Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT no Acre (Leonardo Cunha de Brito e Daniel Queiroz de Sant'Ana), que podem ter relação política legítima. As transações são de baixo valor (R$ 23.500 no total) e incluem doações de pessoas físicas e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de empresa fachada, valores desproporcionais ou fornecedor fora do ramo. O loop pode ser explicado por coincidências de rede de aliados ou ressarcimentos.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2022, mas os valores são muito desiguais: Leonardo Cunha de Brito (PT) paga R$ 50.000 a Jorge Ney (senador), que doa R$ 28.700 a João Raimundo (PCdoB), que paga R$ 5.725 a Samuel de Aguiar Nascimento, que doa apenas R$ 880 de volta a Leonardo. O elo de retorno é irrisório perto do que saiu, e não há partido ou coligação comum declarada entre PT, PCdoB e o candidato Jorge Ney que explique naturalmente o fluxo. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transferências.
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre 4 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas de partidos diferentes (PT e PCDOB), sem que se veja o retorno do dinheiro à origem. Os valores são modestos (R$ 3 mil a R$ 50 mil) e compatíveis com movimentação típica de campanha no Acre. Faltam dados que liguem as pontas do ciclo, como a identidade da quarta entidade e a relação partidária entre todas.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 98.700, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários (PT e PCdoB) e de coligação no AC que podem explicar repasses entre aliados, mas a presença de uma entidade sem nome e de valores díspares impede uma conclusão simples. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, nem elementos suficientes para afirmar que é apenas rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e uma campanha majoritária do mesmo partido (PT) no Acre em 2022, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 72,88 mil no total) e as transações têm tipos declarados coerentes (doação e despesa), sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há elemento concreto que fuja do padrão de movimentação entre campanhas da mesma coligação/partido.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 72.824,00, mas as transações listadas não fecham um loop claro: há uma doação de campanha a Salim (R$ 17.000), uma despesa de Leonardo a Jorge Ney (R$ 50.000), uma doação de Alessandra a Leonardo (R$ 3.000) e uma despesa de Salim a Alessandra (R$ 2.824). Os valores e anos são díspares e não há evidência de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Sem partido/coligação comum explícito entre todos, mas também sem um fato que destoe (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação), não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas do PT no Acre (Leonardo Cunha de Brito e Daniel Queiroz de Sant'Ana), que podem ter relações de aliados ou prestação de serviços entre si. As transações são de baixo valor (R$ 22,6 mil no total) e espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com ressarcimentos, doações entre correligionários ou pagamentos por serviços de campanha. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao meio político, nem valores discrepantes.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas candidatas do PT no Acre, e valores modestos (R$ 12,5 mil no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há indício de empresa, fornecedor ou valor fora de escala; pode ser coincidência entre campanhas do mesmo partido ou ressarcimentos, mas também não há elemento concreto que force uma checagem humana prioritária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 52 mil, mas a maioria das entidades é do PT do Acre (Leonardo, Jorge Ney e Carlos), o que permite explicar parte das movimentações como repasses internos de campanha ou doações entre aliados. Porém, há dois elos que não se encaixam facilmente: José Eliziário é do PATRIOTA e aparece tanto recebendo despesa de Leonardo quanto doando para Jorge Ney, e uma campanha de 2022 (Francimar Fernandes) aparece no meio do ciclo sem partido informado. Os valores são modestos e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor a quem doou. Faltam dados sobre a empresa sem nome e sobre a relação entre José Eliziário e os demais para decidir se é apenas uma rede de aliados ou algo que mereça checagem.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas em 2022, mas as entidades não compartilham partido: Leonardo e Jorge são do PT, enquanto José Eliziário é do PATRIOTA. Além disso, a maior transação da cadeia (R$ 9.000,00) é uma despesa de Jorge para Samuel, que não aparece como candidato ou entidade formal no resumo, e o valor de ida e volta entre Leonardo e José (R$ 1.000,00) é desproporcional ao restante. Esses elementos dificultam explicar o loop como simples coincidência de mesma coligação ou repasse partidário.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PROS, PATRIOTA) e valores baixos (R$ 21.690 no total), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A presença da Executiva Estadual do PROS como intermediária é compatível com repasses partidários rotineiros, e não há um fato isolado que destoe (valor, fornecedor ou timing) a ponto de justificar priorização. Faltam dados para afirmar se há relação entre os agentes além da coincidência de UF (AC).
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, Patriota, Republicanos, PROS) e valores baixos (R$ 23,7 mil no total), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As setas individuais têm explicações comuns: doação de pessoa física a candidato, repasse de direção partidária, despesa de campanha. Não há um fato único e concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado entre mesmas pessoas), então não dá pra cravar 'bizarro' nem 'plausível'.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PPL, PATRIOTA) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 12.143 no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados políticos locais no Acre, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência forçada.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades em 2022, com valores modestos (R$ 19.105,50 no total) e transações que podem ser explicadas por relações políticas locais no Acre. Há dois candidatos do PT (Leonardo e Jorge Ney) e um vereador do PATRIOTA (José Eliziário), partidos diferentes, mas todos do mesmo estado. As transações incluem doações e despesas de campanha, e o retorno ao ponto de partida pode ser coincidência ou ressarcimento, sem um fato concreto que destoe do padrão.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no Acre (Leonardo Cunha de Brito e Daniel Queiroz de Sant'Ana) e pessoas físicas que aparecem como doadoras e fornecedoras em anos diferentes (2018, 2020, 2022). As transações somam R$ 25.600 e os valores são modestos, compatíveis com serviços de campanha ou doações de aliados. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo incompatível, ciclo fechado no mesmo ano), mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro e legítimo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Leonardo Cunha de Brito e Michelle de Oliveira Melo Wiciuk) são candidatos de partidos diferentes (PT e UNIÃO) e em anos distintos (2018-2022 e 2020). As transações são de baixo valor (R$ 2.500 a R$ 3.900) e ocorrem em anos eleitorais diferentes, o que dificulta caracterizar um fluxo circular coordenado. Não há indício claro de conluio ou de valores anômalos, mas a ausência de vínculo partidário comum e a sequência de doações e despesas entre as mesmas pessoas justificam uma checagem manual para descartar coincidência ou erro de classificação.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (MDB, PSD, PTN) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse partidário ou coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 2.000 a R$ 5.000) e as transações podem ser doações entre candidatos da mesma região (AC) ou ressarcimentos de despesas de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício de empresa fachada, valor muito acima do mercado ou ciclo fechado no mesmo pleito, então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 16 mil e quatro pessoas, com valores pequenos e compatíveis com despesas de campanha. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. As entidades são de partidos diferentes (MDB e PSD), mas no mesmo estado (AC), e não há informação sobre coligação ou vínculo entre os demais nomes. Não há fato concreto que destoe (valor, ramo, ciclo curto) a ponto de justificar priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (MDB e PSD) no Acre em 2022, com valores baixos (R$ 2.000 a R$ 6.000) e intermediários sem partido identificado. Não há indício de coligação comum nem de valores desproporcionais, mas o fechamento do loop em quatro saltos curtos entre pessoas físicas merece uma olhada rápida. Os fatos disponíveis não permitem afirmar se é coincidência ou padrão a investigar.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas e R$ 30.262,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e em sentidos alternados, o que enfraquece a ideia de um simples ressarcimento ou repasse partidário no mesmo pleito. As duas entidades identificadas são de partidos distintos (MDB e PP), embora compartilhem o sobrenome 'Camara', sugerindo possível vínculo familiar que não está esclarecido nos dados. O fato de uma despesa de 2018 da campanha de Antonia para Jeciney ser seguida, dois anos depois, por uma doação de Jeciney para Gabriela, e depois por uma despesa de Gabriela para Lorivaldo, que em 2022 doa para Antonia, forma um circuito fechado entre pessoas sem coligação/partido comum declarado, o que merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 23.300,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há vínculos familiares aparentes (sobrenome CAVALCANTE LIMA) e possível relação partidária, o que poderia explicar doações e despesas entre aliados. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT no Amazonas e dois prestadores de serviço, com valores modestos (R$ 12,2 mil no total) e transações espalhadas entre 2022, 2024 e 2026. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que é compatível com ressarcimentos ou prestação de serviços entre aliados do mesmo partido. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de escala, fornecedor de ramo incompatível, ciclo fechado sem vínculo partidário), então não dá para apontar nem rotina clara nem estranheza concreta.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (UNIÃO, REPUBLICANOS, AVANTE) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma doação de R$ 20.000 de DIEGO ROBERTO AFONSO para ADJUTO RODRIGUES AFONSO em 2026, valor de uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 300 a R$ 7.000), sem lote ou justificativa aparente. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana mais detalhada.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Adjuto Rodrigues Afonso e Diego Roberto Afonso, ambos do UNIÃO/AM e com sobrenome comum, o que sugere parentesco e poderia explicar trocas de recursos. Porém, o loop passa por dois intermediários sem partido/cargo informado (Rita Gabriela Bonfim da Silva e Marcelo Fábio Lima Valente), e a transação de R$ 10.000,00 de Diego para Marcelo em 2024 é de ordem de grandeza muito superior às demais (R$ 429,30, R$ 2.022,50 e R$ 1.212,00). Esse salto de valor dentro de um ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário declarado justifica checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas de partidos diferentes (UNIÃO e CIDADANIA) e cargos distintos, sem coligação comum evidente. O valor de R$ 20.000 doado por DIEGO ROBERTO AFONSO a ADJUTO RODRIGUES AFONSO em 2026 é uma ordem de grandeza maior que as demais transações da cadeia (R$ 430 a R$ 1.840), o que chama atenção. Além disso, a cadeia fecha um loop completo entre cinco entidades, com idas e voltas de recursos, o que justifica uma checagem humana mais detalhada.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 23,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2026) e os valores são pequenos, compatíveis com doações e despesas rotineiras. Não há um único fato que destoe claramente, como um valor de ordem de grandeza superior ou um fornecedor de ramo incompatível. A conexão entre os nomes AFONSO (ADJUTO e DIEGO) e a presença de intermediários sem partido declarado sugerem parentesco ou rede local, mas isso não é suficiente para afirmar que o loop é anômalo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Adjuto Rodrigues Afonso e Diego Roberto Afonso, ambos do UNIÃO no AM, com sobrenome comum, o que sugere possível vínculo familiar ou política comum. As transações são de valores modestos (R$ 429,30 a R$ 10.000) e ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Adjuto Rodrigues Afonso (UNIÃO) e Diego Roberto Afonso (UNIÃO), ambos com o mesmo sobrenome e partido, o que sugere possível relação familiar e não é incomum em política. Porém, a doação de R$ 20.000,00 de Diego para Adjuto em 2026 é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (que somam cerca de R$ 3.382,30), e o retorno do dinheiro se dá por despesas de campanhas de 2018, com anos e valores desproporcionais. Além disso, a cadeia inclui pessoas físicas sem partido identificado (Franciney Aleixo dos Reis e Maria do Socorro Lopes de Freitas) e um governador de outro partido (Amazonino Armando Mendes, CIDADANIA), dificultando uma explicação simples por mesma coligação. O conjunto merece checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Adjuto Rodrigues Afonso (UNIÃO) e Diego Roberto Afonso (UNIÃO), ambos com sobrenome Afonso e do mesmo partido, o que sugere possível relação familiar e facilita a circulação de recursos. Porém, o elo central passa por Amazonino Armando Mendes (CIDADANIA), de partido diferente, e por dois intermediários sem partido informado (Franciney Aleixo dos Reis e Emidio Lopes Vieira), formando uma cadeia fechada de 5 entidades. O valor de R$ 20.000 doado por Diego a Adjuto em 2026 é uma ordem de grandeza superior às demais transações (R$ 202,50 a R$ 429,30), o que chama atenção. A combinação de ciclo fechado, partidos distintos e salto de valor justifica checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Adjuto Rodrigues Afonso e Diego Roberto Afonso, ambos do UNIÃO no AM, com sobrenome comum que sugere parentesco, e os valores são modestos (R$ 13 mil no total). As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e curto. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas ou familiares, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Adjuto Rodrigues Afonso e Diego Roberto Afonso, ambos do UNIÃO no AM e com sobrenome comum, o que sugere possível vínculo familiar e poderia explicar a circulação. Porém, o loop passa por dois intermediários sem partido/cargo informado (Nelson Ramayana Rodrigues Lo Presti e José Ataíde Bruce), e a maior transação é uma despesa de R$ 10.000 de Adjuto para Nelson, valor uma ordem de grandeza acima das demais pernas (R$ 2.000, R$ 1.879,17 e R$ 706). Esse salto de valor e a presença de intermediários sem vínculo partidário declarado dificultam a explicação simples e justificam checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Adjuto Rodrigues Afonso e Diego Roberto Afonso) compartilham o sobrenome e o mesmo partido (UNIÃO), o que sugere vínculo familiar/coligação e explica parte da circulação. Porém, o elo de saída é uma despesa de R$ 10.000,00 da campanha de Adjuto para Nelson Ramayana Rodrigues Lo Presti em 2022, valor de uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 1.879,17, R$ 1.324,50 e R$ 3.447,00), sem que os fatos indiquem qual serviço ou bem justificaria esse pagamento. Esse salto de valor dentro de um ciclo curto e fechado é o fato que merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Adjuto Rodrigues Afonso e Diego Roberto Afonso, ambos do UNIÃO no AM, mas as transações passam por dois intermediários sem partido/cargo informado (Nelson Ramayana e Fredson Braga), formando um loop fechado de R$ 15.375,97. O ponto que chama atenção é a despesa de R$ 10.000 de Adjuto para Nelson em 2022, uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 1.324 a R$ 2.172), sem que os fatos expliquem a natureza do serviço. Isso justifica checagem humana para entender se é ressarcimento, repasse ou outra movimentação.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Adjuto Rodrigues Afonso e Diego Roberto Afonso, ambos do UNIÃO no AM, mas as transações intermediárias passam por Marcelo Fábio Lima Valente e Nelson Ramayana Rodrigues Lo Presti, que não aparecem como candidatos/partido no resumo. O ponto que chama atenção é o salto de valores: Adjuto paga R$ 10.000 a Nelson em 2022 e Diego paga R$ 10.000 a Marcelo em 2024, enquanto as doações de retorno são de R$ 429,30 e R$ 1.879,17 — uma ordem de grandeza acima do resto da cadeia. Isso não prova irregularidade, mas justifica checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre as partes.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Adjuto Rodrigues Afonso e Diego Roberto Afonso, ambos do UNIÃO no AM, com sobrenome comum, o que sugere possível vínculo familiar ou de grupo político. As transações são de valores modestos e espalhadas por vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe claramente, como fornecedor de ramo estranho ou valor muito acima do padrão, mas também não há elementos que expliquem completamente o loop.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 25.216,80, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2026) e os valores são modestos. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte de irregularidade, como valores muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível. A conexão entre os nomes AFONSO (ADJUTO e DIEGO) e a presença de intermediários sem partido declarado gera alguma curiosidade, mas sem dados adicionais não é possível classificar como bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Adjuto Rodrigues Afonso e Diego Roberto Afonso, ambos do UNIÃO no AM, com sobrenome comum, o que sugere possível vínculo familiar ou política comum. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 429,30 a R$ 10.000), sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados, mas a circularidade e a presença de terceiros sem partido informado impedem uma explicação totalmente automática.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 131,9 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 a 2024) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Há vínculos partidários parciais (UNIÃO entre Adjuto e Diego), o que pode explicar parte do fluxo, mas a cadeia completa não se fecha num intervalo curto nem mostra valores desproporcionais. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, nem elementos suficientes para descartar coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, CIDADANIA, PL) e valores que variam de R$ 200 a R$ 34.350, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais. Portanto, os dados não permitem afirmar se é um padrão legítimo de alianças ou algo que mereça checagem prioritária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, CIDADANIA, PL) e valores muito díspares: uma doação de R$ 34.350,00 de Adjuto Rodrigues Afonso para Amazonino Armando Mendes em 2018 é a transação dominante, enquanto as demais são de R$ 200 a R$ 500. As transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe de padrões comuns de doações entre aliados políticos no Amazonas, mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a relação entre as campanhas.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop imediato de devolução de recursos. Além disso, há vínculos partidários e familiares prováveis (ADJUTO e DIEGO compartilham o sobrenome AFONSO e o partido UNIÃO), o que pode explicar movimentações entre aliados. Sem valores idênticos de ida e volta ou concentração temporal, não há um fato concreto que destoe o suficiente para priorização automática.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 38.198,05, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (UNIÃO entre Adjuto e Diego) e a cadeia pode refletir doações e despesas rotineiras entre campanhas do mesmo campo político no Amazonas. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 39,7 mil no total). Não há um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado, e as conexões podem ser explicadas por relações políticas locais no Amazonas. Faltam elementos como mesmo partido/coligação em todas as etapas ou valores desproporcionais para justificar priorização.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 41,7 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (UNIÃO entre Adjuto e Diego) e possíveis relações familiares (sobrenome AFONSO), o que pode explicar doações e despesas dentro de um mesmo grupo político. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível.