severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.476,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidaturas do PSOL de SC em 2018 (Ligia Moreiras Sena e Eduardo de Souza Rodrigues) e a plataforma Vakinha, usada para arrecadação. As transações são de valores modestos (R$ 9.380 de doações da Vakinha a Ligia; R$ 1.500 de despesa de Ligia com Felipe Bressan Fogaça; R$ 500 de doação de Felipe a Eduardo; R$ 96,46 de despesas de Eduardo com a Vakinha), compatíveis com uso de vaquinha online e pequenos repasses entre aliados do mesmo partido. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.732,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27,7 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são pequenos e díspares. Há elos partidários (NOVO) entre algumas entidades, mas também a participação de uma empresa de arrecadação (Vakinha) e de um político de outro partido (PL). Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores milionários ou ciclo fechado no mesmo ano entre pessoas sem vínculo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.626,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 13,6 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Carlos Bonamigo e Tiago Albrecht são do NOVO/RS, e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por campanhas. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. A presença de Dirceu Godoi (PL) e da direção estadual do NOVO como elos intermediários não configura, por si só, um padrão inexplicável. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.912,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 13,9 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Carlos Bonamigo e Giuseppe Riesgo são ambos do NOVO/RS, e a Direção Estadual do partido aparece repassando recursos. As transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doação quanto para despesa, o que é compatível com uso rotineiro. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação entre aliados e partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.481,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de arrecadação (Vakinha), um partido estadual e dois candidatos de partidos diferentes (NOVO e PL), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 13,4 mil no total). A Vakinha aparece como intermediária de doações e também como fornecedora de serviços (despesas de campanha), o que é compatível com sua atividade-fim. Não há um fato concreto que destoe do padrão de financiamento eleitoral, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.225,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 18,2 mil no total) e entidades que em parte compartilham o mesmo partido (NOVO-RS) ou atuam no mesmo estado, o que permite explicações rotineiras como doações entre aliados, repasses partidários e pagamentos a uma plataforma de arrecadação. Por outro lado, a cadeia inclui uma empresa (Vakinha) que aparece tanto como doadora quanto como recebedora de despesa, e um candidato do PL (Dirceu Quadros) no meio de um circuito predominantemente do NOVO, o que impede descartar de plano. Não há, porém, um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima dos demais, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.545,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e o Partido Novo RS aparece como direção estadual repassando doação a Camilo Poulsen, o que é um padrão partidário comum. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores milionários ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 667.110,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e uma empresa de arrecadação (Vakinha), mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 500 mil da direção estadual do NOVO para Marcel Van Hattem em 2026) domina o total, enquanto as demais somam menos de R$ 5 mil. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e podem refletir doações regulares, ressarcimentos ou uso de plataforma de arrecadação, sem um padrão claro de retorno do dinheiro à origem. Não há um fato único que destoe a ponto de justificar priorização, mas a combinação de partidos e a assimetria de valores impede descartar completamente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 682.266,82
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e uma empresa de arrecadação (Vakinha), mas os valores e anos não formam um ciclo fechado e coerente: a doação da Vakinha a Dirceu é de R$ 800 em 2018, enquanto a despesa de Dirceu à Direção Estadual é de R$ 1.500 em 2022, e as grandes doações da Direção Estadual a Marcel Van Hattem somam R$ 663 mil em 2018/2022/2026. Não há um retorno claro do dinheiro à Vakinha em montante equivalente, e as transações estão dispersas no tempo. Isso não configura um padrão típico de doação circular, mas também não é totalmente explicável por mera coincidência partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 88.782,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são pequenos (R$ 800 a R$ 44.750), típicos de doações e despesas de campanha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação, e as passagens por direções partidárias e candidatos do NOVO/RS sugerem movimentação dentro do mesmo espectro político, sem um elo claro e suspeito entre todos os participantes. Não há um fato agudo que force uma checagem imediata, mas a cadeia fechada merece uma olhada humana para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 88.712,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e NOVO) e uma empresa de arrecadação, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos. A conexão entre as pontas não é direta: a Vakinha doa a Dirceu em 2018, Giuseppe paga despesas à Vakinha em 2018, Dirceu paga despesa à direção estadual em 2022, e a direção estadual do NOVO doa a Giuseppe em 2024/2026. Não há um fluxo circular fechado no mesmo período ou entre os mesmos atores, o que enfraquece a caracterização como loop suspeito. Os fatos não permitem afirmar se é coincidência ou algo a investigar.