severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 13.051,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Nelson Marquezelli recebeu R$ 3.051,00 de Willian Lucas Alexandre e, no mesmo ano de 2018, pagou R$ 10.000,00 de despesa ao mesmo Willian. Não há informação de partido ou coligação comum entre eles que explique a ida e volta do dinheiro, e o valor pago de volta é mais de três vezes maior que o recebido. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.051,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas de partidos diferentes (PTB e PRD) e cargos distintos, o que à primeira vista poderia sugerir algo estranho. Porém, os valores são modestos (R$ 3.051 de doação e R$ 10.000 de despesa) e as transações ocorreram no mesmo ano (2018), o que é compatível com um ressarcimento ou pagamento por serviço de campanha. Sem mais contexto sobre a natureza da despesa, não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 23.051,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: R$ 3.051,00 doados por Ricardo Augusto Bracale a Nelson Marquezelli e R$ 20.000,00 pagos de volta por Marquezelli a Bracale como despesa no mesmo ano de 2018. Não há informação de partido/coligação comum entre eles, e o valor de volta é cerca de 6,5 vezes maior que o da ida, o que dificulta explicar como simples ressarcimento ou coincidência de aliados. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 23.051,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo fechado entre a campanha de Nelson Marquezelli e Mauro Trianoski no mesmo ano (2018): Trianoski doa R$ 3.051,00 à campanha e a campanha paga R$ 20.000,00 a Trianoski como despesa. O retorno financeiro é cerca de 6,5 vezes maior que a doação, e não há informação de partido/coligação comum que explique a operação como repasse partidário rotineiro. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 13.051,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Jairo Barsaglini doa R$ 3.051,00 a Nelson Marquezelli e, no mesmo ano de 2018, a campanha de Marquezelli paga R$ 10.000,00 a Jairo Barsaglini como despesa. Não há informação de partido/coligação comum para Jairo, e o valor pago de volta é mais de três vezes maior que a doação recebida, o que dificulta a explicação como simples ressarcimento ou trânsito dentro da mesma coligação. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a relação entre os dois.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.051,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas entidades de partidos diferentes (PTB e PP) e cargos distintos, o que à primeira vista dificulta a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 3.051 de doação e R$ 10.000 de despesa) e podem decorrer de ressarcimento ou prestação de serviço entre campanhas, sem elementos que indiquem anomalia grave. Não há informação suficiente para afirmar que é rotineiro ou bizarro.
severidade alta3 nósR$ 10.830,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 1.261.323,86
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção nacional do PTB e uma candidata do PSD, com a maior parte do valor (R$ 1,128 mi) saindo do partido para a candidata como doação e apenas R$ 133 mil retornando como despesa paga pela campanha à direção nacional. Isso é compatível com repasse de recursos partidários seguido de pagamento de despesas de campanha (ex.: cessão de espaço, serviços ou devolução de sobra), não configurando um ciclo fechado de valores equivalentes. O volume de retorno é cerca de 12% do repasse, proporção comum em prestações de contas. Não há indício de que o dinheiro tenha voltado integralmente à origem.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.450,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (Ferreira de Freitas), o que sugere possível relação familiar, mas não há informação sobre partido ou coligação do segundo envolvido. Os valores são modestos (R$ 9.450 de doação em 2024 e R$ 3.000 de despesa em 2020) e ocorrem em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato. Sem saber se há vínculo partidário ou se a despesa de 2020 foi paga a um fornecedor que depois doou, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Jorge Yoshiaki Yanai e Hermes Rodrigues Araujo) com valores modestos (R$ 11.500 no total). Não há informação sobre partido/coligação de Hermes nem sobre a natureza dos serviços pagos, o que impede avaliar se há vínculo legítimo ou coincidência. O próprio resumo do sinal reconhece que pode ser ressarcimento ou coincidência entre campanhas, sem fato concreto que destoe.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 96.030,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas de partidos diferentes (SILVANO é MDB e JUAREZ é REPUBLICANOS), sem coligação ou vínculo partidário comum declarado que explique a triangulação. Além disso, o valor que JUAREZ paga a CARLA (R$ 85.000,00 em despesas) é cerca de 9 vezes maior que a doação que SILVANO fez a JUAREZ (R$ 9.500,00), uma assimetria de ordem de grandeza que não se explica por mera coincidência de aliados. O retorno do dinheiro à cadeia original em um ciclo curto e fechado entre os mesmos três nomes justifica checagem humana.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 152.