severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.263,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20,2 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2024, 2026) e os valores são pequenos e compatíveis com serviços de campanha. As conexões partidárias são parcialmente coerentes (PSOL entre Airton e Leonardo; PT entre Paulo e Elejis, que doou a Airton), mas a Vaquinha aparece como plataforma de arrecadação, o que pode explicar repasses e despesas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.707,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PSOL-SE e PT-SP), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 19,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024, 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e a Elegis presta serviços de consultoria/tecnologia, ramos compatíveis com campanhas, mas não há elementos suficientes para afirmar que o loop é meramente coincidência ou que merece priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.639,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024, 2026) e em estados diferentes (ES e SP), com partidos distintos (PSOL e PT). A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por campanhas de diversos partidos, e a ELEGIS presta serviços de consultoria/tecnologia eleitoral, o que explica doações e despesas. Não há um fato concreto que fuja do padrão de mercado ou que configure ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.417,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PSOL-SC e PT-SP), sem coligação ou partido comum evidente, o que dificulta a explicação por um padrão partidário simples. Porém, os valores são pequenos e as transações estão espalhadas em anos distintos (2018, 2024, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação amplamente usada, e a ELEGIS presta serviços de consultoria/tecnologia, ramos compatíveis com doações e despesas de campanha.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.838,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos dispersos: a maior transação (R$ 16.260,00) é uma doação da Vaquinha.com a Paulo Roberto Fiorilo em 2018, enquanto as demais somam valores bem menores e ocorrem em 2024 e 2026. As entidades não compartilham partido/coligação evidente (PSOL e PT são partidos distintos) e a Vaquinha é uma plataforma de arrecadação, o que torna o 'loop' mais uma coincidência de nomes/CNPJs do que um ciclo fechado de recursos. Não há um fato único que destoe de forma clara (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação com o serviço, etc.), mas também não dá para descartar sem checar a relação entre a plataforma e os candidatos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.689,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 13,7 mil) e entidades que compartilham vínculos partidários (PT/PC do B) em Minas Gerais, o que poderia ser explicado por alianças locais e reembolsos. No entanto, a presença de uma empresa de plataforma de arrecadação (Vakinha) como doadora e depois fornecedora, além de um intermediário sem partido identificado (Jose Ronilson), impede uma conclusão simples. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas o conjunto merece verificação humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média4 nósR$ 10.489,27
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.689,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 14,6 mil) e entidades que compartilham partidos de esquerda (PT e PC do B) em Minas Gerais, o que poderia ser explicado por alianças locais e reembolsos. No entanto, a presença de uma empresa de arrecadação online (Vakinha) como elo de saída e a mistura de doações e despesas entre os mesmos atores em anos distintos não permitem afirmar se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem. Faltam informações sobre a natureza dos serviços prestados e a relação entre as pessoas físicas.
severidade média4 nósR$ 10.489,27
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.506,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 18,5 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há elos entre PT e NOVO (partidos opostos) e uma empresa de arrecadação (Vakinha) que aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, padrão comum em campanhas. Não há um fato único que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto entre mesmos atores), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.989,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos (R$ 16.989,27 no total). As conexões entre os agentes são majoritariamente do PT de MG, o que pode indicar relação partidária legítima, mas a empresa Vakinha aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, sem que se saiba se são a mesma pessoa jurídica. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas a estrutura circular e a participação de uma plataforma de arrecadação merecem uma checagem manual para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 51.989,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são filiadas ao PT em MG, o que permite explicar parte das transações como repasses internos do partido ou entre aliados. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação e também como fornecedora, o que é compatível com seu ramo de atuação. Os valores são modestos e distribuídos ao longo de vários anos, sem um fato concreto que destoe e justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.506,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (NOVO, PT, PMB) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 11,5 mil no total) e as transações estão espaçadas no tempo, sem um encadeamento rápido e fechado que caracterize um loop suspeito. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação, e o uso dela por campanhas é comum, mas a volta do dinheiro à mesma plataforma via despesa de campanha mereceria uma olhada — só que os fatos disponíveis não permitem afirmar se há relação direta entre as pontas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.092,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e nem todas as setas se conectam diretamente — por exemplo, a doação de Roberto Carlos Bispo a Max Vinicius (2020) e a despesa de Paulo Guedes a Roberto Carlos Bispo (2024) não formam um loop fechado no mesmo período. As entidades compartilham majoritariamente o partido PT em MG, o que oferece uma explicação plausível de rede política, mas a presença da empresa Vakinha (plataforma de arrecadação) como nó do ciclo e a diferença de valores (R$ 3.165 de doação vs. R$ 7.327 de despesa) impedem uma conclusão clara. Não há um fato único e contundente que justifique priorização imediata, nem todos os elementos se encaixam num padrão rotineiro óbvio.