severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.480,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos dispersos: doações da Vakinha a Fernando (2018), da Elegis a Thaynara (2022), despesas de Thaynara com a Vakinha (2018) e de Fernando com a Elegis (2024). Não há um encadeamento temporal curto nem valores equivalentes que sugiram um loop fechado de recursos; as transações parecem independentes e de naturezas distintas (doação vs. despesa). Sem partido/coligação comum evidente entre Fernando (PSOL-SP) e Thaynara (PSB-DF), mas também sem um fato concreto que destoe do padrão de mercado ou indique conluio.
severidade média5 nósR$ 10.587,64
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.695,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSB/ES, PSOL/SP, MDB/ES) e uma empresa de arrecadação online, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Porém, os valores são pequenos e dispersos ao longo de vários anos (2018 a 2026), e a maior transação (R$ 12.178,18) é uma doação de uma empresa de consultoria a um candidato, o que pode ter explicação comercial ou de serviços. Não há um fato único e gritante que justifique priorização imediata, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.652,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As duas empresas (VAKINHA e ELEGIS) atuam no ramo de serviços para campanhas, o que torna plausível que sejam fornecedoras ou prestadoras de serviços eleitorais. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha, como valores muito acima do normal ou vínculos partidários explícitos que sugiram coordenação indevida.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 127.996,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024, 2026) e os valores são muito díspares: a maior parte (R$ 125.154,99) é uma doação da ELEGIS a Paulo Roberto Fiorilo em 2026, enquanto as demais somam pouco mais de R$ 2.800. As conexões entre VAKINHA, Fernando Tavares e ELEGIS são de valores irrisórios (R$ 981 e R$ 1.449), típicas de despesas miúdas. Não há um fato concreto que force uma explicação anômala, mas também não se pode descartar coincidência entre campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT) sem uma checagem mais detalhada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.876,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas prestadoras de serviços eleitorais (Vakinha, plataforma de arrecadação, e ELEGIS, consultoria/tecnologia) e dois candidatos do PSOL em estados diferentes (ES e SP). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), com valores baixos e compatíveis com serviços prestados, e não há indício de que os candidatos tenham relação direta entre si ou com as empresas além das transações listadas. O loop pode ser explicado por contratações normais de serviços eleitorais e doações, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.655,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 13.655,36, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As duas pessoas físicas são filiadas ao PSOL, o que poderia explicar conexões partidárias, mas não há coligação ou vínculo explícito entre as empresas e os candidatos. Não há um fato concreto que destoe claramente (como valores milionários ou ramos incompatíveis), nem uma explicação simples e direta para o fechamento do ciclo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.886,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de arrecadação de campanha (Vakinha) que doou a um candidato e recebeu despesa de outro, além de um pagamento de um candidato a um terceiro nome. Os valores são modestos (R$ 6.355,00 de doação, R$ 3.100,00 de despesa, R$ 2.500,00 de despesa) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem indicar um fluxo coordenado. Não há um fato concreto que fuja do padrão de doações e despesas eleitorais comuns, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar vínculos entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 287.405,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSB-DF) e uma empresa de arrecadação, com valores e anos que não formam um loop fechado no mesmo período. A maior transação (R$ 275 mil de Israel Matos Batista ao diretório estadual do PSB) é uma despesa típica de campanha, e a doação do diretório a Estevão Cubas Rolim (R$ 5,8 mil) é repasse partidário comum. Já a doação da Vakinha a Israel (R$ 6,3 mil em 2018) e o pagamento de Estevão à Vakinha (R$ 167 em 2018) são de anos diferentes e valores baixos, sem conexão direta com o restante. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não se pode descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 288.599,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSB do Distrito Federal e uma empresa de arrecadação online (Vakinha), usada por campanhas de forma rotineira para receber doações e pagar despesas. As transações se distribuem entre 2018 e 2022, com valores compatíveis com doações partidárias e repasses internos, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço. O elo de retorno à Vakinha é explicável como pagamento de taxas pela plataforma de arrecadação, não como devolução de doação. Não há, nos fatos apresentados, um elemento concreto que fuja do padrão de movimentação de campanhas da mesma federação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 291.212,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSB-DF) e a direção estadual/distrital do próprio PSB, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. A VAKINHA aparece como fornecedora de serviços de arrecadação para ambos os candidatos, e o fluxo de volta é compatível com pagamento por serviços prestados, não com devolução de doação. Os valores são de ordens de grandeza distintas (doações pequenas/médias e uma despesa partidária de R$ 275 mil), sem um fato concreto que fuja do roteiro de uma campanha normal.