severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.583,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2024) e entre partidos diferentes (PSB e PSOL), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações quanto para despesas de campanha, e a ELEGIS presta serviços de consultoria/tecnologia eleitoral, ramos compatíveis com a movimentação. Não há um fato concreto que destoe (valor, ramo ou ciclo fechado no mesmo pleito) que justifique priorização humana imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.362,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSB/DF em 2018-2022 e PSOL/SC em 2018-2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações estão espalhadas ao longo de vários anos, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e a ELEGIS aparece como fornecedora/consultoria, o que pode gerar coincidências contábeis.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.563,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 13,5 mil no total) e entidades que são plataformas de arrecadação/ pagamento (Vakinha, Pagar.me), não fornecedores comuns. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e ligam políticos de partidos distintos (PT e PC do B) sem coligação explícita nos dados. Não há um fato único que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço; a movimentação pode ser explicada por doações e despesas rotineiras de campanha via plataformas digitais.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 21.099,19
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (PODE-PR e NOVO-SP), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A Vakinha (plataforma de arrecadação) aparece como doadora de campanha e depois recebe despesa de campanha, o que é um uso atípico para uma empresa desse ramo. Os valores são pequenos, mas a combinação de ciclo fechado, atores sem relação partidária clara e fornecedor fora do ramo típico justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 24.918,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (NOVO-SP) em 2018 e uma empresa de arrecadação online (Vakinha) usada como fornecedora de serviços de campanha. A maior transação é um pagamento de R$ 13.577,34 de Luciana para Adriana Miguel Ventura, que por sua vez doou R$ 8.500 para Gabriela — padrão compatível com repasse entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos e as conexões via Vakinha (doação recebida e despesa paga à mesma plataforma) são típicas de campanhas que usam financiamento coletivo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.629,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do PDT no RS (Darci Pompeo, Eduardo Loureiro e Angelo Thomas), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada como intermediária em doações e despesas de campanha, o que explica sua presença no loop. Os valores são modestos (R$ 20,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração suspeita. Não há indício de quebra do ciclo por fornecedor sem relação ou valor muito acima do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.379,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11,3 mil) e três candidatos do mesmo partido (PDT/RS), o que é compatível com doações entre aliados e uso de plataforma de arrecadação. Porém, o loop fecha com uma empresa (Vakinha) recebendo despesas de campanha e depois doando para um dos candidatos, o que merece uma olhada, mas não há indício forte de irregularidade. A mistura de anos (2018, 2022, 2024) e a presença de uma doadora individual não conectada ao partido tornam o quadro ambíguo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 75.033,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são pequenos e dispersos em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado no mesmo período. As transações podem ser explicadas por doações entre aliados do PL/PDT no RS, uso de plataforma de arrecadação (Vakinha) e repasses partidários, sem um fato concreto que destoe. Não há indício forte de irregularidade, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a relação entre as campanhas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.627,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11,6 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo partido (PDT/RS), o que é compatível com movimentação rotineira entre aliados. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações quanto para pagamento de despesas, e o retorno de R$ 27,85 a ela é compatível com taxa ou ressarcimento. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.177,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas do mesmo partido (PDT/RS) e uma plataforma de arrecadação (Vakinha) usada para doações e despesas de campanha, o que é um padrão comum. Os valores são modestos e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um encadeamento imediato que sugira devolução de recursos. O elo 'DARCI POMPEO DE MATTOS -> ANDRE LEMKE' é uma despesa de campanha, não uma doação, e Andre Lemke doa para Iara Teresa Cardoso, fechando o ciclo de forma compatível com relações políticas locais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.953,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 12.953,65 no total) e entidades de naturezas distintas: uma plataforma de arrecadação (Vakinha), um intermediário de pagamentos (Pagar.me) e três pessoas físicas de partidos diferentes (PSD e PC do B). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os trechos não formam um ciclo fechado e imediato entre os mesmos atores, o que enfraquece a ideia de circularidade intencional. Não há um fato concreto que destoe (valor, ramo do fornecedor, vínculo partidário) a ponto de justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.159,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades em 2018, mas os valores são pequenos (R$ 14 mil no total) e as transações são de naturezas distintas: doação de empresa a candidato, doação de pessoa física a candidata, despesa de campanha a fornecedor e despesa de campanha a plataforma de arrecadação. Não há um elo claro de mesma coligação ou partido entre todos os envolvidos, mas também não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo). A menção a 'WADSON NATHANIEL RIBEIRO' como intermediário entre Gilson e Kênia não está detalhada nas transações, o que impede avaliar se há conexão partidária. Falta informação para dizer se é coincidência ou algo a checar.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 19.288,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PC do B) em MG no mesmo ano (2018), o que é um padrão comum de repasses dentro da mesma coligação/partido. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada tanto para doações quanto para despesas de campanha, e os valores são pequenos (R$ 1.250, R$ 17.097,72, R$ 340,74, R$ 600). Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor fora do ramo ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 58.559,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 58,5 mil no total). Há vínculos partidários parciais (PC do B e PT) e a Vakinha aparece como plataforma de arrecadação, o que pode explicar pagamentos e devoluções. Não há um fato único e gritante que fuja do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas a cadeia fechada merece uma olhada humana para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 20.417,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PC do B) e mesma UF (MG) no mesmo ano (2018), além de uma plataforma de arrecadação (Vakinha) e uma campanha eleitoral. As transações são de valores modestos (R$ 20,4 mil no total) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, como repasses entre aliados e pagamentos a fornecedores. O fluxo fecha um ciclo, mas a conexão partidária e o contexto eleitoral oferecem explicação simples e legítima.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.379,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são pequenos (R$ 11,4 mil no total) e as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral. As entidades incluem duas empresas ligadas a arrecadação virtual (Vakinha) e dois candidatos do PC do B de MG, o que sugere possível conexão partidária, mas não há dados suficientes para afirmar que o loop é um padrão legítimo ou um indício de irregularidade. A ausência de informações sobre a coligação e a natureza exata das transações impede uma classificação mais definitiva.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.283,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 29 mil) e entidades que compartilham o mesmo partido (PT) e atuação no RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre adversários), mas também não há explicação óbvia e documentada para todas as setas. Por isso, não se justifica priorizar como 'bizarro', mas também não é possível descartar sem checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 23.974,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT do RS (Stela e Antônio Valdeci) e um fornecedor de plataforma de arrecadação (Vakinha), com valores modestos e em anos distintos (2018 e 2022). A ligação entre Stela e João Edegar Pretto (também PT) é uma despesa de campanha de 2022, não uma doação de volta, e o elo com Antônio Valdeci se dá por doação de João Edegar, não por repasse direto entre as campanhas. Não há um ciclo curto e fechado entre pessoas sem partido comum, nem valor de ordem de grandeza destoante. O padrão é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido e uso de plataforma de arrecadação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 24.283,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS (Stela e Miguel) e a campanha de João Edegar Pretto ao governo em 2022, todos do mesmo campo político, o que é um padrão comum de repasses internos. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações quanto para pagar despesas de campanha, o que explica as setas de entrada e saída. Os valores são modestos (R$ 24 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.240,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Stela Beatriz e Luiz Fernando Mainardi) e uma empresa de arrecadação online (Vakinha), com valores modestos e em anos distintos (2018 e 2022). A ligação entre as pontas passa por João Edegar Pretto, que doou a Mainardi em 2022 e recebeu despesa de Stela no mesmo ano, mas os fatos apresentados não detalham a natureza dessas transações nem o vínculo formal entre as campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência de mesma coligação sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.397,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 27,4 mil no total). As duas pessoas físicas são do PT/RS, o que poderia explicar conexões partidárias, mas a Vakinha é uma plataforma de arrecadação e a outra empresa não tem nome identificado. Não há um fato agudo que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não há explicação simples e completa para o fechamento do ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.985,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 26,9 mil) e pessoas com vínculos partidários e temporais que se sobrepõem (PT/PDT no RS, eleições de 2018 a 2024), o que permite explicar parte das transações como doações entre aliados e repasses de campanha majoritária. A Vakinha aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, mas os valores são pequenos e compatíveis com serviços de arrecadação online. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo alheio, ciclo fechado sem vínculo), então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.985,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e PDT) e uma empresa de arrecadação (Vakinha), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos. A doação de R$ 15.000 de Stela para a campanha de João Edegar Pretto (PDT) em 2022 pode ser um repasse partidário ou apoio entre aliados, e as despesas com a Vakinha são compatíveis com serviços de arrecadação online. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 152.795,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e uma empresa de arrecadação online (Vakinha), com valores pequenos de ida e volta (R$ 3.390 e R$ 233,02) que podem ser taxas de plataforma ou ressarcimentos. A maior transação (R$ 134.172,00) vem de João Edegar Pretto, que não está listado como entidade do loop, e a despesa de R$ 15.000,00 de Stela para a campanha de Pretto em 2022 também não fecha o ciclo com as demais. Faltam dados que liguem diretamente as pontas (ex.: se Pretto repassou à Denise recursos originados de Stela), então não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.361,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PT, PV) e uma empresa de arrecadação online, o que à primeira vista dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há um elo intermediário relevante — a doação de R$ 15.000 de Stela (PT) para a campanha de João Edegar Pretto (PT) em 2022 — que pode conectar indiretamente os demais. O valor total é baixo (R$ 25,3 mil) e os trechos individuais não apresentam valores absurdos ou fornecedores fora de ramo, mas a presença de partidos sem aliança clara e o fechamento do ciclo justificam uma checagem humana para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.071,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 31 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, com valores e tipos variados (doações, despesas, repasses a comitês). Há conexões partidárias indiretas (PT, PC do B, MDB) e uma figura central (João Edegar Pretto) que aparece como doador e destino de despesa, mas sem que se possa afirmar que o loop seja intencional ou apenas coincidência de redes políticas no RS. Não há um fato único e gritante que justifique priorização imediata, nem uma explicação simples e completa que elimine a estranheza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.411,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PT, MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária única. Porém, os valores são baixos (R$ 25,4 mil no total) e há transações intermediárias com terceiros (João Edegar Pretto) que quebram o loop direto, sugerindo possível coincidência ou fluxo indireto. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.805,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e MDB) e uma empresa de arrecadação (Vakinha), mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022). A doação de João Edegar Pretto a Gabriel Gonçalves da Silva e a despesa de Stela Beatriz Farias Lopes para a campanha de João Edegar Pretto sugerem uma conexão política, mas não há elementos suficientes para afirmar que o loop seja intencional ou irregular. O sinal merece uma checagem manual para verificar se há relação entre as campanhas ou se é apenas coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.889,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e PC do B) no RS, mas há um elo intermediário — a campanha 'ELEIÇÕES 2022 JOAO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR' — que pode funcionar como conta de coligação/aliados, o que explicaria parte do fluxo. Os valores são modestos (R$ 18,9 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por campanhas, então doações e despesas via essa empresa são comuns. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo imediato entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a relação entre as campanhas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.868,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de naturezas distintas (plataforma de arrecadação, campanhas e pessoas físicas) e valores de ordens de grandeza diferentes (R$ 3.390, R$ 380, R$ 98,10 e R$ 15.000). As conexões podem ser explicadas por doações de campanha, repasses partidários e despesas comuns, sem um fato isolado que destoe claramente do padrão. Não há evidência de que o dinheiro retorne à origem de forma indevida, mas a cadeia é longa e merece verificação se houver outros indícios.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.881,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Dionilso Marcon e Stela Lopes) e a plataforma Vakinha, com valores modestos (R$ 22,8 mil no total). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há um intermediário (João Edegar Pretto) que não fecha o ciclo diretamente, enfraquecendo a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados do mesmo partido, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 41.516,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Soldatelli Rossetto, Stela Beatriz Farias Lopes e Olivio de Oliveira Dutra) e a empresa Vakinha, uma plataforma de arrecadação coletiva amplamente usada por campanhas. As transações são de baixo valor (R$ 41,5 mil no total) e se distribuem ao longo de vários anos (2018 a 2022), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos de serviços de arrecadação. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.933,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS e uma plataforma de arrecadação (Vakinha) usada tanto para receber doações quanto para pagar despesas de campanha, o que é comum. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026) e os valores são modestos (total ~R$ 25 mil), compatíveis com movimentação típica de campanhas de pequeno porte. A doação de R$ 15.000 de Stela para a campanha de João Edegar Pretto (governador) em 2022 é um repasse dentro do mesmo partido, e as demais transações podem ser explicadas por apoio mútuo entre correligionários ou reembolsos. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.894,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15,9 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PT) ou de fornecedor de serviços de arrecadação, o que é compatível com movimentações rotineiras entre campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 53.309,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT de Goiás (Rubens Otoni, Nelson Galvão e Adriana Accorsi) que atuam juntos em eleições de 2018 a 2026, o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada para despesas de campanha, e os valores são modestos (R$ 53 mil no total), sem indício de empresa doando milhões e recebendo de volta. O fluxo Nelson -> Adriana (R$ 38,5 mil) é o maior, mas pode ser repasse de sobra ou apoio dentro da mesma coligação. Não há fato que fuja do padrão de movimentação entre correligionários.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.894,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 15,9 mil no total) e entidades que incluem uma plataforma de arrecadação (Vakinha) e campanhas de partidos diferentes (PT e PP), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e podem refletir doações legítimas entre aliados ou pagamentos por serviços de arrecadação online. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.894,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 15,9 mil no total) e entidades que compartilham partido (PT) ou atuam no mesmo estado (GO), o que poderia ser explicado por alianças locais e prestação de serviços de arrecadação. Porém, a cadeia mistura anos distintos (2018, 2022, 2024) e há um salto entre ROBSON MEDEIROS DA COSTA (PP) e LUIZ ALBUQUERQUE COUTO (PT) sem vínculo partidário declarado, o que impede tanto descartar como confirmar um padrão rotineiro. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (valores, ramo do fornecedor ou ciclo fechado entre pessoas sem relação), mas também não há explicação simples e completa para todas as setas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 258.503,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 258,5 mil, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores desiguais, sem um retorno claro do mesmo montante ao ponto de origem. Há elos partidários plausíveis: Raissa e Rodrigo são ambos do PSB/DF, e Ana Maria é do PC do B, que pode ter relação de coligação ou direção distrital. O elo com a Vakinha (plataforma de arrecadação) aparece como doação recebida e depois despesa paga, o que é compatível com uso de crowdfunding, mas o fechamento do ciclo em 2018 merece conferência humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 82.630,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 82,6 mil, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores muito díspares: a maior parte do fluxo é uma despesa de R$ 60 mil de Rodrigo Rollemberg para a direção distrital do PC do B, enquanto o retorno à Vakinha é de apenas R$ 33,83. Há elos partidários plausíveis (Raissa e Rodrigo são do PSB; Leonardo é do PC do B, que recebeu a despesa), mas o elo de volta à Vakinha é irrisório e não fecha um ciclo financeiro relevante. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização, nem todos os elos se explicam por um padrão único evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 82.794,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 82,8 mil, mas as transações são de naturezas distintas (doações, despesa e pagamentos à plataforma) e valores desiguais. Há elos partidários parcialmente coincidentes (PSB entre Raissa e Rodrigo; PC do B entre Jefferson e o diretório), o que permite explicar parte do fluxo por alianças ou mesma coligação. O elo de volta à VAKINHA é de apenas R$ 197,69, compatível com taxas de plataforma de arrecadação, não com devolução de recursos. Sem mais contexto, não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 252.605,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 252.605,22, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores muito díspares. A maior parte do fluxo (R$ 60.000,00) é uma despesa de Rodrigo Rollemberg para a direção distrital do PCdoB, o que pode ser repasse partidário ou pagamento de serviços, e não necessariamente uma doação. As demais transações são de baixo valor ou compatíveis com doações entre candidatos da mesma coligação, sem um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 81.831,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PSB e do PC do B no DF em 2018, com valores compatíveis com doações entre aliados e repasses partidários. A maior transação é uma despesa de R$ 60.000 de Rodrigo Rollemberg para a direção distrital, valor alto mas dentro do esperado para uma campanha majoritária. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação e também como fornecedora de serviços, o que explica o fluxo de entrada e saída. Não há indício de que os valores estejam fora de ordem ou que os participantes não tenham vínculo partidário/coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 81.438,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 81,4 mil, mas as transações são de naturezas distintas (doações, despesa de campanha e pagamento a fornecedor) e ocorrem todas em 2018, ano eleitoral no DF. Há elos partidários parcialmente coerentes (PSB entre Raissa e Rodrigo; PDT entre o diretório e Leonardo), mas a VAKINHA aparece tanto como doadora inicial quanto como fornecedora final, o que poderia ser apenas uma plataforma de arrecadação/negócios virtuais usada por campanhas. Os valores são modestos e não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas também não há explicação simples e completa para o fechamento do ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 139.452,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 139 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e há elos partidários plausíveis: Raissa e Rodrigo são ambos do PSB/DF, e Tânia é do PDT/DF, que recebeu doação da direção distrital do próprio PDT. O elo final (Tânia pagando à Vakinha.com) é uma despesa de campanha comum, e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de uma ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas a combinação de elos entre partidos diferentes e anos distintos impede descartar de plano.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 79.578,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 79,5 mil, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa, repasse partidário) e valores desiguais, sem um retorno claro do mesmo montante à origem. Há elos partidários parcialmente coincidentes (PSB entre Raissa e Rodrigo; PDT/União no DF), o que pode explicar parte do fluxo como articulação política local. Não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar priorização automática, mas também não é um padrão trivialmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 549.047,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSB do Distrito Federal (Raissa Rossiter, Rodrigo Rollemberg e Estevão Cubas Rolim) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos entre candidatos da mesma legenda. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada tanto para doações de campanha quanto para pagamento de despesas, e os valores são compatíveis com transações eleitorais típicas. O maior valor (R$ 525 mil) é uma despesa de Rodrigo Rollemberg para a direção estadual, provavelmente repasse partidário, e não um retorno direto à empresa doadora. Não há indício de quebra do ciclo por pessoas sem vínculo partidário ou valores fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 549.241,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSB no Distrito Federal, o que é compatível com movimentações internas de uma mesma coligação partidária. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada por campanhas, e os valores são modestos (R$ 16,5 mil em doações, R$ 308 em despesas), sem indício de vulto anômalo. A maior transação (R$ 525 mil) é uma despesa de campanha à direção estadual/distrital, padrão comum de repasse partidário. Não há fato concreto que fuja do que se espera de uma cadeia de financiamento dentro do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 549.326,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 549 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e a maioria das entidades é do mesmo partido (PSB-DF), o que é compatível com movimentação partidária rotineira. A VAKINHA aparece como doadora em 2018 e como fornecedora de Israel em 2018, mas o valor pago (R$ 447,57) é irrisório perto da doação recebida por Raissa (R$ 16.497,00), quebrando a ideia de retorno financeiro. O elo que fecha o ciclo (Rodrigo -> direção partidária -> Israel) é uma despesa de R$ 525 mil em 2022, mas não há detalhamento que permita afirmar que o dinheiro retornou à VAKINHA. Sem um fato concreto que destoe (valores desproporcionais, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano), não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 672.415,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas todas as pessoas físicas são do PSB do DF, e a direção estadual do partido aparece repassando recursos a uma candidata, o que é um padrão legítimo. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos, exceto um repasse de R$ 525 mil de um candidato à direção partidária, que pode ser devolução de sobra ou repasse interno. Não há um fato isolado que destoe claramente, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor muito acima do mercado, mas a existência de um ciclo fechado entre os mesmos atores justifica uma checagem humana para confirmar a regularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 554.795,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 554 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e há vínculos partidários claros: Raissa, Rodrigo Rollemberg e o diretório do PSB-DF pertencem ao mesmo partido, o que explica doações internas. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doação a Raissa quanto para despesa de Rodrigo Francelino, o que pode ser coincidência de uso comum. O elo entre Rodrigo Francelino (UNIÃO) e os demais (PSB) não tem explicação simples, mas o valor de R$ 31,00 pago à Vakinha é irrisório e não fecha um ciclo financeiro relevante. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização humana imediata.