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.199,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de arrecadação online (Vakinha) que doa para um candidato do PT, e esse candidato paga despesa a um fornecedor de nome quase idêntico (Vakinha Com Negócios Virtuais), enquanto uma candidata do mesmo partido também paga à mesma empresa. O elo 'Wendeo Silva Souza' aparece como doador da candidata e como recebedor de despesa do candidato, fechando o loop sem que se veja relação partidária/coligação explícita entre todos os elos. O valor total é baixo (R$ 13,2 mil), mas a coincidência de nomes 'Vakinha' e o ciclo curto entre pessoas físicas e empresas justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.959,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15,9 mil) e entidades do mesmo partido (NOVO-RJ), com a Vakinha aparecendo como plataforma de arrecadação usada por candidatos. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.809,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do mesmo partido (NOVO-RJ), o que é um padrão comum em prestações de contas de campanha: doações da direção estadual a candidatos, despesas com plataforma de arrecadação e transferências entre candidatos da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 19,8 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva, ramo compatível com o serviço prestado. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósR$ 10.849,72
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.045,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do mesmo partido (NOVO-RJ), o que é um padrão comum e legítimo de movimentação interna. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações a candidatos quanto para pagamento de despesas, e os valores são modestos (R$ 13 mil no total). A transação de ANA CAROLINA para a Direção Estadual em 2022 é um repasse partidário típico, e a despesa de EDMUNDO com a Vakinha é um gasto de campanha comum. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.499,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio de Janeiro, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e o partido. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada por campanhas, e os valores são modestos (R$ 7.610 de doações, R$ 4.480 de repasse partidário, R$ 400 de despesa e R$ 9,17 de despesa). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.619,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO no Rio de Janeiro, o que é um padrão comum de movimentação interna partidária. Os valores são baixos (R$ 12,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva, e o retorno a ela pode ser apenas uma despesa com serviços, não necessariamente um repasse de recursos.
severidade média4 nósR$ 10.483,14
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.587,80
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO e o elo central é a direção estadual do partido, que aparece recebendo despesa de uma candidata e repassando doação a outro candidato — padrão comum de repasse interno partidário. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações de campanha quanto para pagar despesas de campanha, o que explica as pontas do ciclo. Os valores são modestos (R$ 11,5 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre candidatos e órgãos do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 65.964,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do partido NOVO no Rio de Janeiro, com valores modestos e em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024). As transações são compatíveis com doações partidárias, repasses internos e despesas de campanha, sem indício de retorno financeiro pessoal ou desvio de finalidade. A plataforma Vakinha aparece como doadora inicial, mas o valor é baixo e não há recompra ou devolução suspeita.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 95.511,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao partido NOVO e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 95,5 mil no total) e há transações claramente rotineiras, como doações de direção partidária a candidato e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósR$ 10.277,22
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.739,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do partido NOVO no Rio de Janeiro, o que é um padrão comum de doações e repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 18,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem concentração temporal suspeita. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações quanto para pagar despesas, o que explica o fechamento do ciclo sem indicar irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.997,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.997,50, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são pequenos e compatíveis com despesas de campanha. Há vínculos partidários (NOVO) entre alguns envolvidos, o que pode explicar a circulação via direção estadual, mas a presença de uma empresa de arrecadação (Vakinha) e de um candidato de outro partido (PL) impede uma explicação totalmente simples. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.931,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do mesmo partido (NOVO/RS) e uma plataforma de arrecadação (Vakinha) usada para doações e pagamentos de campanha. Os valores são pequenos e compatíveis com despesas típicas de campanha (R$ 431 a R$ 10.750), e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal suspeita. O fluxo pode ser explicado por doações entre aliados, repasses partidários e uso da mesma plataforma de arrecadação, sem indício de anormalidade que exija checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.995,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do mesmo partido (NOVO/RS) e uma plataforma de arrecadação (Vakinha) usada para doações e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 19.995,87 no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, com a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos, o que é um padrão legítimo. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 684.716,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas entre aliados. Os valores são modestos (a maior transação é R$ 500 mil da direção estadual para Marcel Van Hattem, candidato a senador), e as demais transações são de pequeno porte, compatíveis com serviços de arrecadação (Vakinha) e repasses a candidatos. A presença da Vakinha como plataforma de arrecadação e depois como fornecedora de serviços para a campanha de Van Hattem é uma relação comercial típica, não um indício de irregularidade.
