severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.333,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 17,3 mil no total) e pessoas físicas, não empresas ou fornecedores. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 a 2024) e não há indício de que os participantes sejam do mesmo partido ou coligação, mas também não há valores expressivos, fornecedores estranhos ou desproporção que justifiquem um alerta claro. O sinal é fraco e não permite concluir se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 33.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas, sendo que as duas entidades identificadas são do PT de SP, mas as outras duas (DEJANIRA e DEIVID) não têm partido/cargo informado, o que impede explicar o loop como mera circulação dentro de uma mesma coligação. Além disso, há um fluxo cruzado: JOSE paga despesas a DEJANIRA (R$ 13.000) e DEIVID doa a JOSE (R$ 5.000), enquanto ORLANDO paga despesa a DEIVID (R$ 15.000) e DEJANIRA doa a ORLANDO (R$ 300). O retorno do dinheiro à cadeia original em um ciclo curto e fechado, com valores que somam R$ 33.300, justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.533,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 16,5 mil no total) e pessoas físicas, com transações espalhadas entre 2018 e 2024, não um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. As duas entidades identificadas são do PT de SP, o que permite explicar parte das conexões por rede partidária local, mas os nomes nas pontas (DEJANIRA, MACIRLENE/MARCILENE) não têm partido/cargo informado, dificultando avaliar se há vínculo legítimo. Não há valor fora de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que salte aos olhos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 14.900 no total) e todos os três candidatos nomeados são do PT de SP, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. As transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2024) e não formam um ciclo curto e fechado no tempo. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco pessoas físicas, sendo três delas filiadas ao PT em SP, e valores modestos (R$ 23,6 mil no total). As transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre aliados políticos, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (José de Filippi Junior e Orlando Vitoriano de Oliveira) são do PT de SP, o que poderia indicar relação partidária. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 300 a R$ 15.000), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de doações e despesas entre aliados políticos, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.938,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 20.938,88 no total) e todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao PT em SP, o que é compatível com movimentação interna de campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e incluem doações de direção partidária e despesas com uma mesma fornecedora (DEJANIRA MARIA DA SILVA), padrão comum em prestações de contas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado entre não aliados), mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.038,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 20 mil no total) e todos os candidatos identificados são do PT de SP, o que é compatível com movimentação dentro de uma mesma coligação/partido. As transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.338,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 20,3 mil no total) e todos os candidatos identificados são do PT de SP, o que é compatível com repasses internos de diretório municipal e despesas de campanha entre aliados. As transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação partidária, mas também não há informação suficiente para descartar completamente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.038,88
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PT de São Paulo, e as transações incluem repasses da direção municipal/partido para candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha — padrões comuns em coligações partidárias. O valor total do ciclo é baixo (cerca de R$ 20 mil) e as quantias individuais são modestas, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. A presença de uma empresa sem nome no ciclo não é suficiente para caracterizar algo atípico, dado o contexto partidário compartilhado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.842,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 13.842,98 no total) e todas as pessoas físicas identificadas são do PT de SP, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 a 2024) e não há um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre correligionários.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.638,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do PT de SP, com valores baixos (R$ 23,6 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2022), o que é compatível com doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é um repasse da direção municipal do PT a um candidato, padrão legítimo e comum. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de escala ou ciclo curto e fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 104.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 104.800, mas as transações listadas somam apenas R$ 10.480,00, deixando a maior parte do valor sem detalhamento. As entidades identificadas são todas do PT de SP (prefeito, deputado federal e vereador), o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. Os valores individuais são modestos e não há um fato concreto, como fornecedor de ramo estranho ou valor muito acima do padrão, que force uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.666,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas ligadas ao PT em SP, com valores modestos (R$ 15,6 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As duas entidades identificadas são do mesmo partido, o que dá uma explicação simples (mesma coligação/grupo político), mas há nomes sem partido informado e uma aparente inconsistência de grafia (IVAIR TOGNI vs IVAR TOGNI) que impede cravar a leitura. Não há valor fora de escala nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas físicas, sendo 3 candidatos do PT de SP em anos distintos (2016-2024), e os valores são modestos (R$ 300 a R$ 10.000). As transações ocorrem em anos diferentes e podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido ou ressarcimentos de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT de SP (José de Filippi Junior e Francisco Marcelo de Oliveira) e valores modestos (R$ 28.950 no total). As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2024) e incluem doações e despesas de campanha, o que é compatível com movimentação normal entre aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média4 nósR$ 10.828,14
