severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.566,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 18,5 mil no total) e pessoas físicas, sem empresa ou fornecedor comercial no meio. As duas campanhas citadas são do mesmo campo político (PCdoB/PCDOB no Ceará), o que torna plausível que sejam aliados ou da mesma coligação, mas os nomes intermediários (Nairo Saboia Cavalcante, Francisco A. A. Albuquerque) não têm partido/cargo informado, então não dá para confirmar se o loop é intra-grupo ou se há um elo externo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que force um alerta, mas também não há elemento que explique claramente o fechamento do ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 190.495,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PCDOB, PSB, PP) e valores muito díspares, mas as transações listadas não formam claramente o loop descrito: faltam elos como a doação de PEDRO ANTONIO BIGARDI para o comitê estadual do PCDOB e a devolução deste para o início da cadeia. Além disso, há entidades intermediárias (GLEYSON OLIVEIRA DA FONSECA, Direção Estadual/Distrital) sem partido ou cargo informado, o que impede avaliar se há vínculo partidário comum. Os fatos disponíveis não permitem afirmar se é coincidência entre campanhas ou algo que mereça checagem manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 175.435,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são claramente ligadas ao campo político de esquerda (PCdoB, PSB e Direção Estadual/Distrital do PCdoB), o que torna plausível que as movimentações decorram de alianças, repasses partidários ou ressarcimentos internos. Os valores são modestos (R$ 400 a R$ 5.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão de ida-e-volta imediato ou de valor desproporcional. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de relações entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 170.527,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado com os mesmos valores: há doações da direção estadual para Pedro Bigardi (R$ 169 mil), despesa de Bigardi para Geslaine (R$ 1,2 mil), doação de Geslaine para Rafael Purgato (R$ 120) e despesa de Purgato para a direção estadual (R$ 3,34). Os partidos envolvidos (PCDOB e PSB) não são os mesmos, mas a direção estadual do PCDOB pode repassar recursos a candidatos do próprio partido, o que explicaria parte do fluxo. Os valores são de ordens de grandeza muito diferentes e as transações ocorrem em anos distintos, sem um ciclo curto e fechado que configure um fato claramente anômalo. Não há elemento concreto que justifique priorização sem uma análise mais aprofundada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 199.435,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSB e PCDOB), o que à primeira vista dificulta a explicação por uma mesma coligação. Porém, as transações listadas não formam um ciclo claro e fechado: há doações da direção partidária para Pedro Bigardi, despesas de Bigardi para José Carlos Pires de Carvalho, e uma doação de José Carlos para Rafael Purgato, mas não há transação direta de Rafael Purgato para o Comitê Estadual do PCDOB nem deste de volta para Bigardi. Os valores e anos também são díspares, sem um encadeamento temporal ou de valor que configure um loop suspeito. Diante disso, os fatos não permitem concluir se há algo digno de nota ou se é apenas uma coincidência de registros fragmentados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.455,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 15.455,40) e entidades de partidos diferentes (PCdoB, PL, NOVO), o que à primeira vista poderia sugerir algo estranho. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e incluem doações de diretórios partidários e despesas de campanha, padrões comuns em prestações de contas. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 173.315,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo campo político (PCdoB/PSB), com valores modestos e transações espaçadas entre 2018 e 2024, o que é compatível com repasses partidários, ressarcimentos e despesas de campanha. O elo de maior valor (R$ 169 mil da Direção Estadual para Pedro Bigardi) é um repasse vertical típico de partido a candidato, não um retorno circular. Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado, mas a cadeia fechada entre cinco entidades justifica uma conferência rápida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 174.527,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PCdoB/PSB), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um padrão claro de retorno financeiro. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não há elementos que expliquem completamente o fechamento do ciclo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 179.295,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo campo político (PCdoB/PCDOB) e a quarta é um vereador do PSB, partido que costuma estar coligado com o PCdoB em São Paulo. As transações são de valores modestos (R$ 1,1 mil, R$ 334, R$ 9 mil) e uma delas é claramente uma doação da direção estadual ao candidato Pedro Bigardi (R$ 169 mil), padrão legítimo de repasse partidário. Não há um fato concreto que destoe do comum — como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço —, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 217.804,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL em São Paulo (LISETE, TALINE e MONICA) e a direção estadual do próprio partido, com valores modestos e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022). As transações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora de contexto. A presença de NAJARA (PCdoB) é o único ponto que foge do núcleo PSOL, mas o valor é pequeno e pode refletir aliança estadual. Não há fato concreto que exija checagem manual prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.440,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (PSOL) e atuam em São Paulo, o que torna plausível uma explicação por aliança partidária ou prestação de serviços entre campanhas. A empresa PAGUE JUNTO aparece tanto doando para a campanha de LISETE quanto recebendo pagamento de MONICA, mas os valores são modestos e compatíveis com intermediação de serviços. Não há um fato isolado que destoe fortemente, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço; por isso, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 212.233,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em São Paulo, com valores muito díspares: a maior parte (R$ 204.647,44) é repasse da direção estadual para a candidata a governadora, e as demais transações são de pequeno porte (R$ 2.000, R$ 2,46 e R$ 5.583,34). O retorno ao ponto de partida se dá por uma despesa de R$ 2,46 da candidata a deputada estadual para a direção estadual, valor irrisório que não caracteriza ciclo financeiro relevante. O padrão é compatível com repasses internos de partido e pequenas despesas entre candidatos da mesma legenda, sem indício de circularidade significativa.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 284.282,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores e anos dispersos (2018 a 2022) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PCDOB), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações somam R$ 284 mil, mas a maior parte (R$ 204 mil) é doação oficial da direção estadual do PSOL para a candidata Lisete, padrão legítimo. As demais movimentações são de baixo valor e podem ser ressarcimentos ou pagamentos entre campanhas aliadas, sem um fato concreto que destoe do razoável.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 278.711,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do mesmo partido (PSOL-SP) em 2018, o que é um padrão comum: a direção estadual repassa recursos a candidatos e estes pagam despesas de campanha. A empresa PAGUE JUNTO aparece como fornecedora de serviços de intermediação para a candidata Lisete e como doadora da candidata Mônica, mas os valores são modestos e compatíveis com transações eleitorais típicas. O retorno à direção estadual é de apenas R$ 2,46, valor irrisório que não configura um loop financeiro relevante. Não há indício de quebra do padrão partidário ou de valores anômalos que justifiquem priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.018,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PRTB) e empresas de ramos distintos, mas as transações são de anos variados (2020, 2022, 2024) e os valores não são idênticos nem de ordem de grandeza discrepante. A doação da RINOBOX a BRUNA (R$ 5.560,00) e a despesa de DANILO à RINOBOX (R$ 253,45) não fecham um loop claro entre as mesmas partes. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 129.237,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT) e duas empresas, mas as transações ocorrem em anos distintos (2022, 2024 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. A maior transação (R$ 125 mil da ELEGIS para FIORILO em 2026) não tem contrapartida equivalente no ciclo, e os valores menores (R$ 2,5 mil e R$ 21 mil) podem ser despesas ordinárias com consultoria ou serviços de pagamento. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto sobre vínculos societários ou contratuais entre as partes.
severidade média5 nósR$ 10.425,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.905,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são pequenos (R$ 2.500 a R$ 8.700) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, não configurando um loop curto e fechado no mesmo período. Há vínculos partidários parciais (PSOL entre Marcela e Silvia; PT de Pedro), mas a cadeia completa mistura partidos diferentes e pessoas físicas sem cargo identificado. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão legítimo nem que há algo claramente anômalo.
