severidade média5 nósIA: plausívelR$ 35.361,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS (Nestor Schwertner, Miguel Rossetto e Luis Fernando Schmidt) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços a campanhas — padrão comum de doações entre correligionários e pagamento de despesas contábeis. Os valores são modestos (R$ 35 mil no total) e as transações se distribuem em anos distintos (2018, 2020, 2026), sem concentração temporal que sugira triangulação. A doação de Rossetto a Schmidt (R$ 5 mil) e o repasse de Nestor a Rossetto (R$ 5 mil) são compatíveis com apoio mútuo dentro do mesmo partido. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido à origem, apenas movimentação entre aliados e prestador de serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 43.685,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS em 2018 e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços a campanhas — padrão comum de doação entre correligionários e pagamento de despesa contábil. Os valores são modestos (R$ 43,7 mil no total) e as transações se distribuem em anos distintos (2018, 2020, 2026), sem concentração suspeita. O retorno à Essent Jus aparece como despesa de campanha, compatível com a atividade da empresa.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 15.559,35
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e três candidatos do PT/RS, com a empresa doando a Nestor em 2018/2020 e recebendo despesa de Everton em 2020, enquanto Nestor doa a Miguel em 2026 e Miguel paga despesa a Everton em 2022. Apesar de todos serem do mesmo partido, o que poderia sugerir aliança, o retorno de recursos da campanha de Everton para a mesma empresa que doou a outro candidato, e a diferença de valores (ex.: Miguel paga R$ 8.000 a Everton, mas Nestor doa R$ 5.000 a Miguel) formam um circuito fechado que merece verificação humana. Não é possível afirmar irregularidade, mas o padrão de idas e voltas entre os mesmos atores justifica uma olhada mais de perto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.861,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, o que é compatível com uma rede de aliados e prestadores de serviço do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 15,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima do padrão, fornecedor sem relação com o serviço ou ciclo imediato entre pessoas sem vínculo), mas também não há elementos que expliquem completamente o retorno do dinheiro à empresa de contabilidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 57.280,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT do RS e uma empresa de contabilidade, o que poderia ser explicado por relações partidárias e prestação de serviços contábeis. No entanto, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e há um intermediário sem partido identificado (FELIPE RISPOLI LEAL), o que enfraquece a conexão direta. O valor total é modesto (R$ 57 mil) e não há indício de desproporção ou ramo alheio ao serviço. Faltam elementos para afirmar que é um padrão legítimo ou que merece atenção prioritária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.326,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Nestor Schwertner e, ao mesmo tempo, recebe pagamentos de despesa da campanha de Jeferson Fernandes, ambos do PT/RS, fechando um loop de R$ 11,3 mil. Embora todos sejam do mesmo partido e a empresa preste serviços contábeis (o que poderia explicar os pagamentos), a coincidência de a mesma empresa doar para um candidato e receber recursos de outro da mesma cadeia merece checagem humana para verificar se há relação contratual real ou apenas trânsito circular de recursos. O valor total é baixo, mas o padrão de doação e recebimento recíproco entre os mesmos atores justifica atenção.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 85.134,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Helenir Schurer e João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de campanha majoritária para aliados e prestação de serviços contábeis. A empresa Essent Jus aparece tanto doando a Nestor quanto recebendo pagamento da campanha de Pretto, padrão comum de fornecedor que também apoia candidatos do mesmo campo. Os valores são modestos (R$ 85 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.641,09
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades e R$ 16,6 mil, mas o elo mais chamativo é a ESSENT (empresa de contabilidade) doando a NESTOR SCHWERTNER e depois recebendo despesa de FREDERICO DE BARROS SILVA, sem que os fatos mostrem vínculo partidário/coligação entre a empresa e os candidatos. Além disso, há um salto de valor: as doações da ESSENT a NESTOR somam R$ 1.861,55, enquanto a despesa de FREDERICO à ESSENT é de R$ 3.450,04, e a doação de JOAO EDEGAR PRETTO a ANTONIO VALDECI é de R$ 4.392,00 — uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.888,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no RS (Nestor Schwertner, Miguel Rossetto, Everton Gimenis) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, além de repasses da campanha majoritária de João Edegar Pretto. As transações são de valores modestos (R$ 18,8 mil no total) e compatíveis com doações entre aliados, repasses partidários e pagamentos por serviços contábeis, padrão comum em campanhas do mesmo campo político. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 60.279,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT do Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Nereu Piovesan e João Edegar Pretto), o que é compatível com doações e repasses internos de aliados da mesma coligação. A empresa Essent Jus Contabilidade presta serviços contábeis e recebeu pagamento de despesa de campanha de Pretto, ramo compatível com o serviço. Os valores são de ordens de grandeza distintas (doações de milhares, despesa de R$ 38 mil), sem salto inexplicável, e o fluxo pode ser explicado por doações entre correligionários e contratação de contabilidade.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.091,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Nestor Schwertner e Paulo Ricardo Tito Coelho) e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto Governador), o que é um padrão comum de repasses e despesas dentro de uma mesma coligação. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece doando a Nestor em 2018/2020 e recebendo pagamento de Paulo em 2022, o que pode ser relação comercial de longa data, não necessariamente um loop artificial. Os valores são modestos (R$ 11 mil no total) e as transações se distribuem em anos diferentes, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 21.905,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para o candidato Nestor Schwertner (PT), que por sua vez repassa despesa à campanha de João Edegar Pretto (governador), que doa para Assis Flávio (PC do B), que paga despesas de volta à ESSENT. Embora os valores não sejam idênticos, o fechamento do loop entre uma empresa privada e campanhas de partidos diferentes (PT e PC do B) em anos distintos merece checagem humana, pois não há explicação simples de mesma coligação ou conta partidária. A empresa de contabilidade aparece simultaneamente como doadora e fornecedora paga pelos candidatos, o que reforça a necessidade de verificar a real natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 47.094,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 47 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários claros: Nestor Pedro Schwertner e Gabrieli da Silva Vaz são ambos do PT/RS, e a campanha intermediária é a de João Edegar Pretto (PT), o que explica repasses internos de campanha. A empresa ESSENT JUS Contabilidade aparece doando a Schwertner e depois recebendo pagamento de Gabrieli, padrão compatível com prestação de serviços contábeis a campanhas do mesmo campo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço, então o loop parece mais um encadeamento de doações e despesas dentro da mesma rede partidária do que um sinal que exija priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.096,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Paulo Pimenta e Paulo Ritter) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços a campanhas. As transações são de baixo valor (R$ 12 mil no total), distribuídas ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022) e incluem doações de campanha, despesas com serviços contábeis e repasses para a campanha de João Edegar Pretto, todos padrões comuns em prestações de contas eleitorais. Não há um fato específico que destoe, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.121,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PT e PSDB), mas há conexões plausíveis: a Essent Jus é uma empresa de contabilidade que pode prestar serviços a campanhas, e as transações entre Everton e Luciano podem ser repasses dentro de uma mesma coligação ou ressarcimentos. O elo mais chamativo é a doação de Nestor (PT) para a campanha de João Edegar Pretto (PT), que é um fluxo partidário comum, e a despesa de Luciano (PT) para a Essent Jus, que pode ser pagamento por serviços contábeis. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor uma ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem qualquer vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósR$ 10.446,05
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 146.091,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 146 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PT-RS) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que pode explicar as movimentações como doações entre aliados e pagamentos por serviços. O trecho de maior valor (R$ 134 mil) é uma doação de João Edegar Pretto a Denise da Silva Pessoa, ambos do PT, e não fecha diretamente o ciclo com a empresa. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de financiamento entre correligionários, mas a existência de um loop formal justifica uma checagem humana para confirmar a natureza dos serviços e a origem dos recursos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 142.296,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve predominantemente agentes do PT no RS (Nestor Schwertner, Denise Pessoa, Vladimir Duarte) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum. As transações são de valores modestos e compatíveis com doações e pagamentos de despesas de campanha, sem indício de valores atípicos. O loop pode ser explicado por relações partidárias e de prestação de serviços contábeis, não havendo um fato concreto que destoe do rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.857,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa a um candidato do PT e recebe pagamentos de despesa de uma vereadora do PC do B, com valores modestos (R$ 17,8 mil no total). As transações se distribuem por vários anos (2018-2024) e há um elo intermediário (doação de Nestor à campanha de João Edegar Pretto, do PT) que conecta os partidos. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), mas a combinação de doação de empresa a candidato e pagamento de despesa da mesma empresa por outra campanha merece uma olhada humana para confirmar se são serviços contábeis legítimos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.178,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PT, PV) e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 11 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. A empresa ESSENT aparece tanto doando a Nestor Schwertner (PT) quanto recebendo despesa de Jairo Jorge (PSD), o que poderia ser explicado por prestação de serviços contábeis a campanhas de partidos distintos. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre mesmas pessoas), mas a combinação de partidos diferentes e o retorno do dinheiro à empresa de contabilidade merece uma olhada humana para confirmar se são apenas relações comerciais rotineiras.
severidade média4 nósR$ 10.401,68
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.256,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Adalberto Noronha e Jeferson Fernandes) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços recorrentes a campanhas. As transações são de valores modestos (R$ 606 a R$ 4.392), compatíveis com doações entre aliados e pagamentos de despesas contábeis, e se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022). O elo de fechamento é a empresa de contabilidade, que aparece tanto recebendo doações quanto sendo paga por serviços, padrão comum em prestação de contas. Não há indício de valores anômalos ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.294,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e aliados do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 15,3 mil no total) e transações que se estendem por vários anos (2018-2024), não configurando um loop curto e fechado. As movimentações são compatíveis com doações entre correligionários, repasses de campanha majoritária para proporcionais e pagamentos a uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor muito acima do padrão ou ciclo imediato que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.334,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Alexandre Lindenmeyer e Henrique Fontana Junior) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores modestos (R$ 19,3 mil no total). As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022) e incluem doações entre aliados do mesmo partido, despesas com fornecedor especializado em contabilidade eleitoral e repasse para a campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT). Não há um fato específico que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas da mesma coligação/partido, como um valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.340,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 51 mil no total). Três candidatos são do PT/RS, o que sugere possível conexão partidária, mas a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, e há um candidato a governador (João Edgar Pretto) no meio da cadeia sem partido informado. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência rotineira.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 51.116,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Nestor Schwertner e Monica Facio) e a campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT/RS), todos do mesmo campo político, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece doando a Nestor e recebendo pagamento de Monica, o que pode ser relação comercial de serviços contábeis com campanhas do partido. Os valores são modestos (R$ 51 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem ciclo curto e fechado no mesmo ano.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.228,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11,2 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, PT), mas há conexões plausíveis: a Essent Jus presta serviços contábeis a campanhas, o que explica pagamentos de Jairo à empresa; doações entre candidatos do mesmo estado (RS) e o repasse de Nestor à campanha de João Edegar Pretto (PT) são movimentações típicas. O elo que fecha o ciclo (Gabriel doando a Jairo) não tem explicação óbvia nos dados, mas o valor é baixo e pode ser coincidência entre campanhas gaúchas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.731,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT JUS) que doa para o candidato Nestor Schwertner, que por sua vez paga despesa à campanha de João Edegar Pretto, que doa para Elvino Bohn Gass, que paga despesa de volta à mesma empresa de contabilidade. Embora todos os políticos sejam do PT/RS, o retorno do dinheiro à empresa que iniciou o fluxo, com valores expressivos (R$ 3.540,49 pagos por Bohn Gass à ESSENT JUS), não tem explicação óbvia e merece checagem humana. A empresa de contabilidade aparece simultaneamente como doadora e fornecedora paga, o que pode indicar tanto relação comercial legítima quanto um arranjo a ser esclarecido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.446,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12,4 mil no total) e todas as pessoas físicas identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com uma rede de aliados políticos. A empresa ESSENT JUS presta serviços de contabilidade, ramo que faz sentido para pagamentos de campanha, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre membros de um mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.840,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 19,8 mil) e todas as pessoas físicas são do PT/RS, o que é compatível com repasses internos de campanha ou prestação de serviços contábeis. Porém, a cadeia fecha numa empresa de contabilidade que doou a um dos candidatos e depois recebeu pagamento de outro, sem que os fatos expliquem a natureza desses serviços nem o motivo do retorno do dinheiro à mesma empresa. Não há um fato isolado claramente anômalo (valor fora de escala, ramo incompatível, ciclo curto entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem checar os vínculos e contratos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 48.350,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve candidatos do mesmo partido (PT/RS) e uma empresa de contabilidade que presta serviços e faz doações a campanhas — padrão comum e legal. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, sem indício de retorno financeiro desproporcional. A doação de R$ 42.317,00 da campanha de Edegar Pretto a Maria Eunice é compatível com repasse entre aliados da mesma coligação. Não há elemento que fuja do roteiro típico de financiamento partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 58.016,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado e direto: há doações da Essent Jus a Nestor, de Laura a David, de Edegar Pretto a Laura, e despesas de David à Essent Jus e de Nestor à campanha de Edegar Pretto. Todos os políticos identificados são do PT/RS, o que é um padrão comum e legítimo de movimentação dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 58 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do razoável, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a cadeia completa.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.679,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a Nestor Schwertner (PT) e recebeu despesas de Juliano Roso (PC do B), com valores que somam R$ 18.679,05. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há um intermediário sem nome identificado, o que dificulta verificar se há um vínculo direto entre as campanhas. Não há um fato único e concreto que torne a explicação simples implausível, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto sobre a relação entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.359,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.359,05, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e há conexões partidárias plausíveis: Nestor (PT) doou para a campanha de João Edegar Pretto (PT), e Juliano Roso (PC do B) repassou despesa a Wagner Pacheco (PC do B). A empresa Essent Jus aparece tanto doando a Nestor quanto recebendo despesa de Wagner, o que pode ser relação comercial de contabilidade, mas o elo de volta à mesma empresa fecha um ciclo que merece verificação. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, nem dados suficientes para afirmar padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.581,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores baixos (R$ 15,5 mil no total) e transações espalhadas por 2018, 2020 e 2022. As doações da Essent Jus a Nestor Schwertner e o pagamento de Henrique Fontana à mesma empresa são compatíveis com relação comercial e de aliados partidários. A doação de Leonel Matias a Henrique Fontana e o repasse de Nestor Schwertner à campanha de João Edegar Pretto (ambos PT) também se explicam por articulação interna do partido. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósR$ 10.744,46
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.431,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11,4 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários no PT/RS (Nestor Schwertner, Dionilso Marcon e a campanha de João Edegar Pretto), o que poderia explicar parte das movimentações como repasses internos de aliados. Porém, a cadeia inclui uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que aparece tanto doando a um candidato quanto recebendo despesa de outro, e um elo sem nome identificado, o que impede afirmar que é um padrão rotineiro. Não há um fato isolado gritante (como valor muito acima do resto ou fornecedor de ramo totalmente alheio), mas também não dá para descartar sem checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 65.494,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT do RS (Nestor Schwertner, Margarete Ferretti e Rodrigo Battistella) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços a campanhas. As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido, repasses de campanha majoritária para candidatos proporcionais e pagamento de serviços contábeis, sem valores discrepantes ou fornecedor de ramo alheio. O fechamento do ciclo pode ser coincidência de fluxos dentro da mesma rede política, não havendo um fato isolado que destoe do padrão.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 49.766,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Nestor Schwertner e Margarete Ferretti) e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto, governador), o que é um padrão comum de repasses dentro da mesma coligação. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece doando a Nestor e recebendo pagamento de Margarete, o que pode ser contratação de serviços contábeis por campanhas do mesmo grupo. Os valores são modestos (R$ 49,7 mil no total) e as transações se distribuem em anos diferentes, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 58.501,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 58,5 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político no RS (PT/PSOL), com transações espalhadas por 2018, 2020 e 2022. A maior transação é um pagamento de R$ 45 mil da campanha de Manuela D'Ávila à Essent Jus Contabilidade, compatível com serviço contábil contratado por campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo alheio, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas a presença de uma empresa de contabilidade no meio do loop e a intermediação de doações entre candidatos aliados justificam uma olhada humana sem que se possa afirmar anormalidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.324,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Olívio Dutra, Paulo Ricardo Tito Coelho) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum e legítimo. As transações são de valores modestos (R$ 606 a R$ 15.000) e se distribuem ao longo de vários anos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O retorno à Essent Jus aparece como pagamento por serviços contábeis, compatível com o ramo da empresa. Não há um fato concreto que fuja do que se espera de movimentação entre campanhas aliadas e prestadores de serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 29.424,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT JUS) e campanhas do PT no RS, mas o elo de volta é uma despesa de R$ 18.000 da campanha de Olívio Dutra para a própria ESSENT JUS, enquanto a empresa havia doado apenas R$ 1.860 a Nestor Schwertner. O valor que retorna à empresa é quase 10x o que ela injetou na cadeia, e a justificativa de 'serviço contábil' não é verificável pelos dados. Isso não é acusação, mas o desequilíbrio e o fechamento do loop entre os mesmos atores justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 13.674,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSOL) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato do PT e depois recebe despesa de um vereador do PSOL, fechando o loop. A presença de uma empresa de contabilidade no centro de um ciclo de doações e despesas entre campanhas de partidos distintos dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária. O valor total é modesto, mas a estrutura circular com atores sem vínculo partidário comum justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 49.266,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Nestor Schwertner e Stela Lopes) e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto, governador em 2022), o que é compatível com repasses internos de coligação. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece doando a Nestor em 2018/2020 e recebendo pagamento de Stela em 2018, valores pequenos e em anos distintos, sem retorno financeiro direto à empresa. O fluxo maior (R$ 40.967,00) é da campanha de Pretto para Stela, padrão típico de transferência entre campanhas aliadas, e o restante são despesas de campanha, não havendo enriquecimento circular de um mesmo agente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.946,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do RS (Nestor Schwertner, Jeferson Fernandes, Sergio Araujo) e uma campanha majoritária do mesmo campo (Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de coligação/partido. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece doando a Nestor e recebendo despesa de Sergio, padrão comum de prestador de serviços contábeis contratado por campanhas do mesmo grupo. Os valores são modestos (R$ 11,9 mil no total) e distribuídos ao longo de 2018-2024, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 16.256,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Nestor Schwertner e Jeferson Oliveira Fernandes) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços a campanhas. As transações são compatíveis com o padrão de uma campanha que contrata serviços contábeis e depois recebe doação de aliados, sem valores discrepantes ou fornecedor de ramo estranho. O loop pode ser explicado por relações partidárias e de prestação de serviços, não havendo um fato que destoe do comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.461,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 17,4 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e não formam um loop curto e fechado no mesmo pleito. As conexões passam por uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas e por doações a candidatos de partidos distintos (PT e PDT), o que pode ser explicado por relações profissionais e políticas rotineiras no RS. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 401.519,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum declarada: uma empresa de contabilidade (ESSENT), um deputado federal do PP de MT (Nilson Leitão) e a campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PL). A maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro para a ESSENT, enquanto a doação de entrada no ciclo é de apenas R$ 100,00 — uma assimetria de mais de três ordens de magnitude que não se explica por mera coincidência de coligação. O elo intermediário (Gustavo Bouret) aparece com valores irrisórios (R$ 0,10 de doação), o que reforça a estranheza do encadeamento. Vale checagem humana para entender a natureza do serviço prestado pela ESSENT e a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 72.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa a um candidato do PP e, na outra ponta, recebe despesas de campanha de um candidato do PSD, fechando um loop de R$ 72,6 mil entre partidos diferentes. As transações se estendem por 2018-2024 e incluem uma doação de R$ 12,7 mil de uma pessoa física (OLIVIA CAMPOS ARRUDA) a um vereador do PDT, além de um pagamento de despesa de NILSON (PP) a uma variação do nome OLIVIA CAMPO DE ARRUDA. A mistura de partidos, anos e a presença de uma empresa de contabilidade no centro do ciclo dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 402.625,41
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: uma empresa de contabilidade (ESSENT) doa R$ 100 a um deputado do PP, que paga R$ 2.100 a um terceiro, que doa R$ 6,03 a Bolsonaro (PL), e a campanha de Bolsonaro paga R$ 400.419,38 à mesma ESSENT. O valor pago pela campanha presidencial à ESSENT é cerca de 4.000 vezes maior que a doação inicial, e a ESSENT aparece nas duas pontas do ciclo, o que dificulta explicar tudo como simples coincidência de mesma coligação. Vale checagem humana para entender a natureza desses repasses e a relação entre as partes.