severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.169,84
IA · deepseek-flash Todas as entidades envolvidas são do mesmo partido (NOVO-RJ) e as transações ocorrem em 2018, ano de eleição em que candidatos da mesma sigla costumam compartilhar estrutura e serviços. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada por diversos candidatos, e o valor de R$ 917 pago de volta a ela é irrisório perto do total, compatível com taxa de serviço. O loop aparente decorre de doações e despesas cruzadas entre aliados, sem indício de enriquecimento ou desvio de monta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.153,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do mesmo partido (NOVO-RJ) e a direção estadual do partido, além da plataforma Vakinha, que é um serviço de arrecadação usado por campanhas. As transações são de valores modestos (R$ 11 mil no total) e espalhadas entre 2018 e 2022, com a maior parte em 2018. O retorno à Vakinha por Rosanne é compatível com pagamento de taxas pelo uso da plataforma, e a doação da direção estadual a Rosanne é repasse partidário típico. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou valores anômalos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 10.947,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do mesmo partido (NOVO-RJ), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações de campanha quanto para pagar despesas, o que explica as setas de entrada e saída. Os valores são modestos (R$ 10,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem indício de enriquecimento ou desvio. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.424,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 15,4 mil no total) e entidades ligadas ao NOVO/RS, com doações entre candidatos do mesmo partido e uma despesa de campanha para a plataforma Vakinha. A maior transação (R$ 13,5 mil) é uma doação de uma campanha de 2018 a Dirceu Godoi (PL), que depois paga R$ 74,90 à Vakinha, mas isso não fecha um ciclo claro de retorno à mesma campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações entre aliados e uso de plataforma de arrecadação, nem um elo que exija checagem manual imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.409,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do NOVO/RS e duas empresas de serviços financeiros/plataforma de arrecadação, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. O ponto que chama atenção é a Rinobox Soluções Financeiras doar R$ 17.049,30 a Douglas Sandri em 2022, enquanto Tiago Albrecht paga despesas à mesma Rinobox no mesmo ano, e Douglas Sandri aparece pagando despesas à VAKINHA já em 2018 — uma cadeia que se fecha entre empresas e candidatos do mesmo partido, mas com valores e anos que não formam um ciclo curto e direto. Merece checagem humana para entender se há relação societária ou de serviços entre VAKINHA e Rinobox e se as despesas de campanha justificam esses fluxos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.368,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 21 mil no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (NOVO e PT) e não há indicação de coligação comum, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão, como valor muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e a Rinobox aparece como doadora e fornecedora, o que pode ter explicação comercial. Faltam elementos para dizer que é bizarro ou claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 75.994,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO/RS e PL/GO) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. A maior transação é uma doação de R$ 73.028,00 da Rinobox Soluções Financeiras a Fábio Fernandes de Sousa, valor muito acima das demais movimentações da cadeia (R$ 150 a R$ 1.636), sem justificativa aparente no conjunto. Além disso, a Rinobox aparece como fornecedora de Tiago Albrecht e doadora de Fábio Sousa, criando um elo indireto entre campanhas sem vínculo partidário declarado. Esses fatos justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 86.662,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 86,6 mil, mas o elo mais forte é a Rinobox (empresa de soluções financeiras) doando R$ 68,8 mil a Marcel van Hattem em 2022, enquanto Tiago Albrecht (mesmo partido NOVO/RS) pagou despesas à mesma Rinobox no mesmo ano. Van Hattem também aparece pagando despesas à Vakinha em 2018, e a Vakinha havia doado a Leonardo Klein no mesmo ano, fechando o loop. Embora todos os políticos sejam do NOVO/RS e valores pequenos possam ser ressarcimentos ou serviços de arrecadação, a coincidência de uma empresa de financiamento coletivo doar alto a um senador e receber pagamentos de outro candidato do mesmo partido merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.653,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.653,99, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e não formam um loop curto e fechado no mesmo período. Há vínculos partidários parciais (Leonardo Klein e Tiago Albrecht são ambos do NOVO/RS), o que pode explicar doações entre aliados, mas Marcio Gualberto (PL/RJ) e as empresas Vakinha e Rinobox não compartilham partido/coligação com os demais. O valor mais alto (R$ 12.185,09 da Rinobox para Marcio) é uma doação empresarial isolada, não um retorno direto à origem. Sem mais contexto, não há um fato único que destoe a ponto de justificar priorização, nem uma explicação simples que cubra toda a cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.848,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com valores muito díspares (de R$ 150 a R$ 26.259) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As duas empresas (Vakinha e Rinobox) atuam em arrecadação/fintech, ramo compatível com serviços de campanha, e as doações entre Leonardo e Tiago são de mesmo partido (NOVO/RS). Não há um fato único que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não há explicação simples e completa para o encadeamento todo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.531,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 13,5 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2024. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doação quanto para despesa de campanha, o que explica a ponta da empresa no ciclo. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.595,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 17,6 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2024). As doações entre candidatos do mesmo partido e o pagamento à plataforma Vakinha (usada para arrecadação) são padrões comuns em campanhas. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 682.316,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de movimentação interna entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 1.500) e compatíveis com doações entre aliados ou ressarcimentos, exceto a doação de R$ 500.000 da direção estadual a Marcel Van Hattem em 2026, que é grande mas típica de repasse partidário a candidato majoritário. A Vakinha aparece como fornecedora de serviços de arrecadação, ramo condizente com a despesa paga por Van Hattem, e o retorno ao ponto de partida é esperado nesse tipo de plataforma.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 88.762,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores pequenos e compatíveis com doações internas entre filiados e repasses partidários. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação/despesa de campanha, o que explica o elo de entrada e saída, e os intervalos entre as transações (2018 a 2026) afastam a ideia de um loop fechado e imediato. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.771,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e entidades do mesmo campo político (NOVO/RS) e uma empresa de arrecadação (Vakinha) usada como plataforma de doação e também como fornecedora de despesas. Os valores são pequenos (R$ 11,7 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), o que é compatível com doações entre aliados, repasses partidários e uso de plataforma de financiamento coletivo. A única entidade de outro partido (PL/SC) aparece apenas como doador para a Vakinha em 2018, sem conexão direta com os demais elos. Não há um fato isolado que destoe do padrão rotineiro de movimentação de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.243,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao Partido NOVO no RS, com valores pequenos e compatíveis com doações internas e despesas de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para receber doação quanto para pagar despesa, o que explica a ponta do ciclo. As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal ou valor atípico que sugira triangulação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.661,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do Partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 13,6 mil no total) e transações que fazem sentido dentro da rotina partidária: doações entre candidatos da mesma legenda, repasses da direção estadual e pagamentos à Vakinha, plataforma de arrecadação usada por campanhas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário comum. O loop parece ser mais um artefato de como doações e despesas se conectam entre campanhas aliadas do que um indício que exija checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.725,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores modestos (R$ 17,7 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido, repasses da direção estadual e pagamentos à plataforma Vakinha. A plataforma Vakinha aparece como fornecedora de serviços de arrecadação, o que explica tanto a doação recebida quanto as despesas pagas a ela. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 682.446,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 30 a R$ 300) e repasses da direção partidária ao senador Marcel Van Hattem, padrão comum de financiamento interno. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para doar a um candidato quanto para receber despesas de campanha, o que é compatível com seu ramo de atuação. O valor de R$ 500 mil da direção estadual ao senador em 2026 é o único montante alto, mas se explica como repasse partidário ordinário. Não há fornecedor fora de contexto nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.901,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.901,54, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e não formam um loop curto e fechado no mesmo período. Há vínculos partidários claros (NOVO/RS) entre parte dos envolvidos, o que pode explicar doações entre aliados, e a Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber quanto para pagar, o que é compatível com seu ramo. Os valores são modestos e não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a mistura de anos e a presença de um vereador de outro estado (SC) impedem uma explicação totalmente simples.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.373,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao Partido NOVO no Rio Grande do Sul em 2018, com valores pequenos e compatíveis com doações internas e repasses partidários. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber doação de Leonardo Klein quanto para pagar despesa de João Amoedo, o que é um uso corriqueiro da ferramenta. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo; o fluxo fecha o ciclo porque todos os elos pertencem à mesma rede partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.900,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do NOVO/RS e a empresa Vakinha, que é uma plataforma de arrecadação usada por campanhas — o que explica parte das movimentações. As transações são de valores modestos e espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento curto e fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe claramente, mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem checar os vínculos entre as pessoas e a empresa.
