severidade média4 nósIA: plausívelR$ 233.258,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Stela Farias) e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto), além de uma empresa de contabilidade. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno do dinheiro à origem. O fluxo pode ser explicado por repasses dentro do mesmo campo político e contratação de serviços contábeis.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.938,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores e anos dispersos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 180 mil de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e a ESSENT aparece tanto como doadora quanto como prestadora de serviços contábeis, atividade compatível com pagamentos de campanha. Não há um fato único que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que tudo se explica por rotina partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 200.248,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Jeferson Oliveira Fernandes) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, além de um comitê financeiro de Edegar Pretto (também PT). As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e pagamentos de serviços contábeis. Não há um fato concreto que destoe do padrão de relacionamento entre campanhas do mesmo partido e um fornecedor especializado, mas a existência de um ciclo fechado com valores que retornam à mesma empresa justifica uma verificação humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 201.453,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Elvino Bohn Gass (PT) e depois recebe pagamentos de despesa da campanha de Tarcísio Zimmermann (PDT), partidos diferentes. Além disso, há uma despesa de R$ 180.000,00 da campanha de Elvino para João Edegar Pretto, que por sua vez doou para Tarcísio Zimmermann, fechando o loop. O valor dessa despesa é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, o que dificulta uma explicação simples de coincidência entre aliados.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 64.879,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e duas campanhas do PT/RS, mas o elo intermediário é uma pessoa física (José Sidney Nunes de Almeida) que não aparece como candidato nem como partido/coligação identificada. Além disso, o valor que sai de Elvino Bohn Gass para essa pessoa (R$ 11.000) é maior do que o que ela doa a João Edegar Pretto (R$ 6.000), e a ESSENT recebe de volta R$ 38.088 da campanha de Pretto — o que sugere que a empresa pode ter sido paga com recursos que circularam entre as campanhas. O conjunto merece checagem humana para entender a natureza do repasse intermediário e se há relação de prestação de serviços entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.314,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15,3 mil) e entidades que compartilham vínculos partidários (PT-RS) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que poderia explicar as movimentações como doações, pagamentos e ressarcimentos rotineiros. No entanto, o fechamento do loop com uma empresa privada recebendo de volta parte do que doou a um candidato e depois sendo paga por outro candidato do mesmo partido merece uma checagem manual para confirmar a natureza dos serviços e a cronologia. Não há um fato isolado que torne a explicação simples implausível, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de verificação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.790,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT no Rio Grande do Sul, o que torna plausível que as transações decorram de relações partidárias ou de prestação de serviços contábeis. Os valores são modestos (R$ 12.790 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal imediato que sugira um conluio. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados políticos e um fornecedor de serviços contábeis.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.114,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 18 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. A empresa Essent Jus presta serviços de contabilidade, ramo compatível com despesas de campanha, e o valor pago por Orlando Desconsi (R$ 423,45) é pequeno. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre correligionários, mas também não é possível afirmar com segurança que se trata de mera coincidência.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 21.714,45
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (Essent Jus) e dois políticos do PT do RS, com valores que não batem: a empresa doa R$ 9.791 a Elvino Bohn Gass, mas recebe de volta apenas R$ 423,45 de Orlando Desconsi, enquanto Elvino paga R$ 8.000 a Milton Kuhn, que por sua vez doa R$ 3.500 a Desconsi. A assimetria entre o que a empresa doa e o que recebe de volta, somada ao fato de a empresa ser do ramo contábil e aparecer como doadora de campanha, justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.546,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 16,5 mil) e entidades majoritariamente do PT/RS, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou prestação de serviços contábeis. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e há inconsistências nos nomes (ESSENT INOVACAO vs ESSENT JUS; ADELAINE SEGEER vs SEGER), dificultando afirmar se é um loop real ou apenas coincidência de dados. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.856,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 20,8 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As doações e despesas podem ser explicadas por relação profissional entre campanhas e prestador de serviços contábeis, além de doações entre aliados do mesmo partido. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.501,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 13,5 mil) e transações em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades incluem dois candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com pagamentos que podem ser serviços prestados ou doações entre aliados. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, mas também não é possível descartar totalmente a coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 51.237,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Elvino Bohn Gass (PT) e depois recebe pagamentos de despesa da campanha de Marcelo Sgarbossa (REDE), com um intermediário (Miguel Rossetto) que recebe despesa de Elvino e doa para Sgarbossa. Os valores são modestos (R$ 51 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, etc.), mas também não há uma explicação simples e evidente como mesma coligação ou repasse partidário. Fica no meio: pode ser coincidência de rede de relacionamentos no RS, mas merece uma olhada rápida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 123.368,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Elvino Bohn Gass e depois recebe pagamentos da campanha de Manuela D'Ávila, fechando o loop. Chama atenção que o valor pago pela campanha de Manuela à ESSENT (R$ 45.077,12) seja quase 5 vezes maior que a doação feita pela ESSENT a Elvino (R$ 9.791,00), e que o elo entre Henrique Fontana e Manuela seja uma doação de apenas R$ 1.000,00 — valor desproporcional no meio de uma cadeia de R$ 123 mil. Além disso, há um intermediário sem nome identificado (CNPJ 31181987000111) e um doador pessoa física (Miguel Rossetto) que recebe de volta de Elvino Bohn Gass um valor ligeiramente maior (R$ 35.000,00) do que doou a Fontana (R$ 32.500,00), o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 78.020,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass, Henrique Fontana Junior e Any Carmem de Avila Moraes), o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos e compatíveis com serviços contábeis prestados pela ESSENT JUS/ESSENT INOVACAO, que aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos de campanhas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço. O loop pode ser explicado por coincidência de relacionamentos partidários e prestação de serviços contábeis recorrentes.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 80.681,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade (ESSENT) que aparece tanto doando para um deles quanto recebendo despesas do outro, fechando um loop de R$ 80,7 mil em 2018. A coincidência de sentidos opostos entre os mesmos atores em um único ano eleitoral não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário, e o valor da doação de Elvino a Miguel (R$ 35 mil) é uma ordem de grandeza maior que as demais transações da cadeia. Vale checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.546,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 51,5 mil no total) e transações espalhadas por 2018, 2022 e 2024. A presença de uma empresa de contabilidade pagando despesas de campanha e recebendo pagamentos de campanhas é um padrão comum e legítimo, e os candidatos compartilham partido e estado. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os contratos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.856,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Jeferson Fernandes) e empresas de contabilidade/consultoria, com valores modestos (R$ 55,8 mil no total). As transações são de 2018 e 2022, com doações de empresas aos candidatos e despesas dos candidatos às mesmas empresas, o que pode ser explicado por contratação de serviços contábeis e doações de aliados. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 52.291,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 52,3 mil, com dinheiro saindo de uma empresa de contabilidade para a campanha de Elvino Bohn Gass, passando por Miguel Soldatelli Rossetto, Stela Beatriz Farias Lopes e retornando à mesma empresa. Embora todos os envolvidos sejam do PT/RS e o ano seja o mesmo (2018), o fato de uma empresa de contabilidade doar para uma campanha e depois receber pagamento dessa mesma cadeia, fechando o loop, não tem explicação simples e legítima evidente. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 66.061,22
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PT e PDT), sem coligação comum evidente. A empresa doa para Elvino Bohn Gass (PT) e recebe despesas de Tarcísio Zimmermann (PDT), enquanto o elo entre os dois políticos é uma doação de Anita (PT) para Tarcísio (PDT). O valor de R$ 35.000 pago por Elvino a Miguel Rossetto, que doou R$ 12.000 a Anita, é a maior transação da cadeia e não tem explicação simples.