severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.277,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três deles são candidatos do mesmo partido (NOVO) em 2018, o que torna plausível que as transações reflitam doações e despesas entre aliados. As empresas Vakinha e Confia Brasil atuam como plataformas de arrecadação e serviços online, ramos compatíveis com o uso por campanhas. Os valores são modestos (total ~R$ 11 mil) e distribuídos em anos diferentes, sem um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação eleitoral.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 171.993,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma plataforma de arrecadação (Vakinha), com valores que não são absurdamente discrepantes entre si. As transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2022, 2026) e há um intermediário (João Edegar Pretto) que não fecha o ciclo diretamente, mas aparece como destino de despesa de Dionilso. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 166.684,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma plataforma de arrecadação (Vakinha), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores não formam um loop claro de retorno. A maior transação (R$ 160 mil de Dionilso para João Edegar Pretto) não se conecta diretamente às demais entidades listadas, e a doação de João Edegar Pretto a Antonio Valdeci não fecha o ciclo com a Vakinha. Sem mais contexto sobre vínculos partidários ou contratuais, não há um fato específico que torne o caso claramente suspeito ou claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 166.993,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT do RS (Dionilso Marcon e Miguel Rossetto) e uma empresa de arrecadação (Vakinha), com valores e anos dispersos (2018 e 2022). A maior transação é uma despesa de R$ 160 mil de Dionilso para João Edegar Pretto (governador), que não fecha o loop diretamente, e as demais somas são modestas. Não há um fato agudo que destoe (como valor de ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação), mas também não é um padrão claramente rotineiro de mesma coligação; falta contexto para decidir.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 165.950,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Dionilso Marcon e Luiz Fernando Mainardi) e uma plataforma de arrecadação (Vakinha), com valores e anos dispersos (2018, 2022). As transações não formam um loop fechado e imediato: a doação da Vakinha a Dionilso é de 2018, enquanto a despesa de Dionilso a João Edegar Pretto é de 2022, e a doação de Pretto a Mainardi também é de 2022. Não há um fato concreto que destoe (valores compatíveis, mesma sigla partidária, uso de plataforma de arrecadação é comum), mas a intermediação de João Edegar Pretto e a empresa sem nome no ciclo impedem uma explicação totalmente automática.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 170.107,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Dionilso Marcon e Paulo Pimenta) e transações que passam por uma plataforma de arrecadação (Vakinha) e por uma campanha eleitoral (João Edegar Pretto, também do PT). As doações e despesas ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com movimentação típica de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio. O elo 'Vakinha' aparece como plataforma de arrecadação, e não como empresa fornecedora de serviço alheio ao ramo. Não há um fato concreto que fuja do padrão de aliança partidária e arrecadação eleitoral.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 169.695,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PDT) e uma empresa de arrecadação, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não formam um retorno exato. A maior transação (R$ 160 mil de Dionilso Marcon para João Edegar Pretto) não fecha o ciclo diretamente, e a ligação final com a Vakinha é uma despesa de valor baixo. Sem mais contexto sobre vínculos entre as campanhas ou contratos, não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro ou claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 165.695,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de tipos diferentes (empresa de arrecadação, campanhas, candidatos) e valores que não formam um loop financeiro claro: a maior transação (R$ 160 mil de Dionilso para João Edegar Pretto) não retorna à cadeia, e as demais somam valores modestos. As conexões partidárias (PT e PDT) e a menção a uma coligação estadual em 2022 tornam plausível que sejam movimentações normais de campanha, sem um fato concreto que destoe. Não há elemento que justifique priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 295.505,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma plataforma de arrecadação (Vakinha), com valores muito díspares: R$ 1.100 de doação da Vakinha a Dionilso em 2018, R$ 233 de despesa de Denise à Vakinha em 2018, R$ 160.000 de despesa de Dionilso a João Edegar Pretto em 2022 e R$ 134.172 de doação de João Edegar Pretto a Denise em 2022. As transações ocorrem em anos diferentes e parte delas envolve terceiro (João Edegar Pretto) que não fecha o ciclo diretamente, o que enfraquece a leitura de loop fechado. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (fornecedor fora do ramo, valor uma ordem de grandeza acima, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para descartar sem checar os vínculos entre as campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 168.071,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PSD, PV) e uma empresa de arrecadação (Vakinha), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, exceto uma despesa de R$ 160 mil de Dionilso para João Edegar Pretto, que não fecha o ciclo. Não há um fato concreto que force uma explicação implausível, como valores idênticos ou ciclo fechado no mesmo ano entre os mesmos atores. A menção a 'ELEIÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR' como doador para Cristiano sugere possível repasse partidário, mas a conexão com os demais elos é indireta. Faltam dados para afirmar se é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 173.781,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PC do B, MDB) e uma empresa de arrecadação, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Não há um fato único e concreto que destoe de forma evidente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço. O resumo do próprio sistema admite que pode ser coincidência ou ressarcimento, e os dados disponíveis não permitem descartar explicações rotineiras nem confirmar algo atípico.