severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 52.075,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PCdoB) e uma empresa de consultoria, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 50.403,37) é uma doação do diretório estadual do PSOL para Ines Paz, enquanto as demais somam apenas R$ 1.671,69. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de movimentação partidária, mas também não é possível afirmar que seja totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.890,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PCDOB) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a explicação de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações podem ser explicadas por doações cruzadas entre aliados ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe. Não há um único elo com valor ou natureza claramente anômala que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.438,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito pequenos (R$ 28 mil no total, com transações individuais de R$ 14 a R$ 2.626) e entidades que compartilham vínculos partidários: PSOL, PCdoB e a direção estadual do PSOL em SP, além de uma empresa de consultoria eleitoral (ELEGIS) que presta serviços a campanhas. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações entre aliados e pagamentos a fornecedor do ramo, mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência sem checar os vínculos societários e a natureza dos serviços.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.277,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11.277,75 no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL/PCdoB), com a direção estadual do PSOL repassando recursos a candidatas do próprio partido. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e sugere coincidências contábeis entre campanhas aliadas. A empresa ELEGIS aparece como fornecedora de serviços de gestão e tecnologia, ramo compatível com despesas de campanha, e os valores são pequenos e compatíveis com reembolsos ou pagamentos pontuais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.286,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL/PCdoB), com transações espaçadas entre 2018 e 2024. A soma de R$ 13.286,47 é pequena e compatível com ressarcimentos ou repasses internos de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.286,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 13,2 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL/PCdoB), o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos e contratação de serviços entre campanhas aliadas. A maior transação (R$ 7,6 mil da direção estadual para Mônica Bonfim) e a despesa de R$ 4 mil para Isabella Moraes Netto são valores baixos e não destoam do restante. Não há um fato isolado que fuja claramente do padrão de movimentação partidária, mas a presença de uma empresa privada (ELEGIS) no meio do ciclo e a mistura de anos eleitorais diferentes impedem uma explicação totalmente automática.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 60.074,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em São Paulo, com valores baixos (R$ 60 mil no total) e transações típicas de campanha: doações da direção partidária a candidatos e despesas entre candidatos da mesma sigla. O maior valor (R$ 53,5 mil) é uma doação da direção estadual à Bruna Biondi, padrão comum de repasse partidário. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.404,61
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL de São Paulo, e as transações ocorrem dentro da mesma estrutura partidária (direção estadual repassando recursos a candidatos, candidatos pagando despesas e doando entre si). O valor total do ciclo (R$ 19,4 mil) é modesto e compatível com movimentação típica de campanhas municipais/estaduais de pequeno porte. O fluxo 'direção estadual -> Marcelo Reina' (R$ 13,7 mil) é um repasse partidário comum, e as demais setas podem ser explicadas como doações entre aliados ou ressarcimentos internos. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 87.563,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do PSOL de São Paulo (Marcelo Reina, Ivan Valente, Monica Bonfim e a Direção Estadual), o que é compatível com repasses internos de campanha. A empresa Pague Junto aparece como fornecedora de serviços de intermediação/tecnologia para a campanha de Ivan Valente e como doadora da campanha de Monica Bonfim, ambos do mesmo partido, o que pode ser coincidência de rede de fornecedores e aliados. Os valores são modestos (R$ 87,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanhas do mesmo partido.
