severidade média5 nósIA: plausívelR$ 67.945,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSB do DF em 2018, com doações mútuas de valores modestos (R$ 1.272 a R$ 1.500) entre Raissa Rossiter e Rodrigo Rollemberg, compatíveis com transferências entre aliados da mesma coligação. A maior transação é o pagamento de R$ 64.143,44 de Rollemberg à Essent Jus Contabilidade, fornecedor de serviços contábeis — ramo condizente com despesas de campanha —, e a Essent Jus doou apenas R$ 3.000 a Francismar, valor pequeno que não fecha um retorno significativo à empresa. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ao ponto de origem, nem valores de ordem de grandeza destoante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.156,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11.156,03 no total) e entidades que parecem ligadas à mesma rede de campanhas no DF em 2018, incluindo uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas. As transações podem ser explicadas por doações entre aliados, pagamento de serviços contábeis e ressarcimentos, sem um fato isolado que destoe. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as campanhas e a empresa.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 41.930,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades de partidos diferentes (PSB, PSDB, PDT) e inclui uma empresa de contabilidade (ESSENT) que recebe R$ 35.700,00 de despesa de campanha e devolve apenas R$ 30,00 como doação, além de um intermediário (RODRIGO SOBRAL ROLLEMBERG) que doa R$ 5.000,00 a um candidato e recebe R$ 1.000,00 de outro. A diferença de ordens de grandeza entre o valor que sai da campanha para a contabilidade e o que retorna como doação, somada à ausência de vínculo partidário/coligação explícito entre os envolvidos, dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O caso merece checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 36.913,81
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (Essent) e campanhas de partidos diferentes (NOVO e PL), o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. A empresa doa para uma candidata do NOVO, que paga despesa à direção municipal do NOVO, que doa para um candidato do PL, que por sua vez paga despesas à mesma empresa — formando um loop fechado. O valor pago pelo candidato do PL à Essent em 2024 (R$ 27.420,00) é de outra ordem de grandeza frente às demais transações do ciclo (todas abaixo de R$ 8.100,00), o que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 61.511,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do Partido NOVO em Caxias do Sul/RS em 2020: uma candidata a vereadora, um candidato a deputado estadual e a direção municipal. A empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece como doadora de valor pequeno (R$ 400) e como prestadora de serviços contábeis do candidato Marcelo Pinheiro Slaviero (R$ 2.267,42), o que é compatível com uma empresa de contabilidade atuando para campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos e as movimentações podem ser explicadas por doações internas do partido, repasses da direção municipal e pagamento de serviços contábeis, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 405.635,24
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e em anos distintos (2020 e 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou ressarcimento. O valor de R$ 400.419,38 pago por Jair Bolsonaro à Essent Jus é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 400 a R$ 7.810), e a empresa Essent aparece tanto como doadora inicial quanto como fornecedora final, sem relação partidária clara com os demais. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.201,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do partido NOVO no RS em 2020, o que é um padrão comum de movimentação dentro da mesma coligação/partido. A empresa ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo pagamento de outro, mas isso pode ser explicado por prestação de serviços contábeis à campanha. Os valores são modestos (total de R$ 18,2 mil) e compatíveis com transações típicas de campanha municipal.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 42.632,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do mesmo partido (NOVO/RS) em 2020 e uma empresa de contabilidade que presta serviços à campanha majoritária. A Essent doa ao vereador Júlio Zibetti, que paga despesas à direção municipal, enquanto o prefeito Camilo Poulsen paga à mesma Essent por serviços contábeis — padrão comum de contratação de contabilidade e repasses internos partidários. Os valores são modestos (R$ 42,6 mil no total) e compatíveis com serviços contábeis de campanha, sem indício de desproporção ou ramo alheio ao serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.809,05
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado: os nomes das empresas variam (ESSENT INOVACAO CONTABIL LTDA vs ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA; XR GLOBAL BRASIL LTDA vs ADSTREAM SOLUCOES TECNOLOGICAS) e os anos são díspares (2018, 2020, 2022). Além disso, as entidades políticas não compartilham partido/coligação (PL e PSDB) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um elo claro de retorno. Não há um fato concreto que configure ciclo curto e fechado entre os mesmos atores, nem enriquecimento ilícito evidente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 194.751,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos opostos (PT e PL) e em anos diferentes, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou conta partidária. Além disso, a transação de maior valor (R$ 184.352,21) é uma despesa da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 6.864,00 ao candidato Claudir Nespolo (PT), criando uma ligação indireta entre campos políticos rivais. A presença de uma empresa de contabilidade (ESSENT) recebendo despesa de campanha e fazendo doação a um candidato também merece checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.860,12