severidade média5 nósR$ 10.742,84
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 91.162,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao NOVO no RS, e a maior parte do fluxo passa pela direção estadual do partido, o que é um padrão legítimo de repasse de recursos partidários a candidatos. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber doação quanto para pagar despesa, o que é compatível com seu ramo de atuação. Os valores são modestos e distribuídos ao longo de vários anos, sem um elo que destoe ou configure ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.171,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14 mil, valor baixo, com transações em anos diferentes (2018 e 2022) e valores que não fecham exatamente (R$ 8.956,37 de um lado, R$ 4.651,70 de outro). Há elos partidários (NOVO/RS) e o uso da plataforma Vakinha como arrecadadora, o que pode explicar idas e voltas de recursos. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas a mistura de anos e a presença de uma empresa de arrecadação no meio impedem descartar de plano.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.643,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores baixos e compatíveis com movimentação típica de campanha (doações, repasses partidários e despesas). A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada por candidatos, e o retorno de R$ 1,00 a ela é irrelevante. Não há indício de enriquecimento ou de fluxo financeiro anômalo; o padrão se explica por relações partidárias e operacionais normais.
severidade média5 nósR$ 10.521,92
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.977,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PT/RS, o que é compatível com um padrão de doações e despesas dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 21.977,25 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um encadeamento temporal curto e fechado que sugira conluio. A empresa Vakinha aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços de arrecadação, o que pode ser explicado por sua atividade-fim, mas a ausência de detalhes sobre os serviços prestados impede uma conclusão definitiva.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 185.344,45
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente políticos do partido NOVO no RS, o que é um padrão comum de doações e repasses entre aliados da mesma legenda. A maior transação (R$ 184 mil) é uma doação da Vakinha (plataforma de arrecadação) para Marcel Van Hattem, e as demais transações são de valores muito menores (R$ 200 a R$ 420) e podem ser ressarcimentos ou doações entre campanhas do mesmo grupo. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 185.636,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito assimétricos: a Vakinha doou R$ 184.340,18 a Marcel Van Hattem em 2018, enquanto as demais transações somam apenas R$ 129.600,00 em centavos (R$ 1.296,00). As conexões entre Tiago Albrecht, Marcel Van Hattem e a campanha de Maria Agostina ocorrem em 2022, mas não há informação sobre coligação ou vínculo partidário entre eles. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação, e a doação de 2018 pode ser um repasse de recursos arrecadados, mas o retorno via despesa de Tiago Albrecht em 2018 não fecha um ciclo claro no mesmo ano.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 208.784,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito assimétricos: a Vakinha doou R$ 184 mil a Marcel Van Hattem, enquanto as demais transações somam poucos milhares. As entidades políticas identificadas são do mesmo partido (NOVO/RS), o que dá uma explicação plausível de rede partidária, mas a Vakinha é uma empresa de arrecadação e não há clareza sobre a natureza do retorno a ela. Faltam dados para dizer se é coincidência ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 191.553,21
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente campanhas do NOVO no RS (Van Hattem e Albrecht) e uma candidata do PL, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 1.000 a R$ 5.000) que podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos. O valor dominante é a doação de R$ 184 mil da Vakinha a Van Hattem em 2018, e a devolução de apenas R$ 213 da campanha de Fernanda Barth à Vakinha é irrisória, não fechando um ciclo financeiro relevante. Não há um fato concreto que destoe do padrão de arrecadação via plataforma de financiamento coletivo e trânsito de recursos entre campanhas da mesma base política.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 193.370,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do partido NOVO no Rio Grande do Sul (Marcel Van Hattem, Tiago Albrecht e Douglas Sandri), o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma legenda. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada por campanhas, e os valores de retorno a ela (R$ 2.030,01) são irrisórios perto da doação inicial (R$ 184.340,18), sugerindo que não há um loop financeiro relevante. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e imediato.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 190.271,38
