severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.108,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, REDE, PSDB) e uma empresa de contabilidade que doa para um candidato do PSDB e depois recebe despesas de um candidato da REDE, sem vínculo partidário ou coligação evidente. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL é mais de 700 vezes maior que as demais transações do ciclo, o que foge do padrão de um loop de valores similares. Esses dois fatos — ausência de elo partidário comum e salto de ordem de grandeza — justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.600,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PT, PSDB) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesas de outro, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL destoa das demais transações, que somam alguns milhares de reais. Esses dois fatos — ciclo fechado entre atores sem relação partidária clara e valor de uma ordem de grandeza acima do resto — justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.786,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PP) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou ressarcimento. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 6.706,00 a um candidato do PP, e o restante do ciclo soma valores muito menores, criando uma assimetria de duas ordens de grandeza. Além disso, a empresa ESSENT aparece com nomes/CNPJs ligeiramente diferentes (ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA e ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA LTDA), o que merece verificação. Esses fatos, embora não provem irregularidade, justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.823,41
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades de partidos diferentes (PL, PDT, PSDB) e sem coligação comum aparente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos partidários. O elo dominante é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 6.551,00 a André Lima (PDT), criando um caminho indireto entre campanhas de campos opostos. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e depois recebe despesa de André Lima, fechando o loop com valores muito díspares. Vale checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.510,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB em 2018/2020 e PL em 2018/2022), o que dificulta explicar tudo como mera movimentação interna de uma mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL é uma ordem de grandeza maior que as demais transações do loop (R$ 2.430 a R$ 7.281). Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as entidades.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.582,34
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSB, PL, PSDB) e inclui uma empresa de contabilidade que doa para um candidato e depois recebe despesas de outro, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 de Bolsonaro para a AIXMOBIL é cerca de 100 vezes maior que as demais transações do loop, sem que os fatos expliquem essa diferença. Esses dois elementos justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 214.043,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados distintos (PL, PSB, PSDB) e empresas sem vínculo aparente, o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que também doou a um senador do PSB, criando uma conexão indireta entre campos opostos. O valor total de R$ 214 mil e a presença de uma empresa de contabilidade pagando despesas de campanha alheia justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.445,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL é mais de 700 vezes maior que a doação de R$ 500,00 da AIXMOBIL para Giovani Cherini, e o restante das transações é de baixíssimo valor. O fechamento do loop com valores tão díspares e atores sem vínculo partidário comum merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.077,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, PSDB) e empresas, com transações em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado legítimo. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 3.109,00 a José Alberto Reus Fortunati (PT) — valores de ordens de grandeza muito diferentes e sem relação partidária clara. Além disso, a empresa ESSENT aparece tanto recebendo despesa de Fortunati quanto doando para Raizer, fechando o ciclo de forma não trivial. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 202.674,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PC do B, PSDB) e empresas de ramos diferentes (contabilidade e mobilidade/serviços), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Chama atenção que a maior transação seja uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto a AIXMOBIL fez uma doação de apenas R$ 65,00 a Assis Flávio (PC do B), e que a ESSENT (contabilidade) apareça tanto doando para Raizer (PSDB) quanto recebendo despesas de Assis Flávio (PC do B). O conjunto forma um loop fechado entre pessoas e empresas sem relação política evidente, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 207.561,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT, PL, PSDB) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um repasse rotineiro de coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL é cerca de 4.000 vezes maior que a doação de R$ 455,00 da AIXMOBIL para Paulo Paim, e a despesa de R$ 20.224,40 de Paim para a ESSENT é cerca de 83 vezes maior que a doação de R$ 243,00 da ESSENT para Raizer. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dos serviços e a direção dos fluxos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.043,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa de contabilidade que doa a um prefeito do PSDB e recebe despesa de um vereador do PL, sem coligação ou partido comum evidente. A transação de maior valor (R$ 184.352,21) é uma despesa da campanha presidencial de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 100 a um vereador da Bahia, valor desproporcional e sem relação aparente. O encadeamento fecha um loop com valores muito díspares e atores de estados e partidos distintos, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 190.803,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PSDB) e anos distintos, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O valor de R$ 184.352,21 pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 3.697, R$ 2.430, R$ 100 e R$ 224,40), e a AIXMOBIL aparece tanto como doadora de Jutahy Magalhães quanto recebedora de Bolsonaro, fechando um elo indireto entre campanhas sem relação partidária evidente. A empresa ESSENT também aparece nos dois extremos do ciclo, recebendo despesa de Jutahy e doando a Raizer, que por sua vez doa a Bolsonaro. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dos serviços e a motivação dos fluxos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 190.595,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PR, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.064,00 a Arlindo Bonete (PR), que por sua vez paga R$ 2.649,50 à ESSENT JUS, que doa R$ 2.430,00 a Raizer Ferreira (PSDB), que doa R$ 100,00 a Bolsonaro — fechando o loop. A diferença de ordem de grandeza entre o valor que sai de Bolsonaro e os demais elos, somada à ausência de vínculo partidário comum, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.291,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PT e PL), o que dificulta explicar como mera coincidência de mesma coligação. O elo dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.364,00 à campanha de Paola Loureiro Carvalho (PT), a qual paga R$ 45,00 à ESSENT JUS, que por sua vez doa R$ 2.430,00 a Raizer da Silva Ferreira (PSDB), que doa R$ 100,00 a Bolsonaro. A assimetria de valores e a mistura de legendas adversárias num mesmo loop justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.388,59
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e esferas diferentes (PL, PSDB, PRD) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou ressarcimento. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é cerca de 1.400 vezes maior que a doação que a AIXMobil fez a Wambert (R$ 1.281,98), criando uma assimetria de ordem de grandeza dentro da mesma cadeia. Além disso, a ESSENT aparece com nomes/CNPJs ligeiramente diferentes (ESSENT INOVACAO CONTABIL, ESSENT JUS CONTABILIDADE, ESSENT CONTABILIDADE), o que merece checagem de vínculo real. Não há prova de irregularidade, mas esses fatos justificam uma olhada humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 198.717,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, REPUBLICANOS) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado ou ressarcimento partidário. Além disso, a transação JAIR BOLSONARO -> AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais (R$ 111 a R$ 11.724), e a empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de um candidato, fechando o loop. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.265,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PSDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.234,00 a Raul Sanchez (PSDB) — valores de ordens de grandeza muito diferentes. Além disso, a empresa ESSENT aparece com CNPJ distinto do citado no resumo, e o elo de volta se dá por uma despesa de apenas R$ 149,50 de Raul Sanchez à ESSENT, fechando o ciclo de forma pouco natural. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 190.646,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PR, PSDB, PL) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é cerca de 730 vezes maior que a doação de AIXMobil a Sônia Pacheco (R$ 1.264,00), uma assimetria de ordem de grandeza que merece checagem. Além disso, a empresa ESSENT aparece com nomes/CNPJs ligeiramente distintos (ESSENT INOVAÇÃO CONTABIL LTDA e ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA LTDA), sugerindo possível confusão cadastral ou relação a esclarecer.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.447,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PCDOB/AC, PSDB/RS, PL/BR) sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. O valor que domina o loop é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, cerca de 98% do total movimentado, enquanto as demais transações são de R$ 100 a R$ 2.430. A AIXMOBIL aparece doando a uma candidata do PCDOB no Acre e recebendo pagamento da campanha presidencial, o que dificulta explicar o ciclo como simples repasse interno de uma mesma coligação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.966,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e esferas diferentes (PL e PSDB, presidente e prefeitos de RS) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Chama atenção a assimetria de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial com a AIXMOBIL é mais de 500 vezes maior que a doação de R$ 340,00 da mesma empresa a um prefeito do PSDB, e a ESSENT aparece tanto doando a um prefeito quanto recebendo despesas de outro. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 189.102,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, MDB, PL; 2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação, mas as transações são de naturezas variadas (doação, despesa) e valores heterogêneos. A maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018) domina o total e não retorna diretamente ao ponto de origem, quebrando a ideia de ciclo fechado. Sem mais contexto sobre vínculos societários ou contratuais entre as empresas e os candidatos, não há um fato único que se destaque como claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.031,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PL, SOLIDARIEDADE; 2018, 2020, 2022), sem coligação comum evidente que explique a cadeia. O valor central é altamente assimétrico: R$ 184.352,21 pagos por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais transações somam apenas alguns milhares de reais. Além disso, a AIXMOBIL doa R$ 1.000 a Augusto Silveira, que paga R$ 149,50 à ESSENT, que doa R$ 2.430 a Raizer, que doa R$ 100 a Bolsonaro — fechando o loop com valores desproporcionais. Essa combinação de ciclo fechado entre atores sem vínculo partidário claro e uma transação de ordem de grandeza muito superior justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.880,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PP, PL; 2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado legítimo. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de duas ordens de grandeza superior às demais transações do loop (R$ 1.579 a R$ 2.430), e a empresa AIXMOBIL aparece tanto como doadora de um candidato do PP quanto como fornecedora de despesa da campanha presidencial do PL. A cadeia fecha com uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa a um prefeito do PSDB e recebe despesa de um deputado do PP, sem relação partidária ou coligação evidente entre os elos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.151,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PSD, PSDB) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. O valor central é altamente assimétrico: R$ 184.352,21 pagos por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais transações somam apenas alguns milhares de reais. Além disso, a ESSENT aparece como origem e destino final da cadeia, recebendo da campanha de Paula Cristina Ioris de Oliveira e doando a Raizer da Silva Ferreira, o que fecha um loop com valores desproporcionais e atores sem vínculo partidário claro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.106,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PSDB, PDT) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação comum evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é cerca de 758 vezes maior que a doação da AIXMobil a Luiz Henrique Trolle de Barros (R$ 60,00), uma disparidade de ordem de grandeza que merece checagem. Além disso, a ESSENT aparece com duas razões sociais (LTDA e LTDA ME) e recebe despesa de campanha de um vereador do PDT, enquanto doa para um prefeito do PSDB, o que não tem explicação simples. O conjunto de fatos justifica um humano olhar de perto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 198.386,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesa de outro, sem relação partidária clara. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é uma ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo, e a AIXMOBIL aparece doando a um candidato do PSDB no mesmo ano. A cadeia fecha um loop com valores e atores que não se explicam por uma mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.935,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, MDB, PSDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é cerca de 90 vezes maior que a doação da AIXMobil a Clair Kuhn (R$ 2.050,00) e destoa do restante da cadeia, sem lote ou justificativa aparente. A ligação de volta à Essent (empresa de contabilidade) por meio de uma despesa de R$ 3,45 é um detalhe que merece checagem manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.936,70
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades de partidos diferentes (PL, PT, PSDB) e sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por alinhamento partidário. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, enquanto a doação de volta da AIXMOBIL a Elvino Bohn Gass (PT) foi de apenas R$ 2.514,00 — uma diferença de duas ordens de grandeza que quebra a simetria do loop. O encadeamento envolve uma empresa de contabilidade pagando despesas de campanha de um candidato do PT e doando a outro candidato do PSDB, o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.457,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PSL, PL; 2018-2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária. O elo dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 30,00 a Valdair Gomes de Almeida (PSL/RS), cuja campanha paga R$ 2.545,00 à ESSENT JUS, que doa R$ 2.430,00 a Raizer da Silva Ferreira (PSDB/RS), que doa R$ 100,00 a Bolsonaro em 2022. A diferença de ordens de grandeza e a ausência de vínculo partidário/coligação comum entre os elos tornam a cadeia difícil de explicar como mera coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.827,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são pequenos (R$ 13,8 mil no total) e há elos frágeis, como a doação de R$ 100 entre Raizer e Bolsonaro, que podem ser explicados por movimentações rotineiras de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como um valor muito acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 16.990,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PC do B/RS) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum: doações de empresários do setor contábil e pagamentos de despesas de campanha à mesma empresa. Os valores são modestos (R$ 1.320 a R$ 10.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem concentração anômala. A aparente circularidade pode ser explicada por reembolsos, serviços prestados e doações entre aliados do mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.670,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do mesmo partido (PC do B-RS) e uma empresa de contabilidade, o que é compatível com movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 11.670 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.547,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de ramos distintos (contabilidade e serviços/participações) e dois candidatos de partidos diferentes (PC do B e PT), o que à primeira vista não sugere uma coligação ou grupo político comum. Porém, os valores são relativamente baixos (R$ 11,5 mil no total) e as transações podem ser explicadas por prestação de serviços contábeis ou ressarcimentos entre campanhas, sem um fato concreto que destoe claramente. Não há indício de valores muito acima do padrão ou de fornecedor sem relação com o serviço, mas a combinação de partidos distintos e empresas de ramos diferentes em um ciclo fechado merece uma checagem manual para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.864,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de contabilidade/consultoria e dois candidatos de partidos e estados diferentes (PC do B-RS e PSDB-PB), sem coligação ou partido em comum evidente. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com prestação de serviços contábeis rotineiros: o candidato Assis Flávio pagou R$ 39,30 à AIXMOBIL e Cássio Rodrigues pagou R$ 1.181,12 à ESSENT, enquanto as doações somam R$ 1.320 e R$ 24.324,00. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de despesas de campanha com fornecedores especializados, mas o fechamento do ciclo entre as mesmas quatro entidades em 2018 merece uma verificação humana para descartar coincidência ou relação comercial não declarada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.784,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de contabilidade/serviços e dois candidatos de partidos e estados diferentes (PC do B/RS e PP/RR), sem coligação ou partido em comum evidente. Porém, os valores são pequenos e desproporcionais entre si: a maior transação é uma doação de R$ 11.140,00 da AIXMOBIL a Hiran, enquanto as despesas de retorno são de apenas R$ 39,30 e R$ 284,75. Isso é compatível com contratação de serviços contábeis por ambas as campanhas, e não com um esquema de devolução de recursos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de prestação de serviços contábeis entre campanhas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 48.721,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PC do B, PT e PSOL) e uma empresa de contabilidade que recebe R$ 45 mil da campanha de Manuela D'Ávila, enquanto o valor total do loop é de apenas R$ 48,7 mil. A maior transação é justamente o pagamento à ESSENT, que fecha o ciclo, e as demais movimentações são de valores muito menores, sugerindo que a empresa pode ser o elo central. A presença de uma empresa de contabilidade como fornecedora de campanha e o retorno do dinheiro à mesma cadeia após passar por candidatos de partidos distintos justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósR$ 10.137,27
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.129,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PC do B, PSDB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de uma única coligação ou conta partidária comum. Por outro lado, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por prestação de serviços contábeis (ESSENT) e doações/despesas isoladas entre campanhas. Não há um fato concreto que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a combinação de partidos e anos distintos impede descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 41.440,60