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PL/PB, PL/BR, REDE/RS) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de três ordens de grandeza maior que as demais transações do loop (R$ 60 a R$ 850), e a AIXMOBIL aparece doando a um vereador da REDE no RS, sem relação aparente com o serviço prestado. A cadeia ESSENT -> Bruno -> Bolsonaro -> AIXMOBIL -> Sgarbossa -> ESSENT merece checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 210.068,33
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PSDB/PB, PL/PB e PL/BR), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente que explique a cadeia inteira. O elo mais pesado é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que aparece doando R$ 24.324,00 a Cássio Cunha Lima (PSDB/PB) no mesmo ano, enquanto o restante das transações é de ordem de grandeza muito menor (R$ 60 a R$ 1.181). A volta do dinheiro à ESSENT via despesa de Cássio fecha o loop, mas os valores e a mistura de partidos/anos tornam a explicação simples frágil.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.063,07
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e envolvem partidos distintos (PL, REDE) sem coligação comum evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 300 vezes maior que a soma das demais transações do ciclo, o que quebra a simetria esperada de um loop de mesma ordem de grandeza. A empresa ESSENT aparece como doadora e depois recebe despesa de André Rodolfo, mas com CNPJ/razão social ligeiramente diferentes, o que pode ser erro de cadastro ou indício de elo não esclarecido. Esses fatores justificam uma checagem humana para entender se há relação real entre as partes ou se é apenas coincidência de registros públicos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.572,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, Republicanos) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 3.700 vezes maior que a doação que a AIXMOBIL fez a Julio Cesar Ribeiro (R$ 520,00), o que quebra a proporção esperada. Além disso, a ESSENT aparece como doadora de um vereador e depois recebe despesa de um deputado federal, sugerindo um possível retorno do dinheiro à mesma cadeia. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 195.987,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL/PB, PP/RR, PL/BR) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. O valor mais expressivo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 11.140,00 a Hiran, que por sua vez paga R$ 284,75 à ESSENT, que doa R$ 60,00 a Bruno, que doa R$ 151,00 a Bolsonaro — fechando o ciclo com valores muito díspares. A presença de uma empresa de contabilidade (ESSENT) no meio do ciclo e a diferença de magnitude entre as pontas justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.238,49
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos opostos (PT e PL) e em anos diferentes, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 1.285,00 a Henrique Fontana Jr. (PT), criando um fluxo cruzado entre adversários políticos. O valor total do loop (R$ 189.238,49) é dominado por essa despesa, mas a conexão entre uma empresa fornecedora da campanha presidencial e uma doação a um candidato do PT merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.124,61
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PDT, PL) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador e recebe despesa de um deputado, sem coligação comum evidente. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou apenas R$ 1.360 ao deputado Enio Bacci, e este pagou R$ 201,40 à ESSENT. A assimetria de valores e a presença de uma empresa de contabilidade no meio do ciclo dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.762,34
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário/coligação declarado, e a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, enquanto as demais transações do loop são de R$ 60 a R$ 151. Esse salto de três ordens de grandeza dentro da mesma cadeia, somado ao fato de a AIXMOBIL também doar a um vereador do PP e de a ESSENT (contabilidade) receber despesa de campanha e doar a um vereador do PL, dificulta a explicação como simples coincidência de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.748,58
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário comum evidente: Jair Bolsonaro (PL) paga R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que doa a Edupercio Pratts (MISSÃO), que paga despesas à ESSENT, que doa a Bruno Romano (PL), que doa a Bolsonaro. O valor da despesa de Bolsonaro com a AIXMOBIL é cerca de 2.000 vezes maior que as demais transações do loop, o que destoa da escala do restante da cadeia. Além disso, a ESSENT aparece como fornecedora de contabilidade de Edupercio e doadora de Bruno Romano, misturando papéis de fornecedor e doador no mesmo ciclo. Esses fatos justificam uma checagem humana, ainda que possam ter explicação legítima.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 184.649,20
