severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 151.037,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (UNIÃO-GO, PP-GO, PSD-SP), o que dificulta explicar tudo como mera movimentação interna de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos e dispersos ao longo de vários anos (2020-2026), e as transações podem refletir prestação de serviços contábeis/consultoria entre campanhas, sem um fato isolado que destoe claramente. Não há um único elemento que force a checagem, mas também não há um padrão legítimo óbvio que explique o fechamento do ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.957,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.957,04, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e em UFs diferentes (SC e SP), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PT entre Cedenir e Ana Paula), mas Casemiro (PSD) e as duas empresas não compartilham partido/coligação declarada. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte, sem salto de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.681,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12,7 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, sem concentração temporal que sugira um loop imediato. Há vínculos partidários parciais (PT entre Cedenir e Paulo Roberto) e valores modestos, compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.341,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSD-ES, MDB-ES, PSD-SP) e anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são baixos (R$ 15,3 mil no total) e as transações parecem ser doações e despesas de campanha comuns, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço). Não há elemento que justifique priorização imediata, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 46.021,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (MDB-ES e PSD-SP), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 46 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024, 2026), sem um fluxo circular claro e imediato. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 401.744,64
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSD, Republicanos, PL) e em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O valor de R$ 400.419,38 pago pela campanha de Bolsonaro à Essent é cerca de 4.700 vezes maior que a doação de R$ 100 feita por Mário Lúcio a Bolsonaro, que é o elo que liga as duas pontas do ciclo. Além disso, a Essent aparece como doadora de campanha e depois como fornecedora de valor muito superior, o que merece checagem humana sobre a natureza do serviço prestado.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 18.320,12
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre pessoas de partidos e estados diferentes (PSD-SP, PSOL-SC, PC do B-SC) sem coligação ou vínculo partidário comum aparente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo. Além disso, a ESSENT (empresa de contabilidade) aparece recebendo despesas de campanha e depois doando para um candidato de outro estado, e a ELEGIS repassa R$ 11.920,00 a um candidato enquanto recebe despesas de outro elo da cadeia. São fatos concretos que justificam uma checagem humana, ainda que possam ter explicação legítima.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 64.725,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes (MDB-MT, PSD-SP) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, há dois elos claros de mesma sigla partidária (MDB-MT entre Débora e Emanuel em 2020) e valores que não são absurdamente desproporcionais entre si. A presença de empresas de contabilidade/consultoria recebendo despesas e fazendo doações é um padrão comum em campanhas, mas o fechamento do ciclo entre pessoas sem vínculo partidário evidente merece checagem. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não dá para descartar como rotina.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.498,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSD-SP, PSDB-MT, CIDADANIA-MT), o que dificulta explicar tudo por uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 23,5 mil no total), as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, e há duas empresas de contabilidade/consultoria que podem prestar serviços a campanhas, tornando plausível um encadeamento indireto de pagamentos e doações. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado), então não dá para cravar nem 'bizarro' nem 'plausível'.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 403.005,64
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSD, NOVO e PL) e em anos distintos (2020, 2022 e 2024), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O valor de R$ 400.419,38 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à Essent é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 43, R$ 22, R$ 2.040 e R$ 94,26), e a Essent aparece simultaneamente como doadora de um vereador do PSD e fornecedora da campanha presidencial. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana, sem que isso signifique irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 416.704,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB/MA 2018, PMB/MA 2020, PL/BR 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito desproporcionais (R$ 1.284,00, R$ 1,00, R$ 15.000,00 e R$ 400.419,38) e as transações ocorrem em anos diferentes, o que dificulta caracterizar um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 400 mil de Bolsonaro para a Essent) é compatível com pagamento de serviços contábeis, mas o retorno de R$ 1.284 à campanha de um senador do PSDB não tem explicação óbvia nos dados. Falta contexto para afirmar se é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 55.092,05
