severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.838,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSD e PT) e valores de ordens de grandeza distintas: a despesa de Paulo Renato Paim à Essent Jus (R$ 20.224,40) é muito maior que as demais transações (R$ 455,00, R$ 100,00 e R$ 58,95). Porém, a Essent aparece como fornecedora de serviços contábeis para a campanha de Paim, o que é uma relação comercial plausível, e as pequenas doações entre empresas e candidatos podem ser explicadas por vínculos locais no RS. Não há um fato isolado que destoe de forma inexplicável, mas o fechamento do ciclo com valores tão díspares merece uma checagem humana para confirmar se há relação real entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.994,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito pequenos (R$ 11.994,35 no total) e transações de 2018, todas dentro do mesmo período eleitoral. As entidades são empresas de contabilidade/serviços e dois candidatos de partidos diferentes (PSD e REPUBLICANOS), sem coligação comum evidente, mas os montantes são baixos e compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.740,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 100 a R$ 5.895) entre pessoas físicas e empresas, com apenas uma transação relevante (R$ 28.981,30) de Eduardo Leite para a Essent Jus Contabilidade. As entidades não compartilham partido/coligação de forma clara (PSD e PSDB aparecem misturados), mas os baixos valores e a presença de uma empresa de contabilidade como fornecedora de serviços tornam o padrão compatível com doações e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 400.960,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum (PSD, PL, PDT) e uma empresa de contabilidade que aparece nos dois extremos da cadeia. O valor pago pela campanha de Bolsonaro à ESSENT (R$ 400.419,38) é cerca de 4.000 vezes maior que as demais transações do loop, o que dificulta explicar o retorno como mera coincidência ou ressarcimento proporcional. A diferença de escala e a mistura de anos (2018 e 2022) justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.663,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSD e PSDB) e valores muito díspares: a maior transação (R$ 11.075,00) é uma doação da AIXMOBIL a Antônio Floriano, enquanto as demais são de pequeno porte (R$ 100, R$ 429,45 e R$ 58,95). A ESSENT aparece como doadora de Lucas Bello e também como fornecedora de Antônio Floriano, mas não há elementos que liguem claramente as campanhas entre si. O padrão pode ser coincidência de prestação de contas ou um ciclo real de recursos, mas os fatos disponíveis não permitem afirmar que há algo fora do comum.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.322,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PT) e uma empresa de contabilidade que doa para um candidato e depois recebe despesa de outro, sem coligação comum evidente. Além disso, há pagamentos expressivos de Elvino Bohn Gass (PT) a Ricardo Jurenick (PT) em 2018 e 2022, que podem ser repasses internos, mas a soma de R$ 9.000,00 em 2018 e R$ 4.000,00 em 2022 para um vereador de outro município/ano merece checagem. O retorno do dinheiro à ESSENT via despesa de Jurenick em 2020 fecha o loop, mas a diferença de valores e a mistura de partidos dificultam uma explicação simples.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 4.129.542,33
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades sem partido/coligação em comum declarada entre o deputado do PSD e o presidente do PL, e o volume é altamente assimétrico: a AIXMOBIL doou R$ 3,7 milhões a Bolsonaro, enquanto o elo de volta (Bolsonaro -> ESSENT) é de R$ 400 mil e o elo Lucas Redecker -> AIXMOBIL é de apenas R$ 5,9 mil. A ESSENT aparece como origem de doação ao deputado e como destino de despesa da campanha presidencial, o que fecha o loop, mas o salto de ordem de grandeza entre as pontas justifica checagem humana. Não há prova de irregularidade, apenas um encadeamento que merece conferência.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 16.464,01
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PTB) e uma empresa de contabilidade, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A empresa ESSENT aparece como doadora de R$ 100 a Lucas Bello Redecker e, ao mesmo tempo, como fornecedora paga por Gilberto Cezar (R$ 5.744,01), o que sugere uma relação comercial que pode explicar parte do fluxo, mas não todo o loop. O trecho Lucas Bello Redecker -> Otavio Dorgel (R$ 9.620,00) é uma despesa de campanha de um candidato a deputado federal para um vereador de outro partido, sem justificativa óbvia nos dados. O conjunto merece checagem humana para entender a natureza dessas transações e se há relação de coordenação entre as campanhas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 54.081,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Lucas Bello Redecker (PSD) e também recebe despesas da campanha de Eduardo Figueiredo Cavalheiro Leite (PSDB), partidos diferentes. Além disso, há um pagamento de R$ 20.000 de Lucas Bello Redecker para Mauri Nunes da Silva, que por sua vez doou R$ 5.000 para Eduardo Leite, fechando um loop com valores desproporcionais. A presença de uma empresa de contabilidade no centro de doações e despesas entre campanhas de partidos distintos e a diferença de magnitude entre as transações justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.625,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PC do B) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 29.625 no total) e as transações podem ser explicadas por prestação de serviços contábeis, ressarcimentos ou doações entre aliados ao longo do tempo. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.233,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PSDB) e uma empresa de contabilidade, mas os valores são baixos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. A empresa ESSENT aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outro candidato, o que pode ser atividade comercial normal, mas não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro ou algo que mereça atenção imediata. A ausência de informações sobre a relação entre as pessoas e a empresa impede uma classificação mais segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.944,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 17.944,01) e entidades de partidos diferentes (PSD e PSDB), mas há conexões plausíveis: a empresa ESSENT presta serviços contábeis e recebeu pagamentos de campanha, o que pode explicar o fluxo de volta. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 44.081,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um candidato do PSD e recebe despesas de campanha de um candidato do PSDB, partidos diferentes, sem coligação ou vínculo declarado entre eles. Além disso, o valor que sai da campanha de Eduardo Figueiredo para a ESSENT (R$ 28.981,30) é quase o triplo do total que retorna via doações (R$ 10.000,00), e a cadeia fecha com um pagamento de Lucas Bello a José Moacir, que também doou para Eduardo. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário e justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.625,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PC do B) ao longo de 2018-2022, o que dificulta uma explicação por coligação única, mas os valores são pequenos (R$ 19.625 no total) e as transações estão espalhadas em anos distintos, sem um encadeamento temporal curto e fechado. A empresa ESSENT aparece como doadora e recebedora, mas com nomes/CNPJs ligeiramente diferentes (ESSENT INOVACAO CONTABIL vs ESSENT JUS CONTABILIDADE), o que pode ser erro de agregação. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação óbvia) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.233,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 19,2 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Há vínculos partidários parciais (PSDB entre Eduardo e Lucas Campos; PSD de Lucas Redecker), mas a empresa ESSENT aparece como elo de ligação sem que se saiba seu ramo ou relação com os demais. Não há um fato agudo — como valores milionários, ciclo curto no mesmo ano ou fornecedor de ramo incompatível — que force uma checagem prioritária, mas também não dá para descartar sem conhecer a natureza da ESSENT.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 410.220,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações são de naturezas e valores muito díspares: doações pequenas (R$ 100, R$ 300) e despesas de campanha de R$ 9.400 e R$ 400.419,38 pagas a uma empresa de contabilidade, serviço comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valores idênticos de ida e volta ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.849,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, PODE) e uma empresa de contabilidade, com valores baixos e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas podem ser explicadas por doações entre aliados, pagamentos de serviços contábeis e ressarcimentos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro à origem. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado) que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.342,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa a um candidato (Lucas Bello Redecker, PSD) e recebe despesas de outro (Nestor Pedro Schwertner, PT), partidos diferentes. Porém, os valores são pequenos (R$ 100 a R$ 13.500) e a empresa presta serviços contábeis, o que é uma despesa típica de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósR$ 10.067,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.881,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 20,8 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários e de coligação no RS (PT, PC do B e a coligação de João Edegar Pretto). As transações incluem doações entre candidatos aliados e pagamentos a uma empresa de contabilidade que também doou a um dos candidatos, padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do restante ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a existência de um ciclo fechado com uma empresa que doa e recebe de volta merece uma checagem humana para confirmar se há regularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 46.070,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT no RS (Marcel Frison, Marcelo Agiova, Gabrieli Vaz) e uma campanha majoritária do mesmo campo (João Edegar Pretto, governador em 2022), o que é compatível com doações entre aliados e repasses partidários. A empresa Essent aparece como doadora de pequeno valor (R$ 500) e depois como prestadora de serviços contábeis à campanha de Gabrieli (R$ 328,44), padrão comum de fornecedor que também apoia candidatos. Os valores são modestos e as transações se distribuem em anos diferentes (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 145.067,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e entidades do PT do Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 500 a R$ 6.120) que são compatíveis com doações entre aliados e pagamentos de serviços contábeis. A maior transação (R$ 134.172) é uma doação de João Edegar Pretto para Denise da Silva Pessoa, ambos do mesmo campo político, e não faz parte do ciclo de retorno. O elo final é um pagamento de Denise à Essent Jus Contabilidade, empresa que já havia doado a outro membro do grupo, o que sugere relação comercial preexistente e não um conluio para desviar recursos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.833,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 16,8 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político no RS (PT e PC do B), com a empresa Essent prestando serviços contábeis à campanha de Maria Rita Py Dutra em múltiplos anos. As doações entre candidatos aliados e o repasse para a campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) são padrões comuns em coligações. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.092,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT no RS e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos e despesas compartilhadas de coligação. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece como doadora de um candidato e prestadora de serviço de outro, algo comum quando há relação comercial entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 50 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2022, sem concentração anômala. Não há elemento que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.707,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12,7 mil, com dinheiro saindo de uma empresa de contabilidade (Essent) para um candidato do PT, passando por outros dois candidatos do PT e voltando à mesma empresa como despesa paga por Elvino Bohn Gass. Embora todos os políticos sejam do PT/RS, o retorno do dinheiro à empresa de contabilidade que iniciou o fluxo, após circular por campanhas de terceiros, é um fato concreto que foge ao padrão comum de doações e despesas e merece checagem humana. A presença de uma entidade sem nome na cadeia também dificulta a verificação automática.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.326,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do Rio Grande do Sul, incluindo doações entre candidatos do mesmo partido e repasses de comitês eleitorais (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC e ELEIÇÃO 2022 JOAO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR). A empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece tanto como doadora de pequeno valor (R$ 500) quanto como prestadora de serviços contábeis para uma campanha (R$ 234,54), o que é compatível com sua atividade. Os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.655,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT/PC do B no RS e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum: candidatos doam entre si dentro do mesmo campo político e contratam fornecedores especializados em prestação de contas eleitorais. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 10.000) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A doação de Marcelo Agiova a Marcel Frison e a despesa de Frison com a campanha de João Edegar Pretto (ambos PT) são compatíveis com repasses internos de coligação. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta quase o mesmo que doou, nem valores fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 48.742,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT no RS (Marcelo Agiova, Marcel Frison e Margarete Ferretti) e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos e despesas compartilhadas de uma mesma coligação. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece como doadora de R$ 500 e depois recebe R$ 1.650 de despesa de campanha, valores baixos e compatíveis com serviços contábeis. O elo 'sem nome' (47423222000180) não está detalhado nas transações, mas o conjunto não mostra valores de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor de ramo alheio ao serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 28.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um candidato do PT, que doa para outro candidato do PT, que paga despesa para a campanha de João Edegar Pretto (PT), e o senador Olívio Dutra (PT) paga despesa de R$ 18.000 para a mesma ESSENT, fechando o loop. Apesar de todos os políticos serem do PT/RS, o retorno de recursos à empresa doadora inicial em um ciclo curto e fechado, com valores que somam R$ 28.400, não tem explicação óbvia e merece checagem humana. A quantia paga pela campanha de Olívio à ESSENT é 36 vezes maior que a doação inicial da empresa, o que reforça a necessidade de verificar a real natureza desses pagamentos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 48.242,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 48,2 mil no total) e todas as pessoas físicas identificadas são do PT/RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que é plausível para uma prestadora de contabilidade eleitoral. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar os vínculos entre as campanhas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.232,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores compatíveis entre doações e despesas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e há um comitê financeiro (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC) no meio da cadeia, indicando possível repasse partidário. O valor total é baixo (R$ 15,2 mil) e a empresa de contabilidade aparece tanto doando quanto recebendo por serviços, o que é comum no meio. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de ciclo fechado no mesmo ano com valores idênticos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.437,22
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PT e PDT), sem coligação comum declarada. A ESSENT doa R$ 500 a um vereador do PT, que doa R$ 1.200 a um deputado federal do PT, que paga R$ 3.075 à campanha de João Edegar Pretto (governador), que doa R$ 4.392 a Tarcísio Zimmermann (PDT), que por sua vez paga R$ 7.270 à própria ESSENT. Há ainda um elo sem nome identificado (47423222000180), o que dificulta a checagem automática. O retorno de recursos à empresa doadora inicial, via despesas de campanha, é um fato concreto que merece verificação humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 45.011,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um vereador do PP, que doa para um vereador do PL, que doa para um candidato a governador do PSDB, que paga despesas de volta à mesma empresa de contabilidade. As legendas são diferentes (PP, PL, PSDB) e não há indício de coligação comum, o que enfraquece a explicação por aliança partidária. Além disso, a empresa de contabilidade recebeu R$ 28.981,30 do candidato a governador e devolveu apenas R$ 800,00 em doação, um fluxo assimétrico que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.555,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, PP, PC do B) e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 20,5 mil no total) e transações espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022). Não há um elo claro de mesma coligação ou partido que explique o loop, mas também não há um fato agudo como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. O caso merece uma checagem leve, mas os dados disponíveis não permitem afirmar que seja rotineiro nem genuinamente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.163,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e uma empresa de contabilidade, com valores baixos (R$ 20 mil no total) e transações espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022). Não há um elo claro de mesma coligação ou partido que explique o loop, mas também não há um fato agudo como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A movimentação pode ser coincidência entre campanhas do RS ou ressarcimentos, mas a ausência de vínculo partidário comum entre todos os elos impede tanto descartar como afirmar estranheza.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 408.499,38
IA · deepseek-flash O ciclo fecha com uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PL) para a ESSENT JUS CONTABILIDADE, empresa que também aparece doando para um vereador do PP (Claudio Giacomini) e que dá nome à entidade inicial do loop. O valor é cerca de duas ordens de grandeza maior que todas as outras transações da cadeia (R$ 5.230, R$ 800, R$ 10, R$ 2.040), e a ligação entre uma empresa de contabilidade, um vereador do PP e a campanha presidencial do PL não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. Isso justifica checagem humana, sem afirmar irregularidade.
severidade média4 nósR$ 10.344,55
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 25.661,27
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos diferentes (PSDB e REDE) sem coligação ou vínculo partidário comum declarado, o que dificulta a explicação por mera coincidência de aliados. Além disso, a ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como origem do loop e também como fornecedora de serviços contábeis da campanha de Cássio (R$ 1.181,12), criando uma relação circular entre doador e prestador de serviço. O valor total é baixo (R$ 25,6 mil), mas a estrutura fechada e a presença de uma empresa de contabilidade nos dois papéis justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.580,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PP e REDE) e valores pequenos (R$ 11.580,90 no total), com transações de 2018. As conexões entre as entidades não são claras: a ESSENT aparece como doadora de Olavo e também como fornecedora de Hiran, enquanto a AIXMOBIL doa para Hiran e recebe despesa de Olavo. Sem informações sobre vínculos societários, coligações ou contratos, não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem que o explique como rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 47.518,27
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PT, PSOL, REDE) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum aparente. A maior transação é um pagamento de R$ 45.077,12 da campanha de Manuela D'Ávila à ESSENT JUS, que é justamente a origem do loop, valor uma ordem de grandeza acima das demais transações. Isso sugere que a ESSENT pode ter atuado como fornecedora e ao mesmo tempo recebido recursos que retornaram à cadeia, o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.925,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, REDE, PSDB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são pequenos e as transações são de naturezas variadas (doação, despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato isolado que destoe gritantemente, mas a combinação de atores sem vínculo partidário comum e a extensão temporal do ciclo justificam uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 40.237,45
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, REDE) e inclui uma empresa de contabilidade (ESSENT) que recebe R$ 28.981,30 de uma campanha e devolve R$ 130,00 a outra, além de uma empresa de mobilidade (AIXMOBIL) que doa R$ 1.100,00 a um candidato e recebe R$ 26,15 de outro. O valor de R$ 10.000,00 doado por Lucas Bello Redecker a Eduardo Figueiredo é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop, sem lote ou justificativa aparente. A combinação de ciclo fechado, ramos de atividade desconexos e ausência de coligação/partido comum entre os envolvidos dificulta uma explicação rotineira.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 25.837,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e UFs diferentes (PSDB/MG, REDE/DF, PL/MG) e empresas prestadoras de serviços, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O elo mais forte é a despesa de R$ 11.400 da campanha de Ione (PL/MG) para a ESSENT JUS, que é a mesma empresa que abre o ciclo doando para Olavo (REDE/DF) em 2018, sugerindo que o 'retorno' ao ponto de partida é uma prestação de serviço contábil — o que pode ser legítimo, mas o encadeamento entre campanhas de partidos distintos merece checagem humana. Além disso, a doação de R$ 7.000 de Marcus Vinícius (PSDB/MG) para Ione (PL/MG) em 2020 conecta adversários partidários, o que não é impossível, mas foge do padrão de doações intrapartidárias.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.526,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PPS, PSDB, REDE) e empresas, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 9.000,00 paga por Marcus Vinicius (PSDB) a Antônio Jorge (PPS), enquanto a doação de volta da AIXMOBIL a Marcus Vinicius soma R$ 7.281,00, valores que se aproximam e sugerem possível retorno. A presença de uma empresa de contabilidade (ESSENT) recebendo despesa de campanha e depois doando para outro candidato também foge ao padrão típico de doação empresarial.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.719,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 23,7 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop imediato. Há vínculos partidários parciais (PSDB em MG), porém o elo com Olavo Batista (REDE/DF) e as empresas Essent e Aixmobil não se conecta claramente a uma mesma coligação. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas ordinárias, não havendo um fato isolado que destoe e justifique priorização humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.317,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSB e REDE) e valores desproporcionais: a maior transação (R$ 25.790,00) é uma doação da AIXMOBIL para João Azevedo Lins Filho, enquanto as demais somam pouco mais de R$ 1.500. Não há informação suficiente para afirmar que se trata de um padrão legítimo (ex.: mesma coligação, repasse partidário) nem para apontar um fato concreto que destoe claramente do esperado. O caso merece checagem, mas os dados disponíveis não permitem classificar como 'bizarro' com segurança.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.948,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de contabilidade/consultoria (ESSENT e AIXMOBIL) e dois candidatos de partidos diferentes (PC do B e REDE), sem coligação comum evidente. As transações de ida e volta são de valores baixos (R$ 26,15 a R$ 130,00), enquanto os pagamentos maiores são despesas de campanha a empresas de contabilidade, o que é um gasto típico e não necessariamente ligado ao loop. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível), mas a presença de empresas de contabilidade nos dois sentidos do ciclo e a ausência de vínculo partidário explícito entre os candidatos deixam a situação ambígua.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.835,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e REDE) e valores pequenos, mas a maior transação (R$ 20.224,40) é um pagamento de Paulo Renato Paim à ESSENT JUS, que parece ser a mesma empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA (CNPJ 25188538000100) que doou a Olavo Batista. Isso cria um retorno de recursos à empresa doadora original, o que poderia ser um indício de reembolso ou de acerto contábil, mas não há informação suficiente para afirmar que é anômalo. As demais transações são de baixo valor e podem ser doações normais entre campanhas. Sem saber se há relação societária ou de coligação entre as entidades, não é possível classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.991,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e REDE) e duas empresas, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O valor que fecha o loop (R$ 11.724,40 pagos por Lucas à ESSENT JUS) é cerca de 900 vezes maior que as demais transações da cadeia (R$ 111,00 e R$ 130,00), o que chama atenção. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e depois como fornecedora de serviços contábeis, o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 29.737,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSDB-RS, PSD-RS, REDE-DF) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 28.981,30 da campanha de Eduardo Figueiredo para a ESSENT JUS é mais de mil vezes maior que as demais transações do loop (R$ 100 a R$ 500), sugerindo que o 'fechamento' do ciclo pode ser apenas coincidência contábil. Merece checagem humana para entender a real conexão entre as partes.