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (MDB e REPUBLICANOS) em MT, mas o elo de fechamento é SILVINA GOMES LEDESMA, que não aparece como candidata nem tem partido informado — pode ser fornecedora ou pessoa física comum. Os valores são modestos (R$ 3.100 e R$ 9.500 em doações) e o maior fluxo é uma despesa de R$ 140.000 de Juarez para Silvina, o que é compatível com pagamento a fornecedor. Não há fato concreto que force uma checagem, nem elementos suficientes para descartar.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (MDB e REPUBLICANOS) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 2.500 a R$ 9.500) e compatíveis com doações entre aliados políticos locais no Mato Grosso. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos de partidos diferentes (MDB, Republicanos, PP) em Mato Grosso, mas as transações ocorreram em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 2.500 a R$ 9.500) e compatíveis com doações entre candidatos de uma mesma região. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação eleitoral, mas também não se pode descartar completamente a coincidência.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (REPUBLICANOS, MDB, PR) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são modestos (R$ 1.500, R$ 7.800 e R$ 4.700) e as transações estão espalhadas ao longo de quatro anos, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, empresa devolvendo milhões), então não dá para cravar 'bizarro' nem descartar como rotineiro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 17.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas em anos eleitorais diferentes (2018, 2020), com valores modestos (R$ 2.500 a R$ 9.500) e partidos distintos (MDB e REPUBLICANOS). Não há evidência de coligação comum ou de empresa fornecedora, e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados políticos ou ressarcimentos de campanha. Os fatos disponíveis não permitem afirmar se há algo atípico ou se é apenas movimentação rotineira.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 18.436,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos de partidos diferentes (MDB, REPUBLICANOS, PSB) em Mato Grosso, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 9.500, R$ 1.500 e R$ 7.436), as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022) e há apenas uma doação em cada sentido, sem repetição que sugira um padrão sistemático. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado no mesmo ano), mas também não dá para afirmar que é rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.038,84
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre Juarez Alves da Costa e uma segunda entidade sem nome identificado, mas as transações listadas mostram apenas uma doação de MARCOS LOPES para Juarez em 2020 e uma despesa de Juarez para MARCOS IVAN LOPES em 2018. Não há dados suficientes para confirmar que se trata do mesmo indivíduo ou de um loop real, nem para descartar coincidência ou erro de agregação.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 22.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, Miguel Vaz Ribeiro (prefeito, Republicanos-MT) e Alceu Polacinski, com R$ 22.000 movimentados. Há uma doação de Alceu para Miguel (R$ 2.000) e despesas de Miguel para Alceu (R$ 20.000 em 2020 e 2024), mas não há informação sobre partido de Alceu, vínculo empregatício ou tipo de serviço prestado. Sem esses dados, não é possível dizer se é um padrão legítimo (ex.: prestador de serviço que também doou) ou algo que mereça checagem.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, Miguel Vaz Ribeiro (candidato a prefeito) e Valdir Miquelin, com valores modestos (R$ 3.000 doados em 2020 e R$ 10.000 pagos como despesa em 2024). Não há informação sobre partido ou coligação de Valdir Miquelin, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo. O intervalo de quatro anos entre a doação e a despesa também enfraquece a ideia de um ciclo fechado imediato. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 14.000 entre a direção estadual do PP de MT e um candidato do DEM, com valores idênticos de ida e volta (R$ 7.000 cada). O candidato é de outro partido (DEM), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas o valor é baixo e compatível com repasse/devolução de sobra ou ressarcimento. Não há indício de fornecedor estranho, preço fora de mercado ou montante desproporcional que justifique priorização.
severidade alta2 nósR$ 10.003,65
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 20.017,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades: uma direção municipal/comissão provisória do partido e o candidato Seluir Peixer Reghin (UNIÃO-MT). A maior parte do valor (R$ 19.979,00) é uma doação do partido ao candidato, e o retorno é uma despesa de apenas R$ 38,88 paga pelo candidato à mesma estrutura partidária — provavelmente um ressarcimento ou ajuste contábil de pequeno porte. Não há indício de empresa privada no loop nem valores desproporcionais; o padrão é compatível com movimentação rotineira entre campanha e direção partidária.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 25.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (REGHIN), sugerindo relação familiar próxima, e os valores são modestos (R$ 23.000 de doação e R$ 2.500 de despesa). A doação de JOAO REGHIN NETO para SELUIR PEIXER REGHIN em 2024 e a despesa no sentido inverso em 2020 ocorrem em anos diferentes, o que afasta a ideia de ciclo imediato de devolução. O padrão é compatível com apoio financeiro entre parentes em campanhas distintas, sem indício de anormalidade que exija priorização.