severidade média5 nósR$ 10.825,00
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha em 4 entidades com valores próximos (R$ 4.000, R$ 2.000, R$ 5.700 e R$ 6.400) em 2024, mas as partes não compartilham partido/coligação de forma consistente: Marcela e Arlei são PSOL, Pedro é PT, e Charles aparece como doador e depois como fornecedor de Pedro. O elo 'Pedro (PT) paga despesa a Charles, que doou para Marcela (PSOL), que pagou despesa a Arlei (PSOL), que doou para Pedro (PT)' não tem explicação simples por mesma coligação ou conta partidária única. Isso justifica checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.135,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre pessoas físicas/campanhas com partidos diferentes (PSOL e PT) e em anos distintos, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma despesa de R$ 6.400 de Marcela (PSOL) para Arlei (PSOL) em 2024, enquanto Arlei doa R$ 2.000 a Pedro (PT) no mesmo ano, e Pedro havia pago despesa a Aparecida em 2022 — a cadeia não é um simples ressarcimento imediato. O valor total é baixo, mas o encadeamento entre partidos distintos e a ausência de vínculo claro entre todos os elos justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.880,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 13.880) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas há sobreposição temporal e geográfica (SP, 2024) que poderia explicar alianças locais. As transações incluem doações e despesas com valores díspares (R$ 480 a R$ 6.400) e anos variados, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe fortemente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.580,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 19.580,00, com transações de doação e despesa entre campanhas de PSOL e PT em São Paulo. Há vínculos partidários entre algumas entidades (PSOL), mas também um participante sem partido informado e outro de partido distinto (PT), o que impede uma explicação simples por mesma coligação. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais variados, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível).
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas em 2024, mas as entidades listadas têm partidos diferentes (PSOL e PT) e cargos/anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, o valor que sai de Pedro Tourinho para Yuri (R$ 6.600) é mais que o triplo da doação que Yuri faz a Marcela (R$ 3.500), e não há indicação de que Yuri seja fornecedor ou aliado formal na cadeia. O conjunto merece checagem humana para entender a natureza dessas transferências.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.040,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 28.040,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e os valores são modestos. As entidades têm partidos distintos (PODE e PSB) e cargos diferentes, o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. O caso merece uma checagem manual leve, mas não há elemento que justifique priorização alta.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 26.090,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com partidos diferentes (PSB e PRD) e valores que retornam quase integralmente ao ponto de partida: Eduardo doa R$ 3.040 a Fernanda, que doa R$ 2.000 a Angela, que paga R$ 1.050 a Guilherme, que doa R$ 20.000 a Eduardo. A assimetria de valores e a ausência de vínculo partidário/coligação declarado entre os envolvidos dificultam a explicação por mera coincidência de mesma chapa. O retorno de recursos a Eduardo, embora em montante menor, fecha um circuito entre pessoas sem relação institucional evidente, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 178.121,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL-SP e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas entre aliados. Os valores são modestos e dispersos ao longo de vários anos (2018-2022), sem um elo que destoe em ordem de grandeza. A presença da RINOBOX (empresa de soluções financeiras) como doadora de uma candidata e recebedora de despesa de outro candidato é o ponto que menos se explica de imediato, mas não há informação suficiente para afirmar que fuja do rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.482,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSOL e PRTB) e inclui uma grande empresa (Facebook) e uma empresa de soluções financeiras (Rinobox). As transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores variados, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao doador original. Não há um fato único que destoe de forma evidente, mas a combinação de atores díspares e a existência de um loop justificam uma checagem humana para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.249,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12,2 mil no total) e pessoas/entidades ligadas ao mesmo campo político (PSOL e PCdoB em SP), com transações espalhadas por 2018, 2020 e 2022. Há um repasse de direção partidária a candidato e despesas entre candidatos, padrões comuns em campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 104.167,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL/PCdoB), com transações em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A empresa PAGUE JUNTO aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outra candidata, mas o valor doado (R$ 36 mil) é maior que o recebido (R$ 664), sem indicar retorno financeiro à empresa. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível descartar completamente sem checar a natureza dos serviços prestados.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 98.597,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas atores do PSOL de São Paulo em 2018: a direção estadual do partido, dois candidatos da mesma legenda e uma empresa de tecnologia. A maior parte do valor (R$ 36.060,00) é doação da empresa Pague Junto à candidata Mônica Bonfim, e o restante são repasses pequenos entre direção partidária e candidatos, compatíveis com repasses internos de campanha e pagamentos de serviços. O retorno à direção estadual é de apenas R$ 2,46, valor irrisório que não fecha um ciclo financeiro relevante. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta valor equivalente ao doado, nem de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 96.138,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 96 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e as entidades têm vínculos partidários ou de coligação (PSOL, PC do B, PCDOB) que podem explicar repasses internos. A empresa PAGUE JUNTO aparece tanto doando quanto recebendo, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de intermediação. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 90.567,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 90,5 mil, mas os valores são assimétricos: a maior parte (R$ 36 mil) vem de uma empresa privada para uma candidata do PSOL, enquanto o retorno ao partido é de apenas R$ 2,46. As duas candidatas são de partidos diferentes (PSOL e PC do B), mas ambos integram a mesma federação/coligação de esquerda em SP, o que pode explicar a circulação. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para cravar 'bizarro' nem 'plausível' sem checar a natureza dos pagamentos à Pague Junto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.279,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 13,3 mil no total) e entidades de partidos aliados (PSOL e PCdoB), comuns em coligações de esquerda. A empresa ELEGIS presta serviços de consultoria/tecnologia, ramo compatível com despesas de campanha, e recebeu apenas R$ 21,59 de uma candidata, valor irrisório. As doações do partido para Nayara e a despesa de Najara com a direção partidária são movimentações típicas de campanha, sem indício de anormalidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.631,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação é uma doação de R$ 35.000 do PSOL a Juliana Gomes Curvelo (PSB), enquanto as demais somam centavos a R$ 1.573. A EleGis aparece como fornecedora de serviços de gestão/tecnologia para a campanha de Juliana, o que é compatível com seu ramo, e a doação de R$ 35 à Najara é irrelevante. Não há um fato concreto que destoe do padrão de uma coligação/partido repassando recursos e contratando serviços, mas o loop fechado entre quatro entidades de partidos diferentes merece uma olhada rápida.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 65.181,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL em SP (direção estadual, duas candidatas do partido e uma empresa). A maior parte do valor (R$ 39.959,75) é repasse da direção estadual para uma candidata, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 1.273, R$ 16.575 e R$ 153.000) e podem ser explicadas por ressarcimentos, doações entre aliados ou pagamentos a fornecedor, sem indicar um esquema atípico.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 69.823,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 39.959,75 de doação do partido a Thalita, R$ 5.560,00 da Rinobox a Bruna, R$ 650,00 de Bruna a Pedro, R$ 85,19 de Thalita à Rinobox e R$ 56,14 de Pedro ao partido), o que enfraquece a ideia de um loop financeiro fechado. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL) e atuação em SP, padrão comum em coligações e direções partidárias. Não há um fato concreto que destoe do esperado a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 397.843,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do mesmo partido (PSOL-SP), o que é um padrão comum em coligações. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores desiguais, sem um retorno claro de grande montante à origem. O elo mais chamativo é a empresa PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIAÇÃO, que recebeu despesa de um candidato e doou para outra candidata, mas o valor é pequeno (R$ 139,40 de despesa) e a doação (R$ 36.060,00) pode ter origem lícita não detalhada.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 399.724,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores e anos dispersos (2018, 2020, 2022) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PCdoB), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação é uma doação da direção estadual do PSOL a Edmilson Souza Santos (R$ 321 mil), padrão comum de repasse partidário, e as demais somam valores pequenos perto do total. Não há um fato único que destoe claramente, como fornecedor de ramo estranho ou valor uma ordem de grandeza acima dos demais.