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 287.599,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSB-DF) e uma empresa de arrecadação online (Vakinha), com valores e anos distintos. A maior transação (R$ 275 mil de Israel Matos Batista ao diretório estadual do PSB) é uma despesa partidária típica, e as demais somam valores modestos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de campanhas do mesmo partido, mas a cadeia fechada merece uma olhada rápida para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 410.773,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSB-DF) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum em campanhas: repasses partidários e despesas de campanha. A empresa VAKINHA aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo pagamento de outro, mas o valor pago (R$ 36,10) é irrisório perto das doações, sugerindo mera coincidência de fornecedor. Não há um fato concreto que destoe do esperado (valores, ramo ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 293.153,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são muito díspares: a maior parte do volume (R$ 275.000,00) é uma despesa de Israel Matos Batista ao diretório estadual do PSB, enquanto a ligação de volta à Vakinha é uma despesa de apenas R$ 31,00. Não há um encadeamento claro de devolução de recursos ou coincidência de valores que caracterize um loop fechado no mesmo período. Os fatos não permitem afirmar se é um padrão rotineiro de campanha ou algo que mereça checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 286.388,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do mesmo partido (PSB-DF) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa Vakinha aparece como doadora de Israel Matos e também como fornecedora paga por Marcia de Alencar, mas os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 6,3 mil de doação vs. R$ 105 de despesa) e em anos distintos, sem indicar retorno financeiro relevante. O valor mais alto (R$ 275 mil) é uma despesa de Israel Matos para o diretório estadual do PSB, típica de repasse partidário. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação dentro da mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 130.394,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades com vínculos partidários e familiares conhecidos (PL/PSL, Bolsonaro, Eduardo, Carla Zambelli), o que permite explicar parte das transações como doações entre aliados e repasses de campanha. Porém, a Vakinha (plataforma de arrecadação) aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para uma candidata, e o valor de R$ 100.000,00 pago pela campanha de Bolsonaro a 'ELEIÇÃO 2018 EDUARDO NANTES BOLSONARO' destoa das demais transações, sem que os fatos permitam afirmar se é um repasse partidário regular ou algo a checar. Não há elemento claro o suficiente para classificar como bizarro, nem todos os elos são explicáveis de imediato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 130.451,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades com vínculos partidários e familiares conhecidos (PL e sobrenome Bolsonaro), o que poderia explicar parte das movimentações como repasses internos ou doações entre aliados. Porém, a cadeia inclui uma empresa de arrecadação (Vakinha) e um candidato de outro partido (Paulo Nishikawa, DC), sem que os fatos permitam afirmar se há relação legítima ou apenas coincidência. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos, mas a ausência de detalhes sobre a natureza de cada operação impede uma conclusão segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 130.430,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de campanhas e partidos diferentes (PL e PSL) e uma empresa de arrecadação online, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A doação de R$ 100 mil de Carla Zambelli a Jair Bolsonaro em 2022 é um repasse entre aliados do mesmo campo político, e os pagamentos à Vakinha parecem serviços de arrecadação. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão eleitoral comum, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 218.783,08
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades que não compartilham partido/coligação: a empresa Vakinha doa à campanha de Carla Zambelli (PL), que doa a Bolsonaro (PL), que paga a Aixmobil, que doa a Fadi Faraj (UNIÃO), que paga despesa à Vakinha. Há ainda uma assimetria de valores: Bolsonaro paga R$ 184 mil à Aixmobil, mas Aixmobil doa apenas R$ 4 mil a Fadi Faraj, e a Vakinha doa R$ 29 mil a Carla Zambelli enquanto recebe só R$ 1,1 mil de Fadi Faraj. O elo Aixmobil–Fadi Faraj–Vakinha envolve pessoas/empresas sem vínculo partidário declarado entre si, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 214.739,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PDT) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e a AIXMOBIL aparece como fornecedora da campanha de Bolsonaro em 2018, enquanto a doação à Juliana Brizola é de valor baixo (R$ 415). O elo que fecha o ciclo é uma despesa de Juliana Brizola à Vakinha.com, que pode ser apenas uso da mesma plataforma, sem relação com a doação recebida. Não há um fato isolado que destoe claramente (valores, ramos ou vínculos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.394,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2024) e os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 150 a R$ 16.000). A maior transação (R$ 16.000 de Antônio Donizete para Denis Pizzigatti em 2024) não tem contrapartida direta no mesmo período, e a ligação com a Vaquinha (plataforma de arrecadação) pode ser apenas prestação de serviço. Não há um fato concreto que force uma checagem imediata, mas também não se pode descartar coincidência entre campanhas do mesmo partido (PSTU).