IA · deepseek-flash O loop é dominado por uma despesa de campanha de R$ 184.352,21 paga por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, enquanto as demais transações são de valores muito pequenos (R$ 60 a R$ 151) e em anos distintos. A AIXMOBIL aparece como fornecedora de serviços de mobilidade, ramo compatível com gastos de campanha, e as pequenas doações/despesas entre Bruno Romano (PL) e Sergio Moniz (PSL) podem decorrer de relações políticas locais na Paraíba. Não há um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valores de mesma ordem de grandeza que sugiram retorno disfarçado. O conjunto é mais bem explicado por uma despesa real de campanha combinada com movimentações residuais de aliados.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.766,48
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PL, AGIR, empresas), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor central é altamente assimétrico: R$ 184.352,21 pagos por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais transações somam apenas alguns milhares de reais. A empresa ESSENT aparece como doadora e depois recebedora de despesa de campanha, e a AIXMOBIL doa a um candidato de outro partido (AGIR) no mesmo ano em que recebe vultosa despesa do PL, o que foge ao padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 192.508,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações podem ser explicadas por prestação de serviços contábeis (ESSENT) e aluguel de veículos (AIXMOBIL) para campanhas, com doações posteriores de pessoas físicas. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como um valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.931,43
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PL/PB, PL/BR, PDT/RS) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 de Bolsonaro à AIXMOBIL é cerca de 250 vezes a doação de R$ 1.098,00 da AIXMOBIL a Tarcísio, e a ESSENT aparece como doadora e também como fornecedora de Tarcísio, sugerindo possível relação comercial subjacente que merece checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.341,18
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos: um vereador do PL (PB) doa para a campanha presidencial de Bolsonaro (PL) em 2022, enquanto a maior transação do loop é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de 2018 para a AIXMOBIL, empresa que em 2018 doou R$ 7.501,00 ao deputado federal Luciano Soares Leiro (PPS-DF), que por sua vez pagou R$ 1.276,97 à ESSENT JUS, a mesma empresa que doou R$ 60,00 ao vereador Bruno Romano em 2020. A diferença de ordem de grandeza (a despesa de Bolsonaro é ~24x o valor doado pela AIXMOBIL e ~144x o total das demais transações) e a mistura de partidos, cargos e anos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.711,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação comum evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 60 a R$ 1.100), o que justifica uma checagem humana para entender a natureza desse gasto e a ligação com os demais elos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.857,81
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (PL, PRD, PB, RO, BR), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente que explique a cadeia. O valor dominante é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que é ~99,7% do total movimentado, enquanto as demais transações são de R$ 30 a R$ 264,60 — uma diferença de três a quatro ordens de grandeza. A AIXMOBIL, empresa de serviços e participações, aparece doando para um vereador de RO e recebendo vultosa despesa da campanha presidencial, sem que os fatos expliquem a conexão. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do contrato e o elo entre as entidades.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.789,24
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos distintos (PL, REDE) e uma empresa de contabilidade que aparece tanto doando quanto recebendo, o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 100 a Olavo Batista (REDE), que por sua vez paga R$ 126,03 à ESSENT JUS, que havia doado R$ 60 a Bruno Romano (PL), que doou R$ 151 a Bolsonaro. A assimetria de valores e a mistura de partidos sem relação aparente justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 185.281,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PT) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta uma explicação por coligação única. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, e a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para Aixmobil) parece ser pagamento por serviços, não fechando um loop claro de retorno. Não há um fato isolado que destoe gritantemente, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.467,16
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PP/MT, PL/PB, PL/BR) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos partidários. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL é cerca de 275 vezes maior que a doação de R$ 670,60 da AIXMOBIL a Nilson, e o restante das transações é de baixa monta. O elo ESSENT (empresa de contabilidade) aparece tanto doando a um vereador quanto recebendo despesa de um deputado, o que merece checagem humana sobre a real natureza desses vínculos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 191.504,41