severidade média4 nósR$ 10.886,40
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 254.263,18
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas entidades do PSOL de São Paulo (direção estadual e candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasse interno de recursos partidários. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), podendo refletir devoluções de sobras, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidaturas aliadas. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 87.294,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PSOL em São Paulo, com valores muito díspares: a maior parte (R$ 36.060,00) é uma doação da empresa Pague Junto à candidata Mônica Bonfim, enquanto as demais transações são de baixo valor (R$ 100, R$ 2,46, R$ 508,07). A cadeia pode ser explicada por repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma legenda e pagamentos a um fornecedor de tecnologia, sem um fato concreto que fuja do padrão partidário. O valor total de R$ 87 mil é modesto e não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa recebendo de volta quantia equivalente à doada.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 493.443,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PSOL-SP) e uma empresa de intermediação de pagamentos, com valores muito díspares entre as transações. A maior parte do volume (R$ 416 mil) é repasse da direção estadual ao candidato Flávio Casimiro, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor (R$ 2,46 a R$ 4.500) e compatíveis com despesas de campanha e doações entre aliados, sem indicar um esquema de retorno de recursos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 171.176,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de São Paulo (Ricardo Alvarez, Ivan Valente, Monica Bonfim e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas entre aliados da mesma coligação. A empresa Pague Junto Tecnologia de Intermediação aparece como fornecedora de Ivan Valente e doadora de Monica Bonfim, mas o valor de R$ 36.060,00 em 10 doações é modesto e pode refletir contratação de serviços de intermediação/tecnologia. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 72.562,18
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL em São Paulo, e a cadeia inclui repasses da direção estadual do partido para candidatos e despesas de campanha pagas a fornecedores/militantes. O ciclo envolve valores modestos (R$ 72,5 mil no total) e transações de anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que é compatível com movimentação rotineira dentro do mesmo partido, como ressarcimentos e apoio mútuo entre candidaturas aliadas. Não há indício de empresa comercial de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo curto e fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.263,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PCDOB), mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do valor (R$ 22.641,34) é uma doação do diretório estadual do PSOL para Leonardo Manoel Alves, e as demais transações somam apenas R$ 1.622,44, quantia irrisória que pode ser ressarcimento ou pagamento de serviços. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária rotineira, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 75.075,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 3.606,00 de uma empresa para uma candidata, R$ 508,07 de outra candidata para a mesma empresa, R$ 1.702,31 do partido para um candidato, R$ 200,00 entre candidatos e R$ 2,46 de volta ao partido), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de dinheiro. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-SP) e a empresa PAGUE JUNTO aparece tanto doando quanto recebendo, padrão compatível com intermediação de doações ou prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas a combinação de uma empresa privada no meio de um ciclo com candidatos do mesmo partido merece uma olhada humana para confirmar a natureza das transações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 80.700,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de SP e o partido (direção estadual/municipal) aparece como origem e destino, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. A empresa PAGUE JUNTO recebeu R$ 508,07 de uma candidata e doou R$ 36.060,00 a outra, valores de ordens de grandeza diferentes que não configuram devolução circular expressiva. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas o encadeamento fecha um loop que merece conferência se houver outros indícios.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 18.092,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 18 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo campo político: o PSOL (direção estadual) doou ao candidato Juvenil Batista Lopes (PSOL), que pagou despesas à ELEGIS (consultoria), a qual doou à candidata Najara Lima Costa (PCdoB), que por sua vez teve despesa com a direção estadual do PSOL. As transações ocorrem ao longo de vários anos (2020, 2022, 2024), não num curto intervalo, e os montantes são compatíveis com serviços de consultoria e pequenas doações. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor fora do ramo; o padrão é típico de movimentação entre campanhas aliadas e prestação de serviços.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 157.253,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSOL) e sua direção estadual, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é uma doação da direção estadual ao candidato a vice-prefeito, e as demais são valores pequenos de despesas e doações entre membros do mesmo partido. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 88.358,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 88 mil no total) e a maioria das entidades tem vínculo partidário ou de coligação (PSOL e PCdoB, partidos frequentemente aliados). A empresa PAGUE JUNTO aparece tanto como doadora de uma candidata quanto como fornecedora de outro candidato, o que pode ser um serviço de intermediação legítimo, mas o ramo de tecnologia de intermediação não é claramente compatível com despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores, prazos ou ausência de vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 82.787,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-SP) e a direção estadual da legenda, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A maior parte do valor (R$ 36.060,00) é uma doação da empresa PAGUE JUNTO à candidata Mônica, e as demais transações são de valores baixos (R$ 100,69, R$ 2,46 e R$ 68,08), compatíveis com ressarcimentos ou pequenas despesas. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta valor expressivo, nem de fornecedor com ramo estranho ao serviço. O loop parece refletir a movimentação normal de recursos dentro da mesma coligação/partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.789,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-SP) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa GMT Tecnologia aparece tanto como fornecedora de uma candidata quanto como doadora de outra, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 36.357,68
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PCdoB), mas os valores são pequenos e compatíveis com movimentação rotineira de campanha. A maior parte do volume (R$ 34.736,33) é uma doação da direção estadual do PSOL para Roselaine Soares, enquanto as demais transações são de baixo valor (R$ 35,00, R$ 1.573,27 e R$ 13,08). O ciclo pode ser explicado por repasses partidários, contratação de serviços de consultoria e devoluções, sem indício de desvio relevante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 171.746,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de São Paulo (direção estadual, Raul Campos, Bruna Biondi e Pedro Minamidani), o que é compatível com repasses internos do partido e despesas entre campanhas aliadas. Os valores são pequenos e dispersos (R$ 165 mil da direção para Raul, R$ 5,5 mil da Rinobox para Bruna, R$ 92 da campanha de Raul para a Rinobox, R$ 650 de Bruna para Pedro e R$ 56 de Pedro para a direção), sem montante de uma ordem de grandeza acima do resto. A Rinobox aparece como fornecedora de serviços financeiros, ramo compatível com despesas de campanha, e o fluxo pode ser explicado por ressarcimentos e doações dentro do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 167.905,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 167,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. A maioria das entidades é do PSOL (partido e duas candidatas), o que sugere possível coordenação partidária legítima, mas a presença de uma candidata do PCDOB e de uma empresa de tecnologia que recebeu despesa de uma candidata e doou para outra no mesmo ano (2018) merece uma olhada mais atenta. Não há um fato isolado que seja claramente inexplicável, mas também não é um padrão trivial de mesma coligação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 162.334,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PSOL): a direção estadual do partido doa a uma candidata a vereadora, que paga uma empresa de tecnologia, que doa a uma candidata a deputada estadual, que faz uma despesa de valor irrisório (R$ 2,46) de volta à direção. As duas candidatas são do PSOL/SP, e a empresa Pague Junto é fornecedora de serviços de intermediação, ramo compatível com despesas de campanha. O valor que fecha o ciclo de volta ao partido é de apenas R$ 2,46, o que não configura retorno significativo; o grosso do fluxo (R$ 88,9 mil) é doação partidária padrão a candidata do próprio partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 103.215,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL (direção estadual e três candidatos do mesmo partido em SP), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 103 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018-2024), compatíveis com movimentações normais de campanha. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária, nem valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 111.215,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em São Paulo, com valores modestos (R$ 111 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2024). As setas são compatíveis com doações internas entre filiados e repasses/despesas da direção partidária, padrão comum em campanhas do mesmo partido. Não há fornecedor externo, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 74.503,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL de São Paulo, com valores pequenos e compatíveis com doações internas entre candidatos da mesma legenda e pagamentos a um fornecedor de tecnologia de intermediação. A maior transação (R$ 36.060,00 da Pague Junto para Monica Bonfim) é uma doação empresarial a uma candidata do PSOL, o que, embora chame atenção pelo ramo da empresa, não configura por si só um ciclo fechado suspeito. O retorno ao partido se dá por uma despesa de R$ 2,46, valor irrisório que não indica desvio. Não há elemento concreto que fuja do padrão de movimentação entre aliados da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 83.369,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 83 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL/PCdoB), com transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A empresa PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIAÇÃO aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 125,34) é irrisório frente à doação (R$ 36 mil), sugerindo mais um pagamento de serviço do que um retorno de dinheiro. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações entre aliados e prestação de serviços, mas também não é possível descartar coincidência sem checar a natureza dos serviços prestados.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 77.798,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PSOL-SP e a direção estadual do próprio partido, em 2018, o que é compatível com repasses internos de campanha e despesas com um fornecedor comum. A maior parte do valor (R$ 36.060,00) é uma doação da empresa PAGUE JUNTO à candidata Mônica Bonfim, e não um retorno à origem; o valor que fecha o ciclo de volta à direção do PSOL é irrisório (R$ 2,46). Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 154.886,46
IA · deepseek-flash O loop envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes: a maior transação é uma doação de R$ 153 mil do PSOL-SP para Rafael Alquezar (2022), enquanto as demais somam alguns milhares. As conexões entre Najara Lima Costa (PCdoB) e Rafael Alquezar (PSOL) via ELEGIS são de valores baixos e podem ser despesas/doações rotineiras, mas o ciclo fechado entre partidos diferentes e uma empresa de consultoria merece verificação humana para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 532.794,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-SP, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do volume (R$ 444 mil) é doação da direção estadual a Ivan Valente, padrão comum de repasse a candidatos do próprio partido. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por doações entre aliados e pagamentos a fornecedor de tecnologia, sem indício de anomalia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 523.778,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 444 mil de doação partidária a Ivan Valente contra R$ 935 de despesa dele com a Pague Junto) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PCdoB), o que enfraquece a explicação por mera coligação. Por outro lado, a maior parte do fluxo é compatível com repasses partidários rotineiros e prestação de serviços de intermediação, e os elos menores podem ser ressarcimentos ou coincidências. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é um padrão claramente legítimo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 518.207,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político (PSOL-SP): a direção estadual do partido repassando recursos a Ivan Valente, este pagando despesas à Pague Junto (fornecedor de tecnologia de intermediação), que por sua vez doou à candidata Mônica Bonfim, também do PSOL. Os valores são muito assimétricos: a maior parte (R$ 444 mil) é doação partidária legal, enquanto as demais pontas somam valores pequenos (R$ 36 mil de doação e R$ 935 de despesa), compatíveis com prestação de serviço e devolução/sobra. Não há indício de enriquecimento circular relevante nem de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 84.316,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-SP, com valores pequenos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 36.060,00) é uma doação da empresa Pague Junto a Mônica Bonfim, e a empresa também recebeu R$ 508,07 de Ana Cláudia Mielke, valores de ordens de grandeza diferentes que não indicam retorno disfarçado. O fechamento do loop parece decorrer de coincidências entre campanhas do mesmo partido, sem fornecedor de ramo alheio ou valor atipicamente alto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 89.353,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 13,9 mil a R$ 36 mil) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades incluem dois candidatos do PSOL (mesmo partido) e uma candidata do PCdoB, partidos que costumam atuar em coligações de esquerda em SP, e a empresa PAGUE JUNTO aparece como doadora e também como fornecedora de um dos candidatos, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de financiamento entre aliados, mas também não dá para descartar sem checar a natureza dos serviços prestados pela empresa.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 83.782,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do mesmo partido (PSOL-SP) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações ocorrem todas em 2018, sem indício de empresa alheia ao contexto ou valor fora de escala. A empresa PAGUE JUNTO aparece como doadora de um dos candidatos e recebedora de despesa do outro, mas dentro de uma cadeia partidária coerente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.772,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL/PCdoB), com repasses de direções partidárias a candidatas e despesas com uma empresa de tecnologia. A maior parte das transações é compatível com financiamento partidário e prestação de serviços, mas o elo 'empresa PAGUE JUNTO -> candidata Mônica' (R$ 36 mil em 10 doações) e o retorno de Mônica para Najara (R$ 4 mil) não têm explicação simples nos dados. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas o conjunto merece uma checagem humana para confirmar a natureza dos vínculos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 190.202,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-SP) e a direção partidária, com valores compatíveis com repasses internos de campanha. A empresa PAGUE JUNTO aparece como fornecedora de serviços de intermediação para uma candidata e doadora para outra, o que pode ser coincidência ou relação comercial legítima. O valor total (R$ 190 mil) não é uma ordem de grandeza acima do restante, e as transações se distribuem ao longo de 2018-2022, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 73.659,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do PSOL em São Paulo, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 25,00) e repasses da direção partidária. A maior transação é uma doação de R$ 36.060,00 da Pague Junto Tecnologia para Monica Bonfim, mas a empresa também aparece como fornecedora de Silvia Ferraro, o que pode indicar relação comercial legítima ou doação de apoiador. Não há salto de ordem de grandeza inexplicável nem fornecedor de ramo alheio ao serviço; o padrão é compatível com movimentação interna de campanha e aliados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.540,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em São Paulo, com valores modestos e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024). As transações são compatíveis com doações entre correligionários do mesmo partido e repasses da direção partidária a candidatos, padrão comum em campanhas. O maior valor (R$ 10.000 de Silvia para Paula em 2022) é uma doação entre candidatas do mesmo partido, sem indício de retorno direto à doadora. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.677,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (PSOL, REDE, PCDEB) e valores pequenos (R$ 11.677,02 no total), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. A empresa ELEGIS aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outra candidata, o que pode ser um padrão de consultoria eleitoral, mas não há informação suficiente para afirmar que é rotineiro. Não há um fato concreto que destoe de forma clara (como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não dá para descartar sem checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.980,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 15.980,96 no total) e entidades majoritariamente do mesmo partido (PSOL-SP), o que é compatível com movimentações rotineiras de campanha, como repasses partidários e despesas entre candidatos aliados. A empresa RINOBOX SOLUCOES FINANCEIRAS LTDA aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outra, mas o valor recebido (R$ 125,14) é irrisório perto da doação (R$ 5.560,00), sem indicar retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.130,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 15.472,09 de doação do PSOL a Chirley em 2022, R$ 49,73 de despesa dela à Elegis em 2024, R$ 35,00 de doação da Elegis a Najara em 2024 e R$ 1.573,27 de despesa de Najara ao PSOL em 2020), em anos diferentes e sem conexão temporal ou de valor que caracterize um loop fechado. As entidades têm vínculos partidários distintos (PSOL e PCdoB) e a Elegis é uma empresa de consultoria/tecnologia que presta serviços a campanhas, o que é comum. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas fragmentadas entre campanhas, mas também não se pode afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as pessoas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 609.861,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL de São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é um repasse da Direção Estadual para Paula Nunes (R$ 525.965,07), típico de financiamento partidário, e as demais são doações entre candidatas do mesmo partido e pagamentos a um fornecedor de tecnologia. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 74.901,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL-SP e as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral. A maior parte do valor (R$ 36.060,00) é uma doação da empresa PAGUE JUNTO para a candidata Mônica Bonfim, e as demais transações são de valores muito menores (R$ 250, R$ 1.861, R$ 139, R$ 2,46), compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para campanhas de um mesmo partido, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop pode ser coincidência ou ressarcimento, mas os dados disponíveis não permitem afirmar que seja rotineiro nem genuinamente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.834,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL/SP e a maior parte das transações ocorre em 2018, o que é compatível com repasses internos de campanha e despesas com fornecedor comum. A empresa PAGUE JUNTO aparece tanto recebendo despesa de uma campanha quanto doando para outra do mesmo partido, padrão que pode ocorrer legitimamente, embora mereça conferência. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor, ramo ou ausência de vínculo partidário) a ponto de justificar 'bizarro'.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.946,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas a maior parte do fluxo é explicável por doações partidárias usuais: a direção estadual do PSOL repassou R$ 20,5 mil a Alexya Salvador (PT) e a Rinobox doou R$ 5,5 mil a Bruna Biondi (PSOL). O elo que fecha o loop é uma despesa de apenas R$ 88,61 de Alexya Salvador à Rinobox, valor irrisório perto do total. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de financiamento eleitoral, mas a presença de uma empresa de 'soluções financeiras' recebendo doação e pagamento de campanha merece uma olhada rápida.