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.703,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 12,7 mil no total) e passa por uma plataforma de arrecadação (Vakinha/Pagar.me) usada por campanhas de partidos de esquerda, o que é um padrão comum. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e conectam candidatos de partidos distintos (PSTU, PC do B), sem indicar um esquema fechado entre os mesmos atores. A doação de Vanessa Grazziotin a Yann Furtado, ambos do PC do B, é um repasse partidário típico, e as despesas com a Vakinha parecem taxas de plataforma.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.394,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2024, 2026) e valores díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades com partido identificado são todas do PSTU/SP, um partido pequeno onde a circulação de recursos entre militantes e candidatos é comum, e a plataforma Vaquinha.com é um serviço de arrecadação legítimo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de financiamento de campanhas de partidos pequenos, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a cronologia exata das operações.
severidade média5 nósR$ 10.142,75
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.190,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos diferentes, mas os valores são pequenos e as transações parecem passar por plataformas de pagamento (Vakinha, Pagar.me), o que é comum em arrecadação e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A conexão entre Vanessa Grazziotin (PC do B) e Yann Evanovick (PC do B) é explicável por repasse partidário, e as demais passagens podem ser apenas coincidências de mercado.
severidade média5 nósR$ 10.143,75
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.175,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11 mil no total) e entidades majoritariamente do PT de SP, o que poderia ser explicado por relações partidárias e prestação de serviços de arrecadação. Porém, a cadeia inclui uma empresa de plataforma de arrecadação (Vakinha) que aparece tanto como doadora quanto como destinatária de despesa, e há transações em anos distintos (2018 e 2024), dificultando ver um loop coeso. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor, ramo ou ausência de vínculo partidário), mas a combinação de sentidos e temporalidades impede uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.198,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14,2 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo partido (PT-SP), o que é compatível com movimentação rotineira entre campanhas aliadas. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e a Vakinha aparece tanto como doadora quanto como fornecedora paga, sem que os fatos permitam afirmar se há relação direta ou apenas coincidência de rede partidária. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor, ramo ou ciclo curto fechado), mas também não há explicação simples e completa para o encadeamento.
severidade média5 nósR$ 10.228,75
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 85.267,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 85 mil no total) e entidades majoritariamente do PT de SP, o que é compatível com doações entre aliados e prestação de serviços de arrecadação. Porém, a cadeia fecha um loop com uma empresa de plataforma de arrecadação (VAKINHA) e uma campanha de 2022, sem que os fatos permitam descartar coincidência ou confirmar padrão rotineiro. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo ou ausência de vínculo partidário) a ponto de justificar priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.453,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT de São Paulo em 2018, com valores baixos (R$ 14,4 mil no total) e transações que podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos a uma plataforma de arrecadação (VAKINHA) usada por vários candidatos. A empresa VAKINHA aparece tanto recebendo despesa de Maria Izabel quanto doando para Francisco, o que é compatível com sua atividade de intermediação de doações. Não há indício de valores atípicos ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósR$ 10.038,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.446,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11,4 mil) e entidades de campanhas do RS, com dois candidatos do NOVO (Giuseppe e Douglas) e um do MDB (Francisco). As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito, e a VAKINHA aparece como plataforma de arrecadação/fornecedora, o que é compatível com pagamentos de despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado no mesmo ano entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar os vínculos entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.647,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (MDB, NOVO, PL) e uma empresa de arrecadação, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e o Partido Novo aparece como intermediário de repasses partidários, padrão comum. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado) que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.581,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 16,5 mil no total) e transações espaçadas no tempo (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há elos partidários comuns (NOVO/RS) e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, mas a presença de um candidato do MDB (Francisco Harrisson) como intermediário entre campanhas do NOVO merece uma olhada. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, nem elementos que afastem totalmente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.645,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20,6 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e não formam um loop curto e fechado no mesmo período. Há elos partidários (NOVO) entre alguns envolvidos, o que pode explicar parte das movimentações, mas a presença de uma empresa de arrecadação (Vakinha) e de um candidato do MDB quebra a homogeneidade. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de ordem de grandeza anômala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 685.366,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (NOVO-RS) e uma plataforma de arrecadação (Vakinha) usada como fornecedora de serviços de campanha, o que é um padrão comum. As maiores quantias são repasses da direção estadual do NOVO para Marcel Van Hattem, típicos de financiamento partidário. A única conexão com outro partido (Francisco Harrisson, MDB) é de valor baixo (R$ 500) e pode ser doação entre pessoas físicas sem relação com o loop principal.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.392,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11,4 mil, valor baixo, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há elos partidários claros (NOVO/RS) entre Giuseppe, Leonel e a direção estadual, e a Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber quanto para doar, o que é compatível com uso legítimo. O único ponto que foge do padrão é a doação de Francisco Harrisson (MDB) para Giuseppe (NOVO), sem partido em comum, mas o valor é pequeno e pode ser doação entre pessoas físicas. Não há fato concreto que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.821,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com partidos diferentes (MDB, NOVO, PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação por coligação ou repasse partidário único. Porém, os valores são baixos (R$ 14,8 mil no total) e há transações com a plataforma Vakinha que podem ser doações de apoiadores ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há um elo claramente anômalo, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.293,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 16.293 no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Giuseppe e João Amoedo são do NOVO, e a direção estadual do NOVO-RS aparece como intermediária. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e sugere coincidências entre campanhas do mesmo partido. O único elo aparentemente fora do grupo é a Vakinha, que aparece tanto como doadora quanto como destinatária de uma despesa de R$ 1,00, mas sem indício de que isso configure algo além de uma operação rotineira de arrecadação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.171,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 11 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e as doações entre candidatos do NOVO/RS e repasses partidários são padrões comuns. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de escala, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para apontar para algo claramente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.820,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 28,8 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (Giuseppe e Leonel são ambos do NOVO/RS), mas Francisco é do MDB e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação, não uma campanha. O valor mais alto (R$ 24 mil de Giuseppe para Augusto Scherer da Silva em 2022) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e não há indício de que Augusto seja o mesmo que doou a Leonel. Faltam elementos concretos para dizer se é coincidência ou algo a checar.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.163,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (MDB, NOVO, PL) e anos distintos (2018 e 2024), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Por outro lado, os valores são pequenos (R$ 11 mil no total) e a VAKINHA é uma plataforma de arrecadação, o que pode gerar movimentações cruzadas legítimas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.980,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB e NOVO) e uma empresa de arrecadação (VAKINHA) que aparece tanto como doadora quanto como recebedora de despesas, o que poderia ser um loop de serviços. No entanto, os valores são modestos (R$ 12.980,01) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), sem um encadeamento temporal claro que configure um ciclo fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a mistura de partidos e a participação de uma plataforma de arrecadação como intermediária merece uma checagem manual para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 10.926,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 10.926 no total) e transações pulverizadas entre 2018 e 2024, com a maioria das setas ocorrendo em 2018. Há conexões partidárias parciais (NOVO entre Tiago Albrecht e Giuseppe Riesgo) e a VAKINHA aparece como plataforma de arrecadação/empresa, o que pode explicar repasses e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem checar os vínculos entre as entidades.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.524,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 19,5 mil no total) e entidades de partidos diferentes (MDB, NOVO, PL), mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, com a maioria em 2018. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e o pagamento de R$ 74,90 por Dirceu Godoi pode ser uma taxa de serviço. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja um loop rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 15.063,01
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário declarado: uma empresa de arrecadação (Vakinha) doa para Sérgio Turra (PP), que paga despesa a Paulo Nivinski (PP), que paga despesa à Aixmobil, que doa para Fadi Faraj (UNIÃO), que paga despesa de volta à Vakinha. Apesar de Turra e Nivinski serem ambos do PP, Fadi Faraj é de outro partido e as empresas não têm relação partidária óbvia, o que dificulta explicar o loop como simples coincidência de coligação. O retorno do dinheiro à Vakinha via despesa de Fadi Faraj, após ter saído dela como doação, é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.019,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11 mil no total) e entidades que compartilham partidos (PP e PDT) e atuação no RS, o que poderia ser explicado por relações políticas rotineiras. No entanto, a cadeia fecha um loop entre uma plataforma de arrecadação (Vakinha), uma empresa de mobilidade (Aixmobil) e três políticos, com transações em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou ressarcimento imediato. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores, ramo do fornecedor), mas a combinação de circularidade e baixo valor não permite descartar coincidência nem confirmar estranheza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.888,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PP, PDT, PL) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de um único esquema coordenado. As transações são de valores modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, e a VAKINHA aparece como plataforma de arrecadação, o que pode explicar idas e vindas de recursos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.970,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (PP e MDB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 32,9 mil no total) e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, o que pode explicar pagamentos e doações cruzadas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre aliados), mas também não dá para descartar sem checagem.