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 168.121,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSD, MDB) e uma empresa de arrecadação, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 160 mil de Dionilso Marcon para João Edegar Pretto) não fecha o ciclo diretamente, e os valores menores são compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 165.515,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são muito díspares: R$ 1.100,00 de doação da VAKINHA a Dionilso, R$ 2.365,00 de despesa de Gabriel à VAKINHA.COM, R$ 4.392,00 de doação de João Edegar a Gabriel e R$ 160.000,00 de despesa de Dionilso a João Edegar. O elo de maior valor (R$ 160 mil) é uma despesa de campanha, não uma doação, e não há informação sobre a natureza do gasto. Sem partido/coligação comum evidente entre todos os envolvidos e sem detalhamento do serviço prestado, não dá para afirmar que é um padrão rotineiro nem que há um fato claramente anômalo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 161.599,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: uma doação de R$ 1.100 da Vakinha a Dionilso em 2018, uma despesa de R$ 11.974 de Juliano Roso à Vakinha em 2018, uma doação de R$ 380 da campanha de João Edegar Pretto a Juliano Roso em 2022 e uma despesa de R$ 160.000 de Dionilso a João Edegar Pretto em 2022. As conexões partidárias (PT, PC do B e a campanha de Pretto) e a diferença de anos e ordens de grandeza tornam o loop pouco nítido como padrão circular fechado. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização, mas também não é possível descartar coincidência entre aliados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 161.578,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de naturezas distintas (empresa de arrecadação, campanhas e candidatos) e valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 1.100, R$ 380, R$ 98,10 e R$ 160.000). A maior transação é uma despesa de R$ 160.000 de Dionilso Marcon para João Edegar Pretto, que não fecha o loop diretamente com a Vakinha, e as demais são de pequeno porte. Não há elementos suficientes para afirmar que o ciclo é um padrão legítimo nem que há um fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 184.226,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Dionilso Marcon, Olívio Dutra, Miguel Rossetto e João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e uso de uma plataforma de arrecadação (Vakinha) para despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 1.100 a R$ 160.000) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A presença de uma empresa de arrecadação online como intermediária é um padrão comum em campanhas, não um indício forte de irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 167.643,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 1.100 a R$ 160.000). As entidades políticas identificadas são todas do PT/RS, o que permite explicar parte das movimentações como repasses internos do partido ou entre aliados. A VAKINHA é uma plataforma de arrecadação, e o uso dela por campanhas é comum, mas o retorno de recursos a ela após passar por candidatos mereceria uma checagem — porém os fatos fornecidos não permitem afirmar se há algo além de coincidência temporal.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 202.413,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Dionilso Marcon e Stela Lopes) e a empresa Vakinha, que é uma plataforma de arrecadação usada por campanhas. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, com exceção da doação de R$ 40.967,00 da campanha de João Edegar Pretto para Stela Lopes, que pode ser repasse partidário ou de coligação. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas e uma plataforma de arrecadação, mas o ciclo fechado merece uma checagem para confirmar a legitimidade das operações.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 39.585,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 3.528 a R$ 35.000) e todos os atores são do PT/RS ou ligados à mesma campanha majoritária de 2018 (Miguel Soldatelli Rossetto, governador). A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva, e o repasse de R$ 110 mil a Dionilso Marcon aparece como doação legal, enquanto a despesa de R$ 35 mil a Rosangela Dornelles é compatível com transferência entre candidatos da mesma coligação. O retorno de R$ 3.528 à Vakinha pode ser taxa de serviço ou devolução de sobra, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 41.446,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT do RS (Dionilso Marcon e Stela Lopes) e uma plataforma de arrecadação (Vakinha) usada por ambos, em 2018. As transações são de valores modestos (R$ 1.100, R$ 5.000, R$ 34,6 mil e R$ 35 mil) e compatíveis com doações e despesas de campanha, incluindo repasse a uma candidatura majoritária do mesmo campo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora de ramo; o loop parece reflexo de uma rede de arrecadação compartilhada, não de um esquema opaco.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 48.244,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 e uma empresa de arrecadação (Vakinha) que aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para um dos candidatos. As transações são de valores modestos (R$ 1,1 mil a R$ 35 mil) e compatíveis com serviços de plataforma de arrecadação e repasses dentro do mesmo campo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 51.786,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS em 2018 e a plataforma Vakinha, usada legalmente para arrecadação. As transações são de valores modestos (R$ 1.555, R$ 1.100, R$ 136, R$ 35.000) e podem ser explicadas por doações entre aliados da mesma coligação e pagamentos de despesas à plataforma. Não há indício de valores anômalos ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.042,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 46 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2024) e os valores são modestos. Três candidatos são do PT/RS, o que poderia explicar conexões partidárias, mas a Vakinha é uma plataforma de arrecadação e as transações com ela parecem serviços de arrecadação, não doações entre campanhas. Não há um fato agudo que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação), mas também não é um padrão claramente rotineiro devido à mistura de anos e à presença de uma plataforma de crowdfunding no ciclo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 36.858,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT do RS em 2018 e a plataforma Vakinha, usada por ambos para arrecadação e pagamento de despesas de campanha. A maior transação (R$ 35.000 de Dionilso Marcon para a campanha de Miguel Soldatelli Rosseto, do mesmo partido) é uma doação típica entre aliados, e o retorno à Vakinha (R$ 458,68) é compatível com taxas de plataforma. Os valores são modestos e as conexões partidárias explicam a cadeia sem necessidade de checagem urgente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.101,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul em 2018, com valores compatíveis com doações e despesas de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada para despesas de campanha, e o repasse entre candidatos da mesma coligação é prática comum. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 38.333,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma plataforma de arrecadação (VAKINHA) usada por ambos, além de doações para a campanha majoritária de Miguel Rossetto em 2018. As transações são de valores modestos (R$ 1.100, R$ 2.000, R$ 233,02 e R$ 35.000) e ocorrem todas no mesmo ano eleitoral, dentro de uma mesma coligação partidária. O fluxo pode ser explicado por doações entre aliados, repasses de campanha majoritária e pagamentos à plataforma de arrecadação, sem indício de anormalidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.157,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes (PL/MT, PV/MT, AVANTE/PE) e duas empresas de pagamento/plataforma, o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e dispersos ao longo de 2018-2026, e a maior parte do fluxo passa por intermediários financeiros (Asaas, Vakinha) que podem apenas processar doações e despesas de terceiros, sem que haja relação direta entre as campanhas. Não há um fato isolado e concreto — como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço — que force uma checagem humana prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.449,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12.449,89, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são pequenos e compatíveis com serviços de campanha (doações, despesas com gráfica e plataforma de arrecadação). As entidades não compartilham claramente partido ou coligação em todos os elos, mas a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por vários candidatos, o que pode explicar o fluxo. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano) que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.802,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são pequenos (R$ 11.802 no total) e as transações ocorrem todas em 2018, ano eleitoral. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada por um candidato e como fornecedor de despesa para outro, o que é compatível com uso de serviços de vaquinha online. Não há indício de valores desproporcionais ou de entidades sem relação partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 101.885,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades ligadas ao mesmo grupo político (Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Fernando Salema Garção Ribeiro, todos PL ou PSL), o que poderia explicar doações e despesas dentro de uma mesma coligação. Porém, a Vakinha (plataforma de arrecadação) aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, e há uma despesa de R$ 100.000,00 de Jair Bolsonaro para 'ELEIÇÃO 2018 EDUARDO NANTES BOLSONARO', que é uma transferência interna de campanha, não uma doação a terceiro. O loop não fecha de forma clara: a seta de Vakinha para Fernando Salema é uma doação, mas a de Eneas para Vakinha é uma despesa, e não há transação direta de Vakinha para Eneas ou de Eduardo para Vakinha. Os fatos não são suficientes para afirmar padrão legítimo nem para apontar um indício forte de irregularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 101.942,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, DC) e uma empresa de arrecadação (Vakinha) que aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para candidato, o que não é típico. A transação de R$ 100.000,00 de Jair Bolsonaro para 'ELEIÇÃO 2018 EDUARDO NANTES BOLSONARO' é duas ordens de grandeza maior que as demais e não se encaixa no fluxo circular descrito. Embora valores pequenos possam ser coincidências, a combinação de partidos distintos, empresa de crowdfunding no centro do loop e um repasse de alto valor para campanha de familiar justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 101.920,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PSL) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são relativamente baixos e há transações que podem ser explicadas por doações entre aliados ou pagamentos a fornecedor de serviços de arrecadação. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 190.273,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para AIXMOBIL) é uma despesa de campanha, e a VAKINHA é uma plataforma de arrecadação que pode ter relação comercial com campanhas, tornando o loop potencialmente explicável por serviços prestados. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.230,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e campos opostos (Juliana Brizola/PDT e Jair Bolsonaro/PL), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou conta partidária comum. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação é R$ 184.352,21 de Bolsonaro para a AIXMOBIL, enquanto as demais somam poucos milhares, e a VAKINHA aparece tanto doando quanto recebendo de volta. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.182,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 32 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (PT entre Carlos Magno e Rogério), mas Luís Gustavo é do PV, e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por vários candidatos. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação eleitoral comum, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 25.209,27