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 167.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas, com valores e anos variados. As entidades identificadas são todas do PT de SP, o que pode indicar movimentação dentro do mesmo grupo político, mas a ausência de nomes para duas entidades e a diferença de anos (2020 e 2022) dificultam a interpretação. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.755,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 21.755,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários entre Douglas (PT) e os demais (PSOL), o que não é suficiente para explicar o loop, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha. Sem informações adicionais sobre a relação entre as pessoas e a empresa, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 170.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre candidatos do PT de SP e uma empresa sem nome, com valores que variam de R$ 300 a R$ 150.000. A maioria das entidades compartilha partido (PT) e estado (SP), o que é um padrão comum em coligações. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 60.420,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, MDB, PSOL) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações somam valores modestos e parecem compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, sem indício de retorno financeiro relevante ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe claramente, mas também não há uma explicação simples e única que amarre todas as pontas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.842,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento direto e imediato. As entidades têm partidos variados (PT, PSOL) e não há evidência de coligação comum ou relação contratual entre todas. O valor total é baixo e não há indício de preço fora do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a existência de um loop fechado com uma empresa de tecnologia intermediando doações e despesas merece uma checagem humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 491.376,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa de tecnologia que doou R$ 317 mil à campanha de Marina Silva (REDE) em 2018 e recebeu R$ 1,1 mil de despesa da campanha de Douglas Belchior (PT) no mesmo ano, mas as transações não formam um loop fechado claro: a doação de R$ 10 de Luiza de Oliveira a Douglas e a despesa de R$ 14 mil de Marina a Luisa de Oliveira Dias são valores e entidades que não se conectam diretamente. A diferença de partidos (REDE e PT) e a ausência de vínculo explícito entre as campanhas dificultam uma explicação simples, mas os valores e a natureza das transações (doação empresarial e despesa de campanha) são compatíveis com movimentações eleitorais rotineiras. Não há um fato concreto que destoe de forma gritante, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.097,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PSOL) e uma empresa de tecnologia, mas os valores são modestos (R$ 29 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A doação da empresa PAGUE JUNTO à candidata THAIS (R$ 20,2 mil) seguida de despesa de DOUGLAS à mesma empresa (R$ 1,2 mil) não configura retorno significativo, e a doação de NELSON a DOUGLAS (R$ 300) é irrisória. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentações eleitorais comuns, mas a presença de partidos distintos e uma empresa intermediando recursos impede uma explicação totalmente trivial.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 104.329,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PSOL, PCdoB e PSOL-SP) e uma empresa de tecnologia, com transações espalhadas entre 2018 e 2022. A empresa PAGUE JUNTO recebeu R$ 1.188,64 de Douglas e doou R$ 36.060,00 a Monica, mas o ramo de intermediação tecnológica não tem relação óbvia com campanhas eleitorais. Os valores e a distância temporal entre as transações enfraquecem a ideia de um loop fechado e imediato, mas a presença de partidos distintos e uma empresa de ramo alheio ao contexto eleitoral impede uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.190,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 77 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e valores pequenos, típicos de despesas de campanha. As entidades incluem duas empresas de tecnologia/coordenação e três políticos de partidos distintos (PT e PSOL), sem coligação comum evidente. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço; o loop pode ser coincidência de prestação de contas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 121.239,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação é uma doação de R$ 36.060,00 da empresa Pague Junto para Monica Bonfim, enquanto a ligação de volta ao ponto de partida é uma doação de apenas R$ 17,00 de Elaine Mineiro para Douglas Belchior. As entidades têm vínculos partidários parcialmente distintos (PT e PSOL) e a empresa Pague Junto aparece como intermediária de pagamentos, o que pode ser um serviço legítimo de intermediação. Não há um fato único e concreto que destoe de forma clara, como valores equivalentes ou ausência total de vínculo, que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 80.275,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSOL) e uma empresa de tecnologia, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A maior transação é uma doação de R$ 36.060,00 da empresa PAGUE JUNTO para a candidata Mônica Bonfim, valor que não é absurdamente alto e pode ter explicação comercial ou de apoio político. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto, mas também não é possível descartar completamente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 98.758,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são modestos (R$ 98,7 mil no total) e as transações ocorrem todas em 2018, ano eleitoral. Há conexões partidárias plausíveis: Mônica é do PSOL e recebeu doação da Pague Junto, enquanto Douglas (PT) pagou despesas à mesma empresa, e a direção estadual do PSOL aparece nas duas pontas. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não é possível afirmar que o loop é mera coincidência sem checar a natureza dos serviços da Pague Junto e a relação entre as campanhas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.285,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSDB, PT, PSOL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação de recursos. A empresa PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIACAO LTDA. aparece simultaneamente como doadora de R$ 9.743,00 para Hemerson Casado Gama (PSDB) e como fornecedora de Douglas Elias Belchior (PT), que a pagou R$ 1.188,64, criando uma via de mão dupla entre campanhas de partidos adversários. O fechamento do loop com valores e anos variados (2018 e 2022) não tem explicação simples por ressarcimento ou sobra de campanha, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.586,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13,5 mil no total) e transações pulverizadas entre 2018 e 2020, com a maior parte concentrada em 2018. Há conexões partidárias plausíveis (PSOL entre Silvia Ferraro e Nelson Bueno, ambos de SP) e a empresa Pague Junto aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de Douglas Belchior, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, ciclo fechado sem vínculo partidário), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza dos serviços prestados.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 37.721,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e REDE) e uma empresa de tecnologia que aparece nos dois sentidos da cadeia: recebe R$ 1.188,64 de despesas da campanha de Douglas (PT) e doa R$ 25.934,00 para a campanha de José Gustavo (REDE). O elo de fechamento é um pagamento de R$ 8.000,00 da campanha de José Gustavo a 'LUCIANA MINAMI', que não é a mesma pessoa da doadora inicial 'LUCIANA AKI MINAMI' que doou R$ 300,00 a Douglas, mas o nome parcialmente coincidente e o ciclo curto entre 2018 merecem checagem. Não há coligação/partido comum evidente entre os dois candidatos que explique naturalmente o fluxo, e a empresa intermediária recebendo e doando valores de ordens de grandeza diferentes é um fato concreto que justifica um humano olhar.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.131,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, REDE, PSB) e uma empresa de tecnologia, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A empresa PAGUE JUNTO recebeu despesa de campanha de Douglas (R$ 1.188,64) e fez doação a José Gustavo (R$ 25.934,00), mas isso pode ser mera coincidência de mercado. Não há um fato concreto que destoe drasticamente (valores altos, mesmo partido, ciclo fechado no mesmo ano) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.003,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PT, PSOL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. As transações têm valores modestos e tipos variados (doação e despesa), sem um elo que se destaque como anômalo. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não há um padrão comum claro que explique todo o loop.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 65.891,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 65,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e entre pessoas de partidos distintos (PT e PSOL), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma doação de R$ 44.992,00 da empresa PAGUE JUNTO para DOUGLAS BELCHIOR em 2018, enquanto as demais somam valores muito menores, e a cadeia fecha com DOUGLAS pagando despesa a CLAYTON (R$ 12.000) em 2022, sem explicação simples para o retorno. A presença de empresas de tecnologia/consultoria como intermediárias e a diferença de magnitude entre os elos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 62.186,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 62 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e entre partidos distintos (PT e PSOL), o que enfraquece a explicação por coligação ou conta partidária comum. O ponto mais chamativo é a empresa PAGUE JUNTO ter doado R$ 44.992 a DOUGLAS BELCHIOR em 2018 e, no mesmo ano, recebido R$ 132,02 de PAULO ROBERTO BUFALO (PSOL), criando um elo direto e de mão dupla entre uma empresa e uma campanha. Além disso, há um pagamento de R$ 12.000 de DOUGLAS para CLAYTON, ambos com sobrenome BELCHIOR, o que sugere relação familiar e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.358,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com partidos diferentes (PT, PSOL, PCdoB) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de uma única coligação ou conta partidária comum. Por outro lado, os valores são pequenos e as transações são de naturezas variadas (doação, despesa, repasse), sem um elo claramente anômalo como empresa doando milhões e recebendo de volta. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é um padrão tipicamente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.055,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13.055 no total) e pessoas com vínculos partidários distintos (PT e PSOL), mas há laços familiares entre Douglas e Clayton Belchior, o que pode explicar a transferência de R$ 12.000 em 2022. As demais transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores pequenos, sem um padrão claro de retorno financeiro. Não há um fato concreto que destoe do comum a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas em transações de 2022, com valores que se repetem de forma espelhada (R$ 1.000 de doação e R$ 4.500 de despesa em cada ponta), o que sugere um arranjo coordenado e não coincidência. Embora Rodrigo e Luzia sejam ambos do PSB-DF, os intermediários Ailton e Ivanilde não têm partido/cargo informado, e o dinheiro sai de uma campanha e retorna à mesma cadeia em poucos passos. Isso não prova irregularidade, mas é um padrão que merece checagem humana.