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 394.153,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político (PSOL): a direção estadual do partido, dois candidatos filiados ao PSOL e uma empresa de tecnologia. A maior transação é um repasse da direção estadual ao candidato Edmilson Souza Santos (R$ 321 mil), padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores muito menores e compatíveis com doações de pessoa física e pagamentos a fornecedor de serviços digitais, sem indício de retorno financeiro anômalo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.459,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em São Paulo, com valores modestos (R$ 20,4 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção partidária a candidata, despesas de candidatos e doações entre filiados. Não há fornecedor externo, empresa de ramo alheio ou valor de ordem de grandeza destoante. O padrão é compatível com movimentação interna de recursos partidários e reembolsos, sem fato concreto que exija checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.925,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12,9 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL e PCdoB), com repasses da direção estadual do PSOL a candidatos. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 178.537,20
IA · deepseek-flash O loop envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de SP e o partido aparece como origem/destino, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. Os valores são muito díspares (R$ 105 mil de doação partidária, R$ 36 mil de uma empresa de tecnologia, R$ 745 de despesa e R$ 2,46 de devolução), sem um ciclo fechado de valor equivalente que sugira triangulação. A empresa PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIAÇÃO recebeu R$ 745 de uma candidata e doou R$ 36 mil a outra, o que é atípico, mas pode ser doação empresarial permitida à época (2018) ou intermediação de recursos. Não há um fato isolado que force a checagem, nem elementos suficientes para descartar.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 119.418,44
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL de São Paulo, e o elo de origem/destino é a própria direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 119 mil no total, com a maior transação sendo R$ 105 mil em repasses da direção para uma candidata) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018–2024), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O retorno à direção estadual aparece como despesa de campanha, padrão comum de prestação de contas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 184.089,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual a Paulo Roberto Búfalo (R$ 110,6 mil), típica de repasse a candidato do próprio partido. As demais movimentações são de pequeno porte (R$ 50, R$ 2,46, R$ 745,72) e a doação da Pague Junto a Mônica Cristina (R$ 36 mil) pode ser apoio de um fornecedor/aliado, sem indício de anormalidade grave.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 124.971,20
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL de São Paulo, e a maior parte do fluxo (R$ 110.643,78) é repasse da direção estadual do partido para um candidato, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são doações entre candidatos do mesmo partido em anos distintos (2018, 2022, 2024) e um pagamento de despesa de campanha à direção partidária, valores modestos e compatíveis com movimentação interna de campanha. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de valores desproporcionais que sugiram algo além de coincidência entre aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 188.997,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 110 mil de doação partidária vs. R$ 132 de despesa) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL/PCdoB) e a empresa PAGUE JUNTO aparece tanto doando quanto recebendo, mas os montantes e a dispersão temporal não configuram um padrão claramente anômalo. Faltam elementos para dizer se é coincidência entre campanhas aliadas ou algo que mereça checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 183.426,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político (PSOL): a direção estadual do partido repassando recursos a dois candidatos filiados e ambos pagando despesas à mesma empresa de intermediação. Os valores são modestos e compatíveis com repasses partidários e gastos de campanha, sem indício de retorno financeiro pessoal. A maior transação (R$ 110,6 mil) é do partido para um candidato, padrão comum de financiamento interno. Não há elemento concreto que fuja do roteiro típico de uma coligação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 112.277,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 110,6 mil) é doação do diretório estadual do PSOL a Paulo Roberto Bufalo, enquanto as demais transações são de baixíssimo valor (R$ 35, R$ 1.573 e R$ 25,73). As entidades têm partidos diferentes (PSOL e PCdoB), mas ambos são de esquerda e podem ter alianças estaduais em SP. O retorno ao diretório é uma despesa de apenas R$ 1.573, o que não configura um loop financeiro relevante. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de campanha, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 127.489,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL de São Paulo, com valores compatíveis com doações internas entre aliados e pagamentos a um fornecedor de tecnologia. A maior transação (R$ 36.060,00 da Pague Junto para Monica Bonfim) é uma doação de empresa, lícita na época, e as demais somam valores pequenos perto do total. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo que justifique alerta.