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades com partidos diferentes (PV e PT) e sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. A maior transação é uma despesa de R$ 15.000 de Carlos Magno (PT) para Luis Gustavo (PV), valor uma ordem de grandeza acima das demais movimentações do loop (R$ 120 a R$ 8.242). Além disso, a VAKINHA aparece como doadora de campanha e depois como fornecedora paga pela campanha de Marilene, configurando relação comercial e doação na mesma cadeia.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 36.682,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Vakinha) que aparece simultaneamente como doadora de um candidato e fornecedora paga por outro, fechando um loop entre quatro entidades. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e envolvem partidos diferentes (PV e PT), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária. O valor de R$ 20.000 doado por Luís Gustavo a Rogério e a despesa de R$ 15.000 de Carlos Magno a Luís Gustavo são atípicos para doações entre candidatos de partidos distintos. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.737,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito baixos (R$ 13,7 mil no total) e intermediários de pagamento amplamente usados em campanhas (Vakinha, Pagar.me), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e intencional. As entidades têm partidos diferentes (PT e PC do B) e UFs distintas (MG e AM), mas os valores são pequenos e compatíveis com doações pulverizadas e despesas operacionais. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, nem um elo claramente inexplicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.664,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas (VAKINHA e ABS RIO) e dois candidatos do PT de MG, mas as transações listadas não formam um loop direto entre as quatro entidades citadas no resumo. As doações e despesas ocorrem todas em 2018, valores modestos (R$ 946 a R$ 10.125), e há elos faltantes (ex.: ABS RIO não aparece nas transações). Sem a cadeia completa, não há um fato concreto que destoe de um padrão comum de arrecadação e gastos de campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.477,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11,5 mil no total) e entidades majoritariamente do PT em MG, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma federação partidária. Porém, a VAKINHA aparece tanto como doadora de um candidato quanto como fornecedora paga por outro, e há um elo intermediário (CLAUDIO TEIXEIRA DA SILVA) sem partido/cargo informado, o que impede descartar coincidência ou confirmar padrão rotineiro. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor, ramo ou ciclo fechado sem vínculo), mas também não dá para explicar tudo por um padrão simples e legítimo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.560,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de arrecadação (Vakinha) e candidatos de partidos diferentes (PT e MOBILIZA), com transações espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, o que explica pagamentos a ela. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas a mistura de partidos e a presença de intermediários sem cargo identificado impedem uma explicação totalmente automática.
severidade média4 nósR$ 10.505,01
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.049,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PL no RS em 2018 (Fernanda Barth e Dirceu Quadros) e a plataforma Vakinha, usada para arrecadação/doação. As transações são de baixo valor (R$ 2.225, R$ 13.500, R$ 1.250 e R$ 74,90) e compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e uso de plataforma de arrecadação. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de ordem de grandeza. O loop parece explicável por movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação/partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.790,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas do setor de arrecadação/pagamento (Vakinha e Rinobox) e dois candidatos de partidos diferentes (PL e NOVO), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 21,7 mil no total), as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os sentidos das setas não formam um ciclo fechado no mesmo ano ou contexto. Sem mais dados sobre a natureza dos serviços prestados, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização.
severidade média4 nósR$ 10.689,30
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.749,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas de serviços financeiros/arrecadação e dois políticos de partidos diferentes, PL e PT) e valores modestos (R$ 22,7 mil no total). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações e despesas de campanha, nem um elemento que force uma checagem manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.337,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PDT, PL, PT) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de uma única coligação ou conta partidária. Porém, os valores são pequenos (R$ 22 mil no total) e as transações são de naturezas variadas (doações e despesas), podendo refletir relações comerciais ou coincidências entre campanhas. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como um valor muito acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 77.375,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas do setor de arrecadação/pagamento (Vakinha e Rinobox) e dois candidatos do PL de estados diferentes, com transações em anos distintos (2018 e 2022). As quantias são modestas e compatíveis com serviços de plataforma de doação, mas a conexão entre os elos não é evidente nos dados apresentados. Não há um fato isolado que destoe claramente, nem uma explicação simples e completa para o loop.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 24.039,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PL) e empresas de ramos distintos (plataforma de arrecadação e soluções financeiras), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A empresa RINOBOX SOLUCOES FINANCEIRAS LTDA aparece como doadora de R$ 20.689,00 para Edward Madureira Brasil (PT) e também como recebedora de despesa de Fernanda da Cunha Barth (PL), o que é atípico para uma empresa de soluções financeiras. O valor total de R$ 24.039,73 é modesto, mas a combinação de partidos opostos e a intermediação por empresas sem relação aparente com o serviço justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 72.887,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 72,8 mil no total). As duas empresas (Vakinha e Rinobox) são do ramo de arrecadação/soluções financeiras, o que torna plausível que prestem serviços a campanhas, e as doações entre Marcel Van Hattem e Tiago Albrecht são de aliados do mesmo partido (NOVO). Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha, como valor muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.