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 159.456,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSDB) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com despesas de campanha (ex.: R$ 165,00 para contabilidade), e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 177.515,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Elvino Bohn Gass e depois recebe pagamento de despesa da campanha de Paulo Renato Paim, enquanto a campanha de Elvino paga despesa para Miguel Rossetto e a campanha de Miguel doa para Paulo Paim. Embora todos sejam do PT/RS em 2018, o fluxo fecha um loop com valores expressivos (R$ 177,5 mil) e a empresa de contabilidade aparece nos dois lados (doadora e fornecedora), o que não é um padrão rotineiro de mesma coligação. A coincidência de sentidos e a intermediação por uma empresa privada justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 53.336,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as transações ocorrem em 2018 e dentro do campo político do PT no Rio Grande do Sul, o que é compatível com uma coligação estadual. A empresa ESSENT aparece doando para Elvino Bohn Gass e recebendo despesa de Paola Carvalho, valores de baixa magnitude (R$ 9.791,00 e R$ 45,00), enquanto o maior fluxo é a despesa de R$ 35.000,00 de Bohn Gass para Miguel Rossetto. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados, mas o fechamento do ciclo com uma empresa de contabilidade merece conferência humana para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 86.952,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PC do B) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por prestação de serviços contábeis a campanhas. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.985,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2018 (Elvino Bohn Gass, Maria de Fátima Mulazzani e Miguel Rossetto), o que é compatível com repasses e despesas dentro de uma mesma coligação/partido. A empresa ESSENT aparece como doadora de Bohn Gass e prestadora de serviço contábil para a campanha de Maria de Fátima, um padrão comum de fornecedor do partido. Os valores são modestos (R$ 50,9 mil no total) e as transações são poucas, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 59.791,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e há vínculos partidários claros: Elvino e David são ambos do PT/RS, e a doação de Miguel Rossetto (PT) para David é compatível com repasse dentro da mesma coligação. A empresa ESSENT aparece como doadora de Elvino em 2018 e como fornecedora de David em 2020, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima, sem que os fatos mostrem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há valor de ordem de grandeza destoante nem fornecedor com ramo incompatível, mas também não há elementos que expliquem completamente a recorrência da ESSENT nos dois lados da cadeia.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 52.911,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Denise da Silva Pessoa e Elvino Jose Bohn Gass) e uma empresa de contabilidade (Essent), com transações em anos diferentes (2018 e 2024). As doações da Essent a Bohn Gass e a despesa de Denise à Essent são compatíveis com serviços contábeis contratados por campanhas, e a despesa de Bohn Gass a Miguel Rossetto pode ser repasse dentro do mesmo campo político. Não há um fato isolado que destoe claramente (valores, ramo do fornecedor ou ciclo fechado sem vínculo partidário), mas a interligação entre os quatro entidades em anos distintos merece uma checagem para confirmar se há relação contratual ou de coligação que explique o fluxo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 49.116,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores modestos (R$ 49 mil no total) e todos os atores políticos identificados são do PT/RS, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024) e incluem doações de uma empresa de contabilidade a um deputado, despesas de campanha com fornecedores e repasses entre candidatos, padrões comuns em prestações de contas. Não há um único fato que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 52.291,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 52 mil no total) e transações concentradas em 2018. A empresa ESSENT aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo despesa de outro, o que pode ser um prestador de serviços contábeis contratado por campanhas do mesmo partido. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem checar a natureza dos serviços e a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.365,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 51 mil no total) e entidades majoritariamente do PT no RS, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou prestação de serviços contábeis. No entanto, a cadeia inclui uma empresa de contabilidade que doou para um candidato e depois recebeu pagamento de outra campanha, sem que se saiba a natureza do serviço, e há um salto temporal entre 2018 e 2024. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas a combinação de doação de empresa para candidato e posterior pagamento de campanha para a mesma empresa merece verificação humana para descartar irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 60.615,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 e uma empresa de contabilidade, com valores compatíveis entre si (R$ 3,3 mil a R$ 35 mil). As transações podem ser explicadas por doações entre aliados da mesma coligação e pagamentos por serviços contábeis, mas a existência de um loop fechado com uma empresa de contabilidade merece uma checagem para confirmar a natureza dos serviços e a relação entre as partes. Não há, nos dados apresentados, um fato que destoe claramente do padrão eleitoral comum.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.791,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 9.791 para a campanha de Elvino Bohn Gass e, na mesma eleição de 2018, recebe R$ 2.500 como despesa da campanha de Luis Fernando Schmidt (ambos PT/RS). Além disso, a campanha de Bohn Gass paga R$ 2.000 a Marcia Ines Blum, que também doou R$ 500 à campanha de Schmidt. O retorno de dinheiro de campanhas para uma empresa que também doou a outra campanha da mesma coligação, num intervalo curto e com valores que giram em torno do mesmo fornecedor, não tem explicação óbvia e merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 25.321,22
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e duas campanhas de partidos diferentes (PT e PDT), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A empresa doa para a campanha de Elvino Bohn Gass (PT) e, em outro momento, recebe despesas pagas pela campanha de Tarcísio Zimmermann (PDT), enquanto uma intermediária (Neiva) recebe despesas de Elvino e doa para Tarcísio. O elo entre as campanhas passa por uma pessoa física intermediária e por uma empresa que presta serviços contábeis, o que dificulta a explicação por mera coincidência de mesma coligação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.988,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 16.988,80, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores não retornam de forma equivalente ao ponto de partida. As conexões entre as entidades são parcialmente explicáveis por vínculos partidários (PT/RS) e por prestação de serviços contábeis, sem um fato concreto que destoe do padrão comum. Não há elemento que justifique priorização manual imediata, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.346,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 18,3 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo partido (PT) e estado (RS), o que é compatível com movimentação rotineira entre campanhas aliadas. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos e contextos diferentes (2018 vs 2024), e os valores são pequenos. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas a cadeia fechada com uma empresa de contabilidade merece uma olhada rápida.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.656,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Jeferson Fernandes) e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 22,6 mil no total). As transações são de anos diferentes (2018, 2022, 2026) e incluem doações e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço; a empresa de contabilidade é compatível com despesas de campanha. O loop pode ser coincidência contábil ou mero encadeamento de transações legítimas, mas a ausência de detalhes sobre a natureza dos serviços e a conexão entre as partes impede uma conclusão mais firme.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 53.949,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT do Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass e João Edegar Pretto) e uma empresa de contabilidade, com transações em anos distintos (2018 e 2022). A empresa Essent prestou serviços contábeis à campanha de Pretto em 2022, o que explica o pagamento de despesa, e a doação de 2018 para Bohn Gass pode ser contribuição empresarial permitida à época. O elo intermediário (Marcio Medeiros Felix) recebeu despesa de Bohn Gass em 2018 e doou para Pretto em 2022, valores pequenos e sem conexão direta com a empresa, sugerindo mais coincidência de rede partidária do que um loop fechado intencional.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.791,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Elvino Bohn Gass e Stela Farias) e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 20,8 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024. A empresa ESSENT aparece tanto doando a Elvino quanto recebendo despesa de Stela, o que pode ser relação comercial normal de contabilidade eleitoral, mas o elo intermediário (Adriano Marcelo Silva Santos) não tem partido/cargo informado, dificultando avaliar se há conexão legítima. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo ou ciclo curto fechado), mas também não dá para afirmar que é padrão rotineiro sem checar quem é o intermediário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.646,00
IA · deepseek-flash O loop envolve valores modestos (R$ 18.646 no total) e entidades majoritariamente do PT no RS, o que é compatível com uma cadeia de aliados da mesma coligação. As transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de ciclo curto e fechado. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos distintos e com valores pequenos, sem indicar retorno direto do mesmo recurso. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 22.956,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Elvino Bohn Gass e, na mesma cadeia, recebe pagamentos de despesa da campanha de Jeferson Oliveira Fernandes. Além disso, há uma despesa de R$ 7.000 da campanha de Elvino para Anderson Rodrigo Fernandes, que no ano anterior havia doado R$ 100 a Jeferson. Apesar de todos os candidatos serem do PT/RS, o retorno de recursos da empresa que também é fornecedora para o mesmo grupo de campanhas justifica uma checagem humana para verificar se há contratação simulada ou repasse indireto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.196,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30.196,90, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e todas as pessoas físicas são do PT/RS, o que é compatível com uma rede de aliados políticos. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos por serviços contábeis, o que pode ser relação comercial normal. Não há um fato isolado que destoe claramente (valores, ramo ou ciclo fechado no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como plenamente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 66.379,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades e envolve dois candidatos do PT/RS, mas o elo de volta é uma empresa de contabilidade (ESSENT) que pagou despesas de campanha a um dos candidatos e recebeu doações do outro, sem que os fatos expliquem a relação comercial. O valor total de R$ 66,4 mil não é alto, porém a direção do fluxo (empresa -> candidato -> terceiro -> outro candidato -> empresa) e a presença de um intermediário sem partido/coligação declarado dificultam uma explicação simples. Merece checagem humana para verificar se há contrato de prestação de serviços que justifique o pagamento de R$ 38 mil à ESSENT e a doação de R$ 9,8 mil ao deputado.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 20.094,02
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018, mas as duas empresas do loop têm naturezas distintas: a ESSENT (contabilidade) doa R$ 9.791,00 ao deputado Elvino Bohn Gass e recebe R$ 3.324,40 de despesa da campanha de Claudir Nespolo, enquanto a AIXMOBIL (serviços/participações) doa R$ 6.864,00 a Nespolo e recebe apenas R$ 114,62 de despesa de Bohn Gass. O elo mais frágil é a AIXMOBIL: uma empresa de serviços e participações doar a uma campanha e receber de volta um valor irrisório de outra campanha não tem explicação óbvia, e o fato de as duas campanhas serem do PT/RS não elimina o ciclo fechado entre pessoas jurídicas e campanhas. Vale checagem humana para entender a relação entre ESSENT, AIXMOBIL e os dois candidatos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.202,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 12,2 mil no total) e transações de naturezas distintas: doações de empresas a candidatos e despesas de campanha pagas a uma empresa de contabilidade. As conexões podem ser explicadas por serviços contábeis prestados a ambas as campanhas e por doações empresariais dentro do mesmo período eleitoral, sem que haja um fato concreto que destoe do padrão comum. Não há indício de valores anômalos, fornecedor fora do ramo ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário/coligação evidente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.410,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes (PSDB e PT), o que à primeira vista poderia sugerir uma conexão incomum. No entanto, os valores são modestos (R$ 35,4 mil no total) e as transações ocorrem todas em 2018, ano eleitoral, podendo refletir doações e despesas rotineiras de campanha, como pagamento por serviços contábeis. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas a existência de um ciclo fechado entre campanhas de partidos distintos justifica uma verificação humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.405,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas prestadoras de serviços contábeis/participações e dois candidatos de partidos diferentes (PT e REDE), o que à primeira vista não tem uma explicação óbvia de mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 16,4 mil no total) e as transações incluem tanto doações quanto despesas de campanha, padrão compatível com contratação de serviços contábeis e posterior devolução/doação. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, ramo incompatível ou ciclo fechado sem qualquer vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 10.914,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de serviços (contabilidade e mobilidade) e dois candidatos de partidos diferentes (PT e Republicanos), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com pagamentos de serviços contábeis e ressarcimentos, e a ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento do candidato do DF, o que é típico de prestadora de serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, ramo incompatível, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.330,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PP) e UFs distintas (RS e RR), o que dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e as transações são de 2018, com a ESSENT aparecendo como doadora de um candidato e fornecedora de outro, o que pode ser coincidência contábil. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou ramo de atividade incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 57.267,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve predominantemente políticos do PT/PSOL do Rio Grande do Sul em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), o que é compatível com doações entre aliados e prestação de serviços contábeis. A maior transação é um pagamento de R$ 45.077,12 da campanha de Manuela D'Ávila à ESSENT JUS CONTABILIDADE, valor razoável para serviços contábeis de campanha majoritária. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por doações entre membros da mesma coligação ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.919,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores modestos (R$ 11,9 mil no total) e todos os três políticos são do PT do Rio Grande do Sul, com histórico de candidaturas no mesmo período. As transações se distribuem entre 2018 e 2020, não formam um ciclo curto e fechado no tempo, e os pagamentos a fornecedores de contabilidade (ESSENT) são despesas típicas de campanha. O retorno do dinheiro à ESSENT via despesa de Any Moraes pode ser explicado por serviços contábeis prestados a campanhas do mesmo partido.