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (PL, DC, PSDB), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Chama atenção que Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS) pagou R$ 40.138,05 à Essent Jus Contabilidade, enquanto a Essent doou R$ 8.493,00 a Nelson de Oliveira (DC-SC), que por sua vez doou R$ 1,00 a Jair Bolsonaro (PL), que pagou R$ 6.260,00 à Adstream, que doou R$ 200,00 a Marchezan. O elo financeiro mais forte (Marchezan -> Essent) é justamente o que fecha o loop, e a diferença de magnitude entre as pontas (R$ 40 mil vs. R$ 1) não tem explicação simples nos dados.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 203.034,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PT, DC) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo rotineiro de mesma coligação. A doação de R$ 1,00 de Nelson de Oliveira a Jair Bolsonaro é um valor simbólico que não se encaixa em um loop de R$ 203 mil, e a despesa de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à AIXMobil é de ordem de grandeza muito superior às demais transações. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 195.143,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, REDE, DC) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador e recebe despesas de outro, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A transação de maior valor (R$ 184.352,21) é uma despesa da campanha presidencial de Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que depois doa a Marcelo Sgarbossa (REDE), criando um elo indireto entre campanhas de partidos opostos. Embora os valores menores possam ser explicados por serviços contábeis, a combinação de partidos sem relação e o salto de ordem de grandeza no meio da cadeia justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 218.351,33
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, DC) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 de Jair Bolsonaro à AIXMobil contrasta com a doação de R$ 1,00 de Nelson de Oliveira a Bolsonaro, e a doação de R$ 24.324,00 da AIXMobil a Cássio parece desconectada do restante da cadeia. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 199.346,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, REDE, DC) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. Além disso, há uma assimetria enorme: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL é mais de 200 vezes maior que a doação de R$ 611,40 da AIXMOBIL para André Rodolfo de Lima, e a doação de Nelson de Oliveira a Bolsonaro é de apenas R$ 1,00. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real natureza do fluxo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.855,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, Republicanos, DC) e sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. O valor mais expressivo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 520,00 a Júlio César Ribeiro (Republicanos), criando uma assimetria de ordens de grandeza dentro do loop. Além disso, a Essent aparece doando a um vereador do DC e recebendo despesa de um deputado do Republicanos, sem vínculo partidário declarado que explique a circularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 204.270,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PP, DC) e anos distintos, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que no mesmo período doou R$ 11.140,00 a Hiran (PP-RR), criando um fluxo cruzado entre campanhas sem vínculo partidário evidente. Além disso, a Essent (empresa de contabilidade) doou R$ 8.493,00 a Nelson (DC-SC) e recebeu R$ 284,75 de Hiran (PP-RR), fechando um elo indireto entre os dois. O conjunto justifica uma checagem humana para entender a real natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 197.521,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT, PL, DC) e uma empresa de contabilidade que atende tanto um candidato do PT quanto um vereador do DC, o que dificulta uma explicação por mera coincidência partidária. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL contrasta com a doação de apenas R$ 1,00 de Nelson de Oliveira a Bolsonaro, sugerindo que o loop pode não ser um fluxo circular intencional, mas sim uma coincidência de registros que merece verificação manual. A presença de uma empresa de contabilidade no centro do ciclo, recebendo despesas de campanha e fazendo doações, também é um ponto que chama atenção.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 194.407,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT, DC, PL; 2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos e as transações estão espalhadas no tempo, sem um encadeamento claro de curto prazo. O único elo que chama atenção é a Essent aparecer como doadora e depois receber despesa de campanha, mas o valor recebido (R$ 201,40) é irrisório frente ao doado (R$ 8.493,00).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 193.045,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são muito díspares: R$ 70, R$ 8.493, R$ 1, R$ 129,13 e R$ 184.352,21. A maior transação é uma despesa de campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que não tem relação partidária clara com os demais. Não há um fato único e concreto que force uma checagem manual, nem um padrão legítimo evidente que explique todo o encadeamento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 194.031,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PL, DC, MISSÃO; 2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (de R$ 1,00 a R$ 184 mil) e as transações estão espalhadas no tempo, sem um encadeamento claro de curto prazo. Não há um fato único e concreto que destoe de forma evidente, como um retorno quase idêntico ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.932,20
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e anos distintos (PL, PSL, DC), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O elo mais pesado é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 70,00 ao candidato Sérgio Moniz (PSL/PB), cuja campanha paga R$ 15,99 à Essent, que por sua vez doa R$ 8.493,00 a Nelson de Oliveira (DC/SC), que doa R$ 1,00 a Bolsonaro. A assimetria extrema entre o valor que sai da campanha presidencial e os valores que retornam, somada à ausência de vínculo partidário/coligação entre os elos, dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.049,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, AGIR, DC) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação ou conta partidária comum que explique a cadeia. O elo mais forte é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.005,00 a Ademir Camilo (AGIR), que por sua vez paga R$ 198,27 à ESSENT, que doa R$ 8.493,00 a Nelson de Oliveira (DC), que doa R$ 1,00 a Bolsonaro. A diferença de ordem de grandeza entre a despesa principal e as demais transações, somada à ausência de vínculo partidário comum, dificulta uma explicação simples e justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 200.791,62