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PL-PB, PDT-CE, PL-BR) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos partidários. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 de Jair Bolsonaro à AIXMobil contrasta com doações de R$ 60,00 e R$ 151,00 no mesmo loop, sugerindo que o elo relevante é o pagamento à AIXMobil e não as pequenas doações. O fato de a AIXMobil ter doado a André Lima em 2018 e depois receber vultosa despesa da campanha presidencial no mesmo ano merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 192.191,32
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos distintos (PL, PSDB) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e recebe despesa de outro, sem coligação comum evidente. O valor mais expressivo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 7.281,00 a Marcus Vinícius (PSDB), criando um ciclo fechado entre campos políticos opostos. A diferença de ordem de grandeza entre a maior transação e as demais, somada à ausência de vínculo partidário claro entre os elos, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 189.263,34
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de campos políticos opostos (Alckmin/PSB e Bolsonaro/PL) e uma empresa de contabilidade, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL é mais de 600 vezes maior que a doação de R$ 1.795,00 da AIXMOBIL para Alckmin, e a ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, sem relação partidária clara. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 211.724,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou conta partidária. Por outro lado, os valores são muito díspares e as transações parecem desconexas no tempo, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço), mas a combinação de partidos opostos e anos variados impede descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.126,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 185 mil, mas o elo dominante é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa apenas R$ 500 a Giovani Cherini (PL). O restante do loop é formado por valores pequenos (R$ 60 a R$ 6.279) entre uma empresa de contabilidade e candidatos do PL, o que poderia ser explicado por prestação de serviços, mas a assimetria de quase 370 vezes entre o maior e o menor valor e a presença de uma empresa de mobilidade como fornecedora de campanha presidencial sem relação aparente com o serviço justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.758,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS, PL-PB, PL-BR) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Bolsonaro para a AIXMOBIL é mais de 500 vezes maior que as demais transações do loop, e a AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PT, partido adversário. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana, sem que isso signifique irregularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 200.355,15
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum evidente: um vereador do PL da PB doa para a campanha presidencial de Bolsonaro (PL), que paga despesas à AIXMOBIL, que doa a um deputado federal do PC do B do RS, que paga despesas à ESSENT, que doa de volta ao vereador do PL. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a campanha presidencial movimenta R$ 184 mil para a AIXMOBIL, enquanto as demais pontas do ciclo giram entre R$ 60 e R$ 9,5 mil, o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 205.242,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos opostos (PT e PL) e empresas, sem coligação comum que explique a cadeia. O volume é fortemente assimétrico: a maior parte do dinheiro (R$ 184 mil) sai da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL, enquanto a ESSENT recebe R$ 20 mil da campanha de Paulo Paim e faz doações pequenas a Bruno Gaudêncio, que por sua vez doa a Bolsonaro. A ligação ESSENT -> Bruno -> Bolsonaro -> AIXMOBIL -> Paim -> ESSENT forma um loop fechado com valores muito díspares, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 184.724,26
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades, mas o elo dominante é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que por sua vez doou apenas R$ 100 a um vereador do PL na Bahia; esse vereador pagou R$ 61,05 à ESSENT, que doou R$ 60 a um vereador do PL na Paraíba, que doou R$ 151 a Bolsonaro. A diferença de três ordens de grandeza entre a maior transação e as demais, somada ao fato de a AIXMOBIL aparecer como fornecedora de peso da campanha presidencial e doadora de valor irrisório na mesma cadeia, dificulta a explicação como simples coincidência de coligação. Vale checagem humana para entender a natureza do vínculo AIXMOBIL–campanha Bolsonaro e por que a empresa participa do loop.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.484,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL-PB, PSDB-BA, PL-BR) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e recebe despesa de outro, sem vínculo partidário ou coligação evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é cerca de 500 vezes maior que as demais transações do ciclo, o que destoa do conjunto. A cadeia fecha um loop com valores muito díspares e sem explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.276,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL/PB, PR/RS, PL/BR) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial para a AIXMOBIL é mais de 100 vezes maior que as demais transações do loop, e a AIXMOBIL doa apenas R$ 1.064,00 a um candidato do PR/RS. A cadeia fecha com uma empresa de contabilidade (ESSENT) recebendo despesa de campanha e fazendo doação a um vereador da PB, sem relação partidária evidente.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.972,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT e PL) e anos distintos, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou conta partidária. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.364,00 à campanha de Paola Loureiro Carvalho (PT) — uma assimetria de duas ordens de grandeza e uma direção politicamente incomum. O elo de retorno se dá por uma despesa de apenas R$ 45,00 da campanha petista à ESSENT, que havia doado R$ 60,00 a um vereador do PL, fechando o loop com valores residuais. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.069,59