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul em 2018, com valores modestos e compatíveis com doações entre aliados e uso de plataforma de arrecadação. A Vakinha aparece como doadora e também como fornecedora de serviços de arrecadação, o que explica o retorno de recursos como despesa de campanha. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor desproporcional ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 199.915,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente valores baixos (R$ 100 a R$ 1.350) entre candidatos do NOVO no RS, o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido. O único valor expressivo é a doação da Vakinha a Marcel Van Hattem (R$ 184.340,18), mas a Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva, e não há elemento que ligue esse valor ao restante do ciclo. O elo com Dirceu Godoi de Quadros (PL) é de apenas R$ 75,00, o que não sustenta um padrão circular relevante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 188.577,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul (Marcel Van Hattem, Tiago Albrecht e Laura Baick), o que é compatível com repasses internos entre aliados da mesma legenda. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada por campanhas, e os valores de retorno a ela são pequenos (R$ 237,66) frente à doação inicial de R$ 184 mil, sugerindo taxas de serviço ou ressarcimento, não um loop de desvio. As demais transações são de baixo valor (R$ 1.000 a R$ 2.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos, padrão comum de apoio mútuo entre candidatos da mesma sigla.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 192.580,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de doações e repasses entre aliados da mesma legenda. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada por diversos candidatos, e os valores são modestos (R$ 1.843,40 de doação principal, R$ 662,47 de despesa), compatíveis com custos de campanha. O retorno à Vakinha como despesa pode ser taxa de serviço ou reembolso, e as demais transações são de pequeno porte entre os mesmos candidatos. Não há indício de valores desproporcionais ou fornecedores fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 189.047,65
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas pessoas e uma empresa ligadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores muito díspares: a maior parte (R$ 184 mil) é uma doação da plataforma Vakinha ao senador Marcel Van Hattem em 2018, enquanto as demais transações são de baixo valor (R$ 1 mil a R$ 3 mil) e ocorrem em anos diferentes. A plataforma Vakinha é uma empresa de arrecadação coletiva que pode ter prestado serviços ou feito doações dentro do mesmo campo político, e os repasses entre candidatos da mesma sigla são comuns. Não há um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia que não se explique pela doação principal.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 192.484,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 192 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022) e não formam um loop curto e fechado no mesmo período. As maiores quantias são doações da Vakinha a Marcel Van Hattem em 2018, enquanto as demais pernas são valores muito menores e de anos distintos, o que enfraquece a ideia de circularidade intencional. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 204.899,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do mesmo partido (NOVO/RS) e duas empresas de arrecadação/financeiras, com valores e anos dispersos (2018, 2020, 2022). A maior transação (R$ 184 mil da Vakinha para Marcel Van Hattem em 2018) é uma doação de plataforma de arrecadação, padrão comum, e as demais são de baixo valor e podem ser ressarcimentos ou doações entre aliados. Não há um fato único que destoe (como valor de ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 190.564,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são muito heterogêneos: a maior parte (R$ 184 mil) é uma doação da Vakinha a Marcel Van Hattem em 2018, enquanto as demais pernas somam valores pequenos (R$ 1 mil a R$ 4,4 mil). As conexões entre os agentes são indiretas e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo período, o que enfraquece a hipótese de um loop intencional. Não há um fato isolado que destoe de padrões comuns de doações e despesas entre campanhas de partidos diferentes.