentram em 2018, sem indício de empresa de ramo alheio ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 92.390,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores pequenos e compatíveis com doações internas e uso de plataforma de arrecadação. A Vakinha é uma plataforma de financiamento coletivo usada por campanhas, e as transações entre candidatos e a direção partidária são típicas de repasses e devoluções dentro do mesmo partido. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor estranho ao ramo; o loop parece refletir a movimentação normal de recursos entre campanhas aliadas.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 92.320,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do partido NOVO no RS e a direção estadual do próprio partido, que repassou recursos aos candidatos — padrão legítimo e comum. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação/doação usada por ambos em 2018, e os valores são modestos (R$ 5,5 mil de doação e R$ 662 de despesa), compatíveis com uso rotineiro da ferramenta. As transações da direção estadual para Giuseppe (R$ 41 mil em 2024 e R$ 44,7 mil em 2026) são repasses partidários típicos, não um ciclo fechado entre pessoas sem vínculo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.223,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente entidades do mesmo campo político (Partido NOVO/RS e candidatos filiados ao NOVO em 2018-2022), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber doação quanto para pagar despesa de campanha, o que explica a ponta do ciclo sem indicar nada anômalo. Os valores são modestos (R$ 28 mil no total) e as transações se distribuem em anos diferentes (2018 e 2022), sem concentração temporal suspeita. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 15.329,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a Vakinha (plataforma de arrecadação), um candidato do NOVO no RS e um candidato do PL em SC, com valores modestos (R$ 15,3 mil no total). A Vakinha é um meio legítimo de arrecadação e o repasse de recursos entre campanhas via direção partidária é comum, especialmente em anos eleitorais. Não há indício de que os valores ou as partes fujam do padrão de doações e despesas de campanha.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 16.801,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do partido NOVO em 2018, com valores pequenos e compatíveis com o funcionamento normal de uma campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada para doações, e o repasse da direção estadual a João Dionísio (candidato a presidente) é típico de apoio partidário. As despesas de volta (R$ 323,00 e R$ 1,00) são irrisórias e podem ser ressarcimentos ou taxas operacionais, sem indicar irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.175,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas ligadas ao partido NOVO (candidatos e direção estadual), o que é um padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 20 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), com a Vakinha aparecendo como plataforma de arrecadação e também como fornecedora de despesas. Não há um fato concreto que destoe do esperado, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço; a movimentação pode ser explicada por doações internas e ressarcimentos dentro do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.619,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 12,6 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2024. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações recebidas quanto para despesas de campanha, o que explica a ida e volta de recursos. O repasse da Direção Estadual para candidatos é prática partidária comum, e as doações entre candidatos da mesma sigla são permitidas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora de contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.798,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 11.798,03, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2018. Há elos que podem ter explicação simples: a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações quanto para pagamento de despesas, e a doação de R$ 5.000 entre campanhas do RS em 2018 pode ser repasse entre aliados. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para cravar nem 'bizarro' nem 'plausível' sem checar os vínculos partidários e a natureza exata de cada operação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.615,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve candidatos do mesmo partido (NOVO) no RS em 2018 e uma empresa de arrecadação online (Vakinha) que é fornecedora/plataforma comum de campanhas. As transações são de baixo valor (R$ 13,6 mil no total) e compatíveis com doações entre aliados, repasses de campanha e pagamentos por serviços de arrecadação. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósR$ 10.661,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 10.947,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 10,9 mil no total) e todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao NOVO no RS, o que é compatível com circulação de recursos dentro de um mesmo grupo político. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação/doação, e os pagamentos a ela podem ser simplesmente taxas de serviço, não retorno de dinheiro. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósR$ 10.516,20