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PL-PB, PRD-RS, PL nacional) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial para a AIXMOBIL é cerca de 1.400 vezes maior que as demais transações do loop, e a AIXMOBIL aparece doando para um vereador do PRD-RS. A cadeia envolve uma empresa de contabilidade pagando doação a candidato e recebendo despesa de campanha, o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.398,61
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos (PL, Republicanos, empresas), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 12 vezes maior que o restante das transações somadas, e a AIXMOBIL aparece doando a um candidato de outro partido/UF. A empresa ESSENT (contabilidade) recebe despesa de campanha de Lucas Esmeraldino e doa a Bruno Gaudêncio, fechando o loop por caminhos que não são típicos de repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.946,71
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 1.200 vezes maior que as demais transações do loop, o que distorce a cadeia e merece checagem. A doação da AIXMOBIL a Raul Sanchez (PSDB) em 2018 e o posterior pagamento de despesa de Sanchez à ESSENT JUS, que antes doou a Bruno Gaudêncio (PL), criam um encadeamento não trivial entre campanhas de partidos distintos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.327,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PR-RS, PL-PB, PL-BR) sem coligação comum evidente, e o elo dominante é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 1.264,00 à candidata Sonia Pacheco, que pagou R$ 2.500,00 à ESSENT, que doou R$ 60,00 a Bruno Gaudencio, que doou R$ 151,00 a Bolsonaro. A assimetria de ordens de grandeza (a despesa é ~1.200x a doação de retorno) e a ausência de vínculo partidário/coligação declarado entre os elos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. Não é prova de irregularidade, mas o encadeamento merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.128,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PCDOB/AC, PL/PB, PL/BR) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesa de outra campanha, sem vínculo partidário ou coligação evidente. O valor pago pela campanha de Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 60 a R$ 1.364), o que foge do padrão do conjunto. A cadeia fecha um ciclo completo entre cinco entidades, o que dificilmente se explica por coincidência simples. Esses elementos justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 190.647,22
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PL/PB, PSDB/RS, PL/BR), sem coligação comum aparente. O valor que Jair Bolsonaro pagou à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 300 vezes maior que as demais transações do loop, o que distorce a cadeia. A empresa ESSENT aparece como doadora e também como fornecedora paga por Gilberto Cezar, sugerindo relação comercial que pode explicar parte do fluxo, mas não o elo com AIXMOBIL. Esses fatos justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 186.783,49
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PL/PB, PL/BR, MDB/RS) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que não aparece em outras transações do loop e cujo ramo não é descrito. O elo de retorno é uma despesa de R$ 2.170,28 de Ricardo Santos Gomes (MDB/RS) à ESSENT JUS, que doou a Bruno Romano (PL/PB), criando um caminho indireto entre campanhas sem relação aparente. Isso justifica checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e vínculos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 185.712,71
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades que não compartilham partido/coligação: uma empresa (AIXMOBIL) doa a um candidato do Solidariedade, que paga despesa à ESSENT, que doa a um vereador do PL, que doa a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga a própria AIXMOBIL. O elo mais chamativo é a AIXMOBIL: ela aparece como doadora de R$ 1.000 e, na outra ponta, recebe R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro em 2018 — valor duas ordens de grandeza acima das demais transações da cadeia. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão de simples coincidência entre aliados e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 186.561,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e anos diferentes (PL, PP, 2018-2022), o que à primeira vista parece disperso. Porém, as transações são de naturezas variadas (doação de empresa, despesa de campanha, doação de pessoa física) e os valores são modestos, exceto o pagamento de R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um que claramente destoe, então não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.