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PT, PL, DC) e empresas privadas, sem coligação comum aparente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.880,00 a Jeferson Oliveira Fernandes (PT) — valores de ordens de grandeza muito distintas. Além disso, a ESSENT aparece como doadora de Nelson de Oliveira (DC) e como fornecedora de Jeferson (PT), criando um laço indireto entre campanhas de partidos opostos. Esses fatos dificultam uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 201.214,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PL, PDT, DC; 2018-2024), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. As transações têm ordens de grandeza muito diferentes: R$ 100 de Nelson a Bolsonaro e R$ 184 mil de Bolsonaro à Aixmobil, por exemplo, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação de dados de anos variados. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor absurdo ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 201.624,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PPS, DC) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, enquanto a doação de retorno da AIXMOBIL a Luciano Soares Leiro é de apenas R$ 7.501,00, e a doação de Nelson de Oliveira a Bolsonaro é de R$ 1,00, valores desproporcionais que não fecham um ciclo econômico natural. A ESSENT aparece doando para Nelson (R$ 8.493,00) e recebendo despesa de Luciano (R$ 1.276,97), sem relação aparente entre os ramos de contabilidade e as campanhas. Esses fatos, embora não provem irregularidade, justificam uma checagem humana pela falta de explicação simples.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 193.994,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSD, PL, DC; 2018-2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior parte do volume (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMobil, enquanto as demais transações são de baixo valor (R$ 1 a R$ 8,5 mil), sugerindo que o 'loop' pode ser um artefato de agregação de dados de anos diferentes. Não há um fato único e concreto que caracterize um ciclo fechado e suspeito entre os mesmos atores no mesmo período.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.140,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, DC, PRD) e anos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor mais alto é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa apenas R$ 30,00 a um vereador do PRD em RO, enquanto a ESSENT doa R$ 8.493,00 a um vereador do DC em SC e recebe de volta R$ 264,60 do vereador do PRD. A assimetria extrema entre os valores e a ausência de relação aparente entre as partes justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.072,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, REDE, DC) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um simples repasse interno de coligação. O valor mais expressivo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 100 a Olavo Batista (REDE), criando um elo indireto entre campanhas de campos opostos. Além disso, a Essent (empresa de contabilidade) aparece doando R$ 8.493,00 a Nelson de Oliveira (DC) e recebendo despesas de Olavo Batista (REDE), fechando o loop com valores e atores que não têm relação partidária óbvia. Isso justifica uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.564,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PT, DC) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador do DC e recebe despesas de um deputado do PT, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 175,00 a Nestor Schwertner (PT), criando um fluxo de valor alto entre campos opostos. O fechamento do loop com valores muito díspares e a mistura de doações e despesas entre partidos adversários dificultam uma explicação rotineira e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 199.750,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, PL, DC) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para Aixmobil) domina o total, enquanto as demais somam menos de R$ 20 mil, e não há indício de que o retorno à Essent seja equivalente ao que ela enviou. Sem saber a natureza dos serviços prestados por Aixmobil e Essent, não dá para afirmar que o loop é apenas ressarcimento ou pagamento por serviços.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 199.787,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PL, PDT, DC; 2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas as transações são de naturezas diferentes (doações e despesas) e valores muito díspares. O elo mais forte é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, que pode ser serviço de mobilidade, enquanto as demais setas são de baixo valor. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para caracterizar 'bizarro', nem um padrão legítimo evidente que explique todo o loop.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 200.474,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PL, PSDB, DC; 2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. O elo mais pesado é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que antes havia doado R$ 7.281,00 a Marcus Vinícius (PSDB), e a ESSENT, que doou a Nelson de Oliveira (DC), recebeu despesa de Marcus Vinícius. A diferença de ordem de grandeza e a ausência de vínculo partidário comum entre os elos justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 197.546,34
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de campos políticos opostos (Alckmin/PSB e Bolsonaro/PL) sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que também doou à campanha de Alckmin, criando um elo direto entre adversários. A doação de R$ 100 de Nelson de Oliveira a Bolsonaro é desproporcional e sem explicação óbvia dentro do loop.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 220.007,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PSB, DC) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 25.790,00 a João Azevedo Lins Filho (PSB) — valores e direções que não se explicam por mera coincidência de aliados. Além disso, há um retorno de R$ 1.371,44 da campanha de João Azevedo Lins Filho à ESSENT, empresa que também doou a Nelson de Oliveira, fechando o loop com uma empresa de contabilidade no centro. O conjunto merece checagem humana para entender a real natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 193.409,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com valores muito díspares: a maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam pouco mais de R$ 9 mil. As conexões entre as entidades são fracas (partidos diferentes, anos diferentes) e não há um elo claro que explique o retorno do dinheiro à Essent, o que impede tanto uma explicação rotineira quanto a identificação de um fato anômalo específico. O caso merece uma checagem manual para esclarecer a natureza dessas movimentações, mas os dados disponíveis não permitem afirmar que há algo bizarro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 202.041,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, DC) e empresas, sem coligação comum aparente. A transação de R$ 100 de Nelson de Oliveira (DC) para Jair Bolsonaro (PL) é um valor irrisório que não se explica por lógica de doação eleitoral, mas serve para fechar o loop. Além disso, a Essent aparece como doadora e depois recebe despesa de campanha de José Alberto Reus Fortunati (PT), configurando um retorno de recursos à mesma empresa.