severidade média5 nósR$ 10.060,01
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.604,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 16,6 mil no total) e a maioria das entidades tem vínculo partidário ou de coligação no RS (NOVO e PL), o que poderia explicar doações entre aliados. Porém, a cadeia fecha com uma empresa de arrecadação online (Vakinha) recebendo despesa de campanha e depois doando para um candidato, o que não é um padrão típico e merece checagem. A ausência de nome em uma das entidades e a mistura de anos (2018 e 2024) dificultam a interpretação automática.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 82.001,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (NOVO e PT) e valores que não fecham perfeitamente: a Vakinha doa R$ 24.744,20 a Tiago, mas Whelton paga apenas R$ 1.393,24 à Vakinha, e Tiago gasta R$ 54.918,00 com uma gráfica que não participa do loop. As transações são de 2018 e podem refletir uso comum de plataforma de arrecadação e fornecedores diversos, sem um elo claro de coligação ou repasse partidário que explique o retorno à Vakinha. Não há um fato isolado que destoe gritantemente (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação), mas também não é um padrão rotineiro evidente.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 91.163,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO (Tiago Lima Mitraud de Castro Leite e Guadalupe Machado Dias são filiados ao NOVO, e a Direção Estadual/Distrital é do próprio partido), o que é um padrão comum e legítimo de movimentação de recursos dentro da mesma agremiação. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada tanto para doações a campanhas quanto para pagamentos de despesas, o que explica sua presença nas duas pontas. Os valores são modestos (R$ 91 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fato concreto que fuja do padrão de doações e despesas partidárias rotineiras.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 93.187,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do mesmo partido (NOVO) em Minas Gerais, com valores pequenos e compatíveis com doações internas e despesas de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações quanto para pagar despesas, o que explica as pontas do ciclo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo. O fluxo é compatível com a movimentação financeira rotineira de campanhas de um mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 93.399,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e pessoas ligadas ao partido NOVO em Minas Gerais, com valores modestos e compatíveis com doações internas e despesas de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações quanto para pagar serviços, o que explica a ponta da empresa no ciclo. Não há indício de valores desproporcionais ou fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.822,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma plataforma de arrecadação (Vakinha), um candidato do NOVO, a direção estadual do NOVO-MG e um candidato do PODE. As transações são de 2018, de valores modestos (R$ 2.474,42, R$ 5.000, R$ 968,45 e R$ 3.110), e a maior parte do fluxo passa pela estrutura partidária, o que é compatível com repasses e despesas ordinárias de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não há elemento suficiente para priorizar checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 77.865,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO (Tiago Mitraud e Rodrigo Paiva são filiados, e a Direção Estadual/MG é do próprio partido), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações recebidas quanto para pagamento de despesa, e os valores são modestos (R$ 24,7 mil, R$ 50 mil, R$ 3,1 mil e R$ 10,95). Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 94.095,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do mesmo partido (NOVO), o que é um padrão comum em prestações de contas partidárias: doações da direção estadual a candidatos, despesas de campanha com a plataforma Vakinha e doações de apoiadores. Os valores são modestos (R$ 94 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem concentração temporal suspeita. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou que haja fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 89.242,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas estão ligadas ao partido NOVO (Tiago e Leandra são filiados, e a direção estadual é do próprio partido), o que é um padrão comum de movimentação interna. Os valores são modestos (R$ 89 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação e também como fornecedora de Leandra, o que pode ser apenas uso de serviço de crowdfunding, sem indício claro de irregularidade.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 66.016,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e pessoas do mesmo partido (NOVO), incluindo a direção estadual de MG repassando recursos a um candidato do partido. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações recebidas quanto para pagamento de despesa, o que é compatível com seu uso regular em campanhas. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem indício de retorno financeiro anômalo à empresa.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 86.136,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO em Minas Gerais, com valores compatíveis com doações e despesas de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada para doações, e o repasse da direção estadual a Lucas Pitta Maciel é típico de apoio partidário. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor discrepante ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 44.806,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do partido NOVO em Minas Gerais, em 2018, e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações quanto para pagar despesas de campanha. Os valores são modestos e compatíveis com repasses partidários e uso de plataforma de financiamento coletivo, sem indício de empresa de ramo alheio ou valor fora de escala. O loop pode ser explicado por doações e despesas dentro do mesmo grupo político, não justificando priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 44.383,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do partido NOVO em Minas Gerais, em 2018, o que é compatível com movimentação interna de campanha (doações de diretório estadual a candidatos, repasses entre aliados e uso de plataforma de arrecadação). Os valores são modestos e as transações têm direções típicas: doação de diretório para candidato, doação de plataforma para candidato e despesas de campanha pagas à plataforma. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço; o 'loop' parece mais um artefato de agregação de dados do que um padrão atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.728.615,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e entidades do partido NOVO (Tiago Mitraud, Rodrigo Paiva e a direção estadual de MG), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma legenda. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada por campanhas, e os valores de ida e volta por ela são pequenos (R$ 1.095 de despesa contra R$ 24.744 de doação), não configurando devolução suspeita. A transação de maior valor (R$ 1,7 milhão) é uma doação da direção estadual do NOVO a Mateus Simões em 2026, fora do ciclo temporal das demais (2018), o que enfraquece a leitura de 'loop' fechado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.143,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a Vakinha (plataforma de arrecadação) pagando a Tiago Mitraud (NOVO) e Bernardo Mucida (AVANTE) pagando despesas à Vakinha, o que é compatível com uso legítimo da plataforma por campanhas distintas. As demais transações (doação de Mauro Henrico a Bernardo e despesa de Tiago a Mauro H. da Costa) não fecham um ciclo claro entre os mesmos atores e os valores são modestos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de mercado ou que configure ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Faltam elementos para afirmar que é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.907,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, AVANTE, PSB) e anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, a Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada por diversos candidatos, e os valores são modestos (R$ 31,9 mil no total), com transações que podem ser doações legítimas entre pessoas físicas ou pagamentos por serviços. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.112,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas ligadas ao Partido NOVO (Tiago Mitraud e Roberta Grabert são filiados, e o diretório municipal aparece como intermediário). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 33 mil no total), compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação online, e tanto a doação recebida por Tiago quanto a despesa paga por Roberta à Vakinha podem ser explicadas por uso legítimo da ferramenta. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para campanhas do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 285.081,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas todas estão ligadas ao partido NOVO (candidatos e diretório municipal), o que oferece uma explicação partidária plausível para as movimentações. Além disso, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024, 2026), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo período. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de desproporção. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.564,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma plataforma de arrecadação (Vakinha), um candidato do NOVO, o diretório municipal do NOVO e outro candidato do mesmo partido, todos com valores modestos e em anos distintos (2018 e 2020). As transações são compatíveis com doações e despesas rotineiras dentro do mesmo partido, e a plataforma Vakinha aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, o que é comum em campanhas que usam crowdfunding. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valor muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 708.402,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas estão ligadas ao Partido Novo (Tiago Mitraud é vice-presidente nacional e Cristina Monteiro é candidata pelo NOVO em SP), o que dá uma explicação simples de mesma legenda. Os valores são modestos e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações quanto para despesas de campanha, o que é comum. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 32.630,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao Partido NOVO, com valores modestos e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022). A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações quanto para pagamento de despesas, o que explica a ida e volta de recursos. As doações entre candidatos do mesmo partido e o repasse à direção municipal são padrões comuns e legítimos. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou valores desproporcionais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.798,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 26,8 mil no total) e transações de anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham parcialmente o mesmo campo político no Piauí (PT/Solidariedade), e a VAKINHA aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços de arrecadação, o que é compatível com sua atividade. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas do mesmo estado.
severidade média5 nósR$ 10.479,94
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 24.699,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de arrecadação (VAKINHA) que doa a uma campanha, recebe despesa de outra campanha e fecha o loop, mas as entidades não compartilham partido/coligação declarada (PT, Solidariedade, sem partido). O valor de R$ 15.000 pago por José de Andrade Maia Filho a Gabriel Rabelo Caldas (despesa) é uma ordem de grandeza acima das demais transações do ciclo (R$ 50 a R$ 9.300), e esse mesmo Gabriel depois doa R$ 9.300 a Joaquim Silvio Caldas (PT), criando um fluxo cruzado entre campos políticos distintos. A soma de R$ 24.699,94 em um ciclo fechado entre cinco entidades, com valores desproporcionais e sem vínculo partidário claro, justifica checagem humana.
severidade média5 nósR$ 10.097,69
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.358,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13,3 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e entre campanhas de partidos diferentes (PSB, NOVO) e empresas de ramos variados. Não há um encadeamento temporal curto nem valores expressivos que sugiram um loop fechado de recursos. A maioria das conexões pode ser explicada por doações e despesas rotineiras de campanha, sem um fato concreto que destoe.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 129.703,47
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026) e envolvem partidos diferentes (PSB/DF, PT/SP) sem coligação comum evidente. O valor de R$ 125.154,99 pago pela ELEGIS a Paulo Roberto Fiorilo em 2026 é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (que somam cerca de R$ 4.500), o que destoa do padrão. Além disso, a VAKINHA (plataforma de arrecadação) aparece como doadora e depois recebe despesa de campanha, o que merece checagem sobre a natureza desses repasses.