Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11,3 mil no total) e transações típicas de campanha municipal: doações de diretório partidário a candidato e despesas de campanha. As entidades incluem um vereador do UNIÃO e um prefeito do PL, partidos diferentes, mas em eleições municipais é comum haver interação financeira entre campanhas da mesma coligação ou de adversários via fornecedores comuns. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao mesmo partido (PSTU), o que é um padrão comum e legítimo de movimentação de recursos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são de baixa monta (R$ 16.410,00 no total) e as transações ocorrem ao longo de vários anos (2018 a 2022), sem um ciclo curto e fechado que sugira conluio. O loop envolve também um doador externo (LUIZ ROBERTO REZENDE MARTINS) que não faz parte do partido, mas isso não é suficiente para tornar o caso bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do mesmo partido (PSTU) e as outras duas (LUIZ ROBERTO REZENDE MARTINS e CAROLINA CABRAL MALACCO) aparecem apenas como doadores/fornecedores, sem partido informado. As transações são de anos diferentes (2018 a 2024) e valores modestos, compatíveis com movimentação típica de campanhas pequenas. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência partidária sem checar quem são os dois nomes sem partido.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas do mesmo partido (PSTU) em SP, com valores modestos e compatíveis com prestação de serviços entre militantes/fornecedores do mesmo campo político. As transações são de anos diferentes (2022 e 2024) e os valores não destoam entre si, sugerindo ressarcimentos ou pagamentos por serviços de campanha. Não há indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas e valores baixos (R$ 11.375 no total), com transações espalhadas entre 2020, 2022 e 2024. As duas entidades identificadas são do mesmo partido (PSTU), o que oferece uma explicação simples de rede de aliados, mas o intervalo de anos e a ausência de detalhes sobre os serviços prestados impedem afirmar se é rotineiro ou estranho. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de escala, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado) que justifique priorizar uma checagem humana.
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSTU no Rio de Janeiro, um partido pequeno onde os mesmos militantes costumam se candidatar repetidamente e circular recursos entre si. As transações são de baixo valor (R$ 1.148,10, R$ 300,00, R$ 9.630,00 e R$ 1.200,00) e a maior parte é despesa com gráfica, serviço típico de campanha. O ciclo fechado pode ser coincidência de uma rede partidária pequena, sem indicar nada de anômalo à primeira vista.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades todas do PSTU no Rio de Janeiro, o que é um padrão comum de movimentação dentro do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 14.478,10 no total) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um encadeamento temporal curto e fechado. A gráfica que fecha o ciclo é fornecedora declarada de campanha, e não há indício de que o valor esteja fora do razoável para serviços gráficos. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são do mesmo partido (PSTU) e do mesmo estado (RJ), o que é um padrão comum em coligações partidárias: candidatos repassam recursos entre si e pagam despesas de campanha dentro do próprio grupo. Os valores são modestos (R$ 21,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A gráfica é fornecedora típica de campanha (material impresso), e o valor pago (R$ 800) está dentro do razoável. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor de ramo estranho ao serviço.
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são do mesmo partido (PSTU) e do mesmo estado (RJ), com histórico de candidaturas em anos variados, o que é compatível com circulação de recursos entre aliados de uma mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 23,6 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no tempo. A empresa GRAFICA MEC EDITORA LTDA recebeu apenas R$ 800 de um candidato e não devolveu valores a ninguém da cadeia, quebrando a ideia de retorno direto. Não há indício de valores fora de escala ou de fornecedor com ramo incompatível.