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.561,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do NOVO/RS em 2018 (Tiago Albrecht e Brunno Messina) e a plataforma Vakinha, usada para arrecadação de doações eleitorais. As transações são de valores baixos (R$ 3.760 a R$ 5.585) e compatíveis com doações de campanha e despesas de arrecadação, sem indício de valores desproporcionais. O retorno à Vakinha aparece como despesa (provavelmente taxa de plataforma), e a doação de Brunno a Marcel Van Hattem é entre correligionários do mesmo partido. Não há fato concreto que fuja do padrão de uma campanha pequena usando plataforma de arrecadação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.159,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma plataforma de arrecadação (Vakinha), um candidato do NOVO e um candidato do PL, sem coligação ou partido comum evidente. Os valores são pequenos (R$ 20 mil no total) e as transações incluem doações e despesas de campanha, o que pode ser explicado por ressarcimentos ou uso da mesma plataforma. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.895,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul em 2018/2020, o que é compatível com doações e repasses internos de uma mesma coligação/partido. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações quanto para pagar despesas de campanha, o que explica o retorno de valores a ela. Os montantes são pequenos (R$ 12,9 mil no total) e as transações se distribuem em anos diferentes, sem um padrão de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.825,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do partido NOVO no Rio Grande do Sul em 2018, com valores pequenos e compatíveis entre si (R$ 5.585, R$ 5.578, R$ 662 e R$ 1.000). A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por candidatos, e o repasse entre candidatos da mesma sigla/coligação é padrão comum. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade média5 nósR$ 10.891,78
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.433,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros do PC do B do Rio Grande do Sul e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações quanto para pagamento de despesas, e os valores são modestos (R$ 11,4 mil no total). Não há indício de fornecedor fora do ramo ou valor discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.419,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas todas ligadas ao PC do B no Rio Grande do Sul, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 16,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre campanhas do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.203,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PC do B no RS, o que torna plausível que as transações sejam repasses internos do partido ou entre candidatos da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 45 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentações partidárias rotineiras, mas também não é possível afirmar com segurança que tudo se explica por um padrão legítimo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.839,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.839,68, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há elos partidários comuns (PSD entre Jairo e Jefferson; PC do B entre Juliano e Vitor), o que oferece explicação plausível para parte das transferências. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação, não como fornecedor estranho ao ramo. Não há um fato único e concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto entre desconhecidos), mas também não dá para descartar totalmente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.246,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14,2 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas. Há vínculos partidários entre alguns agentes (PC do B e direção estadual), o que poderia explicar movimentações internas, mas a presença da empresa Vakinha e de uma candidata da REDE quebra a homogeneidade. Os valores são modestos e não há um fato isolado que destoe gritantemente, deixando o caso em zona cinzenta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.788,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PC do B do Rio Grande do Sul e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e a estrutura partidária. A empresa Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada por uma candidata e como doadora de outro candidato do mesmo partido, algo compatível com arrecadação coletiva e repasses internos. Os valores são modestos (R$ 14,7 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop artificial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.774,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, incluindo a direção estadual, o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos e despesas de campanha entre aliados. Os valores são modestos (R$ 19,7 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal suspeita. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação e também como fornecedora de serviços, o que explica tanto a doação recebida quanto a despesa paga. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 48.558,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de movimentação financeira entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 48,5 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2022, sem concentração temporal suspeita. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação e também como fornecedora de serviços, o que explica a devolução de recursos via despesa. Não há indício de empresa de ramo alheio ou valor muito acima do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 260.981,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024 e 2026) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Todas as pessoas físicas são filiadas ao Partido NOVO, o que oferece uma explicação partidária plausível para a circulação de recursos. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações recebidas quanto para despesas pagas, o que é compatível com seu ramo de atuação. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, nem elementos suficientes para descartar o sinal.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 684.302,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO em SP, com valores muito díspares: a maior transação (R$ 679 mil da direção municipal para Cristina Monteiro) é uma doação partidária típica, enquanto as demais somam centavos. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações recebidas quanto para pagamento de despesas, o que explica o vai-e-vem. Não há indício de enriquecimento ou de fornecedor fora do ramo; o padrão é compatível com movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.379,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 31,3 mil no total) e entidades que compartilham partido NOVO (Ricardo Mellão e Maria Isabel) ou atuam em São Paulo, o que permite explicar parte das transações como doações entre aliados e pagamentos a fornecedores de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação amplamente usada, e os valores individuais são modestos. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima do padrão, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não é possível afirmar que tudo se explica por um padrão rotineiro sem checar as datas e os vínculos entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.599,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e empresas ligadas ao partido NOVO em SP, o que poderia ser explicado por uma rede de aliados. No entanto, a Vakinha (plataforma de arrecadação) aparece tanto doando para uma candidata quanto recebendo despesa de um candidato, e há uma despesa de R$ 20.000 de Ricardo Mellão para Vinicius Poit, que não está claramente conectado ao restante do ciclo. Os valores e a sequência não são absurdos, mas a presença de uma empresa de arrecadação no meio de doações e despesas de campanha merece uma checagem manual para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.031,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao partido NOVO em SP, o que é um padrão comum em coligações partidárias. Os valores são relativamente baixos (R$ 14 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026), sugerindo movimentações normais de campanha ao longo do tempo. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.250,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 15.250,64 no total) e entidades de partidos diferentes (PSC e PDT), mas há conexões partidárias parciais: Marcelo Mourão (PDT) recebeu doação da direção estadual do PDT e Robson Lima (PDT) pagou despesa à mesma direção. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação que doou a Fabiano Galletti (PSC) e recebeu despesa de Marcelo Mourão (PDT), o que pode ser apenas uso comum do serviço. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre mesmas pessoas sem vínculo), mas a combinação de partidos distintos e a intermediação da Vakinha gera dúvida suficiente para não classificar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.936,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (NOVO, REDE, PP) e empresas de pagamento/arrecadação, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022. A maior transação (R$ 17.000 de Camila Godinho para Hebert Passos) é uma doação entre candidatos de partidos distintos, o que não é típico, mas também não é impossível. As demais transações são de baixo valor e podem refletir uso de plataformas de arrecadação e pagamentos, sem um fato concreto que destoe claramente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 35.086,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do partido NOVO em 2018 (DF e MG) e duas empresas de serviços financeiros/arrecadação (Vakinha e Pinbank), que são fornecedores típicos de campanha. Os valores são pequenos e compatíveis com doações entre aliados e pagamentos de serviços de arrecadação/processamento, sem salto de ordem de grandeza. O fechamento do loop parece resultado de coincidências de rede partidária e uso dos mesmos prestadores, não de um esquema circular suspeito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.950,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 36.950,46 no total) e transações de 2018, com a maior parte sendo doações da Pinbank a Alexandre Guerra (R$ 33.227,00) e despesas de Thiago Manzoni com a Vakinha (R$ 1.609,46). As conexões entre os candidatos não são claras: Rodrigo Paiva (NOVO/MG) e Alexandre Guerra (NOVO/DF) compartilham partido, mas Thiago Manzoni é do PL/DF, e as empresas Vakinha e Pinbank são prestadoras de serviços de arrecadação/pagamento, o que pode explicar as movimentações como uso rotineiro dessas plataformas. Não há um fato concreto que destoe (valores, ramo ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo) que justifique priorização, mas também não é possível afirmar que é um padrão legítimo sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.870,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 43,8 mil no total) e todos os três políticos são do partido NOVO, o que permite explicar as transferências como doações entre aliados da mesma legenda em 2018. As transações individuais são de baixa monta (R$ 50 a R$ 33 mil) e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação, cujo uso por campanhas é comum. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.932,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (NOVO) e duas empresas de pagamento/arrecadação, com valores pequenos e desproporcionais entre si. As transações são compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão esperado. Não há elemento que justifique priorização manual com base apenas nestes dados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.968,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes, PODE e NOVO) e valores de ordens de grandeza muito diferentes: R$ 50 de doação da Vakinha a Rodrigo, R$ 16.209 da Confia Brasil a Álvaro, R$ 368 de despesa de Rodrigo com a Confia Brasil e R$ 2.340 de despesa de Álvaro com a Vakinha. Não há coligação ou partido comum entre os candidatos que explique naturalmente o fluxo, mas também não há um fato isolado gritante (como valor gigante devolvido ou fornecedor sem relação com o serviço) que force uma checagem imediata. O caso fica no meio: o loop existe, mas os valores e as relações não permitem afirmar que é rotineiro nem que é claramente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.312,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação (R$ 42.461,00 da Confia Brasil para Fabio Ostermann) é uma doação, enquanto as demais são pequenas (R$ 50, R$ 200, R$ 368,38 e R$ 232,77). As entidades compartilham vínculos partidários (NOVO) e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por vários candidatos, o que pode explicar as microtransações. Não há um fato isolado que destoe de padrões comuns de doação/despesa entre aliados, mas o loop fechado com valores tão desiguais merece uma checagem humana para descartar coincidência.