severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.767,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades do PSOL do Ceará, com valores modestos (R$ 45,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As setas podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos a fornecedor comum, padrões legítimos em campanhas do mesmo partido. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto entre desconhecidos), mas a presença de uma empresa recebendo de uma candidata e doando a outro candidato do mesmo partido merece uma olhada rápida.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.134,10
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado são do PSOL no Ceará, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre candidatos da mesma legenda e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 23 mil no total) e a cadeia envolve uma direção estadual e candidatos da mesma sigla, padrão comum em prestações de contas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 40.635,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual a Alexandre Araujo Costa (R$ 19.074,08), seguida de devolução parcial de Ailton Claecio Lopes Dantas à direção (R$ 17.453,71), padrão comum de repasse e ressarcimento interno. As demais transações são de baixo valor e ocorrem entre candidatos do mesmo partido em anos eleitorais distintos, sem indício de enriquecimento ou fornecedor alheio ao ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 38.077,79
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Ceará, e o ciclo envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e recebendo despesas de volta, o que é um padrão comum de movimentação partidária. Os valores são modestos (R$ 38 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, com a maior parte concentrada em 2018 e 2022. A presença de uma doadora individual (Maria Socorro Ferreira Lima) e de um intermediário sem nome não altera o quadro geral de aliados do mesmo partido. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 37.777,79
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e o fluxo predominante é a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos da própria legenda (R$ 19 mil a Alexandre em 2018) e um candidato pagando despesa à direção estadual (R$ 17,4 mil em 2022), o que é o padrão comum de repasse partidário e ressarcimento de campanha. As transferências entre os três candidatos são de valores pequenos (R$ 50 e R$ 1,2 mil), compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido. O ciclo só se fecha porque as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), não num intervalo curto, o que enfraquece a leitura de loop coordenado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 43.177,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 43 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As setas são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação interna de uma mesma legenda.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 39.677,79
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Ceará, e o loop envolve repasses da direção estadual para candidatos e despesas de candidatos de volta à direção, padrão comum em prestações de contas partidárias. Os valores são modestos (R$ 39,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. A cadeia pode ser explicada por doações internas entre aliados e ressarcimentos de campanha, não havendo indício de empresa privada ou fornecedor alheio ao partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.760,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores baixos e compatíveis com repasses internos de campanha e ressarcimentos. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. O valor total de R$ 22,7 mil é modesto e não destoa do padrão de doações entre aliados do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 39.827,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da Direção Estadual para Alexandre Araujo Costa (R$ 19.074,08), típica de repasse de recursos do partido a candidato. As demais movimentações são de pequeno porte e podem ser explicadas por devoluções, ressarcimentos ou apoio entre candidatos da mesma legenda.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 20.149,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores baixos (R$ 20 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção partidária a candidato, despesa de campanha a fornecedor/militante e devolução/repasse de sobra. O retorno ao partido (R$ 336,70) é pequeno e compatível com devolução de sobra ou ressarcimento, não com um loop financeiro relevante. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.866,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e pessoas do PSOL no Ceará, incluindo a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 47,8 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O retorno à direção estadual aparece como despesa de campanha, padrão comum de ressarcimento ou contribuição partidária. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor uma ordem de grandeza acima do restante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 37.651,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual a Alexandre Araujo Costa (R$ 19.074,08), e o retorno à direção vem de despesas de Ailton Claecio Lopes Dantas (R$ 17.453,71), valores da mesma ordem de grandeza e dentro do mesmo partido. As demais transações são pequenas doações de Bárbara Oliveira dos Reis a Ailton, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 37.802,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 50, R$ 25, R$ 1.200) e repasses/despesas maiores entre a direção estadual e candidatos do mesmo partido. O padrão é compatível com repasses partidários, doações entre aliados da mesma coligação e ressarcimentos internos, sem fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza. Não há fato concreto que fuja do que se espera de movimentação entre campanhas do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.999,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores pequenos (R$ 19.999,90 no total) e em anos diferentes (2018 e 2020), o que é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço. A menção a uma entidade sem nome (52225267200) e a BARBARA OLIVEIRA DOS REIS, que não aparece na lista de entidades, deixa a cadeia incompleta e impede uma conclusão mais firme.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 37.501,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com repasses internos de campanha. As maiores quantias são a doação da direção estadual a Alexandre Araujo Costa (R$ 19.074,08) e a despesa de Ailton Claecio Lopes Dantas à direção estadual (R$ 17.453,71), típicas de repasse partidário e ressarcimento. As demais transações são de pequeno porte (R$ 50 a R$ 674), sem indício de enriquecimento ou de fornecedor estranho ao ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 37.377,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com repasses internos de campanha. As maiores quantias são da direção estadual para um candidato (R$ 19 mil) e de um candidato para a direção (R$ 17,4 mil), padrão comum de financiamento partidário. As doações entre candidatos são de pequeno porte (R$ 50 a R$ 700), típicas de apoio mútuo dentro da mesma legenda.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 180.406,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL no Ceará: a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos do próprio partido (Paulo Rubens, Rodrigo Santaella) e despesas de campanha pagas a uma pessoa física (Bárbara Oliveira dos Reis). O fluxo direção→candidato é o padrão legal de repasse partidário, e as transações de volta são de valores pequenos (R$ 336,70 e R$ 590,00) frente ao total de R$ 180 mil, compatíveis com ressarcimentos ou pagamentos de serviços. Não há fornecedor estranho ao ramo nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 208.123,04
