severidade média4 nósIA: bizarroR$ 46.037,70
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de estados e partidos diferentes (PT-SC e MDB-ES), sem coligação ou partido comum que explique a circulação. A ESSENT (empresa de contabilidade) doa R$ 25.467,08 a Edmar e recebe de volta R$ 473,68 de Paulo Roberto Eccel, enquanto a ELEGIS doa R$ 19.887,13 a Eccel e recebe R$ 209,81 de Edmar — valores de doação muito superiores aos retornos, mas o encadeamento cruzado entre campanhas sem vínculo partidário claro merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 43.110,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PT-MG, MDB-ES) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo político. Além disso, a ESSENT (empresa de contabilidade) aparece tanto doando R$ 25.467,08 a um candidato do MDB-ES quanto recebendo R$ 15.183,15 de um candidato do PT-MG, configurando uma via de mão dupla entre a mesma empresa e campanhas de partidos opostos. O valor total de R$ 43 mil em um loop fechado entre cinco entidades justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 255.124,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 255 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024, 2026) e partidos distintos (MDB, PL), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As maiores quantias são doações da ELEGIS a Jesse Sangalli (R$ 226 mil em 9 transações), compatíveis com repasses de uma empresa de consultoria/tecnologia a campanhas, e as demais são valores pequenos (R$ 300, R$ 265, R$ 209) que podem ser ressarcimentos ou despesas pontuais. Não há um fato isolado que destoe de padrões comuns de financiamento, mas a estrutura circular e a presença de uma empresa de contabilidade no centro merecem uma olhada humana para descartar coordenação indevida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 38.559,08
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (MDB-ES, PSOL-SC, PSOL-SP) e em anos distintos (2020, 2024, 2026), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado legítimo. A ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como origem de doação a Edmar (R$ 25.467,08) e como destino de despesa de Leandro Damasio (R$ 282,19), fechando o loop, mas os valores são muito desproporcionais entre as pontas. A ELEGIS, empresa de consultoria/tecnologia, doa R$ 11.700 a Rafael Alquezar e recebe R$ 209,81 de Edmar, o que também não tem explicação simples. O conjunto merece checagem humana para entender se há relação real entre essas campanhas ou se é coincidência de registros.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.001,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (MDB-ES e PDT-SP), o que dificulta uma explicação por coligação comum, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2026), quebrando a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. A ESSENT aparece como doadora e depois recebedora de despesa, mas o valor de retorno (R$ 225,00) é irrisório frente à doação (R$ 25.467,08), e a ELEGIS recebe de um candidato e doa a outro, padrão compatível com consultoria eleitoral. Sem mais contexto sobre vínculos societários ou contratos, não há um fato concreto que force a triagem como bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.999,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PSD-MG e MDB-ES), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 30,9 mil no total) e há indícios de que se trata de prestação de serviços contábeis/consultoria entre campanhas, o que poderia explicar as movimentações. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de despesas e doações entre campanhas, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem checar a relação entre as empresas e os candidatos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 62.337,73
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas os elos centrais são de partidos e estados diferentes (Edmar, MDB/ES, e Marcos, PL/MS), sem coligação ou vínculo partidário comum indicado. Além disso, as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022 e 2026), o que enfraquece a explicação de um fluxo coordenado dentro de uma mesma campanha. O valor total é modesto, mas a combinação de atores sem relação partidária aparente e a sequência circular justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 176.190,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO/GO, PP/GO, MDB/ES), o que dificulta explicar tudo como mera coincidência de mesma coligação. Porém, os valores são modestos e as transações estão espalhadas por vários anos (2020 a 2026), sem um encadeamento curto e fechado no mesmo pleito. As empresas ESSENT e ELEGIS atuam em contabilidade/consultoria e gestão/tecnologia, ramos compatíveis com serviços de campanha, e não há indício de preço fora do razoável. Faltam elementos para dizer que é claramente rotineiro ou claramente estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.271,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (MDB-ES e PL-RS), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e as transações estão espalhadas em anos distintos (2020, 2024, 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. As empresas ESSENT e ELEGIS atuam em contabilidade/consultoria e gestão estratégica, ramos compatíveis com serviços de campanha, e os pagamentos podem ser ressarcimentos ou prestações de serviço entre campanhas. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo imediato), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.395,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (MDB-ES e AVANTE-PR), mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do volume (R$ 25.467,08) é uma doação da ESSENT JUS para Edmar em 2020, e as demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por prestação de serviços contábeis/consultoria entre as partes. Não há um fato concreto que destoe do padrão de mercado ou que sugira conluio, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.763,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (MDB-ES e PT-SC), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações estão espalhadas em anos distintos (2020, 2024, 2026), com a ESSENT aparecendo como doadora e também como fornecedora de serviços contábeis, o que pode ser um padrão legítimo de contratação. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima do resto ou ramo completamente alheio), então não dá para cravar nem 'bizarro' nem 'plausível' sem checar vínculos societários e contratos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.109,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes (PT-SC, MDB-ES) e valores modestos (R$ 37 mil no total), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As duas empresas (ESSENT e ELEGIS) atuam em contabilidade/consultoria e gestão/tecnologia, ramos compatíveis com serviços de campanha, e há doações de empresas para candidatos que podem ser normais. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre mesmas pessoas), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar as notas fiscais e contratos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.833,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes (PT/SC, MDB/ES), mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2026, sem concentração temporal que sugira um loop fechado. As empresas ESSENT e ELEGIS atuam em contabilidade/consultoria e gestão estratégica, ramos compatíveis com serviços prestados a campanhas, e as doações entre candidatos de partidos distintos podem ocorrer em contextos de alianças locais. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação eleitoral comum, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.878,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (MDB-ES e PT-PR), o que dificulta uma explicação por coligação comum, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024, 2026), sugerindo mais coincidência contábil do que um loop coordenado. A ESSENT aparece como doadora em 2020 e recebedora de despesa em 2024, sem que se saiba se é a mesma pessoa jurídica ou sucessora. Não há um fato concreto e nomeável que force uma checagem humana prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.055,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PL-RS, MDB-RS, MDB-ES) e anos distintos (2018, 2020, 2026), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. Os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas de campanha de baixa magnitude, e a ESSENT aparece como empresa de contabilidade, ramo que naturalmente presta serviços a campanhas. Não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar priorização, mas também não há elementos que expliquem completamente o fechamento do ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.596,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações estão espalhadas entre 2020 e 2026, com valores pequenos e tipos variados (doações e despesas). Há vínculos partidários parciais (MDB entre Edmar e Sebastião) e a empresa ESSENT aparece como doadora e fornecedora, o que pode ser um padrão de contratação contábil. Não há um fato agudo que destoe, como valores milionários ou ciclo fechado no mesmo ano entre pessoas sem relação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.542,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, Republicanos) e UFs distintas (ES, RS), o que dificulta uma explicação por coligação única. Porém, os valores são pequenos (R$ 32,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A empresa ESSENT aparece como doadora e depois recebe pagamento de campanha, mas o valor de retorno é irrisório (R$ 265,82) comparado à doação (R$ 25,4 mil), o que pode ser apenas uma prestação de serviços contábeis.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.444,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (MDB-ES e PT-MG), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 32,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. A ESSENT aparece como doadora em 2020 e recebedora de despesa em 2022/2024, o que pode ser mera coincidência de nome ou continuidade de relação comercial, mas não há elemento concreto que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.553,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PT-RS e MDB-ES), sem coligação ou partido comum evidente, o que dificulta a explicação por aliança partidária. Porém, os valores são modestos (R$ 33,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Além disso, as empresas são de contabilidade/consultoria, ramo compatível com serviços prestados a campanhas, e há um intervalo de 6 anos entre a despesa de Fortunati e a doação a ele. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas a combinação de atores sem vínculo partidário e a circularidade justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.738,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (MDB-ES, PCdoB-RS), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 33,7 mil no total) e há sobreposição parcial de partido entre Dilce e Daiana (PCdoB), o que poderia explicar a doação entre elas. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.420,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (MDB-ES e PSD-SP), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024, 2026), sugerindo mais coincidência contábil do que um fluxo coordenado. A empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de serviços contábeis, o que é um padrão comum e legítimo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.504,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (MDB-ES e MOBILIZA-RJ), sem coligação ou partido comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024, 2026), podendo refletir relações comerciais ou de consultoria entre as empresas e os candidatos. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.200,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2026) e entre campanhas de partidos diferentes (MDB-ES e PP-RS), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Os valores são modestos (R$ 28,2 mil no total) e as empresas ESSENT e ELEGIS atuam justamente em contabilidade/consultoria e gestão/tecnologia, ramos compatíveis com serviços prestados a campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo alheio, ciclo curto e fechado entre mesmas pessoas), mas também não há explicação simples e documentada para o encadeamento exato.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.926,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e MDB) e UFs distintas (SC e ES), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2024, 2026), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop real. A maior parte do valor (R$ 25.467,08) é uma doação da ESSENT JUS ao candidato do MDB, e as demais transações são de baixo valor, não caracterizando um padrão típico de lavagem ou fraude.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.689,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34,7 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2020, 2022 e 2026) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PT entre Juliana Andozio e René Munaro), mas Edmar Lorencini é do MDB e as empresas não têm filiação declarada. Os valores são modestos e compatíveis com serviços contábeis/consultoria, sem salto de ordem de grandeza que force uma checagem imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 426.897,27
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, Republicanos, MDB) e em anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária. O elo final é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro à ESSENT, empresa que também aparece doando a um candidato do MDB em 2020, valor de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia. A doação de R$ 1,00 de Mário Lúcio a Bolsonaro é atípica e não explica funcionalmente o loop.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 43.472,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PC do B/SC, PSOL/SC, MDB/ES) e uma empresa de contabilidade, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), mas fecham um loop completo de R$ 43,4 mil, com a empresa ESSENT aparecendo tanto como doadora quanto como fornecedora paga pela campanha que fecha o ciclo. A presença de uma empresa de contabilidade no centro do loop, recebendo de uma campanha e doando para outra, é um fato concreto que foge do padrão de repasses partidários e merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.156,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (MDB-ES e PL-RS), o que dificulta uma explicação por coligação comum, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2026), sugerindo possível coincidência ou relações comerciais normais. A ESSENT aparece como doadora em 2020 e recebedora de despesa em 2022, sem que se saiba se são a mesma pessoa jurídica ou se há vínculo societário. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 89.877,79
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades com valores e anos díspares: uma empresa (ESSENT) doa R$ 25.467 a Edmar (2020), Edmar paga R$ 209,81 à ELEGIS (2026), ELEGIS doa R$ 10.640 a Débora (2024), Débora doa R$ 1.060 a Emanuel (2020) e Emanuel paga R$ 52.500 à ESSENT (2020). O elo mais chamativo é o pagamento de R$ 52.500 de Emanuel à ESSENT, uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, sem que os fatos indiquem lote ou justificativa. Além disso, o ciclo envolve pessoas de partidos e estados diferentes (MDB/MT, MDB/ES) e empresas de ramos distintos (contabilidade e consultoria/tecnologia), o que dificulta a explicação por simples coincidência de coligação. Não há prova de irregularidade, mas o conjunto merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 48.650,98
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre pessoas de partidos e estados diferentes (MDB-ES, PSDB-MT, CIDADANIA-MT) sem coligação comum aparente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo político. Além disso, a ESSENT (empresa de contabilidade) aparece doando para um candidato e recebendo despesa de outro candidato, e a ELEGIS (consultoria) doa para um vereador e recebe despesa de um deputado estadual, criando um vai-e-vem entre empresas e campanhas que merece checagem humana. Os valores são modestos, mas a combinação de ciclo fechado, entidades sem vínculo partidário declarado e o papel das empresas prestadoras de serviço justifica priorizar a análise.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 428.158,27
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades e pessoas sem partido ou coligação em comum (PL, MDB, NOVO) e em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026), o que dificulta explicar como um fluxo rotineiro de mesma campanha. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro para a Essent Jus é cerca de 15 vezes maior que a soma de todas as outras transações do loop, e a Essent aparece tanto como doadora inicial quanto como recebedora final. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana, sem que isso signifique irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.375,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes (PSB-ES, PT-SC, PSD-ES) e duas empresas prestadoras de serviços contábeis/consultoria, o que à primeira vista dificulta uma explicação por simples coincidência de coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. As empresas ESSENT e ELEGIS atuam justamente em contabilidade e gestão de campanhas, ramo compatível com pagamentos e recebimentos eleitorais, o que torna plausível que sejam apenas prestadoras de serviços circulando recursos entre clientes distintos. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo alheio, ciclo curto e fechado entre mesmas pessoas) que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.675,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSB/ES, PSD/ES, PL/MS) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. Além disso, há uma assimetria temporal e de valores: a maior transação (R$ 24.060,84 da ELEGIS para Marcos Sborowski Pollon em 2022) é dezenas de vezes superior às demais e ocorre anos depois de outras etapas do loop. Esses dois fatores justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.512,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSB, PSD, MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2026), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações têm valores e naturezas heterogêneas (doações pequenas, despesas de consultoria), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não há uma explicação simples e única que amarre todas as pontas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 48.719,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PATRIOTA, PSDB) e empresas, sem coligação comum evidente. A doação de R$ 1,00 de Airton Amaral para Jair Bolsonaro é um valor simbólico que não explica a conexão, e a empresa Essent aparece tanto doando para Airton quanto recebendo despesa de Nelson, fechando o loop. A soma de R$ 48,7 mil é baixa, mas a combinação de valores irrisórios e partidos distintos dificulta uma explicação rotineira.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.661,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PATRIOTA, PT) e anos diferentes (2018 e 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor mais expressivo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 6.864,00 a Claudir Nespolo (PT), criando uma ligação indireta entre campos opostos. A doação de R$ 1,00 de Airton Amaral (PATRIOTA) a Bolsonaro em 2022 é um valor atípico que reforça a aparência de elo artificial. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.770,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PATRIOTA, REDE) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 850 a Marcelo Sgarbossa (REDE), criando um elo indireto entre campanhas de campos opostos. Além disso, a Essent aparece tanto doando para Airton Amaral (PATRIOTA) quanto recebendo despesas de Sgarbossa (REDE), o que fecha o ciclo de forma não trivial. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 211.978,33
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (PL, PATRIOTA, PSDB) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. O elo mais frágil é a doação de R$ 1,00 de Airton Amaral (PATRIOTA) a Jair Bolsonaro (PL) em 2022, valor irrisório que não tem função prática aparente e serve apenas para fechar a cadeia. Além disso, a Essent recebeu R$ 1.181,12 de despesa de Cássio (PSDB) e doou R$ 2.120,00 a Airton (PATRIOTA), enquanto a Aixmobil doou R$ 24.324,00 a Cássio e recebeu R$ 184.352,21 de despesa de Bolsonaro, valores de ordens de grandeza muito distintas dentro do mesmo loop.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.973,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PATRIOTA, REDE) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesas de outro, sem vínculo partidário ou coligação declarada. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 6.114,00 a André Rodolfo de Lima, criando um fluxo de mão dupla entre campanhas sem relação eleitoral evidente. A doação de R$ 100,00 de Airton Amaral a Bolsonaro é irrisória e não explica o restante da cadeia. O conjunto fecha um loop com valores e atores que não se conectam por um padrão simples (mesma coligação, repasse partidário ou ressarcimento), justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.482,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, PATRIOTA, REPUBLICANOS) e inclui uma empresa de contabilidade que doou a um candidato e depois recebeu despesa de outro, o que não tem explicação óbvia por coligação ou conta partidária. Além disso, há uma assimetria enorme: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam alguns milhares, e a doação de Airton a Bolsonaro é de apenas R$ 1,00. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 197.897,96
