severidade média5 nósIA: bizarroR$ 400.957,75
IA · deepseek-flash O ciclo fecha com uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a ESSENT JUS, que é a mesma entidade (mesmo CNPJ raiz 25188538000100) que iniciou o loop doando R$ 130 a Olavo Batista da Silva (REDE). O valor da despesa é cerca de três ordens de grandeza maior que todas as outras transações da cadeia, e as entidades envolvidas não compartilham partido ou coligação declarada. Isso não prova irregularidade, mas o retorno do dinheiro à empresa de origem via uma despesa de valor muito superior justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.660,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores baixos (R$ 11.660,60 no total) e transações de 2018. As conexões podem ser explicadas por prestação de serviços contábeis (ESSENT) e despesas de campanha, mas a presença de duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes (PSDB e REDE) sem coligação declarada nos dados não permite afirmar que seja um padrão rotineiro. Faltam informações sobre a natureza dos serviços e a relação entre as partes para um juízo mais seguro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.319,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, REDE) e empresas, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A doação da AIXMOBIL a Elvino Bohn Gass (R$ 2.514,00) e a despesa de Olavo Batista da Silva à AIXMOBIL (R$ 26,15) são de magnitudes muito diferentes e podem ser coincidências ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentação entre campanhas e empresas, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 4.129.539,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e REDE) e anos distintos (2018 e 2022), mas os valores são muito desproporcionais: a doação de R$ 3,7 milhões da AIXMOBIL para Bolsonaro domina o loop, enquanto as demais transações somam menos de R$ 50 mil. A conexão ESSENT JUS -> Olavo (R$ 130) e Olavo -> AIXMOBIL (R$ 26) é irrisória e pode ser mero resíduo contábil, mas a origem do dinheiro da AIXMOBIL e o pagamento de R$ 400 mil da campanha de Bolsonaro à ESSENT JUS em 2022 não têm explicação simples nos dados apresentados. Falta contexto sobre vínculos societários ou contratuais para afirmar se é um loop intencional ou coincidência entre campanhas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.097,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas (ESSENT e AIXMOBIL) e dois candidatos do PT/RS, com dinheiro saindo de uma campanha e retornando à mesma cadeia via despesas pagas a uma das empresas doadoras. A AIXMOBIL doa R$ 6.864,00 a Claudir Nespolo em 2018, e no mesmo ano Nespolo paga R$ 3.324,40 à ESSENT, que por sua vez doa a Nestor Schwertner, que paga despesa à AIXMOBIL. O retorno à empresa inicial em ciclo curto e fechado, com valores da mesma ordem de grandeza, é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.413,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS e PSDB-PB), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 27,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.333,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes (PT e PP), mas os valores são pequenos e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um encadeamento claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. A empresa ESSENT aparece como doadora de Nestor e também como fornecedora de Hiran, o que pode ser apenas relação comercial normal, e não há indício de que os recursos tenham voltado de forma coordenada. Faltam elementos para afirmar que é um loop artificial ou que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 49.270,93
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades que não compartilham partido/coligação: uma empresa de contabilidade (ESSENT) doa a um candidato do PT, que paga despesa a outra empresa (AIXMOBIL), que doa a outro candidato do PT, que doa a uma candidata do PSOL, que por sua vez paga despesa à mesma ESSENT. O elo final é o mais chamativo: Manuela (PSOL) paga R$ 45.077,12 à ESSENT, valor uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações da cadeia (que giram em torno de R$ 1.000 a R$ 6.000), sem que se veja lote ou justificativa. A coincidência de a ESSENT aparecer nas duas pontas do ciclo, recebendo da campanha que fecha o loop, merece checagem humana.
severidade média4 nósR$ 10.277,03
severidade média4 nósR$ 10.686,78
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.678,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PT, PSDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações são de valores modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno financeiro desproporcional. A conexão entre as entidades pode ser explicada por relações comerciais ou de prestação de serviços contábeis, comuns em campanhas. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 41.990,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PT) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por aliança partidária. A maior transação é uma despesa de R$ 28.981,30 da campanha de Eduardo Figueiredo Cavalheiro Leite (PSDB) para a Essent Jus Contabilidade, enquanto a Essent Jus doou valores muito menores a Nestor Schwertner (PT) e este pagou despesa à Aixmobil, que doou a Lucas Redecker (PSD), que doou R$ 10.000 a Eduardo. O retorno do dinheiro à Essent Jus via despesa de campanha, após circular por candidatos de partidos distintos, é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 27.589,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PSDB, PL) e empresas, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A transação de maior valor (R$ 11.400,00) é uma despesa da campanha de Ione Maria (PL) para a Essent Jus Contabilidade, que por sua vez doou para Nestor Schwertner (PT), e o ciclo se fecha com valores que somam R$ 27.589,81. A presença de uma empresa de contabilidade recebendo pagamento de campanha e fazendo doações a candidato de outro partido, dentro de um loop que passa por outras campanhas, dificulta uma explicação simples e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 18.279,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PSDB, PPS) e empresas, sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. A transação de maior valor (R$ 9.000,00) é uma despesa de campanha de Marcus Vinicius (PSDB-MG) para Antônio Jorge (PPS-MG), que por sua vez pagou despesa à Essent Jus, empresa que doou a Nestor Schwertner (PT-RS) — fechando o loop. A presença de uma empresa de contabilidade no centro do ciclo e a diferença de magnitude entre as transações justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.472,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são relativamente baixos e as transações podem ser explicadas por prestação de serviços contábeis ou doações regulares entre agentes políticos. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como um valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.070,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS e PSB-PB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, com a maior parte concentrada em 2018, e há uma empresa de contabilidade (ESSENT) prestando serviços a uma campanha (JOAO LINS) enquanto também doa a outra (NESTOR), o que pode ser coincidência de mercado. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.103,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas e dois candidatos do PT/RS, com valores modestos (R$ 11 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2020. As empresas prestam serviços de contabilidade e mobilidade, ramos compatíveis com despesas de campanha, e os candidatos são do mesmo partido/estado, o que pode explicar coincidências de rede. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação óbvia, ciclo fechado entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza dos serviços e a cronologia exata.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 17.700,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de contabilidade (ESSENT e AIXMOBIL) e dois candidatos de partidos diferentes (PT e PC do B), sem coligação comum declarada. Chama atenção que o candidato Assis Flavio pagou R$ 15.727,00 à ESSENT em 2018/2022, enquanto a ESSENT doou R$ 1.861,55 ao candidato Nestor Schwertner, e este pagou R$ 47,26 à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 65,00 a Assis Flavio — fechando um loop com valores desproporcionais entre as pontas. A diferença de ordem de grandeza entre o que sai de uma campanha e o que retorna via doações justifica uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 22.588,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas (ESSENT e AIXMOBIL) e dois candidatos do PT/RS, mas a maior transação é uma despesa de R$ 20.224,40 da campanha de Paulo Renato Paim para a ESSENT, enquanto as doações de volta somam apenas R$ 1.861,55. A ESSENT aparece como doadora de Nestor Schwertner e também como fornecedora de Paim, criando um fluxo cruzado entre campanhas e empresas sem que se saiba a natureza do serviço prestado. O valor da despesa é uma ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo, o que justifica uma checagem humana para entender a real contrapartida.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.744,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de contabilidade/consultoria (ESSENT e AIXMOBIL) e dois candidatos de partidos diferentes (PT e REPUBLICANOS), sem coligação comum evidente. A ESSENT aparece doando para Nestor Schwertner (PT) e recebendo despesa de Lucas Esmeraldino (REPUBLICANOS), enquanto a AIXMOBIL doa para Lucas e recebe despesa de Nestor, fechando um loop entre os quatro. O valor total é baixo (R$ 13,7 mil), mas a estrutura circular entre prestadores de serviço e candidatos de campos opostos merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 31.490,11
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PT) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. A maior transação é uma despesa de R$ 28.981,30 da campanha de Eduardo Figueiredo Cavaleiro Leite (PSDB) para a Essent Jus Contabilidade, que é a mesma empresa que doou a Nestor Pedro Schwertner (PT) — ou seja, a empresa recebeu da campanha e doou para outra campanha, criando um fluxo cruzado entre adversários. Além disso, a empresa aparece com dois nomes/CNPJs diferentes (ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA e ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA LTDA), o que merece checagem manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 402.710,41
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (PT, PDT e PL) e inclui uma empresa de contabilidade que doou a um deputado do PT e depois recebeu R$ 400 mil da campanha presidencial de Bolsonaro em 2022. O valor pago pela campanha de Bolsonaro à Essent é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 400 mil contra valores de milhares), e a ligação entre uma doação de R$ 322 do vereador do PDT a Bolsonaro e o posterior pagamento milionário à mesma empresa não tem explicação simples. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a relação entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.413,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de ramos distintos (contabilidade e serviços/participações) e dois candidatos de partidos diferentes (PSDB e PT), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 13,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), podendo refletir prestação de serviços contábeis ou ressarcimentos rotineiros. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação possível com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.072,51
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas as transações estão espalhadas por 2018, 2020 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop imediato. O ponto que mais chama atenção é a empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparecer como doadora de campanhas e, depois, receber pagamento de despesa de uma campanha (Ricardo Jurenick em 2020), criando um retorno de dinheiro para a mesma empresa que iniciou a cadeia. Além disso, há dois repasses de ELVINO JOSE BOHN GASS para RICARDO ROGERIO JURENICK (R$ 5.000 e R$ 4.000) que, embora possam ser repasses partidários, merecem checagem por serem valores relevantes dentro de uma cadeia circular.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 4.131.292,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de campos políticos opostos (PT e PL) e uma empresa de contabilidade que doa a um deputado do PT e depois recebe pagamento da campanha de Bolsonaro, sem coligação ou partido comum que explique a ligação. A transação mais vultosa é a doação de R$ 3,7 milhões da AIXMOBIL a Bolsonaro, enquanto as demais somam valores muito menores, e a ESSENT aparece tanto doando ao petista quanto recebendo da campanha do PL, o que fecha um loop entre lados adversários. Isso não é acusação, mas o conjunto de fatos foge do padrão rotineiro de mesma coligação ou conta partidária e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 19.902,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa a campanhas do PT e depois recebe pagamentos de despesa de uma dessas mesmas campanhas (ELVINO BOHN GASS), o que pode indicar relação comercial legítima, mas o loop fecha com valores expressivos. Além disso, há uma doação de R$ 5.000,00 de NESTOR SCHWERTNER para MIGUEL ROSSETTO em 2026, e uma despesa de R$ 6.500,00 de MIGUEL ROSSETTO para FRANCISCO JORGE VICENTE em 2022, criando um encadeamento entre pessoas físicas sem clara conexão partidária ou de coligação explícita nos dados. O conjunto de transações em anos distintos e a participação de uma empresa de contabilidade como doadora e fornecedora justificam uma checagem manual para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.659,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa a campanhas do PT e depois recebe pagamentos de despesas dessas mesmas campanhas, fechando um loop. Embora todos os políticos sejam do PT/RS, o retorno de dinheiro de uma campanha para a empresa que a financiou, somado a uma doação de R$ 5.000 de Nestor para Miguel em 2026, merece checagem humana para verificar se há reembolso ou prestação de serviços reais. O valor total é baixo, mas o padrão circular entre doador e fornecedor é um fato concreto que dificulta uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 49.420,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa a um candidato do PT, que doa a outro candidato do PT, que paga despesa a uma pessoa física (JANICE), e outro candidato do PT paga despesa à mesma empresa, fechando o loop. Apesar de todos os candidatos serem do PT/RS, o valor pago pela campanha de JOAO EDEGAR PRETTO à ESSENT (R$ 38.088,00) é quase 8 vezes maior que o total doado pela empresa (R$ 1.860,55), e a cadeia inclui uma pessoa física (JANICE) sem vínculo partidário declarado. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses e a possível coincidência de datas/contratos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.889,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 12,9 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2026. A empresa doadora é do ramo contábil, o que é compatível com prestação de serviços a campanhas, e as doações entre candidatos da mesma sigla/estado são comuns. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas a interligação entre doações e despesas justifica uma conferência manual para confirmar se há apenas coincidência de rede partidária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 65.269,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa a campanhas do PT e depois recebe pagamentos de despesa da campanha de Manuela D'Ávila (PSOL), partido sem coligação evidente com os demais. Além disso, há uma doação de R$ 5.000 de Nestor Schwertner (PT) para Miguel Rossetto (PT) em 2026, ano em que Rossetto aparece como candidato, e uma despesa de R$ 4.330,60 de Rossetto para Janice Gambetta em 2018, que também doou para Manuela em 2020. A soma de R$ 65.269,27 fecha um loop com entidades de partidos diferentes e anos distintos, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.257,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do RS (Nestor Schwertner, Miguel Rossetto e Jeferson Fernandes), o que é compatível com doações entre aliados da mesma coligação/partido. A empresa ESSENT JUS Contabilidade aparece como doadora de campanhas petistas e também como prestadora de serviços contábeis para a campanha de Jeferson Fernandes, um padrão comum e legítimo (empresa do ramo contábil contratada por campanha). Os valores são modestos (R$ 18,2 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.111,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 18 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2026) e os valores são modestos. A maioria dos agentes é do PT/RS, o que poderia explicar conexões partidárias, mas a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento, e há uma doadora individual (VERA LUCIA VENTURINI) que não é claramente parte da mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.659,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa a um candidato do PT, que doa a outro candidato do PT, que paga despesa a um terceiro, que paga despesa de volta à mesma empresa — fechando o loop. Embora todos os candidatos sejam do PT/RS, o retorno do dinheiro à empresa doadora original em um ciclo curto e nominalmente identificável é um fato que foge do padrão comum de doações e despesas eleitorais. O valor total é modesto (R$ 12,6 mil), mas a estrutura circular com retorno à origem justifica uma checagem humana para entender a natureza dos serviços prestados e a motivação dos repasses.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.402,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum: a empresa doa a candidatos e depois recebe pagamentos por serviços contábeis. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há indício de que os recursos retornem à mesma campanha de origem de forma indevida; o fluxo é explicável por relações partidárias e prestação de serviços.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 205.861,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS, com valores modestos (R$ 2.058,61 no total) e transações espaçadas entre 2018, 2020 e 2026. A empresa ESSENT aparece tanto doando a Nestor quanto recebendo pagamentos de Juliano, o que pode ser relação comercial contábil normal, mas o fechamento do loop com uma despesa de R$ 180.000,00 a uma campanha de Dilce (não listada como entidade) chama atenção. Não há evidência de conluio, mas a mistura de anos e a presença de uma empresa de contabilidade no centro do ciclo justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.843,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 195.843,03, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2026) e há vínculos partidários entre alguns agentes (PT e PSB), o que pode indicar coincidência entre campanhas aliadas ou prestação de serviços contábeis recorrente. A empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que é um padrão comum e não necessariamente suspeito. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou ausência total de vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 210.588,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS e empresas de contabilidade, com valores que não destoam drasticamente entre si. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e podem refletir prestação de serviços contábeis, doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato único e concreto que torne a explicação simples implausível, mas também não é possível afirmar que é rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 193.556,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 193.556,55, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2026) e os valores são modestos. Há vínculos partidários entre alguns agentes (PT e PC do B, coligações comuns no RS), e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que pode ser relação comercial legítima. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.259,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no RS e uma empresa de contabilidade que presta serviços a candidatos, com valores baixos (R$ 15,2 mil no total). As transações se distribuem em anos diferentes (2018, 2020, 2026) e há um pagamento de despesa a Gerson Luiz de Oliveira Athayde que não fecha o loop diretamente, indicando que não é um ciclo fechado no mesmo pleito. O padrão é compatível com doações entre correligionários, contratação de serviços contábeis e ressarcimentos, sem valor atípico ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.688,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 29,7 mil no total) e todos os candidatos identificados são do PT/RS, o que permite explicar a cadeia como movimentação entre aliados da mesma coligação. Além disso, as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no tempo. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 210,63) é irrisório e compatível com prestação de serviço contábil. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 34.308,46
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT JUS) e três políticos de partidos diferentes (PT e REDE), sem coligação comum evidente. A empresa doa a Nestor Schwertner (PT), que doa a Miguel Rossetto (PT), que doa a Marcelo Sgarbossa (REDE), que por sua vez paga despesas à mesma empresa de contabilidade — um retorno do dinheiro à origem. Embora valores não sejam astronômicos, o fechamento do loop entre partidos distintos e a coincidência de a empresa ser simultaneamente doadora e fornecedora pagada por um dos elos justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 36.402,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 36,4 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2026). Doações entre candidatos da mesma sigla e pagamentos a uma contabilidade que também doa a correligionários são padrões comuns e legítimos. O valor de R$ 5.000 doado por Miguel a Elvino em 2018 e depois devolvido em 2026 como doação de Nestor a Miguel não configura um ciclo fechado de curto prazo, mas sim movimentações partidárias rotineiras.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 63.751,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do RS (Nestor Schwertner, Miguel Rossetto e Henrique Fontana Jr.), que podem ter relações de aliança partidária e trocas de recursos dentro do mesmo campo político. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece como doadora de Nestor e recebedora de despesas de Henrique Fontana, o que é compatível com prestação de serviços contábeis a campanhas, não com um esquema de retorno disfarçado. Os valores são modestos (R$ 63,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 38.926,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS (Nestor Schwertner, Miguel Rossetto e Jeferson Fernandes) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços a campanhas. As doações entre os próprios candidatos e os pagamentos à contabilidade são compatíveis com um grupo político que compartilha estrutura e serviços, e os valores são modestos (R$ 38,9 mil no total). Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta quase o mesmo que doou, nem valores fora de escala. O padrão é explicável por relações partidárias e prestação de serviços contábeis.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 35.361,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS (Nestor Schwertner, Miguel Rossetto e Stela Farias), que podem ter relações políticas e de coligação, e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços a campanhas. As transações são de baixo valor (R$ 35 mil no total) e incluem doações entre candidatos do mesmo partido e pagamentos a fornecedor de contabilidade, padrões comuns em campanhas. Não há indício de valores atípicos ou de empresa fora do ramo de serviços eleitorais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 160.585,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (de R$ 606 a R$ 112.500) e anos distintos (2018, 2020, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham majoritariamente o PT/RS, o que oferece uma explicação plausível de aliança partidária, mas a ESSENT é uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, e o retorno de recursos a ela via despesa de campanha é um padrão comum e legítimo. Não há um fato isolado que destoe claramente a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.406,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 36,4 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PT-RS), o que permite explicações rotineiras como doações entre aliados, repasses internos de campanha e pagamento de serviços contábeis. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 45) é irrisório e compatível com despesa contábil. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação eleitoral, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 34.056,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores modestos (R$ 34 mil no total). As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2026) e incluem doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos por serviços contábeis, padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do restante ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 42.861,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT do RS e uma empresa de contabilidade, com valores que somam R$ 42,8 mil. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2026) e há uma doação de campanha para campanha (Miguel para David em 2018) e pagamentos à mesma contabilidade, o que pode ser explicado por serviços prestados ou repasses partidários. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço; a empresa de contabilidade é compatível com despesas de campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.981,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 35,9 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2026). A empresa ESSENT presta serviços contábeis, ramo compatível com despesas de campanha, e as doações entre candidatos da mesma sigla/coligação são comuns. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas a recorrência do loop ao longo do tempo justifica uma checagem humana para confirmar se são apenas movimentações rotineiras de aliados.