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado são do PSOL no Ceará, e a maior parte do fluxo é a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos da mesma legenda, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos entre candidatos da mesma sigla e podem ser doações internas ou ressarcimentos. O ciclo fechado é explicável pela circulação de recursos dentro do mesmo diretório estadual, sem fornecedor externo ou valor atípico.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 197.907,92
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da Direção Estadual para Paulo Rubens (R$ 179 mil), padrão comum de repasse a candidato do próprio partido. As demais movimentações são de pequeno porte e podem ser explicadas por devoluções, ressarcimentos ou apoio entre aliados da mesma legenda.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 358.756,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual para Adriana Gerônimo (R$ 331,5 mil), típica de repasse de recursos do partido a candidatos, e as demais são de menor monta e dentro do mesmo grupo político. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 378.181,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual para Adriana Geronimo (R$ 331,5 mil), típica de repasse de recursos partidários a candidatos. As demais movimentações são de baixo valor e podem ser explicadas por devoluções, ressarcimentos ou apoio entre candidatos da mesma legenda.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 335.843,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores muito assimétricos: a maior parte (R$ 331,5 mil) é repasse do partido para uma candidata, e as demais transações são de baixa ordem (R$ 336 a R$ 3,5 mil). O retorno ao partido é uma despesa de apenas R$ 336,70, compatível com ressarcimento ou devolução de sobra, e não com um loop financeiro relevante. O padrão é típico de movimentação interna de uma mesma coligação/partido, sem fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza que exija checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 363.560,53
IA · deepseek-flash Todas as entidades nomeadas pertencem ao PSOL no Ceará, e o fluxo principal é a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos do próprio partido, o que é prática comum e legal. As demais transações são de valores baixos e entre candidatos da mesma sigla, compatíveis com doações internas e ressarcimentos de campanha. O ciclo fechado é explicável pela circulação de recursos dentro de uma mesma estrutura partidária, sem indicar nada atípico.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 353.345,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 331,5 mil) é a doação da direção estadual para Adriana Gerônimo, padrão comum de repasse a candidatos do próprio partido. As demais transações são de baixo valor (R$ 150 a R$ 17,4 mil) e podem ser explicadas como doações entre aliados ou ressarcimentos internos da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 366.355,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL no Ceará (direção estadual e três candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha: a maior transação é um repasse da direção estadual para uma candidata (R$ 331,5 mil), e as demais são dezenas de milhares de reais. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor uma ordem de grandeza acima do resto. O loop parece refletir a circulação de recursos dentro da mesma estrutura partidária, sem fato concreto que exija checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.951,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 31,9 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022). O maior valor é um repasse da direção estadual do partido para uma candidata em 2018, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são pequenas doações entre aliados e despesas de campanha, compatíveis com movimentação rotineira de uma mesma coligação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 31.651,33
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o fluxo é compatível com repasses internos do partido a candidatos e devoluções/despesas de campanha à direção estadual. Os valores são modestos (R$ 31,6 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor fora do ramo, preço fora de mercado ou valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.051,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do PSOL do Ceará, o que é compatível com repasses internos de direção estadual, doações entre candidatos da mesma legenda e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 37 mil no total) e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem empresa doadora recebendo de volta. Os fatos, isoladamente, não apontam para nada que fuja do padrão partidário-eleitoral comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 33.551,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 33,5 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024. As setas são compatíveis com doações internas entre aliados do mesmo partido e repasses/despesas da direção estadual, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.634,32
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL no Ceará, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 16,6 mil no total) ao longo de vários anos (2018-2022), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre filiados e despesas de campanha. A maior transação (R$ 12,9 mil) é uma doação da direção estadual para uma candidata, padrão comum em campanhas proporcionais. Não há indício de empresa privada devolvendo valor vultoso nem fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 33.701,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 33,7 mil no total) e transações típicas de campanha: repasse da direção partidária a candidata, doação entre candidatos do mesmo partido e despesas pagas a fornecedores/direção. O retorno ao ponto de partida (direção estadual) se dá via despesa de campanha, o que é compatível com pagamento de serviços ou ressarcimento, não com um loop artificial de dinheiro. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.276,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas ligadas ao PSOL no Ceará, o que é compatível com repasses internos de direção partidária, doações entre candidatos aliados e pagamentos a fornecedores. Os valores são modestos (R$ 36 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanhas de um mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da BG Studios.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.588,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-CE) e a direção estadual, o que é um padrão comum em campanhas: repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto como doadora de Ailton quanto como fornecedora de Louise, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.831,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores baixos (R$ 16,8 mil no total) e transações pulverizadas ao longo de vários anos (2018-2026). As setas são compatíveis com doações entre correligionários do mesmo partido e repasses da direção estadual a candidatos, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou empresa externa recebendo de volta montante relevante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 34.333,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 34,3 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2026). O maior fluxo é a direção estadual repassando R$ 11,9 mil a uma candidata em 2018 e um candidato devolvendo R$ 17,4 mil à direção em 2022 — padrões típicos de repasse partidário e devolução de sobra. As demais transferências são doações pequenas entre filiados do mesmo partido, compatíveis com apoio interno em campanhas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 34.259,37