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 208.638,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PC do B, DC) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 65,00 a Assis Flávio (PC do B) — valores e sentidos díspares. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e fornecedora de serviços contábeis para campanhas, fechando o loop com R$ 208.638,15 movimentados. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 213.525,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, DC) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 455,00 a Paulo Renato Paim; a diferença de ordens de grandeza e a ausência de vínculo partidário claro entre os elos justificam checagem humana. Além disso, a empresa ESSENT aparece como doadora e fornecedora de campanhas, fechando o loop com valores muito díspares.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.007,26
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário comum evidente: Nelson de Oliveira (DC-SC) doa a Jair Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMOBIL, que doa a Alexandre Aleluia (PL-BA), que paga despesa à ESSENT, que doa a Nelson. Além disso, há assimetria enorme de valores: a maior transação (R$ 184 mil) é uma despesa da campanha presidencial a uma empresa que depois aparece doando a um vereador da Bahia, enquanto as demais transações são de centavos a poucos milhares. Esses dois fatos — ciclo fechado entre pessoas de partidos diferentes e salto de ordem de grandeza no meio da cadeia — justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 196.767,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, DC) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184.352,21 de Bolsonaro para Aixmobil) domina o total, enquanto as demais são de baixa monta, e não há informação sobre a natureza dos serviços ou vínculos societários que expliquem o loop. Sem esses elementos, não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.559,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PR, DC) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, há uma assimetria enorme: a maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam valores muito menores, e a doação de Nelson de Oliveira a Bolsonaro é de apenas R$ 1,00, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de dados. Ainda assim, a presença de uma empresa de contabilidade pagando despesas de campanha e recebendo doações de volta em anos distintos merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.255,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PT, DC) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador do DC e recebe despesa de uma candidata do PT, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que também doou à candidata do PT, criando um cruzamento entre campos opostos. A soma das demais transações é de apenas R$ 9.903,00, uma ordem de grandeza menor, o que torna o elo principal desproporcional e sem explicação simples nos dados. Isso justifica checagem humana, sem afirmar irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 194.352,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PL, PRD, DC; 2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL) é uma despesa de campanha, enquanto as demais somam pouco mais de R$ 10 mil, e a doação de R$ 1,00 de Nelson a Bolsonaro é claramente simbólica. Não há um fato concreto e desproporcional que configure um loop fechado e suspeito, mas a mistura de vínculos partidários e temporais impede descartar de plano.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 204.681,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PL, Republicanos, DC; 2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos e as transações parecem contratos de serviços contábeis e doações pontuais, sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor de ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.229,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PL, PSDB, DC; 2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor que fecha o loop é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, enquanto as demais transações são de baixíssimo valor (R$ 1,00, R$ 123,40, R$ 149,50), gerando uma assimetria de ordens de grandeza. A doação de R$ 1,00 de Nelson de Oliveira a Bolsonaro, embora irrelevante financeiramente, conecta artificialmente os elos. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.610,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum (PR, DC, PL) e empresas de ramos distintos (contabilidade e mobilidade/serviços), o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial à AIXMOBIL é cerca de 1.400 vezes maior que a doação de R$ 100 de Nelson de Oliveira a Bolsonaro, e a AIXMOBIL aparece doando a uma candidata de outro partido/UF. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real natureza do fluxo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.411,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados distintos (PCDOB/AC, PL/BR, DC/SC) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo político. Além disso, há uma assimetria enorme: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais pontas do ciclo são doações de valores muito menores (R$ 100, R$ 1.364, R$ 8.493), sugerindo que o 'loop' pode ser apenas um artefato de agregação de dados. Ainda assim, a presença de uma empresa de contabilidade recebendo doações e pagamentos de campanhas de partidos diferentes merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 198.930,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PSDB, DC), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são muito assimétricos: a maior transação é uma despesa de R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto o elo que fecha o ciclo é uma doação de R$ 1,00 de Nelson de Oliveira a Bolsonaro, e a ligação AIXMOBIL→Gilberto é de apenas R$ 340. Isso sugere que o 'loop' pode ser um artefato de agregação de transações de anos distintos, sem um fluxo circular real de recursos. Não há um fato único e concreto que caracterize padrão atípico claro.