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.615,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 24,6 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022 e misturam doações, despesas e repasses partidários. Há elos que fazem sentido isoladamente (Vakinha doando a Dirceu, Maurício pagando despesa à Vakinha, direção partidária do NOVO doando a Marcelo Slaviero), mas a conexão de volta ao ponto inicial não é direta nem no mesmo ano. Não há um fato único e concreto que force uma checagem, nem uma explicação simples que feche todo o loop.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.721,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a plataforma de arrecadação Vakinha, um partido estadual e dois candidatos do PL de estados diferentes (RS e SC), com valores baixos e em anos distintos (2018 e 2022). A Vakinha é uma plataforma de financiamento coletivo amplamente usada por campanhas, e o retorno de R$ 465,17 a ela pode ser taxa ou devolução, enquanto a despesa de R$ 1.500 ao diretório estadual é compatível com repasse partidário. Não há um fato isolado que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas a mistura de anos e a presença de uma empresa privada no ciclo impedem cravar explicação simples.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.193,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a Vakinha (plataforma de arrecadação), um candidato do NOVO, a direção estadual do NOVO-RS e um candidato do PL, com valores pequenos e desiguais (R$ 800, R$ 1, R$ 1.500, R$ 10.892). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e a maior parte do fluxo é compatível com doações partidárias e uso de plataforma de arrecadação, sem um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores. Não há indício de que o dinheiro retorne ao ponto de origem em montante equivalente ou dentro do mesmo período, o que enfraquece a hipótese de circularidade suspeita.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.567,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 16,5 mil no total). Há vínculos partidários parciais (NOVO) e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, o que pode explicar as movimentações. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações e despesas de campanha.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.208,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 21,2 mil no total) e transações em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e as doações/despesas entre campanhas de partidos distintos (NOVO e PL) podem ter explicações rotineiras, como serviços prestados ou repasses de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.081,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT de MG e uma empresa de arrecadação online (Vakinha), com valores e anos distintos (2018 e 2020). As transações não formam um loop fechado no mesmo ano nem com valores equivalentes: a Vakinha doa a Nilmar, que paga despesa a Cynthia, que doa a Carlos Magno, que paga despesa à Vakinha.com — mas os montantes são desproporcionais (R$ 22.973,44 vs R$ 10.765,00) e a conexão entre as entidades não é direta. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é um padrão claramente rotineiro (ex.: mesma coligação repassando recursos).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.857,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 33,8 mil no total) e entidades majoritariamente do PT, o que poderia ser explicado por doações entre aliados e uso de plataforma de arrecadação. Porém, o loop fecha com a Vakinha recebendo despesa de Natalia e depois doando para Nilmar, e há uma doação de Fernando Pimentel para Natalia em 2024, sem que se saiba a motivação. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores, ramos ou ausência de vínculo partidário), mas a combinação de idas e voltas entre campanhas e uma empresa de arrecadação merece uma checagem humana para confirmar se são transações rotineiras ou se há algo a esclarecer.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.300,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT de MG e uma empresa de arrecadação online (Vakinha), com valores modestos e em anos distintos (2018, 2020, 2022). As transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras de campanha, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as entidades.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.357,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, com anos diferentes e valores modestos. As entidades principais são do PT (MG e RN), o que permite explicar parte do fluxo como doações entre aliados do mesmo partido, e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doações quanto para despesas. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.800,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT de MG e uma empresa de arrecadação online (Vakinha), com valores modestos e em anos diferentes (2018, 2020, 2022). As transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha, mas o fechamento do ciclo com a mesma empresa de plataforma de arrecadação chama atenção. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.139,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020 e não formam um loop curto e fechado no mesmo período. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e as demais transações podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.857,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos (total ~R$ 30,8 mil). As entidades compartilham vínculos partidários (PT) e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação amplamente usada, o que oferece explicação plausível para os fluxos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados, mas a cadeia fechada merece uma olhada rápida para confirmar a legitimidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.300,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a empresa Vakinha (plataforma de arrecadação) e dois deputados federais do PT/MG, com valores modestos (R$ 36,3 mil no total) e transações em anos distintos (2018 e 2020). As setas podem ser explicadas por doações de campanha, uso da plataforma Vakinha para arrecadação e pagamentos a fornecedores, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.550,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 36,5 mil, mas as transações estão distribuídas em anos diferentes (2018 e 2020) e há elos sem partido/coligação identificado (Felipe Assis Mariano de Castro e a empresa sem nome). A maioria dos envolvidos é do PT de MG, o que poderia explicar parte das conexões, mas a Vakinha aparece tanto como doadora quanto como fornecedora paga por Fernando Pimentel, e o elo de 2020 (Felipe -> Neila -> ...) não fecha claramente com o restante. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, nem dados suficientes para afirmar que é apenas rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.018,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT de MG e a empresa Vakinha (plataforma de arrecadação), com valores modestos (R$ 32 mil no total) e anos distintos (2018, 2020, 2022). As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e uso de plataforma de financiamento coletivo, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária rotineira, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.639,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 25,6 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020 e misturam doações e despesas de campanhas diferentes. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e os valores são pequenos e compatíveis com movimentação típica de campanha. Não há um fato concreto, como valores desproporcionais ou vínculo claro entre todos os envolvidos, que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 40.650,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma plataforma de arrecadação (Vakinha) e candidatos do PT e PC do B em MG, com valores e anos variados. As transações podem ser explicadas por doações entre aliados, uso de plataforma de financiamento coletivo e despesas de campanha, sem um fato que destoe claramente. Não há evidência de irregularidade, mas a cadeia fechada merece verificação humana para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 100.608,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de ramos distintos (plataforma de arrecadação e informática) e dois candidatos do PT de MG, mas as transações listadas não formam um encadeamento direto e fechado entre as quatro entidades: há doações da Vakinha a Nilmaro, de um comitê a Whelton, despesa de Whelton à Vakinha e despesa de Nilmaro a uma editora gráfica. O elo 'ABS RIO INFORMATICA' aparece no resumo, mas não nas transações detalhadas, e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 946 a R$ 75 mil). Sem ver o encadeamento completo e os vínculos entre as partes, não dá para dizer se é coincidência de mesma coligação ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.639,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26,6 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e as doações entre candidatos de partidos diferentes (PC do B e PT) podem refletir alianças pontuais ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha de baixo valor.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.239,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 25 mil no total) e transações de anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e as demais entidades compartilham partidos (PT/PC do B) ou atuam em MG/DF, o que pode explicar conexões legítimas. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas de campanha.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.581,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de arrecadação (Vakinha) e dois políticos do PT de MG, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. A doação de Vakinha a Nilmaro em 2018 e a despesa de Carlos Magno com Vakinha no mesmo ano podem ser coincidência de uso da plataforma, e a doação de Valter a Carlos Magno em 2022 não se conecta diretamente ao restante. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é possível descartar completamente sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.739,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma plataforma de arrecadação (Vakinha) e candidatos de partidos diferentes (PC do B e PT), mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020). A maior parte do fluxo (R$ 22.973,44) é uma doação da Vakinha para Nilmar de Miranda em 2018, e o restante são valores baixos que podem ser ressarcimentos ou doações entre aliados. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha, mas a presença de uma empresa de arrecadação no ciclo e a diferença de partidos impedem uma explicação totalmente trivial.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 64.455,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do PT de MG (Nilmar, Carlos Magno e Rogério) e um do PV (Luís Gustavo), o que poderia ser explicado por alianças ou coligações, mas o PV não é tradicional aliado do PT em MG. A empresa Vakinha aparece como doadora e também como fornecedora (despesa de Rogério), o que pode indicar relação comercial legítima, mas o valor total é modesto e as transações estão espalhadas por vários anos (2018-2022), dificultando caracterizar um loop fechado e coordenado. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas a combinação de partidos diferentes e a empresa que doa e recebe merece uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.438,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT de MG e duas empresas, com valores que somam R$ 41,4 mil. As transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e há elos que não fecham diretamente no ciclo descrito (ex.: pagamento a EDITORA BIGRAFICA e doação de comitê de terceiro). Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas a combinação de doações e despesas entre os mesmos atores justifica uma olhada humana para confirmar se é apenas movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.455,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,4 mil, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Três dos envolvidos são do PT de MG, o que poderia explicar movimentações entre aliados, mas a empresa Vakinha e a pessoa Cláudio Teixeira da Silva não têm partido informado, e a Vakinha aparece tanto como doadora quanto como fornecedora paga, o que merece uma olhada. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, nem dados suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.050,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT de MG e uma plataforma de arrecadação (Vakinha), com valores modestos e em anos distintos (2018, 2020, 2022). As transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras dentro do mesmo partido, mas a presença de uma empresa de arrecadação no centro do loop e a conexão entre campanhas de anos diferentes merecem uma checagem manual para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.978,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com valores muito díspares (de R$ 8,72 a R$ 22.973,44) e anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As conexões entre pessoas de partidos diferentes (NOVO e PT) e empresas de ramos distintos (plataforma de arrecadação, consultoria) não formam um padrão claro de retorno de recursos. Não há um fato único que destoe de forma evidente, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.414,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL e PT) e anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações são de baixo valor e parecem compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, sem indício de retorno financeiro significativo. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.503,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As conexões entre as pessoas físicas são majoritariamente do PT (Nilmário e Ana Cristina), mas Thaynara é do PSB e as empresas não têm vínculo partidário claro. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.642,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com valores muito díspares (R$ 22.973,44 de uma plataforma de arrecadação para um candidato do PT-MG em 2018; R$ 6.134,09 de uma consultoria para um candidato da REDE-SP em 2024; e transações residuais de R$ 25,80 e R$ 8,72). As conexões entre os elos são fracas: partidos diferentes, anos diferentes e valores que não formam um padrão claro de retorno financeiro. Não há um fato único que destoe de forma evidente, mas também não há uma explicação simples e legítima que cubra toda a cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.543,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As conexões partidárias existem (PT em MG, PC do B no DF), mas não formam um grupo coeso que explique todas as setas. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas fragmentadas entre campanhas, tornando o caso ambíguo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.095,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, com valores muito díspares (R$ 22,9 mil da Vakinha para Nilmaro em 2018; R$ 1,5 mil de Nilmaro para Ana Cristina; R$ 872 de Ana Cristina para a Elegis; R$ 1,5 mil da Elegis para Pedro Rafael em 2024). Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e as conexões entre PT (MG) e NOVO (RJ) não são explicadas pelos fatos. O elo mais frágil é a doação da Elegis a Pedro Rafael em 2024, mas o valor é baixo e a empresa pode ter relação legítima com a campanha; sem mais contexto, não há um fato concreto que force uma checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.430,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 25,4 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As conexões entre os atores não formam um ciclo curto e fechado no mesmo período, e há elos partidários (PT em MG) que podem explicar parte das movimentações. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.675,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PT) e anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações podem ser explicadas por serviços de arrecadação online (Vakinha) e consultoria eleitoral (ELEGIS), comuns em campanhas. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.020,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 872 a R$ 125 mil) e anos distintos (2018, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm vínculos partidários comuns (PT) e a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, o que pode explicar as transações. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações e despesas entre aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.968,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 25,9 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, com valores muito díspares (R$ 22,9 mil da Vakinha para Nilmaro em 2018 contra R$ 8,72 de Ana Cristina para a Elegis em 2024). A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva, e o uso dela por campanhas é comum, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão, mas também não dá para descartar sem checar as datas e os vínculos entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.900,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 35.900,24, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, com valores pequenos e tipos variados (doação e despesa). As conexões entre PT (MG) e PSOL (ES) não formam um grupo político único, porém a Vakinha é uma plataforma de arrecadação amplamente usada e a ELEGIS presta serviços de consultoria/tecnologia, o que pode explicar pagamentos e doações cruzadas. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.678,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As conexões entre os agentes não formam um ciclo fechado no mesmo período, e não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha. Portanto, não há elemento suficiente para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.099,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, com valores muito díspares (R$ 22,9 mil da Vakinha para Nilmaro em 2018 contra R$ 8,72 de Ana Cristina para a Elegis em 2024). Há elos partidários parciais (Nilmaro e Ana Cristina são ambos do PT/MG), mas Leonardo é do PSOL/SP e as empresas não têm vínculo partidário declarado. O padrão não fecha um ciclo curto e fechado no mesmo período, o que enfraquece a leitura de 'loop' e também não permite descartar coincidência entre campanhas distintas.