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, PP, PATRIOTA) e em anos distintos, o que dificulta explicar como mera movimentação de uma mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL contrasta com a doação de apenas R$ 1,00 feita por Airton Amaral a Bolsonaro, que é o elo que fecha o loop. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.148,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT, PL, PATRIOTA) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e recebe despesas de outro, sem relação partidária evidente. A transação de maior valor (R$ 184.352,21) é uma despesa da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.285,00 a Henrique Fontana (PT), criando um fluxo cruzado entre campos políticos rivais. Embora valores menores possam ser explicados por serviços contábeis, a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo justificam uma checagem humana para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.034,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PDT/RS, PATRIOTA/SC, PL/BR), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 1.360,00 a Ênio Bacci (PDT/RS), enquanto a Essent doou a Airton Amaral (PATRIOTA/SC) e recebeu despesas de Bacci. A assimetria de valores e a mistura de anos/partidos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 186.672,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PATRIOTA, PP), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184.352,21 de Bolsonaro para AIXMOBIL) é uma despesa de campanha, enquanto as demais são doações de baixo valor (R$ 70, R$ 2.120, R$ 1, R$ 129,13). O elo de volta à ESSENT se dá por despesas de Cleberson Gardin, não por doação, e a conexão temporal é fraca (2018 e 2022). Não há um fato único e concreto que configure ciclo fechado suspeito, mas também não é possível descartar coincidência ou relação comercial legítima sem mais dados.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.658,58
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PATRIOTA, PL, MISSÃO), sem coligação comum declarada que explique a cadeia. O elo mais pesado é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 305,00 a Edupercio Pratts (MISSÃO) e este paga R$ 880,37 à Essent, que havia doado R$ 2.120,00 a Airton Amaral (PATRIOTA), que doa R$ 1,00 a Bolsonaro. A diferença de ordem de grandeza entre a despesa principal e as demais transações, somada à ausência de vínculo partidário/coligação claro entre os elos, justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.559,20
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: uma empresa de contabilidade doa a um candidato a prefeito de SC (PATRIOTA), que doa R$ 1 a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMOBIL, que doa a um candidato a deputado federal da PB (PSL), que paga despesa à mesma contabilidade. O elo dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, valor três ordens de grandeza acima das demais transações do loop, sem relação partidária ou geográfica evidente entre as pontas. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão de mesma coligação e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.676,48
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, PATRIOTA, AGIR) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos partidários. Além disso, há uma assimetria enorme: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto as demais movimentações são de R$ 100 a R$ 2.120, e a AIXMOBIL aparece doando para um candidato de outro partido/UF. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza do ciclo e a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.418,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, PATRIOTA) e anos diferentes (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. A transação de maior valor é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.880,00 a Jeferson Oliveira Fernandes (PT) — valores de ordens de grandeza muito diferentes e sem relação partidária clara. Além disso, a ESSENT aparece tanto como doadora de Airton (PATRIOTA) quanto como fornecedora de Jeferson (PT), fechando o loop, o que merece checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.841,43
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e cargos distintos (PL, PATRIOTA, PDT) e em anos diferentes, o que dificulta explicar como mera coincidência de mesma coligação. O elo mais pesado é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que antes havia doado apenas R$ 1.098,00 a Tarcísio Zimmermann (2018), e a ESSENT aparece tanto doando a Airton Amaral quanto recebendo despesas de Tarcísio. Há um fato concreto que foge do padrão simples: uma empresa (AIXMOBIL) recebe valor de duas ordens de grandeza acima do que doou, dentro de um ciclo fechado que passa por campanhas sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 195.251,18
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PL, PATRIOTA, PPS), sem coligação comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 7.501,00 a Luciano Soares Leiro (PPS-DF), enquanto a ESSENT recebeu R$ 1.276,97 de despesas de Luciano e doou R$ 2.120,00 a Airton Amaral (PATRIOTA-SC), que por sua vez doou R$ 1,00 a Bolsonaro em 2022. A disparidade de valores e a mistura de partidos e anos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.