severidade alta3 nósR$ 10.223,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 13.710,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o próprio candidato e a direção municipal do seu partido (PSDB), uma relação institucional comum em campanhas. O valor que sai do candidato para a direção (R$ 12.510,45) é maior que o que entra (R$ 1.200,00), o que é compatível com repasse de recursos ou ressarcimento de despesas, não com enriquecimento. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço ou de valores fora de escala.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Neilton Virgilio de Souza Junior e André Luiz/Luis Pinto de Souza) ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024), com valores modestos (R$ 1.000 e R$ 300 em doações; R$ 12.000 em despesa). Não há indício de empresa fachada, fornecedor fora do ramo ou valor de ordem de grandeza discrepante. A variação de grafia do nome ('Luiz' vs 'Luis') e o intervalo longo entre as transações tornam o loop compatível com relação pessoal ou ressarcimento, sem fato concreto que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14.500 no total) e três pessoas físicas, sendo que duas delas são candidatos a prefeito no Paraná em anos diferentes (2016/2024 e 2020). A doação de R$ 11.500 de HAROLDO FERNANDES DUARTE para HAROLDO MEDEIROS DO NASCIMENTO em 2020 pode ser explicada por aliança política local, e a despesa de R$ 1.000 da campanha de MEDEIROS para LEONARDO OMORI DUARTE (possível parente de DUARTE) seguida de doação de LEONARDO para DUARTE em 2024 não configura, pelos dados disponíveis, um padrão claramente anômalo. Não há informação sobre partido/coligação de LEONARDO, o que impede avaliar se há vínculo partidário que explique a cadeia. Sem valores expressivos ou indícios de fornecedor estranho, o caso não se destaca como bizarro, mas também não é trivialmente explicável.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.001,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com nomes muito parecidos (WILIAM FIEGENBAUN MARQUES e WILLIAN FIEGENBAUM MARQUES), o que pode ser a mesma pessoa com grafia variante ou duas pessoas distintas. As transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024) e em direções opostas, com valores de R$ 1.001,50 e R$ 10.000,00. Não há informação suficiente sobre vínculo partidário, coligação ou contexto para afirmar que é um padrão legítimo ou um caso que exija checagem prioritária.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas R$ 13.000 entre duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 10.000 em 2022 e uma despesa de R$ 3.000 em 2020 — anos diferentes e valores que não fecham um ciclo imediato de devolução. Não há informação sobre partido ou coligação de ARISTHEU, nem sobre a natureza da despesa, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: aliado político, prestador de serviço) ou algo que mereça checagem. Os fatos disponíveis não apontam claramente para nenhum dos lados.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Maria Alessandra Leite Freire (candidata a prefeita pelo Republicanos) e Bethânia Pereira Gama. Em 2022, Bethânia doou R$ 3.000 à campanha de Maria Alessandra, que no mesmo ano pagou R$ 8.000 a Bethânia como despesa; em 2024, Maria Alessandra pagou mais R$ 10.000 a Bethânia. Não há informação sobre vínculo partidário, coligação ou natureza do serviço prestado por Bethânia, o que impede avaliar se é um loop legítimo (ex.: prestação de serviços de campanha) ou algo que mereça checagem. Os valores são modestos e compatíveis com transações eleitorais típicas, mas a ausência de contexto sobre a relação entre as partes deixa o caso em aberto.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 44.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, Douglas de Paulo Viegas (PODE-SP) e Leopoldo Reis Longo da Silva, com R$ 44.500 movimentados entre 2020 e 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Leopoldo, nem sobre a natureza das despesas pagas por Douglas a ele, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor é modesto e o intervalo de dois anos não configura ciclo curto e fechado típico de alerta, mas a ausência de contexto sobre a relação entre as partes deixa o caso sem elementos para classificar como rotineiro ou estranho.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 17.527,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Alexandre Bruno Araujo da Silva doou R$ 14.527,00 para a campanha de Patricia Lopes Miranda (em 2020 e 2024) e recebeu R$ 3.000,00 como despesa paga pela mesma campanha em 2020. Não há informação sobre partido ou coligação de Alexandre, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: fornecedor que também doou) ou algo que mereça checagem. O valor total é baixo e a diferença entre doação e despesa é grande, mas sem mais contexto não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: uma doação de R$ 3.000 de Rodrigo para José em 2018 e uma despesa de R$ 8.000 de José para Rodrigo em 2020. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há informação sobre partido/coligação de Rodrigo nem sobre a natureza do serviço prestado, então não dá para dizer se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.800,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 14.800 entre duas pessoas em 2020: uma doação de Janilson para a campanha de Edith (R$ 11.600) e uma despesa da campanha de Edith para Janilson (R$ 3.200). Não há informação sobre partido ou coligação de Janilson, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um padrão comum (ex.: prestador de serviço que também doou) ou algo que mereça checagem. Os valores não são absurdos e o ciclo é curto, mas a falta de contexto torna o caso apenas inconclusivo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.200,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 18.200 entre a campanha de Edith Machado de Oliveira Batista (PTB) e Orlando Gomes Lima, mas as transações listadas somam apenas R$ 18.200 (R$ 15.000 de doação e R$ 3.200 de despesa), sem detalhamento do terceiro elo do loop. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo entre as partes, nem sobre a natureza do serviço na despesa. O valor é baixo e compatível com movimentações rotineiras de campanha, mas a ausência de contexto sobre a relação entre os envolvidos impede uma classificação definitiva.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas, Epitácio Brandão Lopes Filho (vereador do PL-TO) e João Luís Cirqueira Costa, com R$ 15.000 movimentados. Não há informação sobre partido ou coligação de João Luís, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor é modesto e as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022), podendo ser doação seguida de pagamento por serviços, mas a ausência de detalhes sobre a natureza da despesa e a relação entre eles deixa o caso sem elementos suficientes para um diagnóstico claro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.800,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e em direções opostas: uma doação de R$ 2.800 de Edivam para Edson em 2020 e uma despesa de R$ 12.000 de Edson para Edivam em 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Edivam, nem sobre a natureza do serviço prestado em 2022, o que impede avaliar se há vínculo político ou justificativa comercial. O valor total é baixo e a diferença de dois anos enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato, mas a ausência de contexto sobre a relação entre os dois deixa o caso sem elementos suficientes para cravar estranheza ou normalidade.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 13.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas: Osvaldo Abrão de Souza doou R$ 12.900 à campanha de Giovana Dario Sbaraini (2020 e 2022) e recebeu de volta R$ 1.000 como despesa de campanha em 2020. O valor devolvido é uma fração pequena do total doado e pode ser explicado por um ressarcimento ou pagamento por serviço/fornecimento à campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de que o retorno equivalha ao doado, nem de ciclo fechado entre entidades sem relação.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 246.649,72
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção municipal do próprio partido (UNIÃO) e um candidato a prefeito filiado ao mesmo partido em Viçosa-MG, em 2024. Doações de diretório partidário para candidato da mesma legenda e despesas de campanha pagas ao diretório são movimentações típicas de repasse e ressarcimento dentro da mesma estrutura partidária. Não há indício de entidade externa ou fornecedor sem relação com a campanha.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 17.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas: Keila Paixão Oliveira doou R$ 4.000 a Glaudson em 2020 e, em 2024, Glaudson registrou R$ 13.000 em despesas para Keila. Não há informação sobre partido ou cargo de Keila, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo partidário/coligação ou se é um pagamento legítimo por serviço de campanha. O intervalo de quatro anos entre a doação e a despesa enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato, mas o retorno financeiro superior ao doado merece checagem humana para confirmar a natureza da despesa.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 73.945,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 73.945 entre Ricardo Correa de Barros (PSDB) e Fabrício Quezada da Silva, com doações em 2018/2020 e despesas em 2020/2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Fabrício, nem sobre a natureza dos serviços pagos, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: aliados do mesmo grupo) ou algo que mereça checagem. O valor não é de ordem de grandeza discrepante e o ciclo envolve apenas duas entidades, mas a falta de contexto partidário e da relação entre eles deixa o caso em aberto.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 141.260,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Ricardo Correa de Barros e Alene Veríssimo Seves) ao longo de vários anos (2020, 2022 e 2024), com valores modestos e sem indícios de empresa ou fornecedor estranho ao contexto. As doações de Alene para Ricardo somam R$ 135.260,00, enquanto a despesa de Ricardo para Alene é de apenas R$ 6.000,00, o que é compatível com um ressarcimento ou pagamento pontual, não com um retorno significativo do dinheiro. Não há elementos que sugiram ciclo fechado de lavagem ou fraude, sendo explicável por relações políticas ou pessoais dentro do mesmo espectro partidário.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas R$ 15.000, valor baixo, e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de ciclo fechado. Os nomes das entidades são parecidos (João Carlos Thomaz Sant'Anna e José Carlos Thomas de Sant'Anna), sugerindo possível confusão de homônimos ou parentesco, mas não há dados suficientes para afirmar que se trata da mesma pessoa ou de um padrão suspeito. Sem partido/coligação em comum ou outros elementos, não há fato concreto que justifique priorização.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e em direções opostas: uma doação de R$ 500,00 de Esmuity para Belmiro em 2020 e uma despesa de R$ 20.000,00 de Belmiro para Esmuity em 2024. Não há informação sobre vínculo partidário ou coligação entre eles, nem sobre a natureza do serviço prestado em 2024. O valor da despesa é 40 vezes maior que o da doação, mas sem contexto sobre o que foi pago não é possível classificar como bizarro ou plausível.