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o ciclo envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e candidatos devolvendo/transferindo valores entre si ao longo de vários anos (2018-2026). O fluxo principal (R$ 11.895,66 da direção para Rebeca) e a despesa de Ailton para a direção (R$ 17.453,71) são compatíveis com repasses partidários e ressarcimentos/contribuições estatutárias. Os demais valores são pequenos e dispersos no tempo, típicos de doações entre correligionários da mesma sigla.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 42.589,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSOL do Ceará e uma empresa de tecnologia, com valores modestos (R$ 42,5 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2026). As doações entre candidatas do mesmo partido e o repasse da direção estadual são padrões comuns em campanhas, e a despesa com a BG Studios pode ser prestação de serviço de comunicação/tecnologia. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima dos demais, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado no mesmo ano), então não dá para dizer que é claramente estranho nem claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.771,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 12,7 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção partidária a candidata, despesa de campanha a fornecedor/militante e doações de pessoa física a candidato. O fechamento do loop pode ser explicado por repasses internos do partido, ressarcimentos ou contratação de serviços entre aliados da mesma sigla, sem indício de valores atípicos ou fornecedores fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 40.488,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 40,4 mil no total) e transações distribuídas ao longo de vários anos (2018-2024). O padrão é compatível com repasses internos de partido, doações entre aliados da mesma legenda e ressarcimentos de campanha, sem nenhum fato que destoe do funcionamento normal de uma coligação partidária. Não há fornecedor de ramo alheio, valor de ordem de grandeza superior nem ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.273,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis entre si (R$ 11,9 mil, R$ 1,7 mil, R$ 1,0 mil, R$ 82,4 mil em pequenas doações). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é típico de repasses partidários e devoluções de sobra de campanha dentro do mesmo partido. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou salto de ordem de grandeza que justifique atenção especial.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.180,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL no Ceará, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário-eleitoral comum, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da BG Studios e a motivação das doações entre candidatos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 38.492,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas estão ligadas ao PSOL no Ceará: a direção estadual do partido, dois candidatos filiados e uma empresa que presta serviços de tecnologia/estúdio. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 38,5 mil no total) e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 101.063,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 101 mil no total) e entidades que compartilham campo político próximo (PSOL e PT no Ceará), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha em uma mesma coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024) e os montantes individuais não são de ordem de grandeza anômala. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 82.435,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PT) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas de campanha, sem um fato concreto que destoe. Não há elemento claramente anômalo que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 110.152,97
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações de maior volume vêm da Direção Estadual/Distrital para Maya Eliz Sousa Lima (PT), o que pode ser repasse legal entre partidos ou coligação, e as demais são doações de baixo valor entre Rodrigo Santaella e Ailton Cláecio, ambos do PSOL. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima do restante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 99.937,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas do mesmo campo político no Ceará (PSOL e PT), com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo é a Direção Estadual do PSOL doando para Maya (PT), o que é comum em coligações proporcionais, e Ailton (PSOL) pagando despesas à direção estadual, típico de ressarcimento ou contribuição partidária. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 102.588,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), o que à primeira vista poderia sugerir algo estranho, mas as transações são de anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 80,4 mil) vem da direção partidária para uma candidata, o que é um repasse legítimo e comum. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorizar uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 214.106,75
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Ceará, e as transações ocorrem entre 2018 e 2024, período em que os candidatos disputaram eleições. O fluxo principal é a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos (R$ 99.578,76 para Anna Karina), o que é prática comum e legal. As demais movimentações são de valores baixos (R$ 100 a R$ 600) e podem ser ressarcimentos ou despesas de campanha entre aliados do mesmo partido. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta ou valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 231.608,64
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado são do PSOL no Ceará, e o ciclo envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e recebendo despesas de volta — padrão comum de repasses internos e ressarcimentos partidários. Os valores são modestos (R$ 2.316,08 no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal ou valor atípico. A presença de uma entidade sem nome (52225267200) e de Bárbara Oliveira dos Reis, não listada entre as entidades, gera alguma incerteza, mas não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 239.828,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL no Ceará, e a maior parte do valor (R$ 99.578,76) é repasse da direção estadual do partido para uma candidata — padrão legítimo e comum. As demais transações são de valores baixos (R$ 65,60, R$ 6.000, R$ 9.078, R$ 17.453,71) e espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação entre aliados da mesma sigla, mas também não é possível afirmar que tudo se explica por um único padrão rotineiro.