severidade média4 nósR$ 10.300,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 128.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 128,3 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades têm vínculos partidários distintos (PSB e PDT), mas o PDT DF aparece como direção partidária que pode legitimamente repassar recursos a candidatos filiados. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 102.530,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 1.500 a R$ 60.000) e entidades majoritariamente ligadas ao PDT do DF, com uma única exceção (Rodrigo Rollemberg, do PSB). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de repasses partidários e doações entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem checar a cronologia exata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 104.650,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 104.650, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam partidos distintos (PSB, PSDB, PDT), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há um repasse expressivo de R$ 60.000 de Rodrigo Rollemberg para a direção distrital do PDT em 2018, mas isso pode ser devolução de sobra ou repasse partidário comum. Sem valores claramente desproporcionais ou fornecedores fora do ramo, não há fato concreto que force uma checagem imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 537.382,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB no DF, com valores compatíveis entre doações partidárias e despesas de campanha. A maior transação (R$ 525 mil) é uma despesa de Rodrigo Rollemberg para a direção estadual do próprio partido, padrão comum de repasse ou contribuição partidária. As demais movimentações somam valores modestos e ocorrem dentro da mesma coligação/partido, sem fornecedor de ramo estranho ou salto de ordem de grandeza que destoe do conjunto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 540.282,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSB e PV), mas há conexões partidárias indiretas: o PSB estadual do DF repassou recursos a Manoel Everton (PSB) e Rodrigo Rollemberg (PSB) fez despesa para a direção estadual. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos, exceto a despesa de R$ 525 mil de Rollemberg à direção partidária, que é compatível com repasse partidário. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 605.782,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 605 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e incluem doações partidárias e despesas de campanha, o que é comum em coligações. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A mistura de anos e a presença de diretório partidário tornam o loop explicável por movimentações rotineiras, mas a cadeia fechada ainda merece uma olhada humana leve.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 551.150,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PSB do DF (Rodrigo Rollemberg, Francismar Moreira e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. A única entidade de fora é Maria de Lourdes Abadia (PSD), mas as transações com ela são de valor baixo (R$ 1.000 e R$ 1.922) e em direções opostas, o que se assemelha a devolução ou acerto entre campanhas. O valor mais alto (R$ 525.000) é uma despesa de Rollemberg para a direção estadual do PSB em 2022, ano diferente das demais transações, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado no mesmo período. Não há um fato isolado que destoe de forma clara do padrão de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 532.428,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PSB-DF) e inclui a direção estadual/distrital repassando recursos a candidatos, o que é padrão legítimo de financiamento partidário. As transações de 2018 são de valores baixos (R$ 500 a R$ 4.928) e compatíveis com doações entre aliados da mesma coligação. A única transação de valor alto (R$ 525.000) é uma despesa de 2022 de Rodrigo Rollemberg para a direção estadual, provavelmente contribuição partidária, sem fechar um ciclo suspeito no mesmo ano. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 541.928,57
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSB do Distrito Federal, e as transações ocorrem dentro do mesmo partido/coligação, o que é um padrão legítimo de repasse de recursos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 10 mil, R$ 4,9 mil, R$ 5,25 mil) e compatíveis com movimentação típica de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. O ciclo fechado pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou transferências internas entre campanhas do mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 533.700,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PSB-DF) e inclui a direção estadual/distrital, que é o canal típico de repasse de recursos partidários a candidatos. As transações são de baixo valor (R$ 1.272 a R$ 5.000) e ocorrem em 2018, com exceção de uma despesa de R$ 525.000 em 2022 que é justamente o repasse à direção partidária, padrão comum de contribuição de campanha ao partido. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que fuja do contexto de financiamento partidário.