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (PC do B, PSD, PSDB) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por alinhamento partidário. Além disso, a ESSENT aparece nas duas pontas do loop: recebe R$ 28.981,30 da campanha de Eduardo Figueiredo (PSDB) e, no mesmo ano, doa R$ 1.320,00 para Assis Flávio (PC do B), sugerindo que o dinheiro retorna à cadeia por meio de uma empresa de contabilidade. O valor de R$ 28.981,30 pago a uma contabilidade é a maior transação do ciclo e destoa das demais, merecendo checagem humana sobre a real prestação do serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 27.040,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PC do B, PSDB, PL) e UFs distintas (RS e MG), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A empresa ESSENT aparece nas duas pontas do loop: recebe R$ 11.400,00 de Ione (2024) e tem uma doação de R$ 1.320,00 a Assis (2018), valores de ordens de grandeza diferentes. Além disso, a maior transação do ciclo (R$ 7.281,00 de AIXMOBIL para Marcus Vinicius) é uma doação de empresa a candidato, enquanto a volta inclui uma despesa de campanha de Ione à ESSENT, misturando tipos de fluxo que dificultam a explicação por simples coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 17.730,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PPS, PC do B, PSDB) e empresas, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A transação de maior valor (R$ 9.000,00) é uma despesa de Marcus Vinicius (PSDB-MG) para Antônio Jorge (PPS-MG) em 2022, enquanto as demais ocorrem em 2018, indicando um loop que atravessa anos e partidos. A soma das transações de ida e volta não fecha exatamente (R$ 17.730,00 no total), mas o retorno à ESSENT se dá por uma despesa de apenas R$ 89,70, o que não explica o fluxo inicial de R$ 1.320,00. A presença de uma empresa de contabilidade recebendo doação e depois pagamento de despesa, junto com doações de empresa para candidato de outro estado, dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.922,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 24,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 1,3 mil a R$ 16 mil). As conexões entre os agentes não são todas diretas: há elos com empresas de contabilidade e serviços, e os candidatos pertencem a partidos diferentes (PC do B e PSDB), sem coligação explícita. Não há um fato único que destoe claramente, como um retorno de valor idêntico ou um fornecedor sem relação com o serviço, o que torna o caso ambíguo para triagem automática.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.520,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de ramos distintos (contabilidade e serviços/participações) e dois candidatos de partidos diferentes (PC do B e PSB), sem coligação comum declarada. As transações são de 2018 e os valores são modestos (R$ 28,5 mil no total), com a maior parte sendo despesas de campanha com serviços contábeis, o que é rotineiro. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não há explicação simples e óbvia para o fechamento do loop entre esses quatro atores.
severidade média4 nósR$ 10.554,45
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 22.038,70
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos diferentes (PT e PC do B) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. A maior transação é uma despesa de R$ 20.224,40 do senador Paulo Renato Paim para a ESSENT JUS Contabilidade, enquanto a ESSENT fez uma doação de apenas R$ 1.320,00 ao candidato Assis Flávio — assimetria de ordens de grandeza que merece checagem. O retorno do dinheiro à ESSENT via despesa de campanha, após passar por doações e por outra empresa (AIXMOBIL), configura um loop fechado que não se explica apenas por coincidência de coligação.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.194,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e dois candidatos de partidos diferentes (PC do B e Republicanos), sem coligação ou vínculo partidário comum indicado. A maior transação é uma despesa de R$ 11.724,40 do candidato Lucas Esmeraldino para a ESSENT JUS Contabilidade, enquanto a ESSENT (mesmo grupo) doou apenas R$ 1.320,00 ao candidato Assis Flávio — valores de ordens de grandeza distintas. A presença de uma empresa de contabilidade no centro do loop, recebendo pagamento de campanha e doando para outro candidato, dificulta a explicação como mera coincidência entre aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.940,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PC do B) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são pequenos e há uma despesa de R$ 28.981,30 da campanha de Eduardo Leite à ESSENT JUS, que pode ser apenas pagamento por serviços contábeis, sem relação com as doações. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo em torno de uma empresa de contabilidade merece uma olhada humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 402.160,90
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PC do B, PDT e PL) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PL) para a ESSENT JUS CONTABILIDADE, que é a mesma empresa (ou do mesmo grupo) que doou R$ 1.320,00 ao candidato do PC do B no RS, criando um retorno desproporcional e invertido. O valor de R$ 400 mil é duas ordens de grandeza acima das demais transações da cadeia, sem lote ou justificativa aparente nos fatos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.863,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSDB e PC do B) e UFs distintas (SP e RS), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação. Além disso, uma empresa de contabilidade (ESSENT) doa para um candidato e recebe de volta despesa de outro candidato, fechando o loop em um único ano eleitoral (2018). O valor total é baixo (R$ 12,8 mil), mas a combinação de atores sem relação aparente e o retorno do dinheiro à empresa doadora justifica uma checagem humana.