severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.442,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PP) e valores desiguais: a maior transação é uma doação de R$ 11.140,00 da AIXMOBIL para Hiran, enquanto as demais são de R$ 6.906,00, R$ 111,49 e R$ 284,75. As conexões entre as pontas (Henrique Fontana Junior e Hiran Manuel) não são explicadas por coligação ou partido comum, mas os valores pequenos e a natureza de despesas/doações isoladas em 2018 não configuram, por si, um padrão claro de circularidade relevante. Faltam elementos para dizer se é coincidência ou algo que mereça checagem prioritária.
severidade média5 nósR$ 10.652,49
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.962,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas e dois candidatos do PT/RS, com valores modestos (R$ 14.962,90 no total) e concentrados em 2018. A ESSENT presta serviços contábeis, o que é compatível com despesas de campanha, e a AIXMOBIL aparece como doadora de um dos candidatos. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, ramo incompatível ou ciclo fechado sem vínculo partidário), mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência rotineira sem checar os vínculos societários e a natureza dos serviços.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.385,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas prestadoras de serviços (contabilidade e mobilidade) e dois políticos de partidos diferentes (PT e PDT), o que à primeira vista não sugere uma coligação comum. Porém, os valores são modestos (R$ 15,4 mil no total) e as transações ocorrem em 2018, com uma despesa de Tarcísio à Essent também em 2024, fora do ciclo. A empresa Essent aparece tanto como doadora de Henrique quanto como fornecedora de Tarcísio, mas sem detalhes sobre a natureza dos serviços prestados não é possível afirmar se há algo atípico.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.795,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas prestadoras de serviços (contabilidade e participações) e dois candidatos de partidos diferentes (PT-RS e PPS-DF), sem coligação ou vínculo partidário declarado entre eles. Os valores são modestos (R$ 15,8 mil no total) e as transações incluem tanto doações quanto despesas de campanha, o que é compatível com prestação de serviços contábeis e repasses normais. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem qualquer conexão), mas também não há explicação simples evidente para o encadeamento exato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.787,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PSD, PSDB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. Os valores são modestos e as transações parecem compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, mas a presença de uma empresa de contabilidade recebendo pagamento de uma campanha do PSDB após ter doado a um candidato do PT merece uma olhada rápida. Não há um fato isolado que torne o caso claramente bizarro, nem elementos suficientes para descartá-lo como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 47.098,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSDB, PSD) e duas empresas, mas os valores são modestos e as transações ocorrem todas em 2018. A maior parte do fluxo (R$ 28.981,30) é um pagamento de despesa de campanha a uma empresa de contabilidade, o que é comum. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a existência de um ciclo fechado entre campanhas de partidos distintos justifica uma checagem humana para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósR$ 10.340,80
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.921,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas prestadoras de serviços (contabilidade e mobilidade) e dois candidatos de partidos distintos (PT-RS e PP-MT), sem coligação comum evidente. Porém, os valores que fecham o loop são pequenos (R$ 111,49 e R$ 197,95) frente às doações de entrada (R$ 6.906,00 e R$ 6.706,00), o que é compatível com despesas operacionais rotineiras de campanha pagas a fornecedores. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de contratação de serviços por campanhas, nem valores de ordem de grandeza anômala.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.958,69
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS e PDT-CE), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. As quantias são desproporcionais: as duas doações somam R$ 13.457,00, enquanto as despesas que fecham o loop somam apenas R$ 501,69, ou seja, o grosso do dinheiro não retorna pelo caminho de despesas. Além disso, uma empresa de contabilidade (ESSENT) aparece doando para um candidato e depois recebendo pagamento de outro candidato, o que foge do padrão típico de prestação de serviços contábeis.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 32.698,49
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSDB, PL) e UFs distintas (RS, MG), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A empresa ESSENT aparece como doadora de Henrique Fontana (PT) em 2018 e depois recebe R$ 11.400 de despesa da campanha de Ione Barbosa (PL) em 2024, fechando o loop com anos de defasagem. A soma das transações é modesta (R$ 32,7 mil), mas a combinação de partidos adversários, UFs diferentes e o retorno do dinheiro à empresa de contabilidade original justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 23.388,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT-RS, PPS-MG, PSDB-MG) e uma empresa de contabilidade, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A transação de maior valor (R$ 9.000,00) é uma despesa de campanha de Marcus Vinícius (PSDB-MG) para Antônio Jorge (PPS-MG), que por sua vez paga a mesma empresa de contabilidade que doou a Henrique Fontana (PT-RS), fechando o loop. O valor total é modesto, mas a combinação de atores sem relação aparente e o fechamento do ciclo justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.580,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As conexões partidárias são parcialmente coerentes (dois PSDB em MG), mas Henrique Fontana (PT-RS) e as empresas não têm vínculo eleitoral claro nos dados. Não há um fato agudo que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível, mas a cadeia fechada entre pessoas de partidos diferentes merece uma olhada humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.645,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PSDB) e empresas de ramos distintos (contabilidade e serviços/participações), sem coligação ou vínculo partidário comum declarado. O valor que fecha o loop (R$ 14.645,60) é pequeno, mas a existência de um ciclo fechado entre campanhas de adversários políticos e empresas prestadoras de serviços exige checagem manual para descartar coincidência ou ressarcimento. Não há prova de irregularidade, apenas um fato concreto que foge do padrão rotineiro de doações e despesas.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.717,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas prestadoras de serviços (contabilidade e mobilidade) e dois políticos de partidos diferentes (PT e PSB), mas todos os fluxos ocorrem em 2018, ano de eleição geral. As quantias são pequenas (R$ 11,7 mil no total) e as transações são compatíveis com doações de empresas a campanhas e pagamentos de serviços de campanha, padrão comum e legal na época. Não há indício de que os valores ou a natureza dos serviços sejam anômalos, e a conexão entre os agentes pode ser explicada por relações comerciais ou de coligação eleitoral.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 34.178,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes (PT-RS e PSB-PB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e as transações são de 2018, com a ESSENT aparecendo como doadora de um candidato e fornecedora de outro, o que pode ser coincidência contábil ou prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do resto ou ramo totalmente alheio), então não dá para cravar 'bizarro' nem 'plausível' sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.726,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 6.906 de doação da Essent a Fontana, R$ 500 de doação da Aixmobil a Cherini, R$ 111,49 de despesa de Fontana à Aixmobil, R$ 6.000 de despesa de Cherini a Valesca e R$ 208,58 de despesa de Valesca à Essent) e cruza partidos diferentes (PT e PL), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Por outro lado, os valores são pequenos, as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020 e há elos que podem ser serviços contábeis/mobilidade prestados entre as partes, sem um fato isolado que destoe de forma clara. Não há um único elemento que force a checagem, mas também não dá para descartar como rotina.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.042,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 11 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PT, PL, PP), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A ESSENT é uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que explica receber pagamento de KALI EISEN e doar a HENRIQUE FONTANA. Já a AIXMOBIL aparece tanto doando a GIOVANI CHERINI quanto recebendo despesa de HENRIQUE FONTANA, sem que se saiba o ramo ou o serviço prestado, o que impede descartar coincidência ou relação comercial legítima.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.803,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (PT e PL) e a empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que pode ser explicado por prestação de serviços a campanhas. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou ausência total de conexão partidária.
severidade média5 nósR$ 10.742,49
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 16.212,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 e duas empresas prestadoras de serviços contábeis/participações. As transações são compatíveis com um fluxo comum de campanha: doações de empresas ligadas ao setor contábil para candidatos e pagamentos de despesas de campanha a essas mesmas empresas (serviços contábeis), fechando o ciclo. Os valores são modestos (R$ 16,2 mil no total) e as quantidades pequenas, sem indício de desproporção ou de ramo alheio ao serviço prestado.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 22.809,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de contabilidade (ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA e ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA) que doam para campanhas e depois recebem despesas dessas mesmas campanhas, fechando um loop de R$ 22,8 mil. A coincidência de nomes e a direção do fluxo (empresa doa → candidato paga a mesma empresa) não têm explicação óbvia e legítima, como repasse partidário ou compra em lote. Além disso, os candidatos são de partidos diferentes (PT e PC do B), o que enfraquece a hipótese de mesma coligação. Vale checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre as empresas.
severidade média5 nósR$ 10.307,49
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.696,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS em 2018 (Henrique Fontana Junior e Paulo Renato Paim) e duas empresas prestadoras de serviços, o que é compatível com uma rede de fornecedores e aliados do mesmo partido. Os valores são modestos e as transações se concentram em 2018, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de uma coligação, mas o fechamento do ciclo com uma empresa de contabilidade pagando doação a um candidato e recebendo despesa de outro merece uma checagem simples para confirmar a natureza dos serviços.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 10.938,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas prestadoras de serviços (contabilidade e mobilidade) e dois políticos de partidos diferentes (PT e PSDB), o que à primeira vista dificulta uma explicação simples. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2018, podendo refletir relações comerciais ou de doação cruzada dentro de uma mesma coligação estadual. Não há um fato concreto que destoe do padrão, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósR$ 10.730,99
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.852,89
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos diferentes (PT e REPUBLICANOS) e UFs distintas (RS e SC), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A empresa ESSENT aparece como doadora de Henrique Fontana e também como fornecedora paga por Lucas Esmeraldino, criando um fluxo cruzado entre campanhas adversárias. O valor pago por Lucas à ESSENT (R$ 11.724,40) é uma ordem de grandeza maior que as demais transações do ciclo, o que merece checagem humana.
severidade média4 nósR$ 10.781,49
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.101,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 13.101,50 no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As duas empresas (ESSENT e AIXMOBIL) têm ramos distintos (contabilidade e serviços/participações) e não há indício de que sejam de fachada ou ligadas entre si. Os políticos são de partidos diferentes (PT e PSDB), mas ambos do RS, e os valores são compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, nem elementos que expliquem tudo como rotina.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.598,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, PT, PSD) e valores muito díspares: a maior transação é um pagamento de R$ 28.981,30 de Eduardo Leite (PSDB) à ESSENT JUS, enquanto as demais somam poucos milhares. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (fornecedor sem relação com o serviço, valor uma ordem de grandeza acima, ciclo fechado entre aliados do mesmo partido), mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas do RS.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 407.819,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, PDT) e uma empresa de contabilidade que doou a um candidato do PT em 2018 e depois recebeu R$ 400 mil da campanha de Bolsonaro em 2022, sem relação partidária ou coligação evidente. O valor recebido pela ESSENT é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do ciclo (R$ 400 mil contra valores de milhares), o que dificulta uma explicação simples de coincidência ou ressarcimento. A cadeia fecha um loop com atores sem vínculo declarado, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.521,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PSDB) e empresas de ramos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação. A empresa ESSENT (contabilidade) aparece tanto doando para Henrique Fontana Junior quanto recebendo despesa de Antonio Floriano Pesaro, fechando o loop em um único ano eleitoral (2018). O valor total é baixo, mas a combinação de atores sem relação aparente e o fechamento do ciclo em curto período justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.071,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT do RS em 2018, uma empresa de contabilidade (ESSENT) e uma empresa de serviços (AIXMOBIL). A maior parte do fluxo é a ESSENT doando R$ 6.906 a Henrique Fontana e Elvino Bohn Gass pagando R$ 3.540 à mesma ESSENT por serviços contábeis, padrão comum de contratação de contabilidade de campanha. O restante são valores pequenos (R$ 2.514 e R$ 111,49) entre aliados do mesmo partido, sem indício de quebra de cadeia ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.786,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT do RS e duas empresas prestadoras de serviços, com valores baixos e em anos distintos (2018 e 2024). As transações são compatíveis com doações e despesas de campanha dentro de uma mesma rede partidária, sem indício de retorno financeiro anômalo. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação eleitoral, mas a existência de um loop fechado justifica uma verificação humana leve.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 19.181,19
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. Ainda assim, chama atenção que uma empresa de contabilidade (ESSENT) doe R$ 6.906 a um candidato do PT e, dois anos depois, receba R$ 649,70 de um vereador do mesmo partido, sem relação partidária explícita entre todos os elos. Além disso, há um repasse de R$ 5.000 de Elvino Bohn Gass para Ricardo Jurenick em 2018 e outro de R$ 4.000 em 2022, valores que, embora não astronômicos, merecem verificação sobre a natureza dessas despesas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 4.136.400,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de campos políticos opostos (PT e PL) e valores desproporcionais: a doação de R$ 3,7 milhões da AIXMOBIL a Bolsonaro é de uma ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 6,9 mil e R$ 11 mil). Além disso, a empresa ESSENT aparece como doadora de Henrique Fontana (PT) e, anos depois, como fornecedora de despesa da campanha de Bolsonaro (PL), sem que os fatos expliquem essa conexão. O conjunto fecha um ciclo entre pessoas sem partido/coligação em comum, o que dificulta uma explicação simples e justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.367,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11,3 mil) e entidades de partidos aliados (PT, PC do B) no RS, com transações espaçadas entre 2018 e 2022. A empresa ESSENT aparece tanto doando a Henrique Fontana quanto recebendo pagamento de Daiana, mas o intervalo de 4 anos e a diferença de tipos (doação vs. despesa) quebram a ideia de ciclo fechado imediato. Não há um fato único que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.277,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que doou a Henrique Fontana (PT) em 2018 e recebeu despesas de Luciane Pereira (PC do B) em 2020 e 2024, além de uma doação de Silvana Brazeiro (PC do B) a Luciane em 2024. As conexões entre PT e PC do B podem ser explicadas por alianças de coligação no RS, e a empresa de contabilidade é fornecedora típica de campanhas. Os valores são modestos (R$ 16 mil no total) e as transações estão espaçadas no tempo, sem um ciclo curto e fechado que indique algo anômalo. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento e prestação de serviços contábeis.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.437,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou a um candidato e depois recebeu pagamentos de outra campanha, o que pode ser explicado por serviços contábeis prestados a campanhas do mesmo campo político (PT, PC do B, PSB). Os valores são modestos (R$ 11,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento imediato e fechado. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. Por isso, não há elemento suficiente para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.953,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do RS (Henrique Fontana, Alberto Terres, Everton Gimenis) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum: candidatos contratam contabilidade eleitoral e eventualmente fazem doações entre correligionários. Os valores são modestos (R$ 11,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A presença de Josias Bervanger Oscar como intermediário não é explicada, mas não há indício de que seja algo além de um fornecedor ou aliado. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre campanhas do mesmo partido e prestador de serviços.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 77.389,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Alexandre Lindenmeyer e João Edegar Pretto), o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. A empresa ESSENT JUS CONTABILIDADE presta serviços contábeis, ramo típico de despesas de campanha, e recebeu pagamento de João Edegar Pretto, o que explica a ponta final do ciclo. Os valores são modestos (R$ 77 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um padrão de devolução imediata de valores idênticos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.554,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são candidatos do PT/RS em anos diferentes, o que é compatível com doações entre correligionários do mesmo partido. A empresa ESSENT aparece doando em 2018 e recebendo pagamento de uma campanha em 2020, valores pequenos e em anos distintos, sem ciclo curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, mas também não há elementos suficientes para descartar a coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.301,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 20,3 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2022, 2024). A empresa ESSENT é do ramo contábil e recebeu um pagamento de despesa de uma campanha, o que é compatível com prestação de serviços contábeis. O fluxo pode ser explicado por doações entre aliados do mesmo partido e pagamento de serviço profissional, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 149.286,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Nestor Pedro Schwertner e Alexandre Duarte Lindenmeyer) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, além de repasses da campanha de João Edegar Pretto ao governo do RS em 2022. As transações são de baixo valor e se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), com a empresa Essent aparecendo como doadora e também como fornecedora de serviços contábeis, o que é comum. O elo que fecha o ciclo é uma despesa de R$ 128.900,00 paga por Alexandre Lindenmeyer à campanha de Pretto, valor compatível com repasse partidário ou contribuição a aliado do mesmo campo político. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo curto entre desconhecidos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 149.643,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul, incluindo doações entre candidatos da mesma sigla e pagamentos à mesma campanha majoritária (João Edegar Pretto Governador), o que é um padrão comum em coligações. A empresa ESSENT aparece como doadora de um candidato e prestadora de serviço de outro, mas o valor recebido (R$ 900,00) é irrisório perto do total movimentado (R$ 149 mil), não configurando retorno significativo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço prestado (contabilidade).
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 160.458,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS, partidos que normalmente estão na mesma coligação (João Edegar Pretto foi candidato a governador apoiado por esses partidos em 2022). As transações são compatíveis com doações entre aliados e pagamentos a uma empresa de contabilidade que presta serviços recorrentes a campanhas, sem valores de ordem de grandeza discrepante. O loop pode ser explicado por coincidência de rede política e prestação de serviços contábeis, não havendo um fato isolado que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 185.646,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no RS (Henrique Fontana Junior, Alexandre Duarte Lindenmeyer e Gabrieli da Silva Vaz) e a campanha majoritária de João Edegar Pretto, todos do mesmo campo político, o que é compatível com repasses internos de coligação. A empresa ESSENT aparece como doadora de Henrique Fontana em 2018 e como fornecedora de serviços contábeis de Gabrieli em 2024, valores pequenos e em anos distintos, sem retorno financeiro direto à empresa. O valor total do loop (R$ 185,6 mil) é modesto e as transações têm explicações típicas de campanha (doação entre aliados, despesa com contabilidade), sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 147.213,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de uma mesma rede política no RS (PT/PSB e a coligação de João Edegar Pretto), o que é um padrão comum e legítimo de repasses entre aliados. A empresa ESSENT JUS presta serviços de contabilidade a campanhas, o que explica tanto doações quanto despesas de campanha na cadeia. Os valores são modestos e compatíveis com serviços contábeis, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 148.998,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente campanhas do mesmo campo político no RS (PT e aliados, incluindo a candidatura de João Edegar Pretto ao governo em 2022), o que explica doações entre candidatos da mesma coligação. A empresa ESSENT aparece como doadora de Henrique Fontana e como prestadora de serviços contábeis de Everton Alves, um padrão comum de fornecedor do ramo atuando em várias campanhas. Os valores são modestos e compatíveis com serviços contábeis e repasses internos de campanha, sem salto de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 145.045,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve predominantemente políticos do PT/PC do B no RS, com valores compatíveis com doações entre aliados e pagamentos a uma empresa de contabilidade. A maior transação (R$ 128.900,00) é uma despesa de campanha de Alexandre Lindenmeyer para a campanha de João Edegar Pretto, governador em 2022, o que é um gasto típico de campanha majoritária. As demais transações são de menor monta e podem ser explicadas por serviços contábeis prestados a campanhas e doações entre membros do mesmo grupo político. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa fantasma, apenas movimentação